Exposição de Gustavo Torrezan propõe reflexão crítica sobre acúmulo, natureza e Antropoceno

Exposição de Gustavo Torrezan propõe reflexão crítica sobre acúmulo, natureza e Antropoceno

O Centro Cultural UFMG convida para a abertura da exposição individual ‘Monturo e outros tantos’, do artista visual Gustavo Torrezan, com curadoria de Ana Paula Lopes. A mostra apresenta trabalhos que investigam as relações sociais na contemporaneidade, com ênfase nos processos de acúmulos – de poder, de dinheiro, de saber, de força, de produtividade, de livro, entre outros – e como estes acabam por incentivar uma mudança na compreensão e na relação que temos entre os campos da cultura e da natureza. A abertura será realizada no dia 6 de março de 2026, sexta-feira, às 19 horas. As obras poderão ser visitadas até 12 de abril de 2026. A entrada é gratuita e a classificação é livre.

‘Monturo e outros tantos’ é uma exposição que busca discutir sobre o acúmulo e relações sociais no mundo contemporâneo

A exposição ‘Monturo e outros tantos’ propõe uma reflexão contundente sobre os modos de produção, acúmulo e exploração da natureza que caracterizam a sociedade contemporânea. O termo que dá nome à mostra refere-se a um amontoado de coisas — plantas, animais, máquinas, ferramentas e engrenagens — associadas à produção agrícola industrial e à lógica das commodities.

A partir desse conceito, a exposição questiona: por que e para que acumulamos tanto? Em vez de solucionar problemas, esse processo tem gerado crises globais como mudanças climáticas, pandemias e desigualdades extremas. Vivemos um paradoxo: nunca tivemos tecnologias tão avançadas e, ao mesmo tempo, nunca estivemos tão próximos de um total colapso ambiental e social.

Reunindo pinturas, desenhos, gravuras, objetos e instalações, as obras dialogam com o conceito de Antropoceno, termo usado para definir a era em que a ação humana se tornou uma força capaz de alterar profundamente o planeta. A exposição evidencia como o desequilíbrio entre a vida humana e os demais sistemas naturais está diretamente ligado à lógica do acúmulo e da exploração.

Entre os destaques está a série ‘Modernização conservadora’ (2023–2025), na qual paisagens aparentemente preservadas recebem gravações a laser que revelam monoculturas, gado e maquinário agrícola, apontando para as transformações violentas promovidas pela agroindústria. Já na série ‘Quando a natureza passa a ser cultura’ (2024), a sobreposição de imagens de plantas e marcas de agrotóxicos cria um embate visual entre diferentes políticas de vida e morte.

A mostra também apresenta a escultura ‘Antropoceno (BBBP)’ (2025), feita com materiais como papel de Bíblia, bosta de boi, chumbo e petróleo, além de obras como ‘Futuro’ (2024), uma gravura criada a partir da escrita invertida e espelhada da palavra ‘futuro’ por crianças não alfabetizadas, e a instalação ‘Mesh (superfície e imagem)’ (2025), que explora a relação entre o real e o virtual por meio de reflexos e luz, em alusão às dinâmicas de acumulação, exploração e expropriação realizadas na internet.

Por fim, a obra ‘Monturo’, uma instalação que convida o público a refletir sobre as relações de poder, tecnologia e natureza, propondo um olhar crítico sobre os caminhos que estamos construindo enquanto sociedade.

Sobre o artista

Gustavo Torrezan (1984, Piracicaba-SP) é artista, pesquisador e educador que vive e trabalha entre Belo Horizonte (MG) e Piracicaba (SP). É professor do curso de Artes Visuais da UFMG. Seus trabalhos integram importantes coleções públicas e museus brasileiros, como o MASP, MAM-SP, MAR-RJ, MAB-DF, Pinacoteca do Amazonas e de São Paulo, entre outros, além de acervos universitários como UNB, UERJ e UFPA. Participou de diversas exposições coletivas recentes, entre elas: ‘Histórias das Ecologias’ (MASP, 2025); ‘As Vidas da Natureza Morta’ (Museu Afro Brasil, 2024); ‘Refundação’ (Museu da Inconfidência, 2024); ‘Escola de Quilombismo’ (HKW Berlim, 2023); ‘Histórias Brasileiras’ (MASP, 2022); 34º Panorama da Arte Brasileira – ‘Sob as cinzas, brasa’ (MAM-SP, 2022); e a 13ª Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo (Centro Cultural São Paulo, 2022). Realizou as exposições individuais recentes ‘As coisas que não estão escritas também movem o mundo’ (Casa do Olhar Luiz Sacilotto, Santo André, SP, 2024); ‘Incendiar a plantação, fertilizar imaginários’ (Museu de Arte de Ribeirão Preto, SP, 2023); ‘Exercícios cosmopolíticos’ (Paço das Artes, SP, 2023).

Sobre a curadora

Ana Paula Lopes (1983, São Caetano do Sul-SP) é curadora, pesquisadora e educadora, atuando entre São Caetano do Sul e São Paulo. Mestre em História da Arte pela Unifesp (2022) e graduada em Arte: História, Crítica e Curadoria pela PUC-SP (2014), é curadora na Pinacoteca do Estado de São Paulo e docente no curso de Artes Visuais da Faculdade Santa Marcelina. Sua pesquisa investiga a dimensão geopolítica na construção da curadoria, com base no pensamento de Milton Santos e na história das exposições na América Latina nas décadas de 1970 e 1980. Trabalhou nas galerias White Cube, Mendes Wood DM e Jaqueline Martins, publicou textos na Revista Terremoto (México) e Experiências Negras (Instituto Tomie Ohtake), e curou exposições como ‘Marga Ledora: A linha da casa’, na Pinacoteca de São Paulo.

Exposição individual ‘Monturo e outros tantos’ – Gustavo Torrezan
Abertura: 6 de março de 2026 | às 19h
Visitação: até o dia 12/04/2026
Terças a sextas: 9h às 20h
Sábados, domingos e feriados: 9h às 17h
Grande Galeria
Classificação indicativa: livre
Entrada gratuita

Edital para Seleção de Estudantes – PMG – Sistema Musicais Interativos/Design Gráfico Movente/Design Sonoro

Edital para Seleção de Estudantes – PMG – Sistema Musicais Interativos/Design Gráfico Movente/Design Sonoro

O Chefe do Órgão Acadêmico Responsável Departamento de Fotografia e Cinema, Prof. Antônio César Fialho de Sousa, no uso de suas atribuições, torna público o presente Edital para seleção de estudantes de graduação da UFMG para atuação no Programa , na modalidade bolsista e/ou voluntário(a), conforme normas institucionais e orientações do Sistema de Fomento/PROGRAD, incluindo o gerenciamento de vagas por Ampla Concorrência (AC) e Ações Afirmativas (AA).

Edital Completo

Resultado Final

Exposição “Márcio Diegues: todas as coisas além do céu” – Galeria da EBA – 02 a 30 de março

Exposição “Márcio Diegues: todas as coisas além do céu” – Galeria da EBA – 02 a 30 de março

No dia 02 de março, segunda-feira, inaugura a exposição Márcio Diegues: todas as coisas além do céu, na Galeria da Escola de Belas Artes da UFMG. Com curadoria do professor e pesquisador Sandro Ka, a exposição reúne uma miscelânea de obras em desenho, gravura, fotografia e objeto, representativas da poética do artista Márcio Diegues, falecido precocemente em 2025.

A mostra é resultado de um projeto extensionista com foco na catalogação e sistematização prévia das obras, livros e objetos pessoais do artista advindos de seu ateliê em Belo Horizonte/MG, a ação reuniu mais de 400 itens que embasaram o desenvolvimento do conceito curatorial e expográfico da exposição. Na proposta, a produção plástica e intelectual do artista é apresentada a partir da aproximação com seu universo criativo, marcado pela intensidade nos modos de viver. Trata-se também de um ato de salvaguarda e celebração à vida e obra do artista, uma homenagem ao legado que Márcio deixa à comunidade EBA e ao circuito artístico local e nacional.

Conforme indica a curadoria, “a criação da mostra parte do desejo de trazer ao público sua intensa e fascinante produção. Surge da vontade de compartilhar um pouco de seus lugares secretos, sua intimidade; de abrir novas páginas de vida para uma caminhada bruscamente interrompida. Sobretudo, parte da expectativa de estarmos juntos mais uma vez. Também é um ato de celebração à sua memória, pois o artista vive em tudo o que deixa, nas lembranças que ele produz. Seu legado se converte nas marcas que trouxe ao mundo: suas relações, seus ensinamentos e, especialmente, sua obra. Pois, a permanência de um artista está na força de seu trabalho que continua mobilizando experiências e sensações singulares”.

A realização da exposição conta com apoio do Cenex/EBA, da Escola de Belas Arte e da Proex/UFMG, por meio do Edital PAIE (08/2025) e s, tendo na equipe de organização os docentes Camila MoreiraAndrea Vilela e Hugo Houayek, e as discentes Thalita AmorimAna Bicho e Tobo Eduarda, sob coordenação de Sandro Ka.

No dia 10 de março, terça-feira, às 19h, será realizado um encontro celebrativo com os organizadores da mostra e convidados. Aberta a todos os públicos, a exposição fica em cartaz até o dia 30 de março.


Márcio Diegues: todas as coisas além do céu
Curadoria: Sandro Ka
Visitação: de 02 a 30 de março de 2026
segunda a sexta, das 8h às 22h
Local: Galeria da Escola de Belas Artes da UFMG (Av. Presidente Antônio Carlos, 6627 – Pampulha – Belo Horizonte/MG)
Classificação indicativa: livre
Entrada gratuita

Professor Assistente Classe A nível 1 – Edital 257, de 09 de fevereiro de 2026 – Departamento de Artes Cênicas – Área de Conhecimento: Licenciatura em Dança: poéticas negras e práticas afirmativas

Professor Assistente Classe A nível 1 – Edital 257, de 09 de fevereiro de 2026 – Departamento de Artes Cênicas – Área de Conhecimento: Licenciatura em Dança: poéticas negras e práticas afirmativas

ÁREA DE CONHECIMENTO: Licenciatura em Dança: poéticas negras e práticas afirmativas

VAGA: 1 (uma)

CLASSE DE MAGISTÉRIO: Classe A com denominação de Professor Assistente, nível 1

REGIME DE TRABALHO: 40 (quarenta) horas semanais, em tempo integral, com dedicação exclusiva.

NÍVEL DE ESCOLARIDADE: Doutorado na área de Dança, ou Arte, ou Artes Cênicas, ou Artes da Cena, ou em áreas afins.

PERFIL DO CANDIDATO: O (a) candidato(a) deverá ter formação e atuação profissional em dança, que inclua experiência teórico-prática, além de produção artística e prática docente relevante na área das danças e poéticas negras. Espera-se que o (a) candidato (a) possua pesquisas artísticas e pedagógicas vinculadas às artes da cena negra na contemporaneidade e suas relações com ações afirmativas.

PROVAS: Julgamento de títulos, Prova Didática e Prova Prática.

EDITAL: nº 257 de 09 de fevereiro de 2026, publicado no Diário Oficial da União do dia 11 de fevereiro de 2026, Seção 3, páginas 54 a 61.

Realização da Prova Prática –

A Prova Prática consistirá no desenvolvimento de uma aula prática de dança a partir de temáticas negras, integrando conceituações teóricas às atividades realizadas. A aula será ministrada com a presença de estudantes. O (A) candidato(a) deverá entregar o planejamento da aula impresso à banca, no momento da sua prova. Tema da aula à escolha do(a) candidato(a), no âmbito da área de conhecimento deste Edital.

Instrumentos, aparelhos ou técnicas a serem utilizadas: Os recursos disponíveis no local da prova para o(a) candidato(a) são:
Sala ampla apropriada para práticas de dança, som mecânico com opção de cabo (P2/P2) para conectar a outros aparelhos. Objetos e recursos além dos mencionados deverão ser providenciados pelos(as) próprios(as) candidatos(as).

Metodologia de aferição:

Os (As) candidatos (as) serão avaliados:
1 – Quanto à atualização, domínio e articulação dos conceitos e práticas propostas (até 40 pontos);
2 – Quanto à habilidade no desenvolvimento da aula e na condução dos(as) estudantes (até 40 pontos);
3 – Quanto à coerência entre planejamento e realização da aula, que inclui a gestão adequada do tempo (até 20 pontos).

DURAÇÃO DA PROVA PRÁTICA- A Prova Prática terá a duração de 50 (cinquenta) minutos.

* Vide também SEÇÃO VI Art. 40 da Resolução Complementar 02/2013

9.7. Da Prova Didática

9.7.1. A Prova Didática consistirá em aula sobre ponto contido em lista organizada pela Comissão Examinadora, com base no programa do Concurso, a ser sorteado, pelo menos vinte e quatro horas antes do início da prova, à qual se seguirá uma arguição oral pela referida Comissão.

9.7.2. A Comissão Examinadora poderá agrupar os candidatos, a seu critério, para fins de sorteio de ponto e de realização da Prova Didática.

9.7.2.1. O agrupamento deverá garantir a todos os candidatos, pelo menos, o tempo previsto no subitem 9.7.1, para preparo da Prova Didática.

9.7.2.2. O agrupamento deverá garantir que todos os candidatos estejam no local das provas no horário indicado para o início da primeira aula.

9.7.2.3. No caso do agrupamento, a ordem de apresentação será feita mediante sorteio na presença de todos os candidatos, comprovada por registro de presença, no horário indicado para o início da primeira prova.

9.7.3. Na Prova Didática serão garantidos ao candidato cinquenta minutos para a exposição do tema.

9.7.3.1. Após a exposição oral do tema, a Comissão Examinadora arguirá o candidato pelo tempo estabelecido no cronograma.

9.7.3.2. O descumprimento do prazo previsto neste Edital para a exposição do tema e para a arguição oral não acarretará, por si só, a anulação da Prova nem a desclassificação do candidato.

9.7.4. A Comissão Examinadora avaliará na Prova Didática, tanto o domínio pelo candidato do tema sorteado quanto sua capacidade de organização e exposição de ideias, no espaço de tempo garantido, de acordo com critérios definidos pela própria Comissão Examinadora.

* Vide também SEÇÃO III Art. 34 da Resolução Complementar 02/2013

INSCRIÇÕES POR CORREIO ELETRÔNICO

PERÍODO DAS INSCRIÇÕES: De 12/02/2026 a 13/03/2026 – (30 dias)

HORÁRIO: 00h00 às 23hs59 (horário de Brasília)

EMAIL: secgeralconcurso-arc@eba.ufmg.br

PRAZO PARA O INÍCIO DO CONCURSO: De 30 (trinta) a 90 (noventa) dias, contados a partir da data de encerramento das inscrições.

DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA:

O candidato deverá enviar, no ato da inscrição, os seguintes documentos:


6.7. O candidato deverá enviar, no ato da inscrição, os seguintes documentos em arquivos digitais individuais, no formato PDF, com o tamanho máximo de 2 (dois) MB cada um:


6.7. O candidato deverá enviar, no ato da inscrição, os seguintes documentos em arquivos digitais individuais, no formato PDF, com o tamanho máximo de 2 (dois) MB cada um:

a) Termo de requerimento de inscrição devidamente preenchido e assinado (disponível na página eletrônica https://www.ufmg.br/prorh/publicacoes/, campo “CONCURSO PÚBLICO DOCENTE”, “ORIENTAÇÕES para Candidato” e na página eletrônica informada no Quadro 1);


b) Cópia da Carteira de Identidade ou de outra prova de ser brasileiro nato ou naturalizado e, no caso de estrangeiro, de documento de identificação;


c) Comprovação de quitação com o Serviço Militar, quando for o caso;


d) Certidão de Quitação Eleitoral, que pode ser obtida por meio do sítio eletrônico
https://www.tse.jus.br/eleitor/certidoes/certidao-de-quitacao-eleitoral, dispensável no caso de candidatos estrangeiros;

e) Comprovante do pagamento da taxa de inscrição ou Formulário de Requerimento de Isenção do Pagamento de Taxa de Inscrição de Concursos Públicos (disponível na página eletrônica https://www.ufmg.br/prorh/publicacoes/, campo “CONCURSO PÚBLICO DOCENTE”, “ORIENTAÇÕES para Candidato” e na página eletrônica informada no Quadro 1);
https://sisarc.ufmg.br/sisarc/emissaogru/gerir/geriremissaogru.seam?codigo=bpRW7iNS1 Aceitos pagamentos por boleto, pix ou cartão de crédito.

No endereço da GRU, em “Competência” deverá ser colocado o mês e o ano da inscrição (02/2026 ou 03/2026).


f) Curriculum vitae;


g) Documentos necessários para satisfazer os itens 6.11 e 11.6, alínea “e”, deste Edital, se for o caso.


6.7.1. No envio da inscrição o candidato deverá nomear a mensagem da seguinte forma: “Edital [número do edital] – [nome completo do candidato]”.


6.7.2. Caso não seja possível o envio dos arquivos em uma única mensagem eletrônica, é facultado o envio dos arquivos em mais de uma mensagem, devendo ser acrescido, ao título de cada mensagem, uma numeração correspondente à ordem de envio das mensagens.


6.8. Os originais, ou cópias autenticadas, dos documentos das alíneas ‘b’ e ‘g’ do item 6.7 devem ser apresentados na data da realização da primeira prova.


6.9. O candidato travesti ou transexual (pessoa que se identifica e quer ser reconhecida socialmente, em consonância com sua identidade de gênero) que desejar ser atendida ou atendido pelo NOME SOCIAL poderá solicitá-lo no ato da inscrição.


6.9.1. Não serão aceitas outras formas de solicitação de atendimento pelo nome social, tais como: via postal, telefone, fax ou correio eletrônico.


6.9.2. A UFMG reserva-se o direito de exigir, a qualquer tempo, documentos que atestem a condição que motiva a solicitação de atendimento declarado.


6.10. Os documentos comprobatórios do curriculum vitae, numerados e ordenados, preferencialmente, na mesma sequência apresentada no curriculum vitae, deverão ser enviados, no formato PDF, para o correio eletrônico secgeralconcurso-arc@eba.ufmg.br, em até dez dias após o
término das inscrições.


6.10.1. Os documentos comprobatórios do curriculum vitae devem ser enviados em arquivos no formato PDF de até 20 (vinte) MB cada.


6.10.1.1 A caixa de correio eletrônico da UFMG tem capacidade limitada em 20 (vinte) MB por mensagem. Os envios que excederem a capacidade de 20 (vinte) MB não serão considerados e o candidato não fará jus à pontuação referente ao envio.


6.10.1.2 Caso não seja possível o envio dos arquivos em uma única mensagem eletrônica, é facultado o envio dos documentos comprobatórios do curriculum vitae em mais de uma mensagem, devendo ser acrescido, ao título de cada mensagem, uma numeração correspondente à ordem de envio das mensagens.


6.10.2. O recebimento dos documentos comprobatórios será confirmado por meio de mensagem eletrônica ao candidato, em até 1 (um) dia útil.


6.10.3. A UFMG reserva-se o direito de exigir, a qualquer tempo, a apresentação dos documentos originais ou cópias autenticadas dos documentos comprobatórios, pessoalmente ou por envio postal.


6.10.4. Os itens do currículo para os quais o candidato não apresentar documentação comprobatória correspondente ou cuja documentação não permita comprovar seu cumprimento não serão pontuados na Prova de Títulos.


6.10.4.1. Documentos rasurados, ilegíveis ou que apresentem erro material serão desconsiderados e o item correspondente não será pontuado na Prova de Títulos.

Documentos

EDITAL: Nº 257, de 09 de fevereiro de 2026, publicado no Diário Oficial da União do dia 11 de fevereiro de 2026, Seção 3, páginas 54 a 61.

Termo de Requerimento de Inscrição Concurso Público para Cargo do Magistério Federal

Formulário de Solicitação de Isenção do pagamento de taxa de inscrição de Concursos Públicos – Cargo do Magistério Federal

Termo de Consentimento de Gravação de Provas Didáticas

Resolução nº 13/2010, de 11 de Novembro de 2010

Resolução Complementar nº 02/2013, de 07 de Fevereiro de 2013

Decreto nº 9.739, de 28 de Março de 2019

Programa do Concurso

Relação de Candidatos Inscritos

Inscrições homologadas

Comissão Examinadora

Edital de Convocação

Cronograma

Retificação do Cronograma

Resultado Final

Convocação dos(as) candidatos(as) para a Banca de Heteroidentificação

Resultado Preliminar da Banca de Heteroidentificação

Ata de Homologação do Concurso Público

Exposição de Isabel Moreira, no Centro Cultural UFMG, investiga questões de intimidade e pertencimento

Exposição de Isabel Moreira, no Centro Cultural UFMG, investiga questões de intimidade e pertencimento

O Centro Cultural UFMG terá a abertura da exposição individual Meu Segredo Bem Guardado, da artista Isabel Moreira, com curadoria de Maria Mendes. A mostra reúne séries de desenhos, registros de performance, videoarte e instalação. O evento acontecerá no dia 13 de fevereiro, sexta-feira, às 19h. As obras poderão ser vistas até 23 de março de 2026. A entrada é gratuita e tem classificação livre.

Meu Segredo Bem Guardado

A proposta da artista é conceber a própria exposição como uma grande obra, na qual cada elemento contribui para a construção de uma experiência integrada. A expografia articula os trabalhos de modo que se relacionem de forma quase indissociável, reforçando a ideia de unidade do conjunto.

Nesse espaço-obra, Isabel Moreira propõe ao público um mergulho em sua investigação sobre intimidade e pertencimento, articulando um ambiente que se estrutura na dimensão do sensível e do anseio.

Sobre a artista

Isabel Moreira trabalha com desenho, fotografia e performance, explorando o contraste entre o universo da intimidade e o espaço coletivo. Sua pesquisa investiga as demarcações de espaços e fronteiras, tanto nas paisagens internas quanto externas, refletindo sobre as questões de pertencimento e os limites do que é considerado dentro e fora de casa. Participou da exposição Sob o Mesmo Céu, no Festival de Fotografia de Tiradentes (2023), integrou a primeira edição da residência Casa Camelo (2024) e, atualmente, é graduanda em Artes Gráficas pela Escola de Belas Artes (EBA) da UFMG.

Sobre a curadora

Maria Mendes é artista-curadora, graduada em Artes Visuais pela Escola de Belas Artes da UFMG. Participou, em 2024, da Residência Curatorial da ZAIT e da residência artística OCUPA ESPAI. Atualmente, cursa MBA em Gestão de Museus e Inovação pela Associação Brasileira de Gestão Cultural. Entre os projetos que integrou, destaca-se sua atuação como assistente de curadoria na exposição Corina (2025), de Luisa Godoy, além da participação em importantes exposições coletivas, como Sobre Isto, Sobretudo Sobre Tudo Isso, no Museu Mineiro (2024), e Cientistas e Alquimistas, no Palácio das Artes (2024). Em 2023, realizou sua primeira exposição individual, ÁGUA-DESENHO: Paisagens de Mundo, no Centro Cultural UFMG.

Exposição Meu Segredo Bem Guardado – Isabel Moreira
Abertura: 13 de fevereiro de 2026 | às 19h
Visitação: até o dia 23/03/2026
Terças a sextas-feiras: 9h às 20h
Sábados, domingos e feriados: 9h às 17h
Sala Ana Horta
Classificação indicativa: livre
Entrada gratuita

Exposição “Vista Cega” – Centro Cultural UFMG – 13 de fevereiro a 22 de março de 2026

Exposição “Vista Cega” – Centro Cultural UFMG – 13 de fevereiro a 22 de março de 2026

THALITA AMORIM (Belo Horizonte, 1998)

Thalita Amorim é artista-pesquisadora e mestranda no Programa de Pós-Graduação em Artes na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), na linha de pesquisa de Artes Visuais e bacharel em Artes Visuais com habilitação em Desenho na mesma instituição.Atua também com curadoria, produção cultural e arte-educação, no campo das Artes Visuais, em Belo Horizonte. Objeto principal da pesquisa de mestrado, sua produção artística atual possui como foco a sinalização urbana e a crítica institucional, transitando entre diversas linguagens, como a instalação, a performance, a fotografia e a intervenção urbana. Entre suas produções artísticas recentes destacam-se a Mostra Internacional de Arte (Arquipélago Casa Atelier, Pelotas/RS, 2025); a exposição coletiva GRASSAR, como curadora e artista (Centro Cultural UFMG, Belo Horizonte, 2025); a exposição O Estado das Coisas, de Sandro Ka, , como curadora-assistente (Museu Mineiro, Belo Horizonte, 2025); a exposição coletiva Buscar Horizontes (FUNARTE/MG, 2025); a intervenção “Escola de Quais Artes?” (Outdoor expositivo, Escola de Belas Artes/CENEX/UFMG – Edital Arte Aqui); entre outras. Atua em Belo Horizonte/MG.

SANDRO KA – curadoria (Porto Alegre/RS, 1981)

Sandro Ka é artista visual e pesquisador, professor de Artes Visuais (Escola de Belas Artes/UFMG). Doutor e mestre em Artes Visuais (PPGAV/UFRGS). Desde 2003, realiza exposições individuais e participa de mostras coletivas no Brasil e no exterior. Entre seus principais trabalhos em curadoria destacam-se as exposições coletivas A Coisa dRag (Belo Horizonte, 2025) e Fora da Margem: Panorama Visual das Subjetividades Queer (Galeria do DMAE, Porto Alegre, 2022); e as exposições individuais Aquilo que não cabe, transborda, de Renato Morcatti (Belo Horizonte, 2025), Nada em Mim é Superfície, de Lorena Bruno (Museu Fama, Itu, 2025) e Enquanto espero a primavera, de Camila Moreira (CCUFMG, Belo Horizonte, 2023). Escreveu os textos de apresentação das exposições máquina/sonho/água, de Cavi Brandão e Iago Marques (MamaCadela, Belo Horizonte, 2025), Metamorfoses Tecidas: Conexões entre matérias e memórias, de Malu Souza (Minas Tênis Clube, Belo Horizonte, 2025) e Fábrica, de Lia Menna Barreto (Galeria Ocre, Porto Alegre, 2024). Atua em Belo Horizonte/MG.

EXPOSIÇÃO “VISTA CEGA – THALITA AMORIM”
Curadoria: Sandro Ka
Abertura: 13 de fevereiro de 2026
Horário: 19h
Período de visitação: 13 de fevereiro a 22 de março de 2026
Horário de visitação: Terça à sexta: 9h às 20h/ Sábado, domingo e feriados: 9h às 17h
Local: Centro Cultural UFMG
Entrada Gratuita
Centro Cultural UFMG
Endereço: Av. Santos Dumont, 174 – Centro – BH/MG.

Professor da UFMG apresenta O que terá acontecido a Dolly Piercing na Campanha de Popularização do Teatro e da Dança

Professor da UFMG apresenta O que terá acontecido a Dolly Piercing na Campanha de Popularização do Teatro e da Dança

O espetáculo O que terá acontecido a Dolly Piercing?, solo de Dolly Piercing com dramaturgia e encenação do professor da UFMG Juarez Guimarães Dias, marca o retorno da atriz e primeira drag queen cantora de Belo Horizonte. Em nova temporada na Campanha de Popularização do Teatro e da Dança, serão realizadas três únicas apresentações, nos dias 3, 4 e 5 de fevereiro, de terça a quinta-feira, sempre às 19h30, na Funarte MG (Rua Januária, 68, centro de Belo Horizonte/ MG). A classificação indicativa é para maiores de 18 anos. Os ingressos a preço promocional (R$ 25) podem ser adquiridos nos postos da Campanha, pelo site www.vaaoteatromg.com.br, ou na bilheteria do teatro, uma hora antes do espetáculo (R$ 26 meia entrada e R$ 52 inteira).

Sinopse

O espetáculo autoficcional apresenta os motivos do desaparecimento de Dolly Piercing da cena cultural e artística da cidade, depois de um período de glória e reconhecimento como atriz, cantora e drag queen. Afastada dos palcos, alijada do mercado de trabalho, vivendo reclusa, Dolly decide romper o silêncio e o ostracismo e convoca o público para uma coletiva em que decide contar os motivos de ter se tornado uma ex-dependente, sem poupar nada, nem ninguém. Partindo da autobiografia da atriz, a peça borra as fronteiras do real, para reelaborar vivências trans e travestis.

Montagem

A criação do espetáculo parte da autobiografia da atriz, cantora e drag queen Dolly Piercing, em diálogo com as criações, pesquisas e projetos de extensão de Juarez Guimarães Dias, desenvolvidos no Núcleo de Estudos em Estéticas do Performático e Experiência Comunicacional (Neepec UFMG) sobre autobiografias e escritas performativas de corpos LGBTQIAPN+. A partir de procedimentos de escrita autobiográfica e autoficcional, a dramaturgia e a encenação foram construídas em sala de ensaio com base em propostas e diálogos entre a atriz e o dramaturgo-encenador. A peça conta com um setlist musical marcante para compor a história da protagonista, percorrendo clássicos nacionais e internacionais e artistas como Rita Lee, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Chico César, Roberta Kelly, Gretchen, Xuxa e um pout-pourri especial em homenagem a Madonna, de quem Dolly é fã. Tendo como mote a exclusão de pessoas trans e travestis do mercado formal de trabalho, incluindo o artístico-cultural, a pesquisa de Dolly Piercing propõe refletir sobre vivências trans e travestis e modos como a transfobia opera em diversas instituições.

O espetáculo estreou em junho de 2024 no Teatro Marília como resultado do Trabalho de Conclusão de Curso da Graduação em Teatro de Dolly Piercing, sob direção e orientação acadêmica de Juarez Guimarães Dias. Com apresentações lotadas, Dolly foi novamente aclamada pelo público pelo seu talento, carisma e coragem de compartilhar sua trajetória e expor episódios biográficos muitas vezes indigestos, mas infelizmente muito recorrentes para vivências trans e travestis. 

Ficha Técnica

Solo de Dolly Piercing

Dramaturgia, espaço cênico e encenação: Juarez Guimarães Dias

Textos e trilha sonora: Dolly Piercing e Juarez Guimarães Dias

Direção de movimento: Diogo Gonçalves 

Figurinos e locuções: Carlos Selim e Dolly Piercing

Iluminação: Bruno Cerezoli e Joana D’Arc

Assistente de palco: Oliver Martins

Consultoria cenográfica: Ed Andrade

Técnico de gravação sonora: Frederico Pessoa (LES Fafich UFMG)

Fotografia: Marcelo Batista e João Castor

Co-realização e comunicação: Lab Mutanti e Neepec UFMG

Realização e produção: Dolly Piercing

Serviço:

O que terá acontecido a Dolly Piercing?

Data: 3, 4 e 5 de fevereiro

Horário: 19h30

Local: Funarte MG (Rua Januária, centro, Belo Horizonte / MG) 

Ingressos promocionais a R$ 25: postos da Campanha e site Vá Ao Teatro MG

Ingressos na bilheteria da Funarte (1 hora antes do início do espetáculo): R$ 26 (meia) e R$ 52 (inteira)

Classificação indicativa: maiores de 18 anos