Lançamento do Livro “Travessia: uma pernambucana em Minas Gerais” – 17/06 – 19h30

Lançamento do Livro “Travessia: uma pernambucana em Minas Gerais” – 17/06 – 19h30

Será lançado no dia 17 de junho, quarta-feira, o livro “Travessia: uma pernambucana em Minas Gerais”. O evento acontece no Centro Cultural da UFMG às 19h30

Travessia

O percurso de Beatriz Coelho é conhecido, principalmente, nas áreas da conservação e da restauração. Beatriz foi uma das idealizadoras do CECOR (Centro de Conservação e Restauração de Bens Móveis) da Escola de Belas Artes da UFMG e o coordenou por diversos anos. Para além disso, ela contribuiu – e contribui! – para consolidar as pesquisas na área no Brasil. Professora da UFMG, pesquisadora, restauradora e artista plástica, Beatriz Coelho se envolveu nos diversos campos de atuação da Universidade Pública: docência, pesquisa e extensão. Agora nos brinda com sua história de vida em uma escrita sincera e reveladora de uma mulher que trilhou a travessia de Pernambuco às Minas Gerais.

Cecor/UFMG

REMIN e Museu Arqueológico da Lapinha lançam plataforma digital inédita de acesso ao acervo em Lagoa Santa

REMIN e Museu Arqueológico da Lapinha lançam plataforma digital inédita de acesso ao acervo em Lagoa Santa

No dia 16 de junho, das 10h às 13h, a REMIN (Rede Mineira de Conservação) realizará o lançamento da plataforma digital de acesso ao inventário do acervo do Museu da Lapinha, de Lagoa Santa, Minas Gerais. A iniciativa reúne instituições e profissionais das áreas de cultura, ciência e preservação, objetivando ampliar o acesso público ao patrimônio arqueológico da região. A plataforma permitirá consulta online, gratuita e aberta às coleções do museu, contribuindo para sua democratização. O projeto integra o programa Acervo em Rede, do Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM).

O evento acontecerá no auditório da Escola Municipal Dr. Lund, em Lagoa Santa (MG), com a participação de parceiros institucionais como o Instituto Estadual de Florestas de Minas Gerais (IEF-MG) e a Urbanes Parques, responsável pela gestão do Parque Estadual do Sumidouro, onde o museu está localizado. A atividade integra a programação da Semana Lund, organizada pela Prefeitura Municipal de Lagoa Santa.

O projeto é resultado de um trabalho multidisciplinar envolvendo especialistas em Arqueologia, Antropologia Física, Paleontologia, Museologia, Documentação e Conservação digital. A iniciativa objetiva o uso qualificado do acervo por diferentes públicos, como docentes e estudantes da educação básica, ensino médio e superior, além de gestores e instituições voltadas à promoção da cultura e da ciência.

Projeto REMIN fortalece preservação e acesso a coleções

A plataforma integra o projeto “REMIN – Desenvolvimento de Protocolos para Revitalização da Infraestrutura de Preservação e Acesso de Coleções Científicas”, apoiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig). Coordenado pela pesquisadora Yacy Ara Froner Gonçalves (UFMG), a pesquisa propõe a articulação entre instituições acadêmicas e museais, com foco na melhoria das condições de guarda e documentação de acervos.

Museu Arqueológico da Lapinha

Fundado em 1972 por Mihály Bányai, o Museu Arqueológico da Lapinha é dedicado à preservação e difusão do patrimônio arqueológico da região de Lagoa Santa. Seu acervo reúne ossadas humanas, artefatos arqueológicos e materiais paleontológicos, fundamentais para o estudo da ocupação pré-histórica das Américas. A instituição desenvolve atividades educativas e científicas voltadas ao público e à comunidade acadêmica.

Lançamento da plataforma digital do Museu Arqueológico da Lapinha

Data: 16 de junho

Horário: 10h às 13h

Local: Auditório da Escola Municipal Dr. Lund – Lagoa Santa (MG)

Rua Cecília Dolabela Portela, 25, Centro. Lagoa Santa (MG)

Entrada: Gratuita

Programação do Evento

A produção de Joice Saturnino, artista dedicada às Artes da Fibra, é tema da exposição individual na galeria principal daEscola de Belas Artes da UFMG

A produção de Joice Saturnino, artista dedicada às Artes da Fibra, é tema da exposição individual na galeria principal daEscola de Belas Artes da UFMG

A Galeria Principal da Escola de Belas Artes da UFMG recebe, a partir da próxima terça-feira, 02 de junho, a exposição Joice Saturnino: fazeres e saberes das artes da fibra. A mostra é produto da disciplina Notas de Produção, ministrada pela professora permanente Rita Lages e pelo professor convidado Sandro Ka, no Programa de Pós-Graduação em Artes (PPGArtes) da Universidade Federal de Minas Gerais.

Idealizada e produzida pelos estudantes da pós-graduação, sob a coordenação dos docentes, a exposição homenageia a trajetória da artista, pesquisadora e professora aposentada da EBA/UFMG Joice Saturnino (Belo Horizonte, 1957), responsável pela consolidação do percurso de Artes da Fibra no curso de Artes
Plásticas da Escola de Belas Artes.

Com um produção de mais de 50 anos dedicada às Artes da Fibra, e 36 anos dedicada à docência e pesquisa, a artista vive atualmente na Serra do Cipó/MG, onde desenvolve uma prática artística profundamente conectada à natureza, aos ciclos dos materiais e aos saberes tradicionais. Em sua produção, compreender as fibras significa também investigar suas origens, transformações e modos de existência. Sua pesquisa é construída no contato direto com agricultores/as, raizeiros, fiandeiras e outros guardiões e guardiãs de conhecimentos transmitidos oralmente, incorporando experiências atravessadas pela escuta, pela convivência com a terra e pelos modos coletivos de fazer.

A exposição reúne obras, estudos e processos que evidenciam essa relação entre arte, matéria e conhecimento ancestral. Fibras como a da bananeira e a do taquaraçu, recorrentes em sua trajetória, aparecem como elementos centrais de uma poética marcada pela observação do território, pela atenção às paisagens e pela valorização dos materiais orgânicos.

A exposição integra as atividades desenvolvidas no âmbito do PPG Artes da UFMG e reafirma o compromisso da Escola de Belas Artes com a experimentação, a pesquisa e a valorização de diferentes formas de práticas do conhecimento.

ATIVIDADES DE ATIVAÇÃO

Encontros Educativos – JOICE SATURNINO: fazeres e saberes das artes da fibra A programação educativa da exposição Exposição Joice Saturnino: fazeres e saberes das artes da fibra, convida o público a aprofundar o contato com os processos, técnicas e saberes das artes da fibra por meio de encontros com artistas e educadores. As atividades propõem momentos de escuta, troca e experimentação, aproximando os visitantes das práticas e trajetórias que atravessam a mostra.

Encontro com a artista – Conversa com Joice Saturnino

A artista Joice Saturnino conduz uma conversa na galeria sobre sua trajetória, processos de criação e os saberes que atravessam sua produção nas artes da fibra. Um encontro para compartilhar experiências, referências e reflexões a partir das obras presentes na exposição.
Data: 03 de junho, quarta – feira, às 16h00
Local: Galeria Principal da Escola de Belas Artes da UFMG
ATIVIDADE GRATUITA. As vagas são limitadas à capacidade do espaço.

Saberes em Movimento – Aula Aberta com Natália Rezende

A professora e artista Natália Rezende, ex-aluna de Joice Saturnino e docente da UFMG, propõe uma aula aberta que parte da exposição Exposição Joice Saturnino: fazeres e saberes das artes da fibra e segue para uma vivência prática em ateliê. O encontro aborda os conhecimentos compartilhados em sua formação, seus desdobramentos e as transformações presentes em sua prática artística e docente.
Data: 10 de junho, 14h
Ponto de encontro: Galeria Principal da Escola de Belas Artes da UFMG
Vivência prática: Ateliê de Artes da Fibra
ATIVIDADE GRATUITA. As vagas são limitadas à capacidade do espaço.

SOBRE A ARTISTA

JOICE SATURNINO (Belo Horizonte/MG, 1957) é artista, professora e pesquisadora na área de Artes da Fibra. Possui graduação em Belas Artes
(EBA/UFMG), mestrado e doutorado em Artes (PPGArtes/EBA/UFMG). Professora aposentada da Universidade Federal de Minas Gerais. Tem
experiência na área de Artes, com ênfase em Artes Plásticas, atuando principalmente nos seguintes temas: tecelagem, cestaria, papel artesanal, artes
plásticas, fibras, pigmento mineral e tintura vegetal. Vive e trabalha na Serra do Cipó/MG.

Exposição Joice Saturnino: fazeres e saberes das artes da fibra
Onde: Galeria Principal da Escola de Belas Artes da UFMG – 1º piso (entrada principal, em frente à portaria)
Abertura: 02 junho, às 18h00
Período: 02 a 19 de junho de 2026
Período de visitação: das 8h às 22h
Encontros Educativos – JOICE SATURNINO: fazeres e saberes das artes da fibra
Encontro com a artista – Conversa com Joice Saturnino
Data: 03 de junho, quarta – feira, às 16h00
Local: Galeria Principal da Escola de Belas Artes da UFMG
ATIVIDADE GRATUITA. As vagas são limitadas à capacidade do espaço.
Saberes em Movimento – Aula Aberta com Natália Rezende
Data: 10 de junho, 14h
Ponto de encontro: Galeria Principal da Escola de Belas Artes da UFMG
Vivência prática: Ateliê de Artes da Fibra*
ATIVIDADE GRATUITA. As vagas são limitadas à capacidade do espaço.

Pensadoras precursoras das teorias feministas do cinema são homenageadas em seminário na UFMG

Pensadoras precursoras das teorias feministas do cinema são homenageadas em seminário na UFMG

Nos dias 2 e 3 de junho, a Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (Fafich), no campus Pampulha, recebe a segunda edição do Seminário Entre Mulheres e Imagens. Realizado pelo grupo de pesquisa Poéticas Femininas, Políticas Feministas, vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Comunicação (PPGCOM) da UFMG, o evento marca um momento histórico para os estudos de cinema no Brasil com o lançamento do livro Poéticas Femininas: entre olhares e teorias feministas do cinema

A publicação, organizada pela professora do Departamento de Comunicação Social Roberta Veiga e pela pesquisadora Carla Italiano, doutora em Comunicação Social  pela UFMG, preenche uma lacuna de décadas na teoria feminista do cinema realizada no Brasil ao traduzir para o português, pela primeira vez, dez artigos fundamentais publicados nos EUA entre os anos 1970 e 1990. O volume reúne textos de teóricas importantes como Teresa De Lauretis, Linda Williams e Barbara Creed, que lançaram as bases para entender como o gênero conforma a experiência cinematográfica.

Diálogo entre gerações e homenagens
O seminário não apenas celebra a clássica teoria feminista do cinema, mas a coloca em diálogo com a pesquisa contemporânea brasileira. Cada artigo traduzido é acompanhado por ensaios de pesquisadoras nacionais (entre elas egressas, discentes e docentes do PPGCOM/UFMG) que atualizam os debates sob a ótica da interseccionalidade e dos feminismos plurais. A ideia de colocar pesquisadoras contemporâneas para abrir cada um dos textos traduzidos teve o intuito de iluminar a potência dessas obras clássicas para pensar a atuação e as disputas das mulheres no cinema atual. 

“A programação do seminário também foi pensada para colocar em diálogo a produção de docentes e discentes da UFMG com temáticas presentes nos textos que fazem parte da coletânea”, explica Juliana Gusman, doutora pela Escola de Comunicação e Artes da USP, uma das autoras e tradutoras do livro, que está à frente da organização do Seminário.

Para a professora Roberta Veiga, à frente do grupo de pesquisa Poéticas Femininas, Políticas Feministas desde 2018, a segunda edição do seminário consolida a trajetória de oito anos de trocas intensas realizadas dentro do grupo. “É uma oportunidade para discutir o protagonismo feminino não apenas como a presença de mulheres na tela, mas como uma forma de agência que permite inquirir, tensionar e subverter os poderes patriarcais, coloniais e racistas que nos violentam”, afirma Veiga.

Esta edição presta uma homenagem especial a duas expoentes do pensamento feminista que faleceram recentemente: Teresa De Lauretis (1938-2026) e Linda Williams (1946-2025). Para debater o legado de ambas, o evento contará com a presença de referências nacionais: a pesquisadora Karla Bessa (Pagu/Unicamp), que abrirá o Seminário em homenagem a De Lauretis, e Mariana Baltar (UFF), que encerrará o seminário discutindo a obra de Williams e as representações do corpo e do excesso no cinema, sobretudo, no melodrama e na pornografia.

Perspectiva Política das Imagens
Desde sua criação em 2018, o grupo Poéticas Femininas, Políticas Feministas se debruça sobre como o “olhar” cinematográfico pode ser uma ferramenta de libertação ou de opressão. “Nos interessa o modo como as mulheres se colocam na cena e em que medida o olhar dirigido a elas, através dos recursos expressivos e narrativos do cinema, atua na sua emancipação”, explica Roberta Veiga.

O evento é aberto ao público amplo, incluindo estudantes de graduação e pós-graduação de diversas áreas, reforçando o caráter transdisciplinar da pesquisa feminista na UFMG.


Evento: II Seminário Entre Mulheres e Imagens

Destaque: Lançamento do livro Poéticas Femininas: entre olhares e teorias feministas do cinema

Data: 2 de junho

Local: Auditório Baesse (4º andar) e Auditório Bicalho (1º andar) da Fafich

Participações especiais: Karla Bessa (Unicamp), Mariana Baltar (UFF).

Exposição no Centro Cultural UFMG reinventa a sombra como linguagem visual

Exposição no Centro Cultural UFMG reinventa a sombra como linguagem visual

O Centro Cultural UFMG convida para a abertura da exposição O chão que piso, da artista Nina de Souza-Lima. A mostra reúne uma série de pinturas que investiga a sombra como protagonista da imagem e da experiência estética. As produções resultam de uma pesquisa formal sobre a projeção da sombra de uma ponte rústica de tábuas e cordas, observada no Parque das Mangabeiras, em Belo Horizonte. A partir desse elemento cotidiano, a artista desenvolve uma poética visual em que luz, ritmo, cor, linha e ponto se articulam para o caminho percorrido pela sombra. A abertura será na sexta-feira, 22 de maio, às 19h. As obras poderão ser vistas até o dia 28 de junho na Sala Celso Renato de Lima do espaço (Avenida Santos Dumont, 174, Centro – Belo Horizonte) . A entrada é gratuita e tem classificação livre.

O Chão que Piso

Em O chão que piso, a sombra deixa de ocupar um lugar secundário e passa a assumir centralidade plástica e conceitual. Nas pinturas, ela se transforma em estrutura, percurso e presença. Ao ser reinventada por meio da cor, a sombra se desprende do objeto que a originou e ganha autonomia, tornando-se matéria de criação. A exposição propõe, assim, uma reflexão sobre percepção, materialidade e transformação, enfatizando a potência criativa de ressignificar aquilo que, à primeira vista, poderia parecer apenas transitório ou efêmero.

A série, ainda em desenvolvimento, é atualmente composta por 22 pinturas em formatos e dimensões variados. Essa diversidade de suportes amplia as possibilidades de leitura da obra e revitaliza a permanência da sombra em múltiplas presenças. Cada tela se torna um campo de experimentação visual, em que as mudanças de escala, forma e composição instauram novos diálogos entre o observador e a imagem.

A produção de Nina de Souza-Lima é marcada por uma linguagem singular. Sua pincelada, frequentemente associada de modo apressado ao pontilhismo, guarda, na verdade, relação mais próxima com a lógica construtiva dos mosaicos, criando uma unidade estética própria, guiada pela imaginação e pela liberdade formal. Em sua obra, o ponto se expande, ganha novas configurações e se torna elemento expressivo fundamental, tanto em composições abstratas quanto figurativas.

Em O chão que piso, Nina de Souza-Lima convida o público a percorrer uma travessia visual em que a sombra, longe de ser ausência, afirma-se como presença sensível, memória do olhar e invenção poética.

Sobre a artista

Formada em Arte, Desenho, Plástica e Fotografia pela Escola de Design da UEMG, Nina de Souza-Lima também frequentou a Escola de Belas Artes da UFMG, realizou estudos na University of California San Diego e obteve AA Degree no Grossmont College, nos Estados Unidos. Com trajetória consolidada, participou de exposições coletivas em diferentes estados do Brasil e no exterior, além de realizar seis exposições individuais em Minas Gerais. Sua produção integra acervos públicos e coleções particulares, e sua pesquisa transita por pintura, fotografia, desenho, colagem, além de atividades formativas como palestras e oficinas.

Exposição O chão que piso – Nina de Souza-Lima
Abertura: 22 de maio | 19h
Visitação: até o dia 28 de junho
Terças a sextas: 9h às 20h
Sábados, domingos e feriados: 9h às 17h
Sala Celso Renato de Lima
Classificação indicativa: livre
Entrada gratuita

Centro Cultural UFMG abre exposição da pintora Ana Júlia Bicalho 

Centro Cultural UFMG abre exposição da pintora Ana Júlia Bicalho 

O Centro Cultural UFMG convida para a abertura da exposição individual Entre objetos e memórias, da pintora Ana Júlia Bicalho. A mostra reúne pinturas de objetos ligados às memórias e ao cotidiano da artista, articuladas por uma pesquisa sobre cor, afeto e experiência sensível. A abertura será na sexta-feira, 22 de maio de 2026, às 19 horas. As obras poderão ser vistas até o dia 28 de junho na Sala Ana Horta do espaço (Avenida Santos Dumont, 174 – Centro – Belo Horizonte). A entrada é gratuita e tem classificação livre.

Entre objetos e memórias

A exposição apresenta um recorte significativo da produção recente da artista, sintetizando a pesquisa desenvolvida em seu ateliê a partir da relação entre objeto, cor e substrato afetivo. Por meio da pintura de objetos presentes em suas memórias e em seu cotidiano, a mostra estabelece conexões com debates contemporâneos sobre patrimônio emocional e o cotidiano como arquivo sensível. A proposta convida o público a uma experiência poética e intimista, capaz de ativar memórias pessoais e coletivas por meio da familiaridade dos objetos e das narrativas que eles evocam.

Sobre a artista

Ana Júlia Bicalho (Belo Horizonte, 2001) é artista visual graduada em Pintura pela Escola de Belas Artes da UFMG. Participou da exposição De um chão se imagina, realizada no Centro Cultural UFMG (2025), e teve uma obra publicada no primeiro Anuário de Arquitetura, Design e Urbanismo de Contagem (2024).

Exposição Entre objetos e memórias – Ana Júlia Bicalho

Abertura: 22 de maio de 2026, às 19h

Visitação: até 28 de junho

Terças a sextas: 9h às 20h

Sábados, domingos e feriados: 9h às 17h

Sala Ana Horta

Classificação indicativa: livre

Entrada gratuita

Seleção para Professor Substituto – Área de Conhecimento: Pedagogia do Teatro: Práticas de Ensino e Improvisação

Seleção para Professor Substituto – Área de Conhecimento: Pedagogia do Teatro: Práticas de Ensino e Improvisação

Edital Completo

Barema

Relação Nominal dos Candidatos

Inscrições Homologadas

Comissão Examinadora

Convocação dos Candidatos

Comunicado sobre adiamento do Concurso

Retificação das inscrições homologadas

Nova Convocação dos candidatos

Cronograma

Resultado Final

Convocação para Perícia Médica

Retificação do Resultado Final – Edital 943

Resultado da Perícia Médica

Homologação do Resultado Final

Seleção para Professor Substituto – Área de conhecimento: Design Gráfico

Seleção para Professor Substituto – Área de conhecimento: Design Gráfico

Preenchimento de 01 (uma) vaga(s) para o cargo de PROFESSOR SUBSTITUTO DO MAGISTÉRIO SUPERIOR, a ser(em) lotado(s) nesta Universidade. Lotação: Departamento de Desenho da Escola de Belas Artes. Área de conhecimento: Design Gráfico: Projeto, Experimentação e Produção Gráfica. Titulação mínima exigida: Mestrado na área de Design, Design Gráfico, Artes, Comunicação Social ou áreas correlatas.. Atribuições do cargo: Lecionar na graduação, podendo atuar também nas demais atividades do cargo de magistério superior, exceto atividades administrativas de representação, cargos e funções comissionadas e de confiança. Período de Inscrições: 10 (dez) dias corridos a partir do dia subsequente ao da publicação deste Edital. Valor de inscrição: Isento. Previsão da vigência do contrato: A vigência inicial será da data de assinatura do contrato até 19/10/2026, podendo ser prorrogada até a duração máxima de 2 (dois) anos, no interesse da Universidade Federal de Minas Gerais, e havendo manutenção do motivo vinculante à vaga.

Edital Completo

Barema

Retificação Barema

Resultado

MOSTRA CAAD 2026! – 29 de Abril- Auditório Nobre do CAD 1

MOSTRA CAAD 2026! – 29 de Abril- Auditório Nobre do CAD 1

Programação:

• A partir das 17h20 — Sessões extras e exposição de artes digitais (trabalhos de disciplinas como Animação Experimental, Animação 3D e Stop Motion).

• A partir das 19h — Sessão principal, com os filmes de “formatura” (Lab CAAD/Ateliê), seguida de bate-papo com os realizadores.

Acompanhe as redes sociais da mostra para ver a programação completa e não perder as atualizações:


@CAADEMCENAUFMG e @CAAD.UFMG