Artes Gráficas A, B, C, Introdução às Artes Gráficas e Artes Gráficas Projeto
Edital para Seleção de Estudantes – PMG – Departamento de Desenho



A Diretora da Escola de Belas Artes da UFMG, no uso de suas atribuições estatutárias e regimentais, torna público para conhecimento dos Colegiados dos Cursos de Graduação da EBA, dos estudantes regularmente matriculados na EBA e da comunidade da Escola de Belas Artes, as condições para a concessão de Auxílio Financeiro a o Estudante para apoio à realização de projetos acadêmicos, no 1º e 2° semestre letivo de 2026.

O(A) Chefe do Órgão Acadêmico Responsável Departamento de Fotografia e Cinema, Prof. Antônio César Fialho de Sousa, no uso de suas atribuições, torna público o presente Edital para seleção de estudantes de graduação da UFMG para atuação no Programa , na modalidade bolsista e/ou voluntário(a), conforme normas institucionais e orientações do Sistema de Fomento/PROGRAD, incluindo o gerenciamento de vagas por Ampla Concorrência (AC) e Ações Afirmativas (AA).

Texto: Assessoria do Centro Cultural UFMG
O Centro Cultural UFMG convida para a abertura da exposição individual Cartografia do Acaso, do artista e pesquisador Gui Orzil. A mostra reúne trabalhos fotográficos desenvolvidos a partir de derivas pela cidade de Santa Luzia (MG). A série investiga a fotografia como construção narrativa atravessada pelo acaso, pelo deslocamento e pelo tempo. A abertura será realizada no dia 6 de março, sexta-feira, às 19h. As obras poderão ser visitadas até 12 de abril. A entrada é gratuita e a classificação é livre.
A exposição reúne um conjunto de trabalhos fotográficos desenvolvidos a partir de derivas pela cidade de Santa Luzia (MG), investigando a fotografia como construção narrativa simultânea, atravessada pelo acaso, pelo deslocamento e pela experiência do tempo. As imagens emergem do acúmulo de registros de lugares de afeto e de memória histórica do artista. Por meio da fotomontagem digital, baseada na sobreposição de camadas, essas paisagens são reelaboradas e apresentadas em tonalidade sépia, evocando um percurso urbano marcado pela nostalgia.
Sobre o artista
Gui Orzil é artista e pesquisador, graduado em Artes Visuais pela UFMG, com habilitação em Escultura. Em 2020 aprofundou seu interesse pela fotografia, linguagem que passou a ocupar o centro de sua pesquisa e produção artística. A partir do domínio técnico da câmera e de experiências prévias com manipulação digital — utilizando Photoshop e outros softwares — desenvolveu, durante a pandemia, uma técnica própria de sobreposição de imagens. Essa investigação tornou-se o eixo conceitual e prático de seu Trabalho de Conclusão de Curso. Sua pesquisa articula fotografia, sobreposição de imagens e deslocamentos geográficos como dispositivos de construção poética, investigando memória, território e imaginação como camadas visuais e simbólicas.
Entre 2022 e 2023, atuou como fotógrafo em um navio de cruzeiro, experiência que ampliou seu repertório visual ao percorrer diferentes continentes, países e culturas, registrando e comercializando imagens a bordo. Em 2024 realizou a exposição individual Por Una Cabeza e participou da coletiva Desenvolvimento 2024, ambas no Centro Cultural UFMG. Em 2025 apresentou De um chão se imagina no Centro Cultural UFMG, Trabalho de Conclusão de Curso e De Minas para o Mundo: Olhares Sobre o Patrimônio Cultural e Natural’ na Escola de Belas Artes da UFMG (esta premiada e incorporada ao acervo institucional da universidade), além da mostra Um Olhar Que Educa, na Escola Estadual Professor Domingos Ornelas, em Santa Luzia/MG.
Exposição Cartografia do Acaso – Gui Orzil
Abertura: 6 de março de 2026 | às 19h
Visitação: até o dia 12 de abril de 2026 | Terças a sextas: 9h às 20h | Sábados, domingos e feriados: 9h às 17h
Local: Espaço Experimentação da Imagem do Centro Cultural UFMG (Av. Santos Dumont, 174 – Centro, Belo Horizonte / MG)
Classificação indicativa: livre
Entrada gratuita

O(A) Chefe do Órgão Acadêmico Responsável Departamento de Fotografia e Cinema, Prof. Antônio César Fialho de Sousa, no uso de suas atribuições, torna público o presente Edital para seleção de estudantes de graduação da UFMG para atuação no Programa , na modalidade bolsista e/ou voluntário(a), conforme normas institucionais e orientações do Sistema de Fomento/PROGRAD, incluindo o gerenciamento de vagas por Ampla Concorrência (AC) e Ações Afirmativas (AA).

O(A) Chefe do Órgão Acadêmico Responsável Departamento de Fotografia e Cinema, Prof. Antônio César Fialho de Sousa, no uso de suas atribuições, torna público o presente Edital para seleção de estudantes de graduação da UFMG para atuação no Programa , na modalidade bolsista e/ou voluntário(a), conforme normas institucionais e orientações do Sistema de Fomento/PROGRAD, incluindo o gerenciamento de vagas por Ampla Concorrência (AC) e Ações Afirmativas (AA).

O(A) Chefe do Órgão Acadêmico Responsável Departamento de Fotografia e Cinema, Prof. Antônio César Fialho de Sousa, no uso de suas atribuições, torna público o presente Edital para seleção de estudantes de graduação da UFMG para atuação no Programa , na modalidade bolsista e/ou voluntário(a), conforme normas institucionais e orientações do Sistema de Fomento/PROGRAD, incluindo o gerenciamento de vagas por Ampla Concorrência (AC) e Ações Afirmativas (AA).


Texto: Assessoria de Imprensa – Mari Dantas
O Ministério da Cultura, a Prefeitura de Niterói, a Secretaria Municipal das Culturas de Niterói e o Itaú Unibanco apresentam a exposição a Coisa dRag, no Museu de Arte Contemporânea – MAC Niterói. Com abertura para o público no dia 7 de março, sábado, às 10h, a mostra coletiva reúne produções de 35 artistas brasileiros, sob curadoria de Sandro Ka.
O conjunto de obras apresenta um recorte da produção de artistas atuantes em diversas partes do país e em múltiplas linguagens, que tomam o universo drag como referência ou ponto de partida para suas criações, como Amorim, Carambola, Cassandra Calabouço, Efe Godoy, Sarita Themônia, Karine Mageste, Lia Menna Barreto, Rafa Bqueer, Renato Morcatti, Tatiana Blass e Thix, entre outres. Tratam-se de propostas que assumem formas performativas, discursivas e visuais, de tensionamento e provocação. A exposição é resultado de um mapeamento de artistas e obras realizado desde 2024, por meio de uma pesquisa desenvolvida na Escola de Belas Artes da UFMG.
Como mote curatorial, a “dragficação” é entendida como uma lente para a compreensão da arte contemporânea, presente em temáticas, práticas e elementos imagéticos e discursivos em obras e poéticas artísticas que tomam o fenômeno drag como zona de criação ou que, a esse universo estético, se associam ou são livremente associados. As obras apresentadas reforçam zonas de tensão, seja em seus discursos ou na visualidade que evidenciam. Elas refletem críticas a padrões, valores e convenções sociais relacionadas ao corpo, ao gênero, ao território e à cultura. Como visualidade e conceito, as obras elaboram-se a partir da mistura/montagem de elementos dos mais variados contextos e significados, produtores de estranhamentos, contradições e rupturas de limites e padrões estabelecidos tanto na sociedade, quanto na arte.
Participam da exposição: Adriano Basilio, Amorim, André Venzon, Augusto Fonseca, Avilmar Maia, Caio Mateus, Camila Moreira, Carambola, Carolina Sanz, Cassandra Calabouço, Cavi Brandão, Cynthia Loeb, Dods Martinelli, Efe Godoy, Elis Rockenbach, Sarita Themônia, Glau Glau, Hugo Houayek, Ítalo Carajá, Karine Mageste, Lai Borges, Lia Menna Barreto, Lorenzo Muratorio, Marcelo Batista, Maria Carolina, Rafa Bqueer, Renato Morcatti, Rodrigo Mogiz, Sandro Ka, Tatiana Blass, Téti Waldraff, Thix, Tolentino Ferraz e Victor Borém.
A mostra fica em cartaz até 7 de junho, de terça a domingo, das 10h às 18h (entrada até 17h30). Ao longo do período expositivo, serão realizadas atividades de ativação, como visitas mediadas e bate-papo com artistas. A entrada é franca.
CURADORIA
SANDRO KA é artista visual, professor e pesquisador (EBA/UFMG). Doutor e mestre em Artes Visuais (PPGAV/UFRGS). Desde 2003, realiza exposições no Brasil e no exterior. Entre seus trabalhos em curadoria destacam-se as exposições coletivas A Coisa dRag (Centro Cultural UFMG, Belo Horizonte/MG, 2025) e Fora da Margem: Panorama Visual das Subjetividades Queer (Galeria do DMAE, Porto Alegre/RS, 2022); e as individuaisNada em Mim é Superfície, de Lorena Bruno (Museu Fama, Itu/SP, 2025), aquilo que não cabe, transborda, de Renato Morcatti (CasaCor Minas, Belo Horizonte/MG, 2025) e enquanto espero a primavera, de Camila Moreira (Centro Cultural UFMG, Belo Horizonte/MG, 2023). Escreveu os textos de apresentação das exposições máquina/sonho/água, de Cavi Brandão e Iago Marques (Mama Cadela, Belo Horizonte/MG, 2025), Metamorfoses Tecidas: Conexões entre matérias e memórias, de Malu Souza (Minas Clube, Belo Horizonte/MG, 2025) e Fábrica, de Lia Menna Barreto (Galeria Ocre, Porto Alegre/RS, 2024). Atua em Belo Horizonte/MG.
O Museu de Arte Contemporânea – MAC Niterói celebra seu trigésimo aniversário e pela primeira vez conta com apoio da Lei Federal e Incentivo à Cultura (Lei Rouanet). Em março, a abertura do ano contará com quatro movimentos: duas exposições com estreia em 7 de março – A coisa dRag e Individual de Ian Cheibub, uma exposição com início no dia 28 de março – Um Teto, de Luiza Testa e uma exposição que está em cartaz, ELAS, que permanece até 22 de março.
O mês marca a apresentação do museu pelo Ministério da Cultura e pela Prefeitura de Niterói (Secretaria Municipal das Culturas) com patrocínio do Itaú Unibanco através da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet).
Obra de Oscar Niemeyer, o Museu de Arte Contemporânea de Niterói – espaço administrado pela Prefeitura de Niterói, por meio da Secretaria Municipal das Culturas e Fundação de Arte de Niterói – foi construído no dia 2 de setembro de 1996, para abrigar as obras da importante coleção de João Sattamini. O Museu, que em 2016 passou por uma reforma inédita de modernização, completa 30 anos no dia 2 de setembro deste ano e pela primeira vez conta com apoio da Lei Federal e Incentivo à Cultura (Lei Rouanet).
Belo e absolutamente surpreendente, se abrindo como uma flor, o museu conta também com a Coleção MAC Niterói, com obras de arte incorporadas ao acervo por meio de doações de artistas que ali fizeram exposições. Na primeira entrada, fica o pavimento de recepção e administração. Logo acima, o segundo pavimento abriga o salão central de exposições envolto por uma varanda circular envidraçada, destinada também a mostras, e, acima, o mezanino, totalizando uma área de mil metros quadrados, de onde se pode admirar a paisagem panorâmica da Baía de Guanabara. No subsolo, o visitante encontra um auditório para 60 espectadores.
Nesses 30 anos, foram recebidas mais de 2.800.000 pessoas no museu, nomes como David Bowie, Juliette Binoche, o ex-presidente de Cuba, Fidel Castro, entre outros, estiveram no equipamento e deixaram seu relato no livro de ouro. Foram realizadas mais de 185 exposições ao longo desses anos.
Museu de Arte Contemporânea – MAC Niterói
A coisa dRag – 7 de março a 7 de junho
Classificação indicativa: 12 anos
Valor de ingresso: R$20 reais inteira / R$10 reais meia-entrada (nas quartas-feiras a entrada é franca).
Local da venda de ingresso: bilheteria do MAC Niterói, mediante pagamento em dinheiro
Assessoria de Imprensa: Mari Dantas – 21 991047446 – comunicacaomacniteroi@gmail.com

A UNIDADE/ÓRGÃO Escola de Belas Artes torna público este Edital de Seleção de discentes de graduação da UFMG para atuarem na qualidade de ESTAGIÁRIOS(AS), nos termos do disposto na Lei Nº 11.788/2008 de 25 de setembro de 2008 e na Instrução Normativa Nº 213 de 17 de dezembro de 2019, via contratação pelo Sistema de Gestão de Pessoas do Governo Federal – SIGEPE.

Texto: Assessoria do Centro Cultural UFMG
O Centro Cultural UFMG convida para a abertura da exposição individual ‘Monturo e outros tantos’, do artista visual Gustavo Torrezan, com curadoria de Ana Paula Lopes. A mostra apresenta trabalhos que investigam as relações sociais na contemporaneidade, com ênfase nos processos de acúmulos – de poder, de dinheiro, de saber, de força, de produtividade, de livro, entre outros – e como estes acabam por incentivar uma mudança na compreensão e na relação que temos entre os campos da cultura e da natureza. A abertura será realizada no dia 6 de março de 2026, sexta-feira, às 19 horas. As obras poderão ser visitadas até 12 de abril de 2026. A entrada é gratuita e a classificação é livre.
‘Monturo e outros tantos’ é uma exposição que busca discutir sobre o acúmulo e relações sociais no mundo contemporâneo
A exposição ‘Monturo e outros tantos’ propõe uma reflexão contundente sobre os modos de produção, acúmulo e exploração da natureza que caracterizam a sociedade contemporânea. O termo que dá nome à mostra refere-se a um amontoado de coisas — plantas, animais, máquinas, ferramentas e engrenagens — associadas à produção agrícola industrial e à lógica das commodities.
A partir desse conceito, a exposição questiona: por que e para que acumulamos tanto? Em vez de solucionar problemas, esse processo tem gerado crises globais como mudanças climáticas, pandemias e desigualdades extremas. Vivemos um paradoxo: nunca tivemos tecnologias tão avançadas e, ao mesmo tempo, nunca estivemos tão próximos de um total colapso ambiental e social.
Reunindo pinturas, desenhos, gravuras, objetos e instalações, as obras dialogam com o conceito de Antropoceno, termo usado para definir a era em que a ação humana se tornou uma força capaz de alterar profundamente o planeta. A exposição evidencia como o desequilíbrio entre a vida humana e os demais sistemas naturais está diretamente ligado à lógica do acúmulo e da exploração.
Entre os destaques está a série ‘Modernização conservadora’ (2023–2025), na qual paisagens aparentemente preservadas recebem gravações a laser que revelam monoculturas, gado e maquinário agrícola, apontando para as transformações violentas promovidas pela agroindústria. Já na série ‘Quando a natureza passa a ser cultura’ (2024), a sobreposição de imagens de plantas e marcas de agrotóxicos cria um embate visual entre diferentes políticas de vida e morte.
A mostra também apresenta a escultura ‘Antropoceno (BBBP)’ (2025), feita com materiais como papel de Bíblia, bosta de boi, chumbo e petróleo, além de obras como ‘Futuro’ (2024), uma gravura criada a partir da escrita invertida e espelhada da palavra ‘futuro’ por crianças não alfabetizadas, e a instalação ‘Mesh (superfície e imagem)’ (2025), que explora a relação entre o real e o virtual por meio de reflexos e luz, em alusão às dinâmicas de acumulação, exploração e expropriação realizadas na internet.
Por fim, a obra ‘Monturo’, uma instalação que convida o público a refletir sobre as relações de poder, tecnologia e natureza, propondo um olhar crítico sobre os caminhos que estamos construindo enquanto sociedade.
Sobre o artista
Gustavo Torrezan (1984, Piracicaba-SP) é artista, pesquisador e educador que vive e trabalha entre Belo Horizonte (MG) e Piracicaba (SP). É professor do curso de Artes Visuais da UFMG. Seus trabalhos integram importantes coleções públicas e museus brasileiros, como o MASP, MAM-SP, MAR-RJ, MAB-DF, Pinacoteca do Amazonas e de São Paulo, entre outros, além de acervos universitários como UNB, UERJ e UFPA. Participou de diversas exposições coletivas recentes, entre elas: ‘Histórias das Ecologias’ (MASP, 2025); ‘As Vidas da Natureza Morta’ (Museu Afro Brasil, 2024); ‘Refundação’ (Museu da Inconfidência, 2024); ‘Escola de Quilombismo’ (HKW Berlim, 2023); ‘Histórias Brasileiras’ (MASP, 2022); 34º Panorama da Arte Brasileira – ‘Sob as cinzas, brasa’ (MAM-SP, 2022); e a 13ª Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo (Centro Cultural São Paulo, 2022). Realizou as exposições individuais recentes ‘As coisas que não estão escritas também movem o mundo’ (Casa do Olhar Luiz Sacilotto, Santo André, SP, 2024); ‘Incendiar a plantação, fertilizar imaginários’ (Museu de Arte de Ribeirão Preto, SP, 2023); ‘Exercícios cosmopolíticos’ (Paço das Artes, SP, 2023).
Sobre a curadora
Ana Paula Lopes (1983, São Caetano do Sul-SP) é curadora, pesquisadora e educadora, atuando entre São Caetano do Sul e São Paulo. Mestre em História da Arte pela Unifesp (2022) e graduada em Arte: História, Crítica e Curadoria pela PUC-SP (2014), é curadora na Pinacoteca do Estado de São Paulo e docente no curso de Artes Visuais da Faculdade Santa Marcelina. Sua pesquisa investiga a dimensão geopolítica na construção da curadoria, com base no pensamento de Milton Santos e na história das exposições na América Latina nas décadas de 1970 e 1980. Trabalhou nas galerias White Cube, Mendes Wood DM e Jaqueline Martins, publicou textos na Revista Terremoto (México) e Experiências Negras (Instituto Tomie Ohtake), e curou exposições como ‘Marga Ledora: A linha da casa’, na Pinacoteca de São Paulo.
Exposição individual ‘Monturo e outros tantos’ – Gustavo Torrezan
Abertura: 6 de março de 2026 | às 19h
Visitação: até o dia 12/04/2026
Terças a sextas: 9h às 20h
Sábados, domingos e feriados: 9h às 17h
Grande Galeria
Classificação indicativa: livre
Entrada gratuita