Esculturas de Caio Marqz apresentam estética orgânica e experimental por meio da técnica da cerâmica

Esculturas de Caio Marqz apresentam estética orgânica e experimental por meio da técnica da cerâmica

O Centro Cultural UFMG convida para a abertura da exposição ‘Raízes Andarilhas’, do artista visual Caio Marqz, dia 22 de agosto de 2025, sexta-feira, às 19 horas. A mostra tem a curadoria do professor Fabrício Fernandino e poderá ser vista até o dia 21 de setembro de 2025. A entrada é gratuita e integra o projeto Escultura no Centro, que destaca os trabalhos tridimensionais desenvolvidos por alunos do curso de Artes Visuais com habilitação em Escultura da Escola de Belas Artes da UFMG. A classificação é livre.

Raízes Andarilhas

A série ‘Raízes Andarilhas’ apresenta uma estética orgânica e experimental por meio da técnica da cerâmica, explorando e observando a estranheza da natureza em formas e texturas que evocam pequenas raízes em seus casulos ou conchas. Apesar da aparente imobilidade, as peças revelam o desejo de deslocamento — um impulso de se tornarem andarilhas. Nelas habitam o gesto contido do movimento, o embrião de uma transformação que insiste em acontecer, mesmo que silenciosamente.

Sobre o artista

Caio Marqz – artista visual que observa o tempo e o cotidiano, tanto no mundo real quanto no virtual, mediando um diálogo entre esses dois universos através de suas obras. Sua pesquisa busca captar os reflexos peculiares das experiências que encontra em seu caminho. Atualmente, cursando Artes Visuais na Escola de Belas Artes (UFMG), Caio é membro do ‘Despensa Coletivo’. Teve suas obras expostas na Feira Livre de Arte Contemporânea (FLAC) e participou de exposições coletivas como ‘Constelar’ (Exposição Ateliê I – Artes Gráficas da Escola de Belas Artes) no Espaço Luiz Estrela (2023), ‘A Falta Que Nos Preenche’ (2023), ‘Chroma Pixel’ (2024) e ‘Entre Nós’ (2024).

Escultura no Centro
O projeto busca valorizar e expor os trabalhos tridimensionais desenvolvidos pelos graduandos e pós-graduandos do curso de Artes Visuais com habilitação em Escultura da Escola de Belas Artes da UFMG.

‘Raízes Andarilhas’ – Caio Marqz
Período expositivo: 22/08/2025 a 21/09/2025
Terças a sextas: 9h às 20h
Sábados, domingos e feriados: 9h às 17h
Hall de Entrada
Classificação: livre
Entrada gratuita

Edital PMG 007/2025 – Fotografia

Edital PMG 007/2025 – Fotografia

O Chefe do Órgão Acadêmico Responsável do Departamento de Fotografia e Cinema, Jalver Machado Bethônico , faz saber que, no período de 12/08/2025 a 20/08/2025 , de 23:59:00 às 23:59:00 horas, a Secretaria do FTC no email dftc@eba.ufmg.br receberá as inscrições de candidatos para o exame de seleção do Programa para atuar nas disciplinas/atividades com carga horária de 20 horas semanais, das quais 8 horas deverão ser alocadas em estudos individuais e atividades de planejamento, realizados por meio de cronograma flexível.

Mais informações

Errata – muda a modalidade de concorrência de “Ações afirmativas” para “Ampla concorrência” no Edital 007/2025

Edital PMG 19/2025 – Desenho Técnico I e II

Edital PMG 19/2025 – Desenho Técnico I e II

A Chefe do Órgão Acadêmico Responsável do Departamento de Desenho, Angélica Beatriz Castro Guimarães , faz saber que, no período de 14/08/2025 a 21/08/2025 , de 10:00:00 às 10:00:00 horas, nos email ddes@eba.ufmg.br e adverse.angelica@eba.ufmg.br, receberá as inscrições de candidatos para o exame de seleção do Programa para atuar nas disciplinas/atividades com carga horária de 20 horas semanais, das quais 8 horas deverão ser alocadas em estudos individuais e atividades de planejamento, realizados por meio de cronograma flexível.

Edital Completo

Restaurado pelo Cecor UFMG, painel cerâmico de Mário Silésio volta a ser exposto no Centro de BH

Restaurado pelo Cecor UFMG, painel cerâmico de Mário Silésio volta a ser exposto no Centro de BH

Nos últimos dois anos, uma equipe multidisciplinar do Centro de Conservação e Restauração (Cecor) da Escola de Belas Artes (EBA) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) atuou na restauração do painel cerâmico Abstrato, do artista mineiro Mário Silésio (1913-1990), que adorna a fachada do prédio da Corregedoria-Geral da Polícia Civil de Minas Gerais (antigo Detran), no número 417 da avenida João Pinheiro, no Centro da capital mineira. Na semana passada, em uma cerimônia realizada no auditório do órgão, a restauração foi dada por concluída, e o painel, reaberto aos olhares da cidade.

Considerado um tesouro modernista do patrimônio artístico-arquitetônico mineiro, o painel de treze metros de largura por dois de altura passou mais de dez anos coberto por tapumes, devido ao desprendimento de algumas peças de cerâmica e outros danos gerados pela ação do tempo e do homem. Cada uma das mais de 600 peças de cerâmica do painel foi cuidadosamente documentada, analisada, estudada e restaurada pelos profissionais da UFMG, graças a uma parceria formada entre várias entidades, entre as quais, a Fundação de Apoio da UFMG (Fundep).

A meta foi recuperar os detalhes intrincados e as cores vibrantes da obra original, que foi produzida em 1959. O trabalho começou em janeiro de 2024, com a remoção mecânica do antigo faceamento da obra e a análise de peça por peça do painel. A restauração foi viabilizada por um programa do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG). 

O artista
Mário Silésio de Araújo Milton nasceu em 13 de maio de 1913 em Pará de Minas, Minas Gerais, e faleceu em 1990, em Belo Horizonte. Pintor, desenhista, muralista e vitralista, realizou seus estudos de Direito na então Universidade de Minas Gerais (UMG), futura UFMG, de 1930 a 1935.

De 1943 a 1949, Mário estudou desenho e pintura na Escola Guignard, onde foi aluno, entre outros, de Alberto da Veiga Guignard (1896-1962) e de Franz Weissmann (1911-2005). Em 1953, recebeu uma bolsa do governo francês e viajou para Paris, onde ingressou no curso do escultor e pintor francês André Lhote (1885-1962).

De volta ao Brasil, Mário Silésio executou diversos painéis em edifícios públicos e privados de Belo Horizonte, de 1957 e 1960, incluindo o famoso painel no prédio da Polícia Civil. Outras obras suas foram instaladas no Teatro Marília, no Santa Efigênia, no edifício do antigo Banco Mineiro da Produção, na Praça Sete de Setembro, e na Faculdade de Direito da UFMG.

O Acervo Artístico UFMG conta hoje com uma obra do autor em sua guarda. Trata-se de uma pintura a óleo de cerca de 60 por 80 centímetros, de título desconhecido, guardada no âmbito da coleção Amigas da Cultura.

Professor da EBA apresenta produção panorâmica de 20 anos de carreira no Museu Mineiro

Professor da EBA apresenta produção panorâmica de 20 anos de carreira no Museu Mineiro

No próximo dia 31 de julho, às 19h, o Museu Mineiro inaugura a exposição “O Estado das Coisas”, de Sandro Ka, artista visual e professor da Escola de Belas Artes da UFMG. Com curadoria de Janaina Melo e assistência curatorial de Thalita Amorim, a mostra reúne lambes, fotografias, objetos e instalações produzidas em diferentes momentos da pesquisa do artista e estabelece um vibrante diálogo com a exposição de longa duração do Museu Mineiro.

Esta é a primeira exposição individual de Sandro Ka em Belo Horizonte. O artista apresenta um panorama de sua produção iniciada nos anos 2000, em Porto Alegre, em conjunto com trabalhos inéditos produzidos em diálogo com o acervo do Museu Mineiro e com diferentes locais da cidade, em especial, o Mercado Central. A exposição é, portanto, não só um convite para conhecer suas pesquisas, mas também para perceber como o artista olha para a produção cultural da cidade. “Sandro Ka, nesta exposição, demonstra seu envolvimento direto com este território-lugar”, aponta a curadoria.  

Artista percorre o universo do lúdico com brinquedos, bibelôs e artigos populares, ao mesmo tempo em que dialoga com ícones da arte ocidental, como David, de Michelangelo. 

Para as curadoras, a obra de Sandro não para nos gestos de apropriação, como pontuam no texto de apresentação da exposição: “os objetos selecionados adquirem novas camadas de sentido, quando justapostos em composições que suscitam impasses, tensões e ruídos. Seja pela materialidade ou pelo uso ordinário, o artista se apropria dos objetos para promover deslocamentos que parecem borrar os limites e produzir outros significados. Aciona, portanto, o território do interdito, isto é, aquele que vai do lúdico ao erotismo, do movimento aparentemente dócil a uma crítica aguçada. Assim, o que antes era reconhecível se torna ambíguo e desconcertante, abrindo espaço para experiências estéticas que operam entre o estranhamento e a familiaridade.”

Interações com o acervo: o museu como campo de criação

Para a exposição, Sandro Ka também fez um mergulho na reserva técnica do Museu Mineiro. Entre as propostas, além de observações junto à coleção de arte sacra, o artista propõe uma discussão sobre o acervo de pinturas de paisagem, esse estilo tão marcante e canônico nas artes visuais, sob novas estratégias de montagem. Vale a pena acessar a exposição de longa duração e ver como o artista opera diálogos e relações que revisitam e aguçam o nosso olhar sobre as coleções. 

A mostra pode ser visitada até 14 de setembro na Sala de Exposições Temporárias do museu e nas salas de exposição de longa duração. Durante o período expositivo, serão realizadas atividades de ativação, como visitas mediadas e bate-papo com artista e curadoria. A entrada é gratuita.

SANDRO KA (Porto Alegre/RS, 1981)

Artista visual e pesquisador, professor de Artes Visuais (EBA/UFMG). Doutor e mestre em Artes Visuais (PPGAV/UFRGS). Desde 2003, realiza exposições individuais e participa de mostras coletivas no Brasil e no exterior, desenvolvendo produções nos campos da escultura, desenho, instalação e intervenção urbana, entre as quais destacam-se o projeto de intervenção urbana Piscina (Praça da Alfândega, Poa, 2015), as exposições individuais Antes que a Noite Acabe (Casa de Cultura Mario Quintana, Poa, 2022), Paisaje Común (EAC, Montevideu, 2018), Paisagem Comum (Museu do Trabalho,  Poa, 2018), Tanto Barulho por Nada (MARGS,  Poa, 2017) e Deixa Estar (MACRS,  Poa, 2013); e as coletivas A Coisa dRag (Belo Horizonte, 2025), Eloquência e Eficácia (Fundação Vera Chaves Barcellos, Viamão, 2023), Salão Nacional de Arte Contemporânea de Goiás (MAC-GO, Goiânia, 2022), Arte Contemporânea.RS (MACRS, Poa, 2021), Queermuseu: Cartografias da Diferença na Arte Brasileira (Santander Cultural,  Poa, 2017 e Parque Lage, Rio de Janeiro, 2018), Mostra SESC Cariri de Culturas (Juazeiro do Norte, 2014, 2015 e 2017), O Triunfo do Contemporâneo (Santander Cultural, Poa, RS, 2012) e VIII Bienal do Recôncavo Baiano (Centro Cultural Dannemann, São Félix, BA, 2006), entre outras. Vencedor do Prêmio Aliança Francesa de Arte Contemporânea (2017) e do Prêmio Açorianos de Artes Plásticas (2009). Possui obras em coleções particulares e públicas, como MARGS (POA/RS), MACRS (POA/RS), Pinacoteca Aldo Locatelli (POA/RS), UFCSPA (POA/RS), AMARP (Caxias do Sul), MAVRS (Passo Fundo/RS), FVCB (Viamão/RS) e Sesc Juazeiro (Juazeiro do Norte/CE). Atua em Belo Horizonte/MG.

JANAINA MELO | CURADORA

Mestre e doutoranda em museologia pelo PPG-PMUS UNIRIO / MAST. Com mais de 20 anos de experiência na implantação de programas públicos e de educação em instituições culturais brasileiras, foi Diretora de Museus da Fundação Municipal de Cultura da Prefeitura de Belo Horizonte e Gerente de Educação responsável pela implantação e condução de programas educativos do Inhotim (2008-2012) e da Escola do Olhar do Museu de Arte do Rio – MAR (2012-2018). Foi coordenadora de artes visuais no Museu de Arte da Pampulha (BH), diretora do Museu do Ingá (Niterói) e coordenadora pedagógica na EAV Parque Lage. Atualmente é consultora pedagógica e de museologia na restauração e reestruturação do Museu da Fortaleza de São José do Macapá (AP). Dentre as exposições que fez curadoria destacam-se: Clara Nunes eu sou a tal mineira (atualmente em exibição no Museu da Moda, BH), Múltiplos olhares – mulheres artistas na coleção Funarj, Museu do Ingá (2021), Faca Cega – Paulo Nazareth (Museu de Arte da Pampulha, BH, 2018-19) e Meu Mundo Teu – mostra individual de Alexandre Serqueira, em co-curadoria com Clarissa Diniz (Museu de Arte do Rio – MAR, RJ, 2016).

MUSEU MINEIRO 

Inaugurado em 1982, o Museu Mineiro reúne em seu acervo um conjunto bastante diversificado de objetos referentes à história e à produção cultural e artística mineiras. Nas salas de exposição são exibidas obras de artistas consagrados, tais como: Manoel da Costa Ataíde, Yara Tupynambá, Amílcar de Castro, Jeanne Milde, Inimá de Paula, Lótus Lobo, Celso Renato, Sara Ávila, Guignard, Maria Helena Andrés, Di Cavalcanti etc.

Atualmente, o Museu exibe a exposição de longa duração “Minas das Artes, Histórias Gerais”, onde o visitante tem a oportunidade de conhecer uma vasta coleção de arte sacra, datada dos séculos XVIII e XIX, além de preciosidades do acervo, como a bandeira da Inconfidência Mineira, os manuscritos originais da obra “Tutaméia” de Guimarães Rosa, o retrato de Aleijadinho e a coleção de santos de devoção popular.



EXPOSIÇÃO “O ESTADO DAS COISAS – SANDRO KA”
Curadoria: Janaina Melo
Abertura: 31 de julho de 2025
Horário: 19h
Período de visitação: 31 de julho a 14 de setembro de 2025
Horário de visitação:
Terça a Sexta: das 12h às 19h
Sábados, domingos e feriados: das 11h às 17h
Local: Museu Mineiro
Endereço: Av. João Pinheiro, 342, Funcionários – Belo Horizonte/MG
Entrada: Gratuita

Museu Casa Padre Toledo, do Campus Cultural UFMG, inaugura exposição sobre história e patrimônio de Tiradentes

Museu Casa Padre Toledo, do Campus Cultural UFMG, inaugura exposição sobre história e patrimônio de Tiradentes

Na próxima sexta-feira, 18 de julho, às 15h, o Museu Casa Padre Toledo, espaço integrante do Campus Cultural UFMG em Tiradentes, reabre suas portas ao público com a exposição Tiradentes Passado Presente. A mostra convida visitantes a refletirem sobre as múltiplas camadas de memória, história e cultura da cidade. A cerimônia de abertura contará com a presença da reitora da UFMG, Sandra Regina Goulart Almeida, do pró-reitor de Cultura, Fernando Mencarelli, da diretora do Campus Cultural UFMG em Tiradentes, Patricia Franca-Huchet, do presidente da Fundação Rodrigo Mello Franco de Andrade, Pedro Vasconcelos Maia do Amaral, além de outras autoridades, representantes de instituições parceiras e convidados.

A nova expografia, em constante movimento ao longo dos últimos dois anos, propõe renovar o olhar sobre o passado colonial e reconectar o patrimônio histórico às questões contemporâneas, como diversidade, pluralidade, direitos culturais e democracia. O projeto busca estimular uma aproximação crítica e sensível entre o público e os bens culturais, contribuindo para o fortalecimento dos valores que sustentam a convivência em sociedade.

A exposição Tiradentes Passado Presente

A exposição apresenta um percurso imersivo que articula as diversas dimensões da história da cidade e da própria casa. Os eixos expográficos convidam à reflexão sobre o cotidiano da vida colonial, os modos de morar, produzir e conviver nas Minas do século XVIII, as expressões de religiosidade e sincretismo, e a presença marcante das populações afrodescendentes na construção da identidade local. A memória das irmandades religiosas, as festas do Rosário e os congados ganham destaque, assim como os registros das práticas agrícolas, dos ofícios tradicionais e dos saberes transmitidos ao longo das gerações. O próprio edifício — com seu torreão, porão e pinturas raras — constitui testemunho dos processos construtivos coloniais e das transformações pelas quais passou ao longo dos séculos: de residência senhorial a sede administrativa, de teatro a cinema, de seminário a espaço museológico.

Entre os destaques da exposição, o visitante encontrará peças da Coleção Rodrigo Mello Franco de Andrade, que reúne obras, documentos e objetos emblemáticos do diálogo entre o modernismo brasileiro e a preservação do patrimônio. Pinturas, esculturas, plantas arquitetônicas e registros históricos evocam nomes como Cândido Portinari, Lucio Costa, Roberto Burle Marx, Guignard, entre outros artistas e intelectuais cuja atuação ultrapassou o campo das artes, influenciando profundamente a formulação das políticas culturais e preservacionistas no Brasil.

O trabalho de curadoria da nova expografia, conduzido pelo diretor do Centro Cultural da UFMG, Fabrício Fernandino, contou com a participação de Diná Marques, coordenadora do Patrimônio Cultural da Procult, da diretora do Campus, Patricia Franca-Huchet, do pró-reitor de Cultura, Fernando Mencarelli, e da museóloga Lorena Mello. A definição da linha conceitual para a exposição Tiradentes Passado Presente considerou trilhar os caminhos da vocação do Museu Casa Padre Toledo, materializada em 2017 em seu Plano Museológico.

Em diálogo com o Centro de Estudos e Biblioteca e com o Quatro Cantos Espaço Cultural, o Museu reafirma o compromisso da UFMG com uma abordagem crítica, inclusiva e participativa da história e do patrimônio, valorizando as múltiplas vozes e memórias que compõem o passado da cidade. Ao propor novas formas de fruição, interpretação e apropriação simbólica do patrimônio, a exposição Tiradentes Passado Presente convida o público a redescobrir Tiradentes como um lugar vivo: onde o silêncio das pedras coloniais e a força das manifestações culturais seguem inspirando o encontro entre memória, presente e futuro.

Reabertura do Museu Casa Padre Toledo 

Localizado em uma das mais expressivas e significativas construções civis do século XVIII em Minas Gerais, o solar que abriga o Museu Casa Padre Toledo é testemunha de momentos fundamentais da história nacional, como as primeiras articulações da Conjuração Mineira. A antiga residência, palco de reuniões dos inconfidentes durante o período da opressão fiscal imposta pela Coroa Portuguesa, foi também um dos marcos iniciais do movimento modernista de preservação do patrimônio cultural no Brasil, liderado pelo Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (SPHAN), sob a direção de Rodrigo Mello Franco de Andrade.

A reabertura do Museu Casa Padre Toledo contou com recursos do projeto Democracia cultural em Tiradentes: valorização do patrimônio, das artes e dos saberes da população afro-brasileira para requalificação do Museu Casa Padre Toledo, viabilizado por meio de emenda parlamentar da deputada estadual Andréia de Jesus.

Edital 06/2025 – Programa de Monitoria da Graduação – PMG – Artes da Fibra I

Edital 06/2025 – Programa de Monitoria da Graduação – PMG – Artes da Fibra I

O Chefe do Órgão Acadêmico Responsável do Departamento de Artes Plásticas, Hugo Maria de Mendonça Houayek , faz saber que, no período de 03/07/2025 a 11/07/2025 , de 14:00:00 às 14:00:00 horas, o(a) e-mail natalia.rzd@gmail.com receberá as inscrições de candidatos para o exame de seleção do Programa para atuar nas disciplinas/atividades com carga horária de 20 horas semanais, das quais 8 horas deverão ser alocadas em estudos individuais e atividades de planejamento, realizados por meio de cronograma flexível.

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