Edital PMG 007/2025 – Fotografia

Edital PMG 007/2025 – Fotografia

O Chefe do Órgão Acadêmico Responsável do Departamento de Fotografia e Cinema, Jalver Machado Bethônico , faz saber que, no período de 12/08/2025 a 20/08/2025 , de 23:59:00 às 23:59:00 horas, a Secretaria do FTC no email dftc@eba.ufmg.br receberá as inscrições de candidatos para o exame de seleção do Programa para atuar nas disciplinas/atividades com carga horária de 20 horas semanais, das quais 8 horas deverão ser alocadas em estudos individuais e atividades de planejamento, realizados por meio de cronograma flexível.

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Errata – muda a modalidade de concorrência de “Ações afirmativas” para “Ampla concorrência” no Edital 007/2025

Edital PMG 19/2025 – Desenho Técnico I e II

Edital PMG 19/2025 – Desenho Técnico I e II

A Chefe do Órgão Acadêmico Responsável do Departamento de Desenho, Angélica Beatriz Castro Guimarães , faz saber que, no período de 14/08/2025 a 21/08/2025 , de 10:00:00 às 10:00:00 horas, nos email ddes@eba.ufmg.br e adverse.angelica@eba.ufmg.br, receberá as inscrições de candidatos para o exame de seleção do Programa para atuar nas disciplinas/atividades com carga horária de 20 horas semanais, das quais 8 horas deverão ser alocadas em estudos individuais e atividades de planejamento, realizados por meio de cronograma flexível.

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Edital PMG 008/2025 – Stop Motion e Animação Experimental

Edital PMG 008/2025 – Stop Motion e Animação Experimental

O Chefe do Órgão Acadêmico Responsável do Departamento de Fotografia e Cinema, Prof. Antônio César Fialho de Sousa , faz saber que, no período de 14/08/2025 a 22/08/2025 , de 23:59:00 às 23:59:00 horas, a Secretaria do FTC no email dftc@eba.ufmg.br receberá as inscrições de candidatos para o exame de seleção do Programa para atuar na disciplinas/atividades com carga horária de 20 horas semanais, das quais 8 horas deverão ser alocadas em estudos individuais e atividades de planejamento, realizados por meio de cronograma flexível.

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Restaurado pelo Cecor UFMG, painel cerâmico de Mário Silésio volta a ser exposto no Centro de BH

Restaurado pelo Cecor UFMG, painel cerâmico de Mário Silésio volta a ser exposto no Centro de BH

Nos últimos dois anos, uma equipe multidisciplinar do Centro de Conservação e Restauração (Cecor) da Escola de Belas Artes (EBA) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) atuou na restauração do painel cerâmico Abstrato, do artista mineiro Mário Silésio (1913-1990), que adorna a fachada do prédio da Corregedoria-Geral da Polícia Civil de Minas Gerais (antigo Detran), no número 417 da avenida João Pinheiro, no Centro da capital mineira. Na semana passada, em uma cerimônia realizada no auditório do órgão, a restauração foi dada por concluída, e o painel, reaberto aos olhares da cidade.

Considerado um tesouro modernista do patrimônio artístico-arquitetônico mineiro, o painel de treze metros de largura por dois de altura passou mais de dez anos coberto por tapumes, devido ao desprendimento de algumas peças de cerâmica e outros danos gerados pela ação do tempo e do homem. Cada uma das mais de 600 peças de cerâmica do painel foi cuidadosamente documentada, analisada, estudada e restaurada pelos profissionais da UFMG, graças a uma parceria formada entre várias entidades, entre as quais, a Fundação de Apoio da UFMG (Fundep).

A meta foi recuperar os detalhes intrincados e as cores vibrantes da obra original, que foi produzida em 1959. O trabalho começou em janeiro de 2024, com a remoção mecânica do antigo faceamento da obra e a análise de peça por peça do painel. A restauração foi viabilizada por um programa do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG). 

O artista
Mário Silésio de Araújo Milton nasceu em 13 de maio de 1913 em Pará de Minas, Minas Gerais, e faleceu em 1990, em Belo Horizonte. Pintor, desenhista, muralista e vitralista, realizou seus estudos de Direito na então Universidade de Minas Gerais (UMG), futura UFMG, de 1930 a 1935.

De 1943 a 1949, Mário estudou desenho e pintura na Escola Guignard, onde foi aluno, entre outros, de Alberto da Veiga Guignard (1896-1962) e de Franz Weissmann (1911-2005). Em 1953, recebeu uma bolsa do governo francês e viajou para Paris, onde ingressou no curso do escultor e pintor francês André Lhote (1885-1962).

De volta ao Brasil, Mário Silésio executou diversos painéis em edifícios públicos e privados de Belo Horizonte, de 1957 e 1960, incluindo o famoso painel no prédio da Polícia Civil. Outras obras suas foram instaladas no Teatro Marília, no Santa Efigênia, no edifício do antigo Banco Mineiro da Produção, na Praça Sete de Setembro, e na Faculdade de Direito da UFMG.

O Acervo Artístico UFMG conta hoje com uma obra do autor em sua guarda. Trata-se de uma pintura a óleo de cerca de 60 por 80 centímetros, de título desconhecido, guardada no âmbito da coleção Amigas da Cultura.

Professor da EBA apresenta produção panorâmica de 20 anos de carreira no Museu Mineiro

Professor da EBA apresenta produção panorâmica de 20 anos de carreira no Museu Mineiro

No próximo dia 31 de julho, às 19h, o Museu Mineiro inaugura a exposição “O Estado das Coisas”, de Sandro Ka, artista visual e professor da Escola de Belas Artes da UFMG. Com curadoria de Janaina Melo e assistência curatorial de Thalita Amorim, a mostra reúne lambes, fotografias, objetos e instalações produzidas em diferentes momentos da pesquisa do artista e estabelece um vibrante diálogo com a exposição de longa duração do Museu Mineiro.

Esta é a primeira exposição individual de Sandro Ka em Belo Horizonte. O artista apresenta um panorama de sua produção iniciada nos anos 2000, em Porto Alegre, em conjunto com trabalhos inéditos produzidos em diálogo com o acervo do Museu Mineiro e com diferentes locais da cidade, em especial, o Mercado Central. A exposição é, portanto, não só um convite para conhecer suas pesquisas, mas também para perceber como o artista olha para a produção cultural da cidade. “Sandro Ka, nesta exposição, demonstra seu envolvimento direto com este território-lugar”, aponta a curadoria.  

Artista percorre o universo do lúdico com brinquedos, bibelôs e artigos populares, ao mesmo tempo em que dialoga com ícones da arte ocidental, como David, de Michelangelo. 

Para as curadoras, a obra de Sandro não para nos gestos de apropriação, como pontuam no texto de apresentação da exposição: “os objetos selecionados adquirem novas camadas de sentido, quando justapostos em composições que suscitam impasses, tensões e ruídos. Seja pela materialidade ou pelo uso ordinário, o artista se apropria dos objetos para promover deslocamentos que parecem borrar os limites e produzir outros significados. Aciona, portanto, o território do interdito, isto é, aquele que vai do lúdico ao erotismo, do movimento aparentemente dócil a uma crítica aguçada. Assim, o que antes era reconhecível se torna ambíguo e desconcertante, abrindo espaço para experiências estéticas que operam entre o estranhamento e a familiaridade.”

Interações com o acervo: o museu como campo de criação

Para a exposição, Sandro Ka também fez um mergulho na reserva técnica do Museu Mineiro. Entre as propostas, além de observações junto à coleção de arte sacra, o artista propõe uma discussão sobre o acervo de pinturas de paisagem, esse estilo tão marcante e canônico nas artes visuais, sob novas estratégias de montagem. Vale a pena acessar a exposição de longa duração e ver como o artista opera diálogos e relações que revisitam e aguçam o nosso olhar sobre as coleções. 

A mostra pode ser visitada até 14 de setembro na Sala de Exposições Temporárias do museu e nas salas de exposição de longa duração. Durante o período expositivo, serão realizadas atividades de ativação, como visitas mediadas e bate-papo com artista e curadoria. A entrada é gratuita.

SANDRO KA (Porto Alegre/RS, 1981)

Artista visual e pesquisador, professor de Artes Visuais (EBA/UFMG). Doutor e mestre em Artes Visuais (PPGAV/UFRGS). Desde 2003, realiza exposições individuais e participa de mostras coletivas no Brasil e no exterior, desenvolvendo produções nos campos da escultura, desenho, instalação e intervenção urbana, entre as quais destacam-se o projeto de intervenção urbana Piscina (Praça da Alfândega, Poa, 2015), as exposições individuais Antes que a Noite Acabe (Casa de Cultura Mario Quintana, Poa, 2022), Paisaje Común (EAC, Montevideu, 2018), Paisagem Comum (Museu do Trabalho,  Poa, 2018), Tanto Barulho por Nada (MARGS,  Poa, 2017) e Deixa Estar (MACRS,  Poa, 2013); e as coletivas A Coisa dRag (Belo Horizonte, 2025), Eloquência e Eficácia (Fundação Vera Chaves Barcellos, Viamão, 2023), Salão Nacional de Arte Contemporânea de Goiás (MAC-GO, Goiânia, 2022), Arte Contemporânea.RS (MACRS, Poa, 2021), Queermuseu: Cartografias da Diferença na Arte Brasileira (Santander Cultural,  Poa, 2017 e Parque Lage, Rio de Janeiro, 2018), Mostra SESC Cariri de Culturas (Juazeiro do Norte, 2014, 2015 e 2017), O Triunfo do Contemporâneo (Santander Cultural, Poa, RS, 2012) e VIII Bienal do Recôncavo Baiano (Centro Cultural Dannemann, São Félix, BA, 2006), entre outras. Vencedor do Prêmio Aliança Francesa de Arte Contemporânea (2017) e do Prêmio Açorianos de Artes Plásticas (2009). Possui obras em coleções particulares e públicas, como MARGS (POA/RS), MACRS (POA/RS), Pinacoteca Aldo Locatelli (POA/RS), UFCSPA (POA/RS), AMARP (Caxias do Sul), MAVRS (Passo Fundo/RS), FVCB (Viamão/RS) e Sesc Juazeiro (Juazeiro do Norte/CE). Atua em Belo Horizonte/MG.

JANAINA MELO | CURADORA

Mestre e doutoranda em museologia pelo PPG-PMUS UNIRIO / MAST. Com mais de 20 anos de experiência na implantação de programas públicos e de educação em instituições culturais brasileiras, foi Diretora de Museus da Fundação Municipal de Cultura da Prefeitura de Belo Horizonte e Gerente de Educação responsável pela implantação e condução de programas educativos do Inhotim (2008-2012) e da Escola do Olhar do Museu de Arte do Rio – MAR (2012-2018). Foi coordenadora de artes visuais no Museu de Arte da Pampulha (BH), diretora do Museu do Ingá (Niterói) e coordenadora pedagógica na EAV Parque Lage. Atualmente é consultora pedagógica e de museologia na restauração e reestruturação do Museu da Fortaleza de São José do Macapá (AP). Dentre as exposições que fez curadoria destacam-se: Clara Nunes eu sou a tal mineira (atualmente em exibição no Museu da Moda, BH), Múltiplos olhares – mulheres artistas na coleção Funarj, Museu do Ingá (2021), Faca Cega – Paulo Nazareth (Museu de Arte da Pampulha, BH, 2018-19) e Meu Mundo Teu – mostra individual de Alexandre Serqueira, em co-curadoria com Clarissa Diniz (Museu de Arte do Rio – MAR, RJ, 2016).

MUSEU MINEIRO 

Inaugurado em 1982, o Museu Mineiro reúne em seu acervo um conjunto bastante diversificado de objetos referentes à história e à produção cultural e artística mineiras. Nas salas de exposição são exibidas obras de artistas consagrados, tais como: Manoel da Costa Ataíde, Yara Tupynambá, Amílcar de Castro, Jeanne Milde, Inimá de Paula, Lótus Lobo, Celso Renato, Sara Ávila, Guignard, Maria Helena Andrés, Di Cavalcanti etc.

Atualmente, o Museu exibe a exposição de longa duração “Minas das Artes, Histórias Gerais”, onde o visitante tem a oportunidade de conhecer uma vasta coleção de arte sacra, datada dos séculos XVIII e XIX, além de preciosidades do acervo, como a bandeira da Inconfidência Mineira, os manuscritos originais da obra “Tutaméia” de Guimarães Rosa, o retrato de Aleijadinho e a coleção de santos de devoção popular.



EXPOSIÇÃO “O ESTADO DAS COISAS – SANDRO KA”
Curadoria: Janaina Melo
Abertura: 31 de julho de 2025
Horário: 19h
Período de visitação: 31 de julho a 14 de setembro de 2025
Horário de visitação:
Terça a Sexta: das 12h às 19h
Sábados, domingos e feriados: das 11h às 17h
Local: Museu Mineiro
Endereço: Av. João Pinheiro, 342, Funcionários – Belo Horizonte/MG
Entrada: Gratuita