O Chefe do Órgão Acadêmico Responsável do Departamento de Artes Plásticas , Hugo Maria de Mendonça Houayek , faz saber que, no período de 11/02/2025 a 14/03/2025 , de 08:00:00 às 23:59:00 horas, o e-mail veronasegantini@gmail.com receberá as inscrições de candidatos para o exame de seleção do Programa para atuar nas disciplinas/atividades com carga horária de 20 horas semanais, das quais 8 horas deverão ser alocadas em estudos individuais e atividades de planejamento, realizados por meio de cronograma flexível.
Resultado do Edial PMG 02/2025 – Litografia
Seleção de bolsistas – Arquivo digital epistemologias comunitárias – Inscrições até 28 de fevereiro

O projeto de extensão Arquivo Digital Epistemologias Comunitárias, com registro 404460, coordenado pelos professores Janaina Barros Silva Viana (coordenação) e Wagner Leite Viana (co-coordenação) do Departamento de Artes Plásticas pela Escola de Belas Artes abre inscrição para (1) bolsista com valor de bolsa de R$ 700,00, financiada pela Pró-Reitoria de Extensão (Proex/Pbext). A candidatura dar-se-á para estudantes de graduação de qualquer curso da UFMG a partir do 5º período com conhecimento e experiência em edição de vídeo e atualização, expansão e divulgação de plataforma digital com disponibilidade de atuação no projeto durante o período de 20 horas semanais na Escola de Belas Artes. O período de vigência da bolsa será de março de 2025 a fevereiro de 2026. Previsão de início de atividades será no mês de março de 2025.
Exposição “Lavra Márcio Sampaio: do todo, uma parte”

A Exposição do multiartista e Professor Márcio Sampaio “Lavra Márcio Sampaio: do todo, uma parte”, está em cartaz no Centro Cultural Unimed BH-Minas, de 18 de dezembro de 2024 até o dia 9 de março de 2025.
Com curadoria de Marconi Drummond, a exposição celebra a extensa produção do poeta, artista visual e crítico de arte Márcio Sampaio, aos seus 83 anos de vida.
Local: Galeria do Centro Cultural Unimed-BH Minas Minas Tênis Clube, Rua da Bahia 2.244 Lourdes, Belo Horizonte, Minas Gerais.
Horário: Terça a Sábado, 10h às 20h; Domingos e Feriados 11h às 19h
Classificação 14 anos
Para agendar visitas mediadas, envie um e-mail informando: a data em que deseja realizar a visita, nº de alunos e faixa etária do grupo para: educativogaleria@minastc.com.br
Centro Cultural UFMG recebe mostra de formandos em Artes Visuais da Escola de Belas Artes da UFMG

Texto: Assessoria de Imprensa do Centro Cultural UFMG
O Centro Cultural UFMG convida para a abertura da exposição coletiva ‘Tudo que é rastro um dia foi desejo’, dos formandos em Artes Visuais da Escola de Belas Artes da UFMG, com curadoria do Projeto Piscinão. A mostra destaca os trabalhos desenvolvidos pelos alunos durante a trajetória do curso, apresentando uma ampla variedade de materiais e suportes, como pintura, desenho, escultura, gravura, cianotipia, instalação e fotoperformance, explorando os espaços e dimensões variadas de cada projeto. O evento acontece no dia 07 de fevereiro de 2025, sexta-feira, às 19 horas. As obras poderão ser vistas até 23 de março de 2025. A entrada é gratuita e tem classificação livre.
‘Tudo que é rastro um dia foi desejo’ reúne produções dos formandos Bárbara Ferreira, Carolina Sanz, Cássia Giovanna, Eduarda Pereira, Elena Ventura, Imoraes, Isabela Tunes, Ítalo Carajá, Malu Souza, Manu Mati, Marcella Marzano, Maria Luisa Almeida, Paula Costa, Rosana Oliveira, Victor Borém, YOR.
Tudo que é rastro um dia foi desejo – por Caio Marques
Todo desejo surge no campo do inconsciente e o tempo trata de concretizá-lo junto ao corpo. Percorrer esse desejo deixa rastro, um rastro que fica no espaço e no tempo, reflexo de atos corporais perceptíveis, tais como memórias, registros e experiências. São parte das características e, consequentemente, das poéticas que formaram estes artistas durante seu percurso no curso de Artes Visuais.
O olhar de Bárbara Ferreira contempla um encontro com o urbano, um recorte do cotidiano que muitas vezes passa despercebido na correria do dia a dia. Os detalhes de suas pinturas convidam o espectador a prestar atenção na arquitetura da cidade em um contexto solitário, fora do caos urbano. Também utilizando a estética urbana, a série de obras em grafite e estêncil de Yor retrata animais da fauna silvestre sobrevivendo em contraste nos espaços urbanos, de onde seu habitat fora removido.
O processo lúdico de Ítalo Carajá e Rosana Oliveira ativa as memórias da infância, a nostalgia de quem vê, por meio do uso de brinquedos comparando com a realidade que nos cerca. Marcella Marzano apresenta lugares que existem na realidade e, ao mesmo tempo, carregam características de um mundo onírico, compondo paisagens que transitam entre o tangível e o imaginário, refletidas em suas pinturas e cianotipias.
O corpo aparece pelo caminho figurativo e abstrato. Carolina Sanz retrata seu próprio corpo internamente, fazendo referência à decomposição e à repartição, dando visibilidade ao que está oculto. Manu Mati investiga o corpo figurativo, ampliando sua presença no espaço e revelando a identidade singular que ele carrega, desdobrando suas vivências e conflitos pessoais em um diálogo direto com as dinâmicas e pressões da sociedade contemporânea. Maria Luisa Almeida molda seu corpo com argila em uma fotoperformance, o qual se expande em uma série de lascas de argilas finas, frágeis e delicadas.
Eduarda Pereira retrata experiências de uma vida neurodivergente, utilizando pássaros esteticamente modificados para representá-la, retrata situações desconfortáveis com cores vibrantes que contrastam fortemente com um fundo preto, dando destaque para as cenas. As obras de Elena Ventura trazem elementos carregados pelo contraste criando uma composição orgânica de corpos, bichos, esqueletos e seres fantasmagóricos. Já Imoraes explora a edição da memória ao modificar retratos de sua família, mascarando seus rostos e criando novos personagens para estes registros.
Em suas gravuras, Cassia Giovanna questiona o patriarcado ao expor o corpo feminino não como indivíduo, mas em busca de um coletivo que resgata tradições, heranças e ancestralidades. Já Paula Costa mostra um corpo que pede liberdade, criticando como a sociedade regula e impõe julgamentos sobre os comportamentos íntimos e as escolhas pessoais das mulheres.
As instalações de Isabela Tunes criam e recriam composições ao explorarem o espaço em que são instaladas. São desenhos de texturas de troncos de árvores com uma montagem orgânica criando uma nova identidade a cada exposição. Malu Souza associa o corpo humano com o casulo. Utilizando fibras de bananeira ela cria uma urdidura em macramê, que produz tramas como os tecidos da pele, fazendo surgir, a cada ponto, um ser vivo. Já Victor Borém explora materiais como a cerâmica, a madeira, o algodão, o metal e as linhas, promovendo ligação entre eles. O metal encontra-se com a linha, e a madeira com o algodão, são materiais rígidos que esteticamente compõem com materiais orgânicos e maleáveis.
Em consequência deste rastro, o artista em formação, possui um olhar que captura e ressignifica o mundo, imprimindo sentido e desejo em suas obras. Essas características se revelam nas poéticas presentes na Exposição de Formandos da Escola de Belas Artes da UFMG (2024/2). Suas criações refletem tanto a realidade quanto os sonhos, transformando-se em experiências, onde pensamento e produção contribuem no rastro de um desejo.
Coordenação:
Projeto Piscinão: Orientadoras: Profª Brígida Campbell e Profª Rachel Cecília.
Monitores: Isabella Rosendo e Caio Marques.
Ficha Técnica:
Realização: Colegiado do curso de Artes Visuais.
Apoio: Centro Cultural UFMG.
Curadoria: Projeto Piscinão.
Texto Curatorial: Caio Marques
Exposição ‘Tudo que é rastro um dia foi desejo’
Formandos em Artes Visuais da Escola de Belas Artes da UFMG – 2024/2
Abertura: 07 de fevereiro de 2025 | às 19h
Visitação: até o dia 23/03/2025
Terças a sextas: 9h às 20h
Sábados, domingos e feriados: 9h às 17h
Salas Ana Horta e Celso Renato de Lima
Classificação indicativa: livre
Entrada gratuita
Peça de professor da EBA explora a complexa relação entre uma filha e sua mãe em estado vegetativo

Texto: Assessoria de Imprensa da UFMG
O professor Antonio Hildebrando, do Departamento de Artes Cênicas da UFMG, em colaboração com ex-alunos das graduações em Teatro e em Artes Visuais da Escola de Belas Artes da UFMG, apresenta o espetáculo Death Lay. Na vida tem jeito pra tudo. A montagem será exibida no Teatro Francisco Nunes (Parque Municipal – Av. Afonso Pena, 1321 – Belo Horizonte / MG), dentro da Campanha de Popularização do Teatro e da Dança de Belo Horizonte, de 31 de janeiro a 2 de fevereiro (sexta e sábado às 21h e domingo às 19h).
Death Lay explora a complexa relação entre duas mulheres, mãe e filha, em um cenário que mescla a busca por um “death lay” perfeito – um movimento avançado de pole dance -, e a presença ausente da mãe, que se encontra em estado vegetativo. A trama revela a luta da filha para se comunicar com a mãe através de sonhos e delírios, navegando entre a consciência e a inconsciência, realidade e ficção, vida e quase-morte.
“Tudo foi feito com muito cuidado. A questão é complexa e envolve pontos que a sociedade brasileira parece não querer discutir”, avalia Hildebrando. “A situação da Anna, ao querer abordar o Estado Vegetativo Permanente em um espetáculo solo, exige um confronto e compartilhamento de lembranças e dores profundas com a equipe e o público”.
A atriz Anna Campos utiliza um relato autobiográfico para refletir sobre o direito de viver e morrer com dignidade no Brasil. Sob a direção de Antonio Hildebrando, o espetáculo é fundamentado nos princípios do Teatro Documentário Autobiográfico, incorporando “documentos-memórias” como áudios, fotos, vídeos e objetos pessoais, além de recursos metateatrais que entrelaçam tempos e espaços.
Ficha técnica:
Concepção e atuação: Anna Campos
Dramaturgia e direção: Antonio Hildebrando
Assistência de direção: Isabela Arvelos
Confecção de boneca e figurinos: Eduardo Felix
Trilha sonora: Luís Rocha
Música: Isabela Arvelos e Tatá Santana
Desenho de luz: Enedson Gomes
Cenotécnica: Ivanil Fernandes
Preparação vocal: Isabela Arvelos
Vídeo-arte e designer gráfico: Fabiano Lana
Manipulação: Isabela Arvelos
Consultoria de manipulação: Liz Schrickte
Assessoria de imprensa: Rizoma Comunicação e Arte
Coordenação de produção: Enedson Gomes
Produção executiva: Enedson Gomes e Isabela Arvelos
Produção: OLÁ
Realização: Grupo Oriundo de Teatro
Death Lay. Na vida tem jeito pra tudo
Campanha de Popularização do Teatro e da Dança de Belo Horizonte
Data: 31 de janeiro a 2 de fevereiro (sexta e sábado às 21h e domingo às 19h).
Local: Teatro Francisco Nunes (Parque Municipal – Av. Afonso Pena, 1321 – Belo Horizonte / MG)
O ESPETÁCULO “O SOM DO MUNDO DESMORONANDO” CHEGA AOS PALCOS DA FUNARTE

O espetáculo O Som do Mundo Desmoronando, com dramaturgia coletiva, orientada e dirigida pelo Prof. Dr. Altemar Di Monteiro, é livremente inspirado nos escritos de Paul B. Preciado e Achille Mbembe, possui 23 atuantes em cena e propõe uma experiência sensorial intensa, onde corpos em movimento dialogam com o silêncio e um design sonoro envolvente. A proposta bilíngue transcende a acessibilidade, buscando acolher tanto corpos ouvintes quanto surdos, criando uma dramaturgia que se debruça sobre o ruir e o reconstruir, o ouvir e o não ouvir. A obra estreia nos palcos de Belo Horizonte, no Galpão 4 da Funarte MG, e ficará em cartaz de 5 a 8 de fevereiro (quarta a sábado), sempre às 20h30. Em diálogo com o conceito de disphoria, cunhado por Preciado, a peça explora a noção de inadequação para refletir sobre uma dimensão existencial que define nosso tempo e reafirmar que corpo e mundo nunca estiveram separados.
Sinopse:
Em um mundo em colapso, onde as certezas caem como monumentos antigos, “O Som do Mundo Desmoronando” descortina um tempo de transição. Livremente inspirada nos escritos de Paul B. Preciado e Achille Mbembe, a peça entrelaça narrativas de resistência com as marcas de uma destruição ecológica e humana que pulsa em nosso tempo. Nos escombros, histórias emergem: baratas, ativistas, cientistas e seres insólitos dançam, insurgem e fazem algo, enquanto o silêncio ecoa tão alto quanto o som. Mais que uma peça, este é um convite para escutar o inaudível, enxergar o invisível e, mesmo com asas quebradas, imaginar algum voo (im)possível.
Quanto maiores são as estátuas, mais generosos os escombros.
No palco, narrativas de resistência (e sua cooptação neoliberal) se entrelaçam com reflexões sobre a devastação ecológica e humana, compondo um mosaico de utopias e descrenças que ressoam no agora. A criação toma como inspiração o cortejo zapatista realizado nas ruas México em dezembro de 2012, explorando as perguntas que ele ecoa: o que é necessário desmoronar para que outro mundo possa emergir? A pergunta não é se as estátuas devem ou não cair. A questão é decidir o que fazer com os escombros.
A montagem conta com a parceria da BH Em Libras através de projeto de pesquisa em orientação com o Professor Altemar Di Monteiro. Nas ruínas de um tempo em transição, baratas, pássaros, ativistas, bombeiros, cientistas, fotógrafos, eletricistas, intérpretes, produtoras culturais, atores, atrizes e outros seres insólitos constroem territórios de insurgência e criação. Questionando o imaginário brutalista e inspirades na luta zapatista, “O Som do Mundo Desmoronando” é mais que um espetáculo: é um manifesto poético. Convoca o público a escutar o caos, perceber os escombros e imaginar novos voos. Entre o desmoronamento e a reconstrução, esta obra performativa é um convite para sonhar: mesmo com asas quebradas.
Segundo o professor Altemar Di Monteiro, diretor da primeira montagem no curso após sua recente chegada na Graduação em Teatro da UFMG, a peça possui uma importância singular ao reafirmar a relação intrínseca entre poética e pedagogia teatral. “O processo criativo dessa peça ofereceu ao elenco uma imersão em diversas camadas do fazer teatral: da criação de uma dramaturgia colaborativa ao aprofundamento no trabalho de ator e atriz, passando pela concepção de visualidades e, principalmente, pelos debates sobre teatro performativo e segurança cênica. Discutimos, além de teorias do processo criativo em teatro, normas técnicas dos equipamentos e a relação com a produção cultural de forma integrada”, destaca Di Monteiro. Para o professor, dramaturgo e encenador, “uma graduação em teatro forma, acima de tudo, trabalhadores da cultura. Estamos preparando pessoas que poderão decidir os rumos das artes e da cultura no país. Para isso, é indispensável um processo continuado que articule teoria e prática, permitindo uma formação sólida para futuros artistas e professores de teatro”.
SERVIÇO:
05 a 08 de fevereiro, 20h30.
Sessão extra no dia 08, às 16h (com debate após a cena)
Local: Funarte – Galpão 04 (Rua Januária, 68 – Centro | Belo Horizonte/MG)
Valor: R$ 10,00 / R$ 5,00 Ingressos : Sympla (https://www.sympla.com.br/evento/espetaculo-o-som-do-mundo-desmorona ndo/2804748) ou bilheteria da Funarte.
Duração: 100min
Classificação: 12 anos
Entrada Franca: Estudantes da Graduação em Teatro, Graduação em Dança, Teatro Universitário, Cicalt ou Cefart (limitado a 50 ingressos por sessão, até 40min antes do espetáculo).
FICHA TÉCNICA
Direção e Orientação de Dramaturgia: Altemar Di Monteiro | Assistência de Direção: Eliezer Sampaio Lili | Texto: Coletivo, livremente inspirado nos escritos de Paul B. Preciado e Achille Mbembe
Elenco: Ana Di Ângelo, Alexandre de Oliveira Santos, Cecília Saruê, Deávila Marques, Dinalva Andrade, Eliezer Sampaio Lili, Gabrielle Vasques, Kemills Dunda, Larissa Ferreira, Luan Castro, Luisa de Paula, Marcos Andrade, Maria Moreira, Marina Batista, Matyane Andrade, Paloma Mackeldy, Paulo Vitor Aguero, Sereia Dias, Sofia de Paula, Tatiane Evellyn, Tereza Castro, Victor Amaral e Wellyn
Direção Musical: Luisa de Paula |Preparação Vocal e Orientação Musical: Tatá Santana |Engenharia de Som: Ivo Ivo Ivo | Mixagem de Som: Wellyn | Trilha de Estúdio: Pauleiramad Home Studio e Wellyn | Operação de Som: Sereia Dias | Iluminação: Ismael Soares | Operação de Iluminação: Ismael Soares | Vídeos: Gabriel Guimarães e Guilherme Victor | Operação de vídeos: Tereza Castro | Orientação de Figurinos e Adereços: Sávio Rocha e Daniel Ducato | Preparação Corporal: Paloma Mackeldy, Maria Moreira e Eliezer Sampaio Lili | Orientação de Animação de Bonecos: Daniel Ducato | Fotografia: Kêmilly Soares, Gabriel Guimarães e Guilherme Victor | Apoio técnico: Ana Cristina Alcântara, Lucy Ribeiro e Ellen Caroline | Libras: Alexandre de Oliveira Santos, Marcos Andrade e Dinalva Andrade | Projeto Gráfico: Duda Carmona | Realização: Graduação em Teatro / Escola de Belas Artes / UFMG
Filme Terra de heróis, produzido pelo Campus Cultural UFMG, será exibido na 28ª Mostra de Cinema de Tiradentes

O filme Terra de heróis, do projeto Con(fiar), produzido pelo Campus Cultural UFMG em Tiradentes, foi selecionado para compor a Mostra Valores, que integra a programação da 28ª Mostra de Cinema de Tiradentes, um dos eventos mais importantes no cenário nacional. O curta-metragem será exibido na quinta-feira, 30 de janeiro, às 20h, no Cine-Praça, localizado no Largo das Forras. O filme é acessível em Língua Brasileira de Sinais (Libras) e classificação etária livre.
Com direção de Jardel Santos e Luísa Meinberg, Terra de heróis põe sobre imagens dos bairros falas de moradores que vivem em locais distantes do centro histórico, reunindo memórias e experiências muitas vezes indescritíveis em palavras. Revelando a profunda conexão e intimidade do tiradentino com sua terra e sua história, os depoimentos relatam as mudanças no espaço e foram coletados como parte do projeto Lugares imaginários de memória. “É uma oportunidade para os moradores da cidade celebrarem sua própria história, identidade e o papel fundamental que a cultura exerce na construção de um futuro mais inclusivo e plural”, informa o texto de divulgação.
Destaque ao cinema nacional
Ao longo de seus quase 30 anos de existência, a Mostra de Cinema de Tiradentes é reconhecida por sua relevância e pela capacidade de revelar novas vozes e talentos brasileiros. Anualmente, o evento reúne cineastas, críticos e profissionais da área, gerando visibilidade para produções independentes e inovadoras.
A mostra também tem se tornado espaço para obras que valorizam a riqueza da vida interiorana da região – as relações cotidianas, a beleza das paisagens e as manifestações culturais. Trata-se de uma oportunidade para os moradores de Tiradentes se conectarem à arte cinematográfica e dar visibilidade nacional à cultura local.
Terra de heróis na 28ª Mostra de Cinema de Tiradentes
Data: quinta, 30 de janeiro de 2025
Horário: 20h
Local: Cine-Praça, no Largo das Forras (Rua Silvio Vasconcelos, 86 – Tiradentes / MG)
Evento gratuito
Inscrições para bolsa de extensão no projeto Bordas da Imagem – EBA/UFMG


Texto: divulgação
O Bordas da Imagem é um projeto de extensão vinculado à Escola de Belas Artes da UFMG focado em processos criativos e autoria na fotografia. Atualmente promove um Grupo de Estudos com encontros online, além de Rodas de Diálogos com artistas convidados e o Poéticas do Bordas, consistindo em apresentações e conversas sobre as produções dos participantes do grupo.
As inscrições vão até 10 de fevereiro de 2025 e estão abertas a estudantes de graduação da UFMG.
Mais informações e inscrições no formulário: https://forms.gle/9DkwwTF3H4qmXssk9
Edital n.º 02/2025 – PMG/APL

O(A) Chefe do Órgão Acadêmico Responsável do(a) Departamento de Artes Plasticas , Hugo
Maria de Mendonça Houayek , faz saber que, no período de 23/01/2025 a 04/02/2025 , de 14:00:00
às 23:59:00 horas, o(a) e-mail marinarb@eba.ufmg.br receberá as inscrições de candidatos para
o exame de seleção do Programa para atuar nas disciplinas/atividades com carga horária de 20
horas semanais, das quais 8 horas deverão ser alocadas em estudos individuais e atividades de
planejamento, realizados por meio de cronograma flexível.
Para mais informações consulte o edital completo abaixo.

