Seleção para Professor Substituto – Área de Conhecimento: Pedagogia do Teatro: Práticas de Ensino e Improvisação



O Reitor da Universidade Federal de Minas Gerais, no uso de suas atribuições legais e estatutárias, e nos termos da Lei nº 8.745/1993, da Lei 12.772/2012, do Decreto 7.485/2011, da Lei 13.146/2015, do Decreto 9.508/2018, da Lei 15.142/2025, do Decreto n.º 12.536/2025, da Instrução Normativa Conjunta MGI/MDHC Nº 260/2025, da Instrução Normativa Conjunta MGI/MIR/MPI n.º 261/2025, da Instrução Normativa nº 01/2019 do Ministério da Economia/Secretaria Especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital, da Resolução nº 15/91 do Conselho Universitário (aplicável no que couber) e deste Edital, torna público que serão recebidas as inscrições de candidatos ao processo seletivo para preenchimento de vaga(s) de PROFESSOR SUBSTITUTO DO MAGISTÉRIO SUPERIOR a ser(em) lotado(s) nesta Universidade.


No dia 19/05, das 18h às 20h, o Grupo de Pesquisa NEDEC – Núcleo de Estudos e Ensino em Desenho Contemporâneo (CNPq/EBA/UFMG) convida as professoras Dra. Mariah Brochado (Direito/UFMG) e Dra. Paula Mastroberti (Artes/UFRGS) para uma conversa sobre direito autoral, arte, ética e estética em tempos de inteligência artificial na contemporaneidade. O encontro acontecerá no Auditório da Escola de Belas Artes da UFMG e conta com mediação da artista e professora Dra. Camila Moreira (EBA/UFMG). A atividade tem entrada franca e é aberta a todos os públicos.
Dra. Mariah Brochado (Direito/UFMG) é professora titular de filosofia e Tecnologia do Direito da Universidade Federal de Minas Gerais. É presidente da Comissão de Inteligência artificial no Direito da OAB-MG (2022). Foi secretaria de Estado Adjunta de Casa Civil e Relações Institucionais de Minas Gerais (2015-2018).
Dra. Paula Mastroberti (Artes/UFRGS) é professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, artista, ilustradora, quadrinista e escritora cujos os temas de pesquisa envolvem artes visuais, educação, mídias e tecnologias; onde o seu tema de pós-doutorado versa sobre direitos autorais e de propriedade intelectual em obras artísticas, ética e estética em tempos de inteligência artificial.
Dra. Camila Moreira é diretora da Escola de Belas Artes da UFMG, artista, pesquisadora e professora do departamento de desenho da EBA/UFMG. É fundadora e coordenadora do NEDEC. Sua pesquisa aborda arte, desenho, pintura e suas tecnologias, o hibridismo de linguagens. Tem se interessado pela pesquisa em arte, exilio, tecnologias e inteligência artificial no contexto contemporâneo.
NEDEC convida :
Dra Mariah Brochado (Direito/UFMG) e Dra Paula Mastroberti (Artes/UFRGS)
Mediação: Prof. Dra. Camila Moreira (EBA/UFMG)
Dia 19/05 (terça-feira), 18h às 20h
Auditório da Escola de Belas Artes da UFMG
Entrada franca

Texto: Divulgação
Trata-se de um estágio supervisionado, baseado na psicanálise, em especial, aquela orientada por Winnicot e Laplanche. Plantão psicológico voltado para acolher as urgências subjetivas e oferecer espaço para acolhimento e elaboração
Gratuito e aberto! Horários, salas e disponibilidade através do link: https://docs.google.com/document/u/3/d/1fngzr7W6fIItDA4uDtqJx2bLjiipvAuj7VcuZz-l8e8/mobilebasic

A Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (PRAE) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) torna pública a “Chamada PRAE 02/2026 de Apoio a Projetos de Permanência de Estudantes”, que visa reconhecer, valorizar e incentivar projetos de natureza artística, cultural, científica e técnica de estudantes da graduação/UFMG, regularmente matriculados/as/es e frequentes, organizados/as/es individual ou coletivamente em grupos de estudos e pesquisas, observatórios, projetos, programas, coletivos e similares, a apresentarem candidaturas a financiamento, nos termos da Chamada abaixo.

Texto: Assessoria do Centro Cultural UFMG
A exposição meu nome está em todas as bocas, da artista Sarah Coeli, pode ser vista até o dia 10 de maio na sala Celso Renato do Centro Cultural UFMG (Avenida Santos Dumont, 174, Centro – Belo Horizonte). A entrada é gratuita, com classificação livre.
A mostra apresenta um recorte da primeira década de produção da artista, estabelecido por arranjos poéticos entre três imagens axiais, que compõem também o todo de sua pesquisa: os corpos, as substâncias dos corpos e os corpos nos espaços dos mundos. Esta tríade configura, para o projeto, um campo imagético que quer ativar algo reflexivo em torno das tensões do lugar que cada ser encontra-se, frequentemente contidas pelo segredo, guardadas pela matéria. O texto curatorial é assinado por Marina Baltazar, crítica cultural que dialoga com o trabalho de Sarah Coeli desde outros tempos.
Sobre a artista
Natural de Belo Horizonte, Sarah Coeli anima uma pesquisa poética firmada pelas matérias e pelas materialidades num gesto amplo envolvido por diferentes linguagens como a escrita de textos e têxteis, as ações performáticas e seus desdobramentos na fotografia, a escultura, o objeto e a instalação. Busca também compor interseções com temas que passam pelo corpo e o movimento, as naturezas e as ecologias, a filosofia, histórias biográficas, de memória e do feminino.
É propositora de experimentos entre a linguagem e as práticas artísticas, sobretudo no universo matérico e das pesquisas poéticas. Foi tutora do Programa de Residência em Artes Vivas Avanzada Sur, da Fundación Cuerpo Sur, no Chile; propositora da instalação pedagógica A terra em seu temperamento circular: experimentos de territorialidade e anatomias terrestres para o ateliê circulante do Instituto Inhotim; membro docente da pós-graduação Gestos de escrita como prática de risco d’A Casa Tombada; curadora da exposição o Teor mineral: traço, fratura, decomposição, junto de Thatiane Mendes e Bruno Duque; mentora do Ateliê Casa Aberta Práticas de estímulo e cultivo da atividade artística; foi articuladora de ações poético-pedagógicas no Espaço Comum Luiz Estrela, em Belo Horizonte, e conduz o Invenções pedagógicas, orientação de projetos e acompanhamento artístico de forma independente em seu ateliê pessoal. Nos últimos dois anos, foi artista residente nos programas Casa Camelo, Ocupa Espai, Solo em foco, Mútua e Laffront: arte, ciência e tecnologia. Neste mesmo período, participou de exposições no Museu Nacional da República (DF) e Museu Mineiro (MG), nas galerias Luzia Pinta (MG), Loide Schwambach (RS), galeria de arte e pesquisa da Ufes (ES) e espaços e centros de arte em São Paulo, por onde também circula intermitentemente.
Sobre a autora do texto
Marina Baltazar é crítica cultural e pesquisadora, doutoranda em estudos literários pela UFMG, onde desenvolve a tese O fio e o fim: ficções, apocalipses, bordados e o problema da literatura. Publicou Escrever Leonilson: expansão da poesia (Relicário Edições, 2022), além de outros textos para diversos meios, transitando entre teoria e crítica, literatura e outras artes, com atenção voltada às práticas contemporâneas inespecíficas.

O Chefe do Órgão Acadêmico Responsável Departamento de Fotografia e Cinema, Prof. Antônio César Fialho de Sousa, no uso de suas atribuições, torna público o presente Edital para seleção de estudantes de graduação da UFMG para atuação no Programa , na modalidade bolsista e/ou voluntário(a), conforme normas institucionais e orientações do Sistema de Fomento/PROGRAD, incluindo o gerenciamento de vagas por Ampla Concorrência (AC) e Ações Afirmativas (AA).

A Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais (EBA-UFMG) completou neste 5 de abril, 69 anos de história — uma trajetória que começou em condições precárias e se consolidou como uma das mais vibrantes instituições de ensino artístico do país.
O marco inaugural ocorreu em 5 de abril de 1957, quando a Congregação da Escola de Arquitetura da então Universidade de Minas Gerais decidiu criar o Curso de Arte. Os primeiros alunos chegaram a frequentar aulas em galpões de construção no campus Pampulha, ao lado de vergalhões e concreto. Da adversidade, nasceu uma identidade singular: plural, resistente e pioneira.
Ao longo de quase sete décadas, a EBA esteve na vanguarda: foi palco do primeiro Festival de Inverno do país, em 1967, espaço de resistência cultural durante o regime militar; criou o Centro de Conservação e Restauração de Bens Culturais Móveis (Cecor), hoje referência internacional; e expandiu seus horizontes com graduações em Teatro, Cinema de Animação e Artes Digitais, Design de Moda, Dança e Conservação e Restauração.
Sob a direção da Profª. Drª. Camila Rodrigues Moreira Cruz, a EBA inicia o compasso de contagem regressiva para 2027, ano em que celebrará seus 70 anos em perfeita sincronia com o centenário da própria UFMG. A coincidência não é apenas simbólica: ela evidencia que a história da Escola e a da Universidade se entrelaçam de forma indissociável desde as origens. Seguimos juntos com o compromisso de contribuir e conduzir a arte e as culturas, no âmbito das práticas, do ensino, da pesquisa e da extensão com eficiência, de mãos dadas com a nossa Universidade centenária.

Texto: Assessoria do Centro Cultural UFMG
Por meio do pertencimento e da conexão com vivências urbanas, que destacam o sonho de uma vida metropolitana mais justa e digna para todas as pessoas, a exposição MetropoliTRAMAS propôs, ao longo de dois anos, uma experiência envolvente e multifacetada aos visitantes do Espaço do Conhecimento UFMG. Agora, a mostra entra em sua reta final e segue aberta para visitação até 12 de abril, domingo.
Inaugurada em dezembro de 2023, em comemoração aos 50 anos da Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), a exposição apresenta ao público uma metrópole em tramas que entrelaça pessoas, paisagens, manifestações sociais, memórias afetivas, repertórios culturais, pluralidades, prazeres e tensões. Suas nove instalações – Tramas do Tempo, Tramas e Utopias, Tramas do Território, Tramas e Trilhas, Tramas em Luta, Tramas Afetivas, Tramas Culturais, Tramas Educativas e Tramas em Movimento – abordam as diversas faces da RMBH, a partir da curadoria dos seguintes professores da UFMG: Roberto Luís de Melo Monte-Mór (Faculdade de Ciências Econômicas), Heloísa Soares de Moura Costa (Instituto de Geociências), Jupira Gomes de Mendonça (Escola de Arquitetura), Junia Maria Ferrari de Lima (Escola de Arquitetura) e Geraldo Magela Costa (Instituto de Geociências).
Desde a sua abertura, MetropoliTRAMAS já recebeu mais de 130 mil visitantes, espontâneos e escolares, da Região Metropolitana, do interior de Minas Gerais, de outros estados do Brasil e diversos países do mundo. Em meio a multiplicidades culturais e origens distintas, públicos de diferentes idades e localidades puderam se reconhecer de alguma forma nas vivências retratadas no museu.
“A gente viaja no tempo e no espaço, mas com muita emoção no coração de tudo aquilo que já vivemos e ainda estamos vivendo”, avaliou Ronilda Maria, visitante de Betim (MG) que deixou seu depoimento no livro de registros disponível na exposição. Já Jessica Pereira, de Mauá (SP), relatou que a mostra é importante para pessoas de dentro e de fora da RMBH, compartilhando a cultura da região.
A exposição também reverberou a partir de múltiplas ações educativas, como as itinerâncias realizadas em instituições públicas de ensino de diversos municípios, a visita mediada Tramas do Futebol, a sessão de Planetário O Céu da Região Metropolitana de BH, o concurso de fotografias e exposição de curta-duração Olhares Metropolitanos e as oficinas Sistema Solar na RMBH, Slam do Conhecimento, Tramas e Raízes: Árvores da RMBH, Histórias e Memórias na RMBH e MetropoliTRILHAS. A equipe multidisciplinar do Espaço do Conhecimento, em conjunto com as cidadãs e os cidadãos metropolitanos, construíram projetos que ultrapassaram o ambiente museal e alcançaram variadas cidades e comunidades.
O museu funciona de terça a domingo, das 10h às 17h, e aos sábados, das 10h às 21h. A exposição MetropoliTRAMAS pode ser visitada até o dia 12 de abril. Mais informações em www.ufmg.br/espacodoconhecimento/exposicoes/metropolitramas/
MetropoliTRAMAS foi viabilizada pelo patrocínio do Instituto Unimed-BH e da Fundação Ipead. A mostra conta com o apoio da Pró-Reitoria de Cultura da UFMG (Procult) e da Universidade Federal de Minas Gerais. Realização: Espaço do Conhecimento UFMG.
Exposição MetropoliTRAMAS – últimos dias
Quando: terça a domingo, das 10h às 17h | sábado, das 10h às 21h – Até 12 de abril
Público: crianças, jovens, adultos e idosos – Visitação livre e gratuita
Onde: 2° andar – Espaço do Conhecimento UFMG (Praça da Liberdade, 700 – Funcionários, Belo Horizonte / MG)

Preenchimento de 01 (uma) vaga(s) para o cargo de PROFESSOR SUBSTITUTO DO MAGISTÉRIO SUPERIOR, a ser(em) lotado(s) nesta Universidade. Lotação: Departamento de Desenho da Escola de Belas Artes. Área de conhecimento: Design Gráfico: Projeto, Experimentação e Produção Gráfica. Titulação mínima exigida: Mestrado na área de Design, Design Gráfico, Artes, Comunicação Social ou áreas correlatas.. Atribuições do cargo: Lecionar na graduação, podendo atuar também nas demais atividades do cargo de magistério superior, exceto atividades administrativas de representação, cargos e funções comissionadas e de confiança. Período de Inscrições: 10 (dez) dias corridos a partir do dia subsequente ao da publicação deste Edital. Valor de inscrição: Isento. Previsão da vigência do contrato: A vigência inicial será da data de assinatura do contrato até 19/10/2026, podendo ser prorrogada até a duração máxima de 2 (dois) anos, no interesse da Universidade Federal de Minas Gerais, e havendo manutenção do motivo vinculante à vaga.