Edital do Programa de Monitoria da Graduação – PMG – Introdução ao Stopmotion, Fundamentos do Stopmotion, Fotografia e Stopmotion

Edital do Programa de Monitoria da Graduação – PMG – Introdução ao Stopmotion, Fundamentos do Stopmotion, Fotografia e Stopmotion

O(A) Chefe do Órgão Acadêmico Responsável Departamento de Fotografia e Cinema, Prof. Antônio César Fialho de Sousa, no uso de suas atribuições, torna público o presente Edital para seleção de estudantes de graduação da UFMG para atuação no Programa , na modalidade bolsista e/ou voluntário(a), conforme normas institucionais e orientações do Sistema de Fomento/PROGRAD, incluindo o gerenciamento de vagas por Ampla Concorrência (AC) e Ações Afirmativas (AA).

Edital Completo

Resultado

Edital do Programa de Monitoria da Graduação – APL065 | Encadernação; APL097 – Tópicos em Conservação Restauração A: Encadernação para Conservação; APL083 – Restauração de Obras de Arte sobre Papel; APL 074 – Restauração de Livros e Documentos

Edital do Programa de Monitoria da Graduação – APL065 | Encadernação; APL097 – Tópicos em Conservação Restauração A: Encadernação para Conservação; APL083 – Restauração de Obras de Arte sobre Papel; APL 074 – Restauração de Livros e Documentos

O(A) Chefe do Órgão Acadêmico Responsável Departamento de Artes Plasticas, Hugo Maria de Mendonça Houayek, no uso de suas atribuições, torna público o presente Edital para seleção de estudantes de graduação da UFMG para atuação no Programa , na modalidade bolsista e/ou voluntário(a), conforme normas institucionais e orientações do Sistema de Fomento/PROGRAD, incluindo o gerenciamento de vagas por Ampla Concorrência (AC) e Ações Afirmativas (AA).

Edital Completo

Exposição de Paulo Penna no Centro Cultural UFMG explora a metamorfose de figuras e lugares por meio da linguagem gráfica

Exposição de Paulo Penna no Centro Cultural UFMG explora a metamorfose de figuras e lugares por meio da linguagem gráfica

O Centro Cultural UFMG convida para a abertura da exposição individual Constelações assim como Metamorfoses: ensaios visuais de Paulo Penna, do artista visual Paulo Penna. A mostra apresenta um recorte da produção do artista ao longo dos últimos quinze anos, reunindo obras constituídas no âmbito da gráfica que transitam entre o desenho, a gravura e a fotografia. O evento de inauguração será realizado nesta quinta-feira, 27 de agosto, às 19 horas. As obras poderão ser vistas até 27 de setembro de 2026. A entrada é gratuita e tem classificação livre.

Constelações assim como Metamorfoses: ensaios visuais de Paulo Penna

O artista Paulo Penna apresenta um recorte de sua produção dos últimos quinze anos: um conjunto de obras produzidas no âmbito da gráfica, que percorre o desenho, a gravura e a fotografia. As imagens se constituem a partir da observação das especificidades de cada meio, bem como das possibilidades que se abrem pelas operações e justaposições de figuras produzidas em técnicas distintas, explorando relações de multiplicação e variação inerentes à linguagem gráfica.

As matrizes das xilogravuras e das gravuras em metal, assim como os arquivos fotográficos, geram figuras que se cruzam e se hibridizam, configurando constelações de imagens em constante metamorfose. Delas emerge um imaginário singular que, como observa o professor Fernando Amed, “é sobre o ponto de vista do observador distante do que antes consistia como o seu lugar, que se faz a obra como um percurso, do qual não se supõe o início e se aquieta com um fim, posto que se trata de exposição. E entre ramificações e biomorfismos, o trabalho artístico de Paulo Penna manifesta a fina sensibilidade da opção pela interposição de linguagens”.

Na constituição deste imaginário, figuras provenientes de diferentes referenciais se misturam e se permeiam por meio de operações de transformação gráfica. Barcos, corpos e árvores reaparecem, modificados, deslocados e recombinados em diferentes meios. Constelações e metamorfoses que se dão temporalmente, por sucessivos processos de transformação da matriz e da impressão, em (re)gravações e (re)impressões, e espacialmente, na articulação entre impressões de matrizes de madeira e metal, arquivos fotográficos e desenhos e, por fim, na maneira como essas obras se relacionam e se distribuem no espaço expositivo.

Ainda segundo Fernando Amed: “Somente o hibridismo oferecido pelas diferentes linguagens adotadas pode dar lugar para o tanto de vida interior que Paulo Penna nos oferece. Caminhar pelas obras aqui dispostas é um convite que se faz ao contato mais dedicado com as marcas, traços e relevos, todos tênues e consistentes, que nos introduzem em uma percepção da natureza que não deixa de ressoar a melancolia”.

Sobre o artista

Paulo Penna nasceu em São Paulo em 1970, cidade onde vive e trabalha. É doutor em Artes Visuais pela Universidade de São Paulo, com estudos de pós-graduação na Byam Shaw School of Art, em Londres, e pós-doutorado na Universidade do Quebec em Montreal e na Universidade de São Paulo, sempre na área de artes visuais. Ao lado de Adalgisa Campos, atua na Casateliê, espaço independente dedicado à produção, ao ensino e à venda de arte na capital paulista. Tem seu trabalho exposto regularmente no Brasil e no exterior.

Entre suas exposições individuais, destacam-se Corpo, Mapeamentos, na Galeria Gravura Brasileira; Desenho, Fluxo, Imagem, nas Oficinas Culturais Oswald de Andrade; A Que Se Destina, no Centro Universitário Maria Antonia (SP); e Figuren aus Brasilien, na Galerie Wildeshausen, em Wildeshausen, Alemanha.

Participa com frequência de exposições coletivas, entre as quais se destacam, mais recentemente, Do Museu ao Ateliê, do Ateliê ao Museu, no Museu Lasar Segall; Gravidade, no Espaço das Artes; Fabulações Matriciais, no Espaço Cultural Arte Sesc – RJ; Xilo, Corpo e Paisagem, no Sesc Guarulhos e no Sesc Pinheiros; Gravura Extrema – Europalia Brasil, no Centre de la Gravure et de l’Image Imprimée, em La Louvière, Bélgica; e a V Biennale Internationale de la Gravure d’Île de France, em Versalhes, França.

Realizou os projetos de arte pública Pélago e Tamanduateí, na cidade de São Paulo, e em 2022 recebeu o prêmio de reconhecimento de carreira Individual Support Grant, da Adolph and Esther Gottlieb Foundation.

Sua obra integra coleções particulares e públicas, entre elas a Pinacoteca do Estado de São Paulo, o Museu de Arte Brasileira da FAAP e o Museu de Arte Contemporânea Dragão do Mar, em Fortaleza.

É professor nos cursos de Artes Visuais da Fundação Armando Álvares Penteado e do Centro Universitário Belas Artes, e coordena o Ateliê de Gravura do Museu Lasar Segall.

Exposição Constelações assim como Metamorfoses: ensaios visuais de Paulo Penna – Paulo Penna

Abertura: 27 de agosto de 2026 | às 19h

Visitação: até o dia 27/09/2026

Terças a sextas: 9h às 20h

Sábados, domingos e feriados: 9h às 17h

Sala Celso Renato de Lima – Centro Cultural UFMG (Av. Santos Dumont, 174 – Centro – BH | MG)

Exposição no Centro Cultural UFMG transforma o bordado doméstico em gesto de investigação artística 

Exposição no Centro Cultural UFMG transforma o bordado doméstico em gesto de investigação artística 

O Centro Cultural UFMG convida para a abertura da exposição individual Avesso do avesso, do artista visual, educador e ilustrador Julian Campos. A mostra reúne uma série iniciada em 2018 e atualmente composta por 78 obras, produzidas a partir de toalhas e guardanapos bordados garimpados em brechós e bazares de caridade de São Vicente (SP), cidade onde o artista vive e trabalha. O evento de inauguração será realizdo no dia 27 de agosto, quinta-feira, às 19h. As obras poderão ser vistas até 27 de setembro. A entrada é gratuita e tem classificação livre.

Nos dias 25, 26 e 27 de agosto, das 10h às 13h, o artista Julian Campos ocupa os arredores do Centro Cultural UFMG, na região central de Belo Horizonte, com a performance relacional Pano de Penélope. A ação integra a programação paralela de sua exposição e convida transeuntes a bordarem, ao vivo e a céu aberto, uma obra em tecido de grandes dimensões.

Ao lado da instalação, uma placa sintetiza o chamado: “Borde comigo: você sabe bordar? Se não souber, eu te ensino!”. Não é necessária experiência prévia. A proposta busca estabelecer uma relação de coautoria, transformando o ato de bordar em um espaço de diálogo. Enquanto trabalham juntas, o artista e os participantes conversam sobre temas centrais à sua pesquisa poética, como gênero, trabalho e artes manuais.

A participação é gratuita, sem necessidade de inscrição, e cada pessoa poderá permanecer pelo tempo que desejar. A duração estimada de cada participação é de 10 a 20 minutos.

Avesso do avesso
As toalhas e guardanapos bordados utilizados na série de Julian foram encontrados em brechós e bazares de caridade de São Vicente/SP, cidade onde o artista reside e trabalha, e adquiridos por R$ 1 cada. Para criar cada obra, ele realizou uma espécie de performance para si mesmo: esticou as peças em bastidores e fotografou as próprias mãos executando, repetidas vezes, os gestos característicos do bordar — enfiar a linha na agulha, dar os pontos, arrematar a linha. A partir dessas fotografias, redesenhou as imagens, transpôs os desenhos para as respectivas toalhas e as bordou.

Com esse processo, o artista repete gestos comuns a todas as pessoas que bordaram antes dele, em um movimento de investigação e apropriação de um território no qual se insere como um homem que se apropria de uma técnica historicamente associada ao trabalho doméstico feminino.

Em seguida, apropriou-se de fotografias de materiais de costura encontrados em manuais de bordado, entre eles o livro Artes e Ofícios Femininos (Maria Vitorina de Freitas, Ed. Linográfica, 1948), além de imagens obtidas na internet, transferindo-as para os tecidos. O uso dessas imagens traz à tona a questão da apropriação na arte contemporânea e na própria produção do artista: seja das peças bordadas por anônimas(os), das imagens retiradas de outros meios, ou da própria aproximação com o bordado.

Foi a partir desta série que se iniciou a investigação sobre o lugar de um artista homem que faz uso do bordado, sem tê-lo recebido de outra pessoa nem como tradição familiar. Ao coletar essas peças antigas, Julian passou a se ver cercado pelo trabalho manual de pessoas anônimas, o que o levou a questionar as relações entre sua produção e a delas.

Interessa também a aproximação entre o bordado como técnica artesanal decorativa e o uso dessas toalhas e guardanapos como suporte dentro de uma produção artística contemporânea. Peças produzidas com técnicas elaboradas de bordado, transmitidas entre gerações, são desvalorizadas e vendidas por centavos. Qual é o lugar dado a esse saber humano? Por que um trabalho que carrega esse conhecimento só passa a ser visto e resgatado quando alguém se apropria dele e o insere em um contexto de “arte”? Qual é a função do artista, homem, ao se apropriar de trabalhos provavelmente realizados por mulheres? De quais privilégios ele se vale nessa ação? Quantas pessoas, provavelmente mulheres, permaneceram anônimas nesse processo?

Trajetória
A exposição Avesso do avesso já esteve em cartaz em seis ocasiões. Em 2022, o projeto da exposição foi selecionado no Edital de Ocupação da Galeria de Artes do Sesc Tocantins, quando 43 obras da série foram exibidas entre novembro e dezembro na Galeria de Artes do Centro de Atividades de Palmas/TO. O mesmo projeto foi selecionado pelo Edital de Ocupação das Galerias de Arte da Fundação Cultural de Uberaba Professor Antônio Carlos Marques, com exposição realizada no Museu de Arte Decorativa de Uberaba/MG (Mada) entre agosto e setembro de 2023. Ainda em 2023, o projeto de exposição foi contemplado no edital ProAC nº 13/2023 – Artes Visuais | Circulação de Exposição, do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas. Por meio do projeto, a exposição Avesso do avesso fez itinerância pelas cidades de Franca (LAB – Laboratório das Artes), Ribeirão Preto (Marp – Museu de Arte de Ribeirão Preto Pedro Manuel-Gismondi) e Praia Grande (Palácio das Artes), encerrando em outubro de 2024. Mais recentemente, entre março e maio de 2026, a exposição foi apresentada na Galeria de Artes do Centro de Atividades de Gurupi/TO, também por meio do Edital de Ocupação da Galeria de Artes do Sesc Tocantins, reunindo as 78 obras que atualmente compõem a série.

Sobre o artista
Julian Campos (Santos/SP, 1985) é artista visual, educador e ilustrador. Graduado em Comunicação Social pela Universidade Santa Cecília de Santos, realiza trabalhos em diversas técnicas que prezam o fazer manual, como gravura, bordado, cerâmica e colagem, tendo o desenho como assunto e linguagem artística sempre presente em sua produção. Coordena o Entre Pontos – Grupo de Estudos e Produção em Bordado e Arte Têxtil, realizado pela Casa Contemporânea (São Paulo/SP), e ministra oficinas e cursos em instituições como o Sesc-SP e a Pinacoteca de São Paulo. Participou de exposições, mostras e salões de arte no Brasil e no exterior. Em 2024, foi premiado no Salão de Artes Plásticas de Praia Grande, no Salão de Arte Contemporânea de Piracicaba e no Salão de Artes Plásticas de Santos. Pelo ProAC SP, realizou a circulação da exposição individual Avesso do avesso, apresentada no Palácio das Artes (Praia Grande/SP), no MARP – Museu de Arte de Ribeirão Preto (Ribeirão Preto/SP) e no Laboratório das Artes (Franca/SP).

Exposição Avesso do avesso – Julian Campos

Abertura: 27 de agosto | 19h

Visitação: até 27 de setembro | Terças a sextas: 9h às 20h | Sábados, domingos e feriados: 9h às 17h

Local: Sala Ana Horta do Centro Cultural UFMG (Av. Santos Dumont, 174 – Centro – Belo Horizonte / MG)

Classificação indicativa: livre

Entrada gratuita

Exposição no Centro Cultural UFMG resgata memórias e tradições da gastronomia mineira

Exposição no Centro Cultural UFMG resgata memórias e tradições da gastronomia mineira

O Centro Cultural UFMG convida para a abertura da exposição individual Amuletos Gastronômicos: o mineirês como expressão de afeto, da artista visual Júlia Corsino, com curadoria de Eliana Ambrosio. A mostra reúne gravuras e esculturas que retratam uma percepção sensível da cultura gastronômica mineira. A abertura será realizada no dia 31 de julho, sexta-feira, às 19h. As obras poderão ser vistas até 6 de setembro. A entrada é gratuita e a classificação é livre.

Amuletos Gastronômicos: o mineirês como expressão de afeto

A cultura mineira é fruto de uma rica combinação de tradições que se expressam na hospitalidade, no sotaque marcante e, especialmente, na gastronomia afetiva. Reconhecido mundialmente, o cenário gastronômico de Minas Gerais destaca-se pelos sabores regionais e pela força dos pequenos produtores locais, que mantêm viva a essência desse patrimônio imaterial.

A exposição Amuletos Gastronômicos: o mineirês como expressão de afeto explora as conexões entre memória, identidade e os costumes alimentares que perpetuam a cultura de Minas Gerais. Resultado de uma pesquisa imersiva da artista pela capital mineira, incluindo vivências no Mercado Central e no Mercado Novo, a mostra resgata receitas, tradições e marcas territoriais, entrelaçando-as com as próprias raízes familiares da artista. De forma poética, as obras traduzem as histórias e práticas da gastronomia mineira em um diálogo sensível com a tradição gráfica.

Sobre a artista

Júlia Corsino (Belo Horizonte, 2002) é artista visual e tatuadora. Graduanda em Artes Visuais pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), com habilitação em Gravura, vive e trabalha em sua cidade natal. Sua pesquisa investiga a memória individual e coletiva da cultura mineira, aproximando cuidado e afeto às raízes da culinária regional e à vivência da artista no estado.

Sobre a curadora

Eliana Ambrosio é professora de xilogravura na Escola de Belas Artes da UFMG, instituição onde coordenou o Curso de Artes Visuais entre 2012 e 2016. É especialista em Conservação e Restauração de Bens Culturais Móveis pelo CECOR-UFMG, além de mestre e doutora em História da Arte pela Unicamp. Sua produção artística transita entre a xilogravura e a gravura em metal, incorporando fotografia, vídeo e desenho em pesquisas que ampliam o campo da gravura, articulando sua tradição com mídias digitais, instalações e livros de artista.

Exposição Amuletos Gastronômicos: o mineirês como expressão de afeto – Júlia Corsino

Abertura: 31 de julho de 2026 | às 19h

Visitação: até o dia 06/09/2026 | Terças a sextas: 9h às 20h | Sábados, domingos e feriados: 9h às 17h

Espaço Experimentação da Imagem do Centro Cultural UFMG (Av. Santos Dumont, 174 – Centro, Belo Horizonte / MG)

Classificação indicativa: livre

Entrada gratuita

Centro Cultural UFMG recebe primeira exposição individual de Glayson Arcanjo em Belo Horizonte

Centro Cultural UFMG recebe primeira exposição individual de Glayson Arcanjo em Belo Horizonte

O Centro Cultural UFMG convida para a abertura da exposição individual Horizonte Abissal, do artista visual Glayson Arcanjo, com curadoria de Yana Tamayo. A mostra reúne trabalhos que investigam o corpo humano, o solo, o tempo e as materialidades que compõem a paisagem, por meio de diferentes linguagens, como desenho, fotografia, pintura, vídeo e instalação. A abertura será realizada no dia 31 de julho, sexta-feira, às 19h. As obras poderão ser vistas até 6 de setembro de 2026. A entrada é gratuita e a classificação é livre.

Sob os abismos da superfície, o fundo do chão – por Yana Tamayo, curadora

Em sua primeira exposição individual em Belo Horizonte, o artista mineiro radicado em Goiânia, Glayson Arcanjo, apresenta um conjunto de trabalhos produzidos entre 2021 e 2026 que investigam as relações entre a vida e o solo que a sustenta. Artista visual e professor da Faculdade de Artes Visuais da Universidade Federal de Goiás (UFG), Arcanjo articula criação, pesquisa e ensino ao realizar exposições, investigar processos de criação e lecionar disciplinas ligadas ao desenho e à experimentação poética.

Horizonte Abissal chega ao Centro Cultural UFMG com mais de 20 obras realizadas nos últimos seis anos. Desenvolvidos em diferentes linguagens — desenho, fotografia, pintura, vídeo e instalação —, os trabalhos propõem uma aproximação sensível entre o corpo, a vida vegetal, a materialidade do solo, o tempo e as relações que conformam a paisagem. O território habitado pelo artista torna-se campo de observação, experimentação e elaboração poética na tentativa de formular outras maneiras de compreender o que se vê: um lugar onde o tempo e as intempéries agem sobre todas as coisas e no qual cada elemento transforma e é transformado pelos demais. O chão oferece estabilidade, abrigo e nutrição, mas também delimita fronteiras, dissonâncias e territórios em disputa.

A ideia clássica da natureza como espaço de equilíbrio e harmonia desfaz-se quando a percebemos como um sistema vivo, instável e vertiginoso que é. A terra surge como alicerce, abismo e reservatório da vida: uma imagem ambivalente, em permanente movimento. Essa dimensão torna-se cada vez mais evidente à medida que a expansão das formas capitalistas de exploração intensifica as transformações da Terra.

Nos últimos anos, Arcanjo tem investigado a materialidade do solo, seus ciclos de transformação e as relações humanas, políticas e econômicas que continuamente o redefinem. Seu trabalho evidencia também as assimetrias, tensões e violências que atravessam os usos da terra no território brasileiro, especialmente no Cerrado. A paisagem evocada pelo artista é continuamente remodelada por processos geológicos, ciclos orgânicos e atividades produtivas em larga escala.

O desenho ocupa um lugar central nessa pesquisa. Mais do que uma técnica, opera como matriz de reflexão e ferramenta de escuta do mundo. Graficamente, pictoricamente e poeticamente, evidencia a fisicalidade dos influxos envolvidos nos trânsitos da matéria. Desenhar torna-se um modo de observar, coletar, separar e experimentar diferentes composições — uma prática que se aproxima metodologicamente das ciências, mas que, em vez de produzir provas, prefere formular perguntas conduzidas pela sensibilidade e pela imaginação.

Grande parte das obras nasce do contato direto com a terra. O artista coleta amostras de solo, peneira, separa e prepara pigmentos, preservando as tonalidades que revelam a composição mineral e orgânica de cada lugar. Ao transformar terra em pigmento, transporta fragmentos do território para o campo da linguagem. Misturado à água, o pó é suspenso, decanta, para, em seguida, ser depositado sobre papel ou porcelana. A partir daí, espera, experimentação e acaso passam a conduzir o processo. Alguns pigmentos aderem intensamente; outros se desfazem facilmente. O tempo torna-se colaborador da obra, e a imagem emerge da interação entre forças visíveis e invisíveis.

Em meados de 2020, o chão deixou de ser apenas uma superfície para tornar-se o espaço primordial de relação e disputa entre tudo o que vive, se transforma ou se move. Nele, a vida germina, enraíza-se e decompõe-se. Sob essa perspectiva de dependência mútua, a decomposição pode ser compreendida como recomposição, compostagem ou restituição da matéria viva.

Durante a produção das obras para esta mostra, novos procedimentos passaram a tensionar a ideia de superfície. Se, inicialmente, o artista se dedicava aos vestígios encontrados no rés do chão — pigmentos, raízes, galhos, cinzas, variações cromáticas da terra e suas relações com a água —, aos poucos seu olhar desloca-se para estratos, camadas, saturações e profundidades. A paisagem imaginada por Glayson amplia-se como se pudéssemos olhar também verticalmente por dentro dela, através de fendas, erosões e frestas.

Esse movimento de descida — presente também em trabalhos nos quais o artista submete o próprio corpo à resistência do contato vertical com o chão — nos convida a refletir sobre nossa maneira de produzir relações e realidades materiais sobre a Terra. Na mitologia grega, a catábase designa a descida ao mundo dos mortos. Embora represente a travessia de um herói em direção ao submundo, essa narrativa reafirma uma separação entre vida e morte e entre mundos incomunicáveis.

Outras cosmologias, porém, oferecem imagens distintas. Em muitas narrativas ameríndias — especialmente nas cosmovisões andinas — o interior da terra não corresponde apenas ao mundo “inferior”, mas a um plano de conhecimento, de encontro com os ancestrais, as sementes, a maturação dos minerais e os ciclos de transformação e preparo da vida. Essa cartografia imaginária acerca da terra conecta memórias ainda vivas dos projetos coloniais de extração mineral que aproximam as minas de Potosí, na Bolívia, das minas de Vila Rica, atual Ouro Preto. Ambas tiveram papel crucial para forjar a modernidade europeia.

O título da exposição faz menção a uma travessia coletiva: imaginar a descida ao ventre da Terra é também uma experiência vertiginosa de imaginação histórica. Poderíamos retornar à superfície transformados por essa experiência abissal de cinco séculos de esvaziamento dos solos? Ainda pertencemos à terra ou apenas a atravessamos?

Ao reorganizar poeticamente os elementos e as forças que determinam o horizonte que vemos, Glayson Arcanjo nos convida a reconhecer a interdependência entre os seres e as matérias que compõem um ecossistema, convocando uma memória afetiva e sensorial da terra inscrita em nossos corpos. Nesse percurso, entre suspensão, impregnação e submersão, a terra deixa de ser apenas suporte para afirmar-se como corpo vivo, arquivo de memórias e pergunta sobre os modos de habitar um mundo em partilha.

Sobre o artista e a curadora

Glayson Arcanjo (Belo Horizonte, 1975. Vive e trabalha em Goiânia, GO) é artista, educador e pesquisador. É professor na Faculdade de Artes Visuais da Universidade Federal de Goiás (FAV/UFG), onde também coordena a Galeria da FAV. Doutor em Artes Visuais pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp, 2018), mestre pela UFMG (2008) e bacharel em Educação Artística pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU, 2006). Seus trabalhos integram acervos de importantes museus e coleções públicas brasileiras, como a Pinacoteca de São Paulo, o Museu de Arte do Rio Grande do Sul (MARGS), o Centro Cultural UFG e o Museu de Arte da UFU (MUnA). Entre suas exposições individuais, destacam-se: Terra: suspensão, impregnação, submersão (Sesiminas, 2026); Meu quintal é um mundo (Ateliê Vão, GO, 2026); As coisas começam no chão (Sesc Goiás, 2024); Rastro/Ruína (MUnA, MG, 2022) e Desenho/Ruína (Mapa, GO, 2022). Participou também de diversas mostras coletivas, incluindo Mapas em Brasa’ (Galeria da FAV UFG, 2026), Caminhos de terra e vento’ (Vila Cultural Cora Coralina, GO, 2025), Panorama da Arte Contemporânea de Goiás (Galeria Sibasolly, 2024) e Dias fora de tudo (Centro Cultural UFMG, 2023).

Yana Tamayo (Brasília, DF, 1978. Vive e trabalha em Brasília) é artista visual, curadora e pesquisadora. Doutora e mestra pelo Instituto de Artes da Universidade Federal de Brasília (UnB) e graduada em Artes Plásticas pela UFMG. Com aproximadamente 24 anos de trajetória nas artes visuais, sua pesquisa articula arte, educação e curadoria para investigar novas formas de diálogo entre materialidade, memória e esfera pública no Brasil e na América Latina. Foi sócia-fundadora do espaço autônomo Nave (DF), onde coordenou projetos de pesquisa, formação e curadoria.

Exposição Horizonte Abissal – Glayson Arcanjo

Abertura: 31 de julho de 2026 | às 19h

Visitação: até o dia 06/09/2026 (terças a sextas das 9h às 20h / sábados, domingos e feriados das 9h às 17h)

Grande Galeria / Classificação indicativa livre / Entrada gratuita

Concurso Público para Professor Assistente Classe A nível 1 – Edital 1632 – Departamento de Desenho – Área de Conhecimento: Desenho e Artes Visuais

Concurso Público para Professor Assistente Classe A nível 1 – Edital 1632 – Departamento de Desenho – Área de Conhecimento: Desenho e Artes Visuais

ÁREA DE CONHECIMENTO: Desenho e Artes Visuais

VAGA: 1 (uma)

CLASSE DE MAGISTÉRIO: Classe A com denominação de Professor Assistente A, nível 1

REGIME DE TRABALHO: 40 (quarenta) horas semanais, em tempo integral, com dedicação exclusiva

NÍVEL DE ESCOLARIDADE: Doutorado em Artes, Artes Visuais, Artes Plásticas ou Educação Artística ou em áreas afins

PERFIL DO CANDIDATO: .Professor, artista plástico/visual e pesquisador com graduação em Artes, Artes Visuais, Artes Plásticas, Educação Artística ou Ensino da Arte, com ênfase em Desenho e atuação prática e teórica em Artes. É desejável amplo domínio nas seguintes modalidades: Desenho de Observação e de Criação; Técnicas e Materiais de Desenho; Fundamentos da Forma e da Composição; Análise Crítica e Acompanhamento de Processos Artísticos.

PROVAS: Julgamento de Títulos, Prova Didática e Prova Prática

Realização da prova prática:

A prova consistirá em um desenho de observação direta, que poderá conter cena com objetos de naturezas diversas e/ou modelo vivo. O candidato deverá demonstrar desenvoltura artística e expressiva, capacidade de interpretar, no bidimensional, cenas observadas do tridimensional, bem como domínio, conhecimento e habilidade na representação, por meio do desenho de objetos e/ou modelo vivo nos seguintes aspectos: perspectiva, proporção, construção, volumetria, textura, composição e uso expressivo do material.

Instrumentos, aparelhos ou técnicas a serem utilizadas: O material será fornecido pela comissão organizadora.

Metodologia de aferição:

Para aferição do conhecimento, os candidatos serão avaliados quanto à sua capacidade de interpretar, por meio do desenho, cena ou pose de modelo vivo proposta pela Comissão Avaliadora, observando a transposição do tridimensional para o bidimensional, de modo a demonstrar seu potencial artístico e desenvoltura na representação bidimensional, com domínio dos seguintes aspectos: estruturação, perspectiva, proporção, construção, volumetria, textura, composição e uso expressivo do material.

Duração da Prova Prática: A Prova Prática terá duração de até 4 (quatro) horas.

EDITAL: EDITAL Nº 1632, DE 13 DE JULHO DE 2026, publicado no Diário Oficial da União do dia 16 de julho de 2026, Seção 3, páginas 89 a 96.

INSCRIÇÕES POR CORREIO ELETRÔNICO

PERÍODO DAS INSCRIÇÕES: De 17/07/2026 a 17/08/2026 – ( 30 dias)

HORÁRIO: 00h00 às 23h59 (horário de Brasília)

EMAIL: secgeralconcurso-des@eba.ufmg.br

PRAZO PARA O INÍCIO DO CONCURSO: De 30 (trinta) a 90 (noventa) dias, contados a partir da data de encerramento das inscrições.

DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA:
O candidato deverá enviar, no ato da inscrição, os seguintes documentos:

6.7. O candidato deverá enviar, no ato da inscrição, os seguintes documentos em arquivos digitais individuais, no formato PDF, com o tamanho máximo de 2 (dois) MB cada um:

a) Termo de requerimento de inscrição devidamente preenchido e assinado (disponível na página eletrônica https://www.ufmg.br/prorh/publicacoes/, campo “CONCURSO PÚBLICO DOCENTE”, “ORIENTAÇÕES para Candidato” e na página eletrônica informada no Quadro 1);

b) Cópia da Carteira de Identidade ou de outra prova de ser brasileiro nato ou naturalizado e, no caso de estrangeiro, de documento de identificação;

c) Comprovação de quitação com o Serviço Militar, quando for o caso;

d) Certidão de Quitação Eleitoral, que pode ser obtida por meio do sítio eletrônico https://www.tse.jus.br/eleitor/certidoes/certidao-de-quitacao-eleitoral, dispensável no caso de candidatos estrangeiros;

e) Comprovante do pagamento da taxa de inscrição ou Formulário de Requerimento de Isenção do Pagamento de Taxa de Inscrição de Concursos Públicos (disponível na página eletrônica
https://www.ufmg.br/prorh/publicacoes/, campo “CONCURSO PÚBLICO DOCENTE”, “ORIENTAÇÕES para Candidato” e na página eletrônica informada no Quadro 1);

f) Curriculum vitae;

g) Documentos necessários para satisfazer os itens 6.11 e 11.6, alínea “e”, deste Edital, se for o caso.

6.7.1. No envio da inscrição o candidato deverá nomear a mensagem da seguinte forma: “Edital [número do edital] – [nome completo do candidato]”.

6.7.2. Caso não seja possível o envio dos arquivos em uma única mensagem eletrônica, é facultado o envio dos arquivos em mais de uma mensagem, devendo ser acrescido, ao título de cada mensagem, uma numeração correspondente à ordem de envio das mensagens.

6.8. Os originais, ou cópias autenticadas, dos documentos das alíneas ‘b’ e ‘g’ do item 6.7 devem ser apresentados na data da realização da primeira prova.

6.9. A pessoa travesti, transexual ou transgênera que desejar ser atendida ou atendido pelo NOME SOCIAL poderá solicitá-lo no ato da inscrição.

6.9.1. Não serão aceitas outras formas de solicitação de atendimento pelo nome social, tais como: via postal, telefone, fax ou correio eletrônico.

6.9.2. A UFMG reserva-se o direito de exigir, a qualquer tempo, documentos que atestem a condição que motiva a solicitação de atendimento declarado.

6.10. Os documentos comprobatórios do curriculum vitae, numerados e ordenados, preferencialmente, na mesma sequência apresentada no curriculum vitae, deverão ser enviados, no formato PDF, para o correio
eletrônico secgeralconcurso-des@eba.ufmg.br, em até dez dias após o término das inscrições.

6.10.1. Os documentos comprobatórios do curriculum vitae devem ser enviados em arquivos no formato PDF de até 20 (vinte) MB cada.

6.10.1.1 A caixa de correio eletrônico da UFMG tem capacidade limitada em 20 (vinte) MB por mensagem. Os envios que excederem a capacidade de 20 (vinte) MB não serão considerados e o candidato não fará jus à pontuação referente ao envio.

6.10.1.2 Caso não seja possível o envio dos arquivos em uma única mensagem eletrônica, é facultado o envio dos documentos comprobatórios do curriculum vitae em mais de uma mensagem, devendo ser acrescido, ao título de cada mensagem, uma numeração correspondente à ordem de envio das mensagens.

6.10.2. O recebimento dos documentos comprobatórios será confirmado por meio de mensagem eletrônica ao candidato, em até 1 (um) dia útil.

6.10.3. A UFMG reserva-se o direito de exigir, a qualquer tempo, a apresentação dos documentos originais ou cópias autenticadas dos documentos comprobatórios, pessoalmente ou por envio postal.

6.10.4. Os itens do currículo para os quais o candidato não apresentar documentação comprobatória correspondente ou cuja documentação não permita comprovar seu cumprimento não serão pontuados na Prova de Títulos.

6.10.4.1. Documentos rasurados, ilegíveis ou que apresentem erro material serão desconsiderados e o item correspondente não será pontuado na Prova de Títulos.

Documentos

EDITAL Nº 1632, DE 13 DE JULHO DE 2026 , publicado no Diário Oficial da União do dia 16 de julho de 2026, Seção 3, páginas 89 a 96

Termo de Requerimento de Inscrição Concurso Público para Cargo do Magistério Federal

Formulário de Solicitação de Isenção do pagamento de taxa de inscrição de Concursos Públicos – Cargo do Magistério Federal

Programa do Concurso


Resolução nº 13/2010, de 11 de Novembro de 2010

Resolução Complementar nº 02/2013, de 07 de Fevereiro de 2013

Decreto nº 9.739, de 28 de Março de 2019

Inscrições homologadas Edital 1632 – Desenho e Artes Visuais

Concurso Público para Professor Assistente Classe A nível 1 – Departamento de Desenho – Edital 1633 – Área de Conhecimento: Experimentação e Produção em Moda/Design de Moda: Criação e Pesquisa em Moda; História, Materiais e Processos de Fabricação; Design de Superfícies; Estamparia

Concurso Público para Professor Assistente Classe A nível 1 – Departamento de Desenho – Edital 1633 – Área de Conhecimento: Experimentação e Produção em Moda/Design de Moda: Criação e Pesquisa em Moda; História, Materiais e Processos de Fabricação; Design de Superfícies; Estamparia

ÁREA DE CONHECIMENTO: Experimentação e Produção em Moda/Design de Moda: Criação e Pesquisa em Moda; História, Materiais e Processos de Fabricação; Design de Superfícies; Estamparia

VAGA: 1 (uma)

CLASSE DE MAGISTÉRIO: Classe A com denominação de Professor Assistente A, nível 1

REGIME DE TRABALHO: 40 (quarenta) horas semanais, em tempo integral, com dedicação exclusiva

NÍVEL DE ESCOLARIDADE: Mestrado na área de Moda/Design de Moda, Design, Artes, Arquitetura, Comunicação, Humanidades ou áreas correlatas

PERFIL DO CANDIDATO: Professor(a) e pesquisador(a) atuante na área de Moda com experiência prática e conhecimento teórico em: (1) pesquisa,
criação, planejamento e projetos em Moda (coleção de moda e coleção de estampas); (2) história, materiais e processos de fabricação; (3) design de
superfície têxtil e estamparia

PROVAS: Fase 1: Prova Escrita com caráter eliminatório e Fase 2: Julgamento de Títulos e Prova Didática

EDITAL: EDITAL Nº 1633, DE 13 DE JULHO DE 2026, publicado no Diário Oficial da União do dia 16 de julho de 2026, Seção 3, páginas 96 a 103.

INSCRIÇÕES POR CORREIO ELETRÔNICO

PERÍODO DAS INSCRIÇÕES: De 17/07/2026 a 17/08/2026 – (30 dias)

HORÁRIO: 00h00 às 23hs59 (horário de Brasília)

EMAIL: secgeralconcurso-des@eba.ufmg.br

PRAZO PARA O INÍCIO DO CONCURSO: De 30 (trinta) a 90 (noventa) dias, contados a partir da data de encerramento das inscrições.

DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA:

6.7. O candidato deverá enviar, no ato da inscrição, os seguintes documentos em arquivos digitais individuais, no formato PDF, com o tamanho máximo de 2 (dois) MB cada um:

a) Termo de requerimento de inscrição devidamente preenchido e assinado (disponível na página eletrônica https://www.ufmg.br/prorh/publicacoes/, campo “CONCURSO PÚBLICO DOCENTE”, “ORIENTAÇÕES para Candidato” e na página eletrônica informada no Quadro 1);

b) Cópia da Carteira de Identidade ou de outra prova de ser brasileiro nato ou naturalizado e, no caso de estrangeiro, de documento de identificação;

c) Comprovação de quitação com o Serviço Militar, quando for o caso;

d) Certidão de Quitação Eleitoral, que pode ser obtida por meio do sítio eletrônico https://www.tse.jus.br/eleitor/certidoes/certidao-de-quitacao-eleitoral, dispensável no caso de candidatos estrangeiros;

e) Comprovante do pagamento da taxa de inscrição ou Formulário de Requerimento de Isenção do Pagamento de Taxa de Inscrição de Concursos Públicos (disponível na página eletrônica https://www.ufmg.br/prorh/publicacoes/, campo “CONCURSO PÚBLICO DOCENTE”, “ORIENTAÇÕES para Candidato” e na página eletrônica informada no Quadro 1);

f) Curriculum vitae;

g) Documentos necessários para satisfazer os itens 6.11 e 11.6, alínea “e”, deste Edital, se for o caso.

6.7.1. No envio da inscrição o candidato deverá nomear a mensagem da seguinte forma: “Edital [número do edital] – [nome completo do candidato]”.

6.7.2. Caso não seja possível o envio dos arquivos em uma única mensagem eletrônica, é facultado o envio dos arquivos em mais de uma mensagem, devendo ser acrescido, ao título de cada mensagem, uma numeração correspondente à ordem de envio das mensagens.

6.8. Os originais, ou cópias autenticadas, dos documentos das alíneas ‘b’ e ‘g’ do item 6.7 devem ser apresentados na data da realização da primeira prova.

6.9. A pessoa travesti, transexual ou transgênera que desejar ser atendida ou atendido pelo NOME SOCIAL poderá solicitá-lo no ato da inscrição.

6.9.1. Não serão aceitas outras formas de solicitação de atendimento pelo nome social, tais como: via postal, telefone, fax ou correio eletrônico.

6.9.2. A UFMG reserva-se o direito de exigir, a qualquer tempo, documentos que atestem a condição que motiva a solicitação de atendimento declarado.

6.10. Os documentos comprobatórios do curriculum vitae, numerados e ordenados, preferencialmente, na mesma sequência apresentada no curriculum vitae, deverão ser enviados, no formato PDF, para o correio eletrônico secgeralconcurso-des@eba.ufmg.br, em até vinte e quatro horas após a divulgação da lista de classificados na Prova Escrita.

O Porfólio deverá ser entregue junto com os documentos comprobatórios, pois faz parte do Quesito: PRODUÇÃO CIENTÍFICA, TÉCNICA, ARTÍSTICA E CULTURAL NA ÁREA da Tabela de Pontuação da Prova de Títulos.

6.10.1. Os documentos comprobatórios do curriculum vitae devem ser enviados em arquivos no formato PDF de até 20 (vinte) MB cada. 6.10.1.1 A caixa de correio eletrônico da UFMG tem capacidade limitada em 20 (vinte) MB por mensagem. Os envios que excederem a capacidade de 20 (vinte) MB não serão considerados e o candidato não fará jus à pontuação referente ao envio.

6.10.1.2 Caso não seja possível o envio dos arquivos em uma única mensagem eletrônica, é facultado o envio dos documentos comprobatórios do curriculum vitae em mais de uma mensagem, devendo ser acrescido, ao título de cada mensagem, uma numeração correspondente à ordem de
envio das mensagens

6.10.2. O recebimento dos documentos comprobatórios será confirmado por meio de mensagem eletrônica ao candidato, em até 1 (um) dia útil.

6.10.3. A UFMG reserva-se o direito de exigir, a qualquer tempo, a apresentação dos documentos originais ou cópias autenticadas dos documentos comprobatórios, pessoalmente ou por envio postal.

6.10.4. Os itens do currículo para os quais o candidato não apresentar documentação comprobatória correspondente ou cuja documentação não permita comprovar seu cumprimento não serão pontuados na Prova de Títulos.

6.10.4.1. Documentos rasurados, ilegíveis ou que apresentem erro material serão desconsiderados e o item correspondente não será pontuado na Prova de Títulos.


Documentos

EDITAL Nº 1633, DE 13 DE JULHO DE 2026 publicado no Diário Oficial da União do dia 16 de julho de 20264, Seção 3, páginas 96 a 103

Termo de Requerimento de Inscricao Concurso Público para Cargo do Magisterio Federal

Formulário de Solicitação de Isenção do pagamento de taxa de inscrição de Concursos Públicos – Cargo do Magistério Federal

Programa do Concurso

Resolução nº 13/2010, de 11 de Novembro de 2010

Resolução Complementar nº 02/2013, de 07 de Fevereiro de 2013

Decreto nº 9.739, de 28 de Março de 2019

Relação de Candidatos Inscritos

Inscrições homologadas

Portaria de Comissão Examinadora

Edital de Convocação