1ª Jornada de Estudos – Pintura e Som reúne artistas, pesquisadores e músicos na UFMG

1ª Jornada de Estudos – Pintura e Som reúne artistas, pesquisadores e músicos na UFMG

O Pinturama – Grupo de Pesquisa em Pintura Contemporânea realiza, na Escola de Belas Artes da UFMG, sua primeira Jornada de Estudos, com o tema Pintura e Som – Campos de Ressonância, nos dias 23, 24 e 25 de setembro. A programação reúne professores, estudantes, artistas, pesquisadores e músicos em três dias de atividades dedicadas às relações entre a pintura e o som, explorando experiências, processos de criação e pesquisas que atravessam esses dois campos.

Coordenado e orientado pela professora Christiana Quady, o Grupo de Pesquisa conta atualmente com seis membros ativos envolvidos na organização e produção da Jornada: Angelita Berndt, Caio Marqz, Daniel Nakasone, Maria Arca Berto, Maria Luiza e Gabriella Rebecca.

A proposta da Jornada é promover o encontro entre diferentes práticas artísticas e investigativas, tomando a pintura e o som como campos de experimentação e diálogo. Ao longo dos três dias, a programação contará com palestras no período da manhã, oficinas à tarde e apresentações musicais no Piscinão da Escola de Belas Artes.

Os interessados podem confirmar sua participação na jornada por meio de formulário on-line.

Todas as informações sobre a Jornada, incluindo atualizações da programação, inscrições para atividades específicas e eventuais esclarecimentos, podem ser acompanhadas e consultadas pelo Instagram do Grupo de Pesquisa Pinturama: Instagram: @pinturama_pesquisa https://www.instagram.com/pinturama_pesquisa/


1ª Jornada de Estudos – Pintura e Som: Campos de Ressonância 

Data: 23 a 25 de setembro

Local: Escola de Belas Artes da UFMG, campus Pampulha

Inscrições abertas para evento de fotografia Profissional Gratuito na EBA – FotoBoaProPortfólio

Inscrições abertas para evento de fotografia Profissional Gratuito na EBA – FotoBoaProPortfólio

Novas datas do FotoBoaProPortfólio para 2026, evento gratuito voltado para a realização de Fotografias Profissionais dos trabalhos artísticos da comunidade da Escola de Belas Artes, alunos, professores e técnicos.

Será das 10hs às 15hs

30/09

21/10

25/11

O evento será no piscinão da Escola de Belas Artes, conforme cartaz de divulgação. É necessário fazer a inscrição no formulário no link da Bio do evento no Instagram ou por meio do link: Inscrição para o dia 30/09.

CHAMADA DE SELEÇÃO DE PROJETOS ARTÍSTICOS – PINTURA MURAL NO INSTITUTO DE GEOCIÊNCIAS DA UFMG

CHAMADA DE SELEÇÃO DE PROJETOS ARTÍSTICOS – PINTURA MURAL NO INSTITUTO DE GEOCIÊNCIAS DA UFMG

A Diretoria do Instituto de Geociências, a Diretoria da Escola de Belas Artes e o Colegiado de Extensão da Escola de Belas Artes, em parceria com a Pró-Reitoria de Cultura da Universidade Federal de Minas Gerais, tornam pública a abertura do processo de seleção de projeto artístico para a realização de pintura mural nas instalações do Instituto de Geociências da UFMG, no Campus Pampulha, nos meses de outubro e novembro de 2026.

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A Praça Raul Soares ganha cores da Arte Pop em exposição de Angelo Mazzuchelli

A Praça Raul Soares ganha cores da Arte Pop em exposição de Angelo Mazzuchelli

O Centro Cultural UFMG convida para a abertura da exposição individual ‘A praça é pop’, do artista visual, arquiteto e professor Angelo Mazzuchelli. A mostra reúne uma série de obras que tem como objeto o caráter icônico do projeto arquitetônico e urbanístico da Praça Raul Soares, cuja inauguração completa noventa anos em 2026. A abertura será realizada no dia 18 de setembro de 2026, sexta-feira, às 19 horas. As obras poderão ser vistas até 23 de outubro de 2026. A entrada é gratuita e a classificação é livre.

A praça é pop

A ‘Praça é pop’ transforma em imagem e cor um dos espaços mais emblemáticos de Belo Horizonte. A exposição individual reúne uma série de obras inspiradas no projeto arquitetônico e urbanístico da Praça Raul Soares, que completa 90 anos de inauguração em 2026.

Inaugurada em 1936, a Praça Raul Soares teve seu projeto concebido na década de 1920 pelo arquiteto Érico de Paula, sob influência da tradição dos jardins europeus. A estética geométrica de seu piso em calçada portuguesa expressa o estilo Art Déco marcante do período, além de incorporar padrões visuais da arte marajoara. Considerada o centro geográfico de Belo Horizonte, a praça destaca-se ainda por sua configuração axial, que conecta quatro grandes vias: as avenidas Amazonas, Olegário Maciel, Bias Fortes e Augusto de Lima.

Ponto de encontro e marco zero da capital mineira, a Praça Raul Soares é um ícone da cultura urbana. É justamente essa dimensão popular que a exposição explora ao traduzir o desenho da praça para a linguagem visual da Arte Pop, marcada pela repetição de elementos e por combinações de cores vibrantes.

Criadas em desenho vetorial, as obras reinterpretam a planta original da praça a partir de estilizações que destacam seu emblemático traçado Art Déco. A proposta evidencia a força gráfica de uma paisagem urbana que, há nove décadas, ocupa um lugar central na memória e no imaginário de Belo Horizonte.

Sobre o artista

Natural de Belo Horizonte, Angelo Mazzuchelli é artista visual, arquiteto e professor associado do Departamento de Desenho da Escola de Belas Artes da UFMG. Possui pós-doutorado em Artes pela EBA/UFMG, em projeto financiado pela Fapemig. É doutor em Letras: Estudos Literários pela Faculdade de Letras da UFMG, com período sanduíche na FCSH/UNL (Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa), e mestre em Artes Visuais: Arte e Tecnologia da Imagem pela EBA/UFMG. É graduado em Artes pela EBA/UFMG e em Arquitetura e Urbanismo pela Faculdade Izabela Hendrix. Atua como artista visual e pesquisador, com trabalhos nas áreas das artes e da comunicação gráfica. Como artista visual, destaca-se a obra ‘Urbe Orbe’, contemplada pelo Prêmio Funarte RespirArte/2020. Como pesquisador, destaca-se o livro ‘A literatura como design gráfico: a linguagem em cena’ (Editora C/Arte). Já como artista visual e pesquisador, destaca-se ‘A hora vagabunda: um filme de papel’, adaptação gráfica do curta-metragem ‘A hora vagabunda’, do cineasta Rafael Conde.

Exposição ‘A praça é pop’ – Angelo Mazzuchelli
Abertura: 18 de setembro de 2026 | às 19h
Visitação: até o dia 23/10/2026
Terças a sextas: 9h às 20h
Sábados, domingos e feriados: 9h às 17h
Espaço Experimentação da Imagem
Classificação indicativa: livre
Entrada gratuita

Edital do Programa de Monitoria da Graduação – PMG – Introdução ao Stopmotion, Fundamentos do Stopmotion, Fotografia e Stopmotion

Edital do Programa de Monitoria da Graduação – PMG – Introdução ao Stopmotion, Fundamentos do Stopmotion, Fotografia e Stopmotion

O(A) Chefe do Órgão Acadêmico Responsável Departamento de Fotografia e Cinema, Prof. Antônio César Fialho de Sousa, no uso de suas atribuições, torna público o presente Edital para seleção de estudantes de graduação da UFMG para atuação no Programa , na modalidade bolsista e/ou voluntário(a), conforme normas institucionais e orientações do Sistema de Fomento/PROGRAD, incluindo o gerenciamento de vagas por Ampla Concorrência (AC) e Ações Afirmativas (AA).

Edital Completo

Resultado

Edital do Programa de Monitoria da Graduação – APL065 | Encadernação; APL097 – Tópicos em Conservação Restauração A: Encadernação para Conservação; APL083 – Restauração de Obras de Arte sobre Papel; APL 074 – Restauração de Livros e Documentos

Edital do Programa de Monitoria da Graduação – APL065 | Encadernação; APL097 – Tópicos em Conservação Restauração A: Encadernação para Conservação; APL083 – Restauração de Obras de Arte sobre Papel; APL 074 – Restauração de Livros e Documentos

O(A) Chefe do Órgão Acadêmico Responsável Departamento de Artes Plasticas, Hugo Maria de Mendonça Houayek, no uso de suas atribuições, torna público o presente Edital para seleção de estudantes de graduação da UFMG para atuação no Programa , na modalidade bolsista e/ou voluntário(a), conforme normas institucionais e orientações do Sistema de Fomento/PROGRAD, incluindo o gerenciamento de vagas por Ampla Concorrência (AC) e Ações Afirmativas (AA).

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Exposição de Paulo Penna no Centro Cultural UFMG explora a metamorfose de figuras e lugares por meio da linguagem gráfica

Exposição de Paulo Penna no Centro Cultural UFMG explora a metamorfose de figuras e lugares por meio da linguagem gráfica

O Centro Cultural UFMG convida para a abertura da exposição individual Constelações assim como Metamorfoses: ensaios visuais de Paulo Penna, do artista visual Paulo Penna. A mostra apresenta um recorte da produção do artista ao longo dos últimos quinze anos, reunindo obras constituídas no âmbito da gráfica que transitam entre o desenho, a gravura e a fotografia. O evento de inauguração será realizado nesta quinta-feira, 27 de agosto, às 19 horas. As obras poderão ser vistas até 27 de setembro de 2026. A entrada é gratuita e tem classificação livre.

Constelações assim como Metamorfoses: ensaios visuais de Paulo Penna

O artista Paulo Penna apresenta um recorte de sua produção dos últimos quinze anos: um conjunto de obras produzidas no âmbito da gráfica, que percorre o desenho, a gravura e a fotografia. As imagens se constituem a partir da observação das especificidades de cada meio, bem como das possibilidades que se abrem pelas operações e justaposições de figuras produzidas em técnicas distintas, explorando relações de multiplicação e variação inerentes à linguagem gráfica.

As matrizes das xilogravuras e das gravuras em metal, assim como os arquivos fotográficos, geram figuras que se cruzam e se hibridizam, configurando constelações de imagens em constante metamorfose. Delas emerge um imaginário singular que, como observa o professor Fernando Amed, “é sobre o ponto de vista do observador distante do que antes consistia como o seu lugar, que se faz a obra como um percurso, do qual não se supõe o início e se aquieta com um fim, posto que se trata de exposição. E entre ramificações e biomorfismos, o trabalho artístico de Paulo Penna manifesta a fina sensibilidade da opção pela interposição de linguagens”.

Na constituição deste imaginário, figuras provenientes de diferentes referenciais se misturam e se permeiam por meio de operações de transformação gráfica. Barcos, corpos e árvores reaparecem, modificados, deslocados e recombinados em diferentes meios. Constelações e metamorfoses que se dão temporalmente, por sucessivos processos de transformação da matriz e da impressão, em (re)gravações e (re)impressões, e espacialmente, na articulação entre impressões de matrizes de madeira e metal, arquivos fotográficos e desenhos e, por fim, na maneira como essas obras se relacionam e se distribuem no espaço expositivo.

Ainda segundo Fernando Amed: “Somente o hibridismo oferecido pelas diferentes linguagens adotadas pode dar lugar para o tanto de vida interior que Paulo Penna nos oferece. Caminhar pelas obras aqui dispostas é um convite que se faz ao contato mais dedicado com as marcas, traços e relevos, todos tênues e consistentes, que nos introduzem em uma percepção da natureza que não deixa de ressoar a melancolia”.

Sobre o artista

Paulo Penna nasceu em São Paulo em 1970, cidade onde vive e trabalha. É doutor em Artes Visuais pela Universidade de São Paulo, com estudos de pós-graduação na Byam Shaw School of Art, em Londres, e pós-doutorado na Universidade do Quebec em Montreal e na Universidade de São Paulo, sempre na área de artes visuais. Ao lado de Adalgisa Campos, atua na Casateliê, espaço independente dedicado à produção, ao ensino e à venda de arte na capital paulista. Tem seu trabalho exposto regularmente no Brasil e no exterior.

Entre suas exposições individuais, destacam-se Corpo, Mapeamentos, na Galeria Gravura Brasileira; Desenho, Fluxo, Imagem, nas Oficinas Culturais Oswald de Andrade; A Que Se Destina, no Centro Universitário Maria Antonia (SP); e Figuren aus Brasilien, na Galerie Wildeshausen, em Wildeshausen, Alemanha.

Participa com frequência de exposições coletivas, entre as quais se destacam, mais recentemente, Do Museu ao Ateliê, do Ateliê ao Museu, no Museu Lasar Segall; Gravidade, no Espaço das Artes; Fabulações Matriciais, no Espaço Cultural Arte Sesc – RJ; Xilo, Corpo e Paisagem, no Sesc Guarulhos e no Sesc Pinheiros; Gravura Extrema – Europalia Brasil, no Centre de la Gravure et de l’Image Imprimée, em La Louvière, Bélgica; e a V Biennale Internationale de la Gravure d’Île de France, em Versalhes, França.

Realizou os projetos de arte pública Pélago e Tamanduateí, na cidade de São Paulo, e em 2022 recebeu o prêmio de reconhecimento de carreira Individual Support Grant, da Adolph and Esther Gottlieb Foundation.

Sua obra integra coleções particulares e públicas, entre elas a Pinacoteca do Estado de São Paulo, o Museu de Arte Brasileira da FAAP e o Museu de Arte Contemporânea Dragão do Mar, em Fortaleza.

É professor nos cursos de Artes Visuais da Fundação Armando Álvares Penteado e do Centro Universitário Belas Artes, e coordena o Ateliê de Gravura do Museu Lasar Segall.

Exposição Constelações assim como Metamorfoses: ensaios visuais de Paulo Penna – Paulo Penna

Abertura: 27 de agosto de 2026 | às 19h

Visitação: até o dia 27/09/2026

Terças a sextas: 9h às 20h

Sábados, domingos e feriados: 9h às 17h

Sala Celso Renato de Lima – Centro Cultural UFMG (Av. Santos Dumont, 174 – Centro – BH | MG)

Exposição no Centro Cultural UFMG transforma o bordado doméstico em gesto de investigação artística 

Exposição no Centro Cultural UFMG transforma o bordado doméstico em gesto de investigação artística 

O Centro Cultural UFMG convida para a abertura da exposição individual Avesso do avesso, do artista visual, educador e ilustrador Julian Campos. A mostra reúne uma série iniciada em 2018 e atualmente composta por 78 obras, produzidas a partir de toalhas e guardanapos bordados garimpados em brechós e bazares de caridade de São Vicente (SP), cidade onde o artista vive e trabalha. O evento de inauguração será realizdo no dia 27 de agosto, quinta-feira, às 19h. As obras poderão ser vistas até 27 de setembro. A entrada é gratuita e tem classificação livre.

Nos dias 25, 26 e 27 de agosto, das 10h às 13h, o artista Julian Campos ocupa os arredores do Centro Cultural UFMG, na região central de Belo Horizonte, com a performance relacional Pano de Penélope. A ação integra a programação paralela de sua exposição e convida transeuntes a bordarem, ao vivo e a céu aberto, uma obra em tecido de grandes dimensões.

Ao lado da instalação, uma placa sintetiza o chamado: “Borde comigo: você sabe bordar? Se não souber, eu te ensino!”. Não é necessária experiência prévia. A proposta busca estabelecer uma relação de coautoria, transformando o ato de bordar em um espaço de diálogo. Enquanto trabalham juntas, o artista e os participantes conversam sobre temas centrais à sua pesquisa poética, como gênero, trabalho e artes manuais.

A participação é gratuita, sem necessidade de inscrição, e cada pessoa poderá permanecer pelo tempo que desejar. A duração estimada de cada participação é de 10 a 20 minutos.

Avesso do avesso
As toalhas e guardanapos bordados utilizados na série de Julian foram encontrados em brechós e bazares de caridade de São Vicente/SP, cidade onde o artista reside e trabalha, e adquiridos por R$ 1 cada. Para criar cada obra, ele realizou uma espécie de performance para si mesmo: esticou as peças em bastidores e fotografou as próprias mãos executando, repetidas vezes, os gestos característicos do bordar — enfiar a linha na agulha, dar os pontos, arrematar a linha. A partir dessas fotografias, redesenhou as imagens, transpôs os desenhos para as respectivas toalhas e as bordou.

Com esse processo, o artista repete gestos comuns a todas as pessoas que bordaram antes dele, em um movimento de investigação e apropriação de um território no qual se insere como um homem que se apropria de uma técnica historicamente associada ao trabalho doméstico feminino.

Em seguida, apropriou-se de fotografias de materiais de costura encontrados em manuais de bordado, entre eles o livro Artes e Ofícios Femininos (Maria Vitorina de Freitas, Ed. Linográfica, 1948), além de imagens obtidas na internet, transferindo-as para os tecidos. O uso dessas imagens traz à tona a questão da apropriação na arte contemporânea e na própria produção do artista: seja das peças bordadas por anônimas(os), das imagens retiradas de outros meios, ou da própria aproximação com o bordado.

Foi a partir desta série que se iniciou a investigação sobre o lugar de um artista homem que faz uso do bordado, sem tê-lo recebido de outra pessoa nem como tradição familiar. Ao coletar essas peças antigas, Julian passou a se ver cercado pelo trabalho manual de pessoas anônimas, o que o levou a questionar as relações entre sua produção e a delas.

Interessa também a aproximação entre o bordado como técnica artesanal decorativa e o uso dessas toalhas e guardanapos como suporte dentro de uma produção artística contemporânea. Peças produzidas com técnicas elaboradas de bordado, transmitidas entre gerações, são desvalorizadas e vendidas por centavos. Qual é o lugar dado a esse saber humano? Por que um trabalho que carrega esse conhecimento só passa a ser visto e resgatado quando alguém se apropria dele e o insere em um contexto de “arte”? Qual é a função do artista, homem, ao se apropriar de trabalhos provavelmente realizados por mulheres? De quais privilégios ele se vale nessa ação? Quantas pessoas, provavelmente mulheres, permaneceram anônimas nesse processo?

Trajetória
A exposição Avesso do avesso já esteve em cartaz em seis ocasiões. Em 2022, o projeto da exposição foi selecionado no Edital de Ocupação da Galeria de Artes do Sesc Tocantins, quando 43 obras da série foram exibidas entre novembro e dezembro na Galeria de Artes do Centro de Atividades de Palmas/TO. O mesmo projeto foi selecionado pelo Edital de Ocupação das Galerias de Arte da Fundação Cultural de Uberaba Professor Antônio Carlos Marques, com exposição realizada no Museu de Arte Decorativa de Uberaba/MG (Mada) entre agosto e setembro de 2023. Ainda em 2023, o projeto de exposição foi contemplado no edital ProAC nº 13/2023 – Artes Visuais | Circulação de Exposição, do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas. Por meio do projeto, a exposição Avesso do avesso fez itinerância pelas cidades de Franca (LAB – Laboratório das Artes), Ribeirão Preto (Marp – Museu de Arte de Ribeirão Preto Pedro Manuel-Gismondi) e Praia Grande (Palácio das Artes), encerrando em outubro de 2024. Mais recentemente, entre março e maio de 2026, a exposição foi apresentada na Galeria de Artes do Centro de Atividades de Gurupi/TO, também por meio do Edital de Ocupação da Galeria de Artes do Sesc Tocantins, reunindo as 78 obras que atualmente compõem a série.

Sobre o artista
Julian Campos (Santos/SP, 1985) é artista visual, educador e ilustrador. Graduado em Comunicação Social pela Universidade Santa Cecília de Santos, realiza trabalhos em diversas técnicas que prezam o fazer manual, como gravura, bordado, cerâmica e colagem, tendo o desenho como assunto e linguagem artística sempre presente em sua produção. Coordena o Entre Pontos – Grupo de Estudos e Produção em Bordado e Arte Têxtil, realizado pela Casa Contemporânea (São Paulo/SP), e ministra oficinas e cursos em instituições como o Sesc-SP e a Pinacoteca de São Paulo. Participou de exposições, mostras e salões de arte no Brasil e no exterior. Em 2024, foi premiado no Salão de Artes Plásticas de Praia Grande, no Salão de Arte Contemporânea de Piracicaba e no Salão de Artes Plásticas de Santos. Pelo ProAC SP, realizou a circulação da exposição individual Avesso do avesso, apresentada no Palácio das Artes (Praia Grande/SP), no MARP – Museu de Arte de Ribeirão Preto (Ribeirão Preto/SP) e no Laboratório das Artes (Franca/SP).

Exposição Avesso do avesso – Julian Campos

Abertura: 27 de agosto | 19h

Visitação: até 27 de setembro | Terças a sextas: 9h às 20h | Sábados, domingos e feriados: 9h às 17h

Local: Sala Ana Horta do Centro Cultural UFMG (Av. Santos Dumont, 174 – Centro – Belo Horizonte / MG)

Classificação indicativa: livre

Entrada gratuita