Professor Assistente Classe A nível 1 – Edital 2472, de 15 de setembro de 2025 – Departamento de Fotografia e Cinema  – Área de Conhecimento: Animação

Professor Assistente Classe A nível 1 – Edital 2472, de 15 de setembro de 2025 – Departamento de Fotografia e Cinema  – Área de Conhecimento: Animação

ÁREA DE CONHECIMENTO: Animação

VAGA: 1 (uma)

CLASSE DE MAGISTÉRIO: Classe A com denominação de Professor Assistente, nível 1

REGIME DE TRABALHO: 40 (quarenta) horas semanais, em tempo integral, com dedicação exclusiva

NÍVEL DE ESCOLARIDADE: Doutorado na área de Artes ou Artes Visuais ou Cinema e
Audiovisual ou Design.

PERFIL DO CANDIDATO: Experiência docente no ensino de animação e orientação de trabalhos acadêmicos nesse campo, com atuação nas seguintes atividades curriculares sobre o campo de conhecimento do cinema de animação: panorama histórico nacional e internacional, ética e política do campo profissional e metodologia de pesquisa. Experiência em produções práticas de animação no formato digital.

PROVAS: Julgamento de Títulos, Prova Didática e Apresentação de Memorial.

EDITAL: nº 2472, de 15 de setembro de 2025, publicado no Diário Oficial da União do dia 17 de setembro de 2025, Seção 3, páginas 71 a 78.

INSCRIÇÕES POR CORREIO ELETRÔNICO

PERÍODO DAS INSCRIÇÕES: De 18/09/2025 a 17/10/2025 – (30 dias)

HORÁRIO: 00h00 às 23hs59 (horário de Brasília)

EMAIL: secgeralconcurso-ftc@eba.ufmg.br

PRAZO PARA O INÍCIO DO CONCURSO: De 30 (trinta) a 90 (noventa) dias, contados a partir da data de encerramento das inscrições.

DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA:

O candidato deverá enviar, no ato da inscrição, os seguintes documentos:

6.4 A taxa de inscrição, no valor de R$ 215,99 (duzentos e quinze reais e noventa e nove centavos), deverá ser paga no Banco do Brasil S/A, por meio de Guia de Recolhimento da União – GRU, emitida através da página eletrônica informada no Quadro 1 deste Edital:

https://sistemas.ufmg.br/sisarc/emissaogru/gerir/geriremissaogru.seam?codigo=sAwJH7L2C

6.7. O candidato deverá enviar, no ato da inscrição, os seguintes documentos em arquivos digitais
individuais, no formato PDF, com o tamanho máximo de 2 (dois) MB cada um:

a) Termo de requerimento de inscrição devidamente preenchido e assinado (disponível na página eletrônica https://www.ufmg.br/prorh/publicacoes/, campo “CONCURSO PÚBLICO DOCENTE”, “ORIENTAÇÕES para Candidato” e na página eletrônica informada no Quadro 1);

b) Cópia da Carteira de Identidade ou de outra prova de ser brasileiro nato ou naturalizado e, no caso de estrangeiro, de documento de identificação;

c) Comprovação de quitação com o Serviço Militar, quando for o caso;

d) Certidão de Quitação Eleitoral, que pode ser obtida por meio do sítio eletrônico https://www.tse.jus.br/eleitor/certidoes/certidao-de-quitacao-eleitoral, dispensável no caso de candidatos estrangeiros;

e) Comprovante do pagamento da taxa de inscrição: https://sistemas.ufmg.br/sisarc/emissaogru/gerir/geriremissaogru.seam?codigo=sAwJH7L2C ou Formulário de Requerimento de Isenção do Pagamento de Taxa de Inscrição de Concursos Públicos (disponível na página eletrônica https://www.ufmg.br/prorh/publicacoes/, campo “CONCURSO PÚBLICO DOCENTE”, “ORIENTAÇÕES para Candidato” e na página eletrônica informada no Quadro 1);

f) Curriculum vitae;

g) Portfólio;

h) Documentos necessários para satisfazer os itens 6.11 e 11.6, alínea “e”, deste Edital, se for o
caso.

i) A exposição escrita do Memorial deverá ser apresentada no ato da inscrição, em arquivo
eletrônico no formato PDF.

6.7.1. No envio da inscrição o candidato deverá nomear a mensagem da seguinte forma: “Edital
[número do edital] – [nome completo do candidato]”.

6.7.2. Caso não seja possível o envio dos arquivos em uma única mensagem eletrônica, é facultado o envio dos arquivos em mais de uma mensagem, devendo ser acrescido, ao título de cada mensagem, uma numeração correspondente à ordem de envio das mensagens.

6.7.3. O Portfólio deverá ser organizado em uma pasta digital e disponibilizado para download em uma plataforma de armazenamento e gerenciamento de arquivos. O gerenciamento do espaço de armazenamento necessário para disponibilização do arquivo é de responsabilidade exclusiva do candidato. O link para download do arquivo deverá ser enviado para o endereço eletrônico informado no Quadro 1 deste Edital, nomeando a mensagem da seguinte forma: “Edital [número do edital] – [nome completo do candidato]_PORTFOLIO

6.7.3.1 O Portfólio, em formato digital, deve demonstrar experiência na área de conhecimento do concurso. Ele deve conter 1 (um) único arquivo de vídeo com as seguintes informações:

a) Um único arquivo de vídeo, com duração máxima de até 4 (quatro) minutos (demo reel). O arquivo deve ter tamanho máximo de 100 MB, taxa de 24 quadros por segundo; ter sido renderizado na resolução 1920 x 1080 em formato MP4 e utilizando o codec de compactação H.264;

b) O vídeo deverá ser uma seleção de trechos animados de trabalhos profissionais, autorais e acadêmicos realizados pelo(a) candidato(a) ou com sua participação direta, desde que esta seja comprovada na documentação entregue no ato de inscrição neste Edital;

c) Os trabalhos apresentados no vídeo deverão vir acompanhados de suas respectivas fichas técnicas, apresentadas como intertítulos ou legendas, discriminando as etapas com participação do(a) candidato(a) (Ex: Direção, Roteiro, Produção, Animação etc.), a natureza e o meio de divulgação de cada trabalho;

d) Serão considerados quesitos para avaliação: experiência em etapas práticas de animação, podendo envolver fases como Direção, Roteiro, Produção, Animação Digital de Elementos Visuais (considerando a qualidade do movimento animado – na sugestão de ritmo, peso, flexibilidade, maleabilidade das formas), assim como técnicas de composição e pós-produção;

e) Na avaliação da ficha técnica: organização e clareza das informações, softwares utilizados, atividade executada, produtora ou estúdio responsável, instituição ou escola.

6.8. Os originais, ou cópias autenticadas, dos documentos das alíneas ‘b’ e ‘h’ do item 6.7 devem ser apresentados na data da realização da primeira prova.

6.9. O candidato travesti ou transexual (pessoa que se identifica e quer ser reconhecida socialmente, em consonância com sua identidade de gênero) que desejar ser atendida ou atendido pelo NOME SOCIAL poderá solicitá-lo no ato da inscrição.

6.9.1. Não serão aceitas outras formas de solicitação de atendimento pelo nome social, tais como: via postal, telefone, fax ou correio eletrônico.

6.9.2. A UFMG reserva-se o direito de exigir, a qualquer tempo, documentos que atestem a condição que motiva a solicitação de atendimento declarado.

6.10. Os documentos comprobatórios do curriculum vitae, numerados e ordenados, preferencialmente, na mesma sequência apresentada no curriculum vitae, deverão ser enviados, no formato PDF, para o correio eletrônico secgeralconcurso-ftc@eba.ufmg.br, em até dez dias após o término das inscrições.

6.10.1. Os documentos comprobatórios do curriculum vitae devem ser enviados em arquivos no formato PDF de até 20 (vinte) MB cada.

6.10.1.1 A caixa de correio eletrônico da UFMG tem capacidade limitada em 20 (vinte) MB por mensagem. Os envios que excederem a capacidade de 20 (vinte) MB não serão considerados e o candidato não fará jus à pontuação referente ao envio.

6.10.1.2 Caso não seja possível o envio dos arquivos em uma única mensagem eletrônica, é facultado o envio dos documentos comprobatórios do curriculum vitae em mais de uma mensagem, devendo ser acrescido, ao título de cada mensagem, uma numeração correspondente à ordem de envio das mensagens.

6.10.2. O recebimento dos documentos comprobatórios será confirmado por meio de mensagem eletrônica ao candidato, em até 1 (um) dia útil.

6.10.3. A UFMG reserva-se o direito de exigir, a qualquer tempo, a apresentação dos documentos originais ou cópias autenticadas dos documentos comprobatórios, pessoalmente ou por envio postal.

9.6. Da Arguição de Memorial

9.6.1. A Arguição de Memorial consistirá em uma exposição escrita e oral pelo candidato, orientada por uma perspectiva crítico-analítica, sobre as atividades por ele desenvolvidas, que deverá conter todos os aspectos significativos de sua trajetória profissional ou acadêmica, podendo ser complementada, quando couber, por outros meios de expressão.

9.6.1.1. A exposição escrita do Memorial deverá ser apresentada no ato da inscrição, em arquivo eletrônico no formato PDF.

9.6.2. O Memorial deverá:

I) apresentar, de maneira organizada, a contribuição do candidato para cada uma das áreas em que sua atuação profissional ou acadêmica tenha sido relevante;

II) estabelecer os pressupostos teóricos e os marcos conceituais dessa atuação;

III) discutir os resultados alcançados;

IV) sistematizar a importância da contribuição realizada;

V) identificar os possíveis desdobramentos e as consequências dessa contribuição.

9.6.3. O candidato apresentará oralmente os aspectos que julgar mais relevantes em seu Memorial à Comissão Examinadora que o arguirá, e avaliará:

I) a metodologia utilizada;

II) o domínio dos temas e ideias que tenham dado sustentação aos trabalhos desenvolvidos, com ênfase em sua contribuição para a área de conhecimento objeto do Concurso;

III) a contemporaneidade, extensão, profundidade e evolução dos conhecimentos do candidato na área objeto do Concurso;

IV) a pertinência, adequação e atualidade das referências bibliográficas utilizadas;

V) a relevância das atividades realizadas, bem como a contribuição científica, técnica ou artística do candidato para a área de conhecimento considerada;

VI) as experiências que revelem liderança acadêmica;

VII) a participação em programas de Ensino, Pesquisa e Extensão, bem como em atividades de administração universitária.

9.6.4. A avaliação da Arguição de Memorial será realizada de acordo com os critérios definidos pela Comissão Examinadora para os quesitos relacionados no subitem 9.6.3 acima.

9.6.5. Na Arguição de Memorial será garantido ao candidato o tempo de cinquenta minutos para a exposição do tema.

9.6.6. Após a exposição oral do tema, a Comissão Examinadora arguirá o candidato pelo tempo estabelecido no cronograma.

9.6.7. O descumprimento dos prazos previstos neste Edital para a exposição do tema e para a arguição oral não acarretará, por si só, a anulação da Prova nem a desclassificação do candidato.

9.7. Da Prova Didática

9.7.1. A Prova Didática consistirá em aula sobre ponto contido em lista organizada pela Comissão Examinadora, com base no programa do Concurso, a ser sorteado, pelo menos vinte e quatro horas antes do início da prova, à qual se seguirá uma arguição oral pela referida Comissão.

9.7.2. A Comissão Examinadora poderá agrupar os candidatos, a seu critério, para fins de sorteio de ponto e de realização da Prova Didática.

9.7.2.1. O agrupamento deverá garantir a todos os candidatos, pelo menos, o tempo previsto no subitem 9.7.1, para preparo da Prova Didática.

9.7.2.2. O agrupamento deverá garantir que todos os candidatos estejam no local das provas no horário indicado para o início da primeira aula.

9.7.2.3. No caso do agrupamento, a ordem de apresentação será feita mediante sorteio na presença de todos os candidatos, comprovada por registro de presença, no horário indicado para o início da primeira prova.

9.7.3. Na Prova Didática serão garantidos ao candidato cinquenta minutos para a exposição do tema.

9.7.3.1. Após a exposição oral do tema, a Comissão Examinadora arguirá o candidato pelo tempo estabelecido no cronograma.

9.7.3.2. O descumprimento do prazo previsto neste Edital para a exposição do tema e para a arguição oral não acarretará, por si só, a anulação da Prova nem a desclassificação do candidato.

9.7.4. A Comissão Examinadora avaliará na Prova Didática, tanto o domínio pelo candidato do tema sorteado quanto sua capacidade de organização e exposição de ideias, no espaço de tempo garantido, de acordo com critérios definidos pela própria Comissão Examinadora.

Documentos

Relação Candidatos Inscritos – Animação

Inscrições Homologadas Edital 2472-2025 – Animação

EDITAL: Nº 2472, de 15 de setembro de 2025, publicado no Diário Oficial da União do dia 17 de setembro de 2025, Seção 3, páginas 71 a 78.

Termo de Requerimento de Inscrição Concurso Público para Cargo do Magistério Federal

Formulário de Solicitação de Isenção do pagamento de taxa de inscrição de Concursos Públicos – Cargo do Magistério Federal

Termo de Consentimento para Gravação de Prova didática

Resolução nº 13/2010, de 11 de Novembro de 2010

Resolução Complementar nº 02/2013, de 07 de Fevereiro de 2013

Decreto nº 9.739, de 28 de Março de 2019


Programa do Concurso

Edital de convocação

Portaria de Designação da Comissão Avaliadora

Cronograma

Resultado Final

Professor do curso de Artes Visuais participa da exposição “Histórias das Ecologia” em novo espaço do Museu de Arte de São Paulo

Professor do curso de Artes Visuais participa da exposição “Histórias das Ecologia” em novo espaço do Museu de Arte de São Paulo

No ano em que o Brasil sedia a COP30 – Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas, em Belém do Pará, o MASP apresenta a exposição Histórias da ecologia. Esta é a oitava mostra do museu dedicada a histórias diversas, plurais e polifônicas desde 2016. Não se trata de uma resposta direta à conferência, mas de um enfoque ampliado. Para além da urgência incontornável da crise climática, a exposição expande o conceito de ecologia, analisando, por meio do trabalho de artistas, ativistas e movimentos sociais, as relações entre seres humanos e mais-que-humanos — que incluem animais, plantas, rios, florestas, montanhas e fungos.

A exposição Curada por Isabella Rjeille, André Mesquita e assistência curatorial de Téo Teotônio, discute, segundo o museu, “um contexto marcado pela intensificação de crises climáticas, políticas, territoriais e sociais, Histórias da ecologia investiga como artistas, coletivos e ativistas de diversas partes do mundo respondem ao tempo presente e compreendem as relações entre os seres vivos, suas criações e o meio em que vivem. O termo “ecologia” foi escolhido em detrimento do termo “natureza”, compreendendo o humano como parte de um ecossistema complexo e não separado ou hierarquicamente superior a ele.

A exposição parte do entendimento de que a ecologia é um sistema de relações. Organizada em cinco núcleos, a mostra abordará as diferentes ideias de tempo como um elemento organizador da vida; bem como os efeitos dos deslocamentos forçados e dos processos migratórios causados tanto por modelos extrativistas de produção quanto por efeitos das mudanças climáticas. Além disso, a exposição oferecerá um olhar aprofundado sobre os sistemas de interdependência entre seres humanos e não-humanos, abarcando diferentes maneiras de habitar o mundo que consideram a complexidade e a inter-relação de diferentes formas de vida.

Histórias da ecologia busca compreender como a arte e a sociedade reagem e se adaptam ao meio ambiente ao longo da história, ao mesmo tempo em que nos convida a considerar ações no presente e imaginar futuros possíveis.”

O artista e professor expõe “Ontem, hojesempre Mamuna” obra realizada junto com a líder quilombola Pichuita, no quilombo de Mamuna, em Alcântara, Maranhão, território onde possui mais quilombos demarcados do país e que vive em guerra com a aeronáutica brasileira que querem expulsa-los de lá para aumento do centro de lançamento aeroespacial dada a localidade na linha do equador que facilita o lançamento de foguetes ao espaço.

A obra consiste em lançar um satélite que emite luz (foto) que no espaço, na estratosfera terrestre através de um balão meteorológico. No espaço, o satélite figura como uma estrela, esta que por sua vez é símbolo na bandeira brasileira dos Estados nacionais. Assim, o gesto de  incluir uma nova estrela no espaço alude a criação do Estado Quilombola de Alcântara.

A obra produzida foi incorporada pelo MASP e agora faz parte de seu acervo, considerado o mais importante da América Latina e um dos principais do mundo.

A exposição fica em cartaz até dia 01 de fevereiro de 2026.

Mais informações sobre o trabalho do artista e professor Gustavo Torrezan podem ser acessadas em seu site www.gustavotorrezan.com e em sua rede social @gustavotorrezan no instagram.

Artistas

Ant Farm

Ad Minoliti

Advânio Lessa

Agnes Denes

Ana Amorim

Ana Mendieta

Anna Júlía Friðbjörnsdóttir

Ateş Alpar

Aycoobo (Wilson Rodríguez)

Birgit Jürgenssen

Brittany Nelson

Brígida Baltar

Bureau d’Études

Carmézia Emiliano

Carolina Caycedo

Castiel Vitorino Brasileiro

Cecília Melendez

Celeida Tostes

Chico Tabibuia

Chico da Silva

Chonon Bensho

Cooperativa Gráfica la Voz de la Mujer

Cosa Rapozo

Cristina T. Ribas

Dan Lie

Daniel Caballero

Daniel Steegmann Mangrané

Denise Alves-Rodrigues

Djanira da Motta e Silva

Donna Conlon

EDELO (En Donde Era La ONU) & Kika Carvalho

Etsedron

Flora Leite, em colaboração com Alexandre Wahrhaftig e Beatriz Leite

Forensic Architecture

Frederico Filippi

Friedensreich Hundertwasser

Gertrudes Altschul

Gustavo Torrezan & Nildilene Diniz da Silva (Pichuita)

Hana-Rawhiti Maipi-Clarke

Hans Ragnar Mathisen

Heitor dos Prazeres

Hélio Melo

Iconoclasistas

Autoria desconhecida (Inca, Colonial)

Irma Poma Canchumani

Jaider Esbell

Jes Fan

Jonas Van

Joseca Yanomami

Josí

Juraci Dórea

Keg de Souza

LaToya Ruby Frazier

Laura Kurgan

León Ferrari

Liberate Tate

Autoria desconhecida (Lima)

Luana Vitra

Lucy & Jorge Orta

Luiz Roque

Lygia Clark

MST – Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra

Mabe Bethônico, em colaboração com Victor Galvão e Ana Carolina Reginatto

Manfredo de Souzanetto

Autoria desconhecida (Marajoara)

Marcela Cantuária

Marcelo Expósito

Maria Auxiliadora

Maria Laet

Maryam Hoseini

Maré de Matos

Melanie Cervantes

Melissa Cody

Michael Rakowitz

Michel Zózimo

Mierle Laderman Ukeles

Minoru Hirata

Autoria desconhecida (Mochica)

Movimento dos artistas Huni Kuin — Mahku 

Mulheres Atingidas da região de Tapajós, Pará

Mulheres Atingidas de Brumadinho, Minas Gerais

Nicolás Uriburu

Nilda Neves

Noara Quintana

Nohemí Pérez

Ocupação 9 de Julho, MSTC – Movimento dos Sem Teto do Centro

P.M.

Paulo Jares

Pesin Kate (Cordelia Sánchez García)

Peter Cook (Archigram)

Raphael Escobar

Autoria desconhecida (Recuay)

Reshinjabe (Olinda Silvano Inuma)

Rini Templeton

Rita Ponce de León

Rosana Paulino

Rose Afefé

Rúrí

Sallisa Rosa

Santiago Reyes Villaveces

Santiago Yahuarcani

Sepp Baendereck

Sertão Negro

Sheroanawe Hakihiiwe

Stewart Brand

Suzanne Treister

THE PLAY

Tabita Rezaire

Trevor Paglen

Vera Chaves Barcellos

Virginia de Medeiros

Vitória Cribb

Yinka Shonibare

Zheng Bo

davi de jesus do nascimento

Þorgerður Ólafsdóttir

Palestra no Centro Cultural UFMG discute contribuições do direito tributário para a cultura

Palestra no Centro Cultural UFMG discute contribuições do direito tributário para a cultura

O Centro Cultural UFMG recebe a produtora cultural e especialista em direito Sheila Virgínia Alonso Cordeiro Malta para ministrar a palestra Das relações do Direito Tributário com a Cultura. O evento acontece no dia 12 de setembro, próxima sexta-feira, às 19h. O evento integra o projeto Recitais, tem entrada gratuita e classificação livre.

A palestra propõe uma reflexão sobre as conexões entre o Direito — em especial o Direito Tributário — e suas contribuições para o cenário cultural, com destaque para os desafios da gestão de projetos e da captação de recursos. Embora o tema seja vasto e mereça um estudo mais prolongado, esta apresentação oferece uma oportunidade valiosa para explorar e entender um pouco mais sobre esse universo e suas correlações.

Sobre a palestrante

Sheila Virgínia Alonso Cordeiro Malta é graduada em Direito pela Funcesi Itabira (2009) e pós-graduada em Advocacia Geral pela Unicid (2013). Possui curso básico de Curadoria e de Expografia pelo Centro de Formação Artística e Tecnológica da Fundação Clóvis Salgado (Cefart), tendo participado com uma obra na 11ª Mostra da Escola de Artes Visuais. Produtora cultural, artista visual e escritora com poemas publicados em várias antologias, como Lura Editorial, Vivara Editora Nacional e Editora Articule. Participou da Bienal do Livro Rio 2025, na Coletânea Nacional de Literatura Brasiliê. Foi delegada de cultura junto à delegação mineira na 4ª Conferência Nacional de Cultura em Brasília e agente democrática de cultura no Projeto Agentes Culturais Democráticos, na UFBA, realizado pelo Ministério da Cultura (MinC). Reside atualmente em Rio Piracicaba, Minas Gerais.  

Projeto Recitais

O projeto foi desenvolvido para acolher as diversas manifestações artísticas e culturais de artistas que estão começando sua trajetória nos palcos e até mesmo os já consagrados, disponibilizando um espaço de estímulo e visibilidade para apresentarem seus trabalhos autorais, potencializando suas múltiplas vozes.

Serviço:

Palestra Das relações do Direito Tributário com a Cultura

Data: 12 de setembro

Horário: 19h

Local: auditório do Centro Cultural UFMG (Av. Santos Dumont, 174 – Centro, Belo Horizonte / MG)

Entrada gratuita

Classificação: livre

Oficina gratuita na UFMG aborda a programação de obras interativas e jogos na web

Oficina gratuita na UFMG aborda a programação de obras interativas e jogos na web

Estão abertas até 3 de setembro as inscrições para a oficina gratuita Programação de jogos e net art com P5.js, a ser ministrada por Pedro Veneroso no Grafo, Laboratório de Artes Gráficas da Escola de Belas Artes da UFMG, entre 8 e 12 de setembro. Serão disponibilizadas 20 vagas mediante inscrição online gratuita no site do projeto: http://gogo.sumbioun.com.

A oficina tem caráter introdutório e abordará a programação de jogos, obras de net art e projetos interativos utilizando a biblioteca de JavaScript P5.js. Serão explorados a lógica e os fundamentos de programação em P5.js, a estrutura da web e referências de jogos e obras de net art. Em seguida os alunos realizarão experiências práticas com o objetivo de produzirem jogos e obras. 

Pedro Veneroso é artista e pesquisador. Doutor em Artes pela UFMG, atualmente é pesquisador de pós-doutorado na UEMG. Sua pesquisa é centrada nas relações entre a arte, a ciência e a tecnologia e recebeu distinções e prêmios nacionais e internacionais. Com instalações interativas e obras de net art, participou de exposições no MAM Rio, MIS SP, Futuros Arte e Tecnologia, Centro Cultural FIESP, Jiangxi Province Museum (China), El Museo Cultural de Santa Fe (EUA), Centro Cultural Galileo (Espanha), entre outros. Foi professor do Curso de Cinema de Animação e Artes Digitais da UFMG entre 2017 e 2019.

A oficina integra as ações formativas do projeto Gogoame 2.0 – Chuva de Texto, derivado da obra de net art Gogoame desenvolvida por Pedro Veneroso em 2016. O projeto compreende o desenvolvimento de um jogo de lógica e agilidade em que o jogador combina elementos em uma chuva de símbolos para chegar às suas formas finais.

O projeto é organizado pelo Sumbioun, conta com incentivo do BH Nas Telas e da Prefeitura Municipal de Belo Horizonte e apoio do Grafo – Laboratório de Artes Gráficas, da Escola de Belas Artes e da UFMG.

Link para inscrição: https://forms.gle/pDjS4pmjG6u7mm5p7

Outras informações: http://gogo.sumbioun.com

NEDEC convida Sandro Ka em edição especial no Museu Mineiro – 02 de setembro

NEDEC convida Sandro Ka em edição especial no Museu Mineiro – 02 de setembro

No dia 02/09, terça, das 14h às 16h, o Grupo de Pesquisa NEDEC – Núcleo de Estudos e Ensino em Desenho Contemporâneo (CNPq/EBA/UFMG) convida o artista Sandro Ka para uma conversa sobre sua produção artística e sobre sua atual exposição O Estado das Coisas, uma panorâmica de 20 anos de trajetória, no Museu Mineiro. Com mediação da artista e pesquisadora Thalita Amorim (PPG Artes/EBA/UFMG), a atividade tem entrada franca e é aberta a todos os públicos.  
A ação faz parte das atividades de ativação da exposição O Estado das Coisas, que conta com curadoria de Janaina Melo e assistência curatorial de Thalita Amorim. A mostra reúne lambes, fotografias, objetos e instalações produzidas em diferentes momentos da pesquisa do artista e estabelece um vibrante diálogo com a exposição de longa duração do Museu Mineiro. 
Além do bate-papo, a mostra pode ser visitada até 14 de setembro na Sala de Exposições Temporárias do museu e nas salas de exposição de longa duração. Entrada franca.
Saiba mais:
Sandro Ka (Porto Alegre/RS, 1981) é artista visual, professor e pesquisador na Escola de Belas Artes da UFMG. Doutor e mestre em Artes Visuais (PPGAV/UFRGS). Desde 2003, realiza exposições individuais e coletivas em diversas cidades, desenvolvendo produções em desenho, escultura, instalação e intervenção urbana. Em âmbito de pesquisa e extensão, possui interesse na área de Poéticas Visuais e nas articulações entre Arte Contemporânea e Profissionalização em Arte, bem como nas relações entre Arte, Política e Sexualidade. 
Thalita Amorim (Belo Horizonte/MG, 1998) é artista-pesquisadora de Belo Horizonte, onde também atua com produção cultural, curadoria e arte-educação. Discente no Programa de Pós-graduação da Escola de Belas Artes da UFMG, na qual se graduou como bacharel em Artes Visuais, com habilitação em Desenho. Sua pesquisa artística atual foca na crítica institucional e na sinalização urbana, transitando entre diversas linguagens, como instalação, performance, fotografia e intervenção urbana.

Concurso Identidade Visual para o Curso de Cinema de Animação e Artes Digitais – Inscrições até outubro de 2025

Concurso Identidade Visual para o Curso de Cinema de Animação e Artes Digitais – Inscrições até outubro de 2025

O curso de Cinema de Animação e Artes Digitais – CAAD, já tem lá seus 16 anos de história de muito sucesso, contudo, até hoje não possui uma identidade visual própria. Considerando que ter uma identidade visual é importante para um curso no campo do cinema, animação e arte tecnologia, a Coordenação do CAAD está lançando um edital para que estudantes dos cursos da Escola de Belas Artes possam nos ajudar a criar essa identidade visual.

Informações completas

Julia Arbex reflete sobre criação e catástrofe em exposição no Centro Cultural UFMG

Julia Arbex reflete sobre criação e catástrofe em exposição no Centro Cultural UFMG

O Centro Cultural UFMG convida para a abertura da exposição Frações, da artista visual Julia Arbex, com curadoria de Natália Quinderé. A mostra reúne uma série de desenhos que ganham volume através de recorte e colagem, tornando algumas produções também uma topografia. O evento acontece no dia 29 de agosto, sexta-feira, às 19h. As obras poderão ser vistas até 5 de outubro. A entrada é gratuita e tem classificação livre.

Frações – por Natália Quinderé

Em “Frações”, Julia Arbex apresenta ao público uma instalação organizada a partir de suas últimas pesquisas em torno do papel e do cobre. A artista observa imagens de satélites de ilhas, vulcões e rasgos de desmatamento para construir estruturas tridimensionais em papéis recortados. O trabalho em exposição começa quando Julia pinta com tinta acrílica rolos grandes de papel e depois os recorta. O caminho do corte segue suas pinceladas. Esses territórios vão ganhando forma e peso no processo, sem concepção prévia. Dos fragmentos desses recortes, a artista obtém os moldes das placas de cobre – matéria encontrada no solo e em nosso corpo. As placas de cobre se transformam em esculturas que por vezes lembram ossaturas de animais desconhecidos.

Durante sua residência na FAAP (São Paulo), em 2025, a artista se propôs a aumentar o tamanho desses territórios. O aumento da dimensão dessa série torceu de maneira paradigmática o que Arbex vinha fazendo, na medida que essas ilhas cobertas de tinta passaram a ter uma densidade corpórea misteriosa e própria. Estranhamente, são pedaços de carne esverdeadas. O deslocamento do método da artista mudou a forma do trabalho e modificou a maneira de sua exposição.

Para além dessa conexão íntima entre processo e exposição, que pode ser apreendido de maneira surpreendente no trabalho de Julia Arbex, “Frações” é parte do debate sobre as mudanças climáticas do nosso fim de mundo. Como o nome da exposição nos recorda, tudo está em relação, pelo fragmento. Nós somos partes inframínimas de um todo. Pensar em frações, expõe Julia, é se remeter a um mundo feito de divisões, somas e vazios – nunca de totalidades absolutas. “Frações” é a segunda exposição individual da artista em Belo Horizonte, realizada com auxílio Proex / Capes e Ppgartes UFMG.

Sobre a artista

Julia Arbex vive e trabalha entre o Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Indicada ao Prêmio Pipa em 2023, residente na FAAP São Paulo 2025. Em 2024 realizou a exposição individual Três Tempos na Casa Fiat de Cultura. Participou das exposições coletivas: Salón Acme (Mexico 2023); The Silence of Tired Tongues (Framer Framed, Amsterdam 2022); Sol a Sol (ArteFasam, SP 2022); Drawing box Pop Up Show, (India; Irlanda e Estados Unidos, 2022); Mirantes (Galeria Anita Schwartz, RJ 2021); Até onde a vista alcança (Galeria Athena, Rio de Janeiro 2020) entre outras. Doutoranda em Artes na UFMG e mestre em Estudos Contemporâneos das Artes pela Universidade Federal Fluminense.

Serviço:

Exposição Frações – Julia Arbex

Abertura: 29 de agosto | às 19h

Visitação: até o dia 05/10/2025

Terças a sextas: das 9h às 20h

Sábados, domingos e feriados: das 9h às 17h

Sala Celso Renato de Lima do Centro Cultural UFMG (Av. Santos Dumont, 174 – Centro – Belo Horizonte | MG)

Classificação indicativa: livre

Entrada gratuita

Exposição “Máscaras e seus (corpos) territórios efêmeros” – Galeria da Escola de Belas Artes da UFMG – 21 de agosto a 11 de setembro

Exposição “Máscaras e seus (corpos) territórios efêmeros” – Galeria da Escola de Belas Artes da UFMG – 21 de agosto a 11 de setembro

A arte teatral, ao se expressar como arte viva na aparição de quem atua, faz um elogio à visualidade, potencializando e transformando o espaço no qual se instala. Porém, antes mesmo de ativar um espaço exterior, nas variadas arquiteturas cênicas que podem abrigá- la ou com ela interagirem, a arte teatral se compõe e se revela por meio do corpo de quem atua. Neste sentido, a arte teatral faz surgir um (corpo) território, um corpo-espaço, revelando nele uma existência múltipla de experiências de vida.

As máscaras cênicas são vidas geradas em (corpos) territórios-mátrias. Existindo de modo efêmero, no instante em que se fazem presentes elas nos instigam a refletir sobre as dinâmicas de existência e as inter-relações entre seres, movimentando memórias, bem como arquivos antigos e atuais. As artesanias que as concebem e que modelam seus jogos cênicos-visuais articulam-se e criam formas entre matérias, seres e fluxos, em movimentos de criação, transposição, atualização, renovação e inovação.

Assim, nesta Galeria da EBA, reúnem-se produções artísticas que tratam de (corpos) territórios efêmeros gerados pela criação de máscaras cênicas, em mascaramentos diversos e seus jogos lúdicos de atuação, vivências cênico-visuais e performances. Tratam-se de máscaras criadas por meio de experiências de ensino-aprendizagem e de pesquisa-criação na área de Teatro da Escola de Belas Artes, no Curso de Graduação em Teatro, nas investigações do Grupo de Pesquisa LAPA (Laboratório de pesquisa em atuação)/CNPq, bem como máscaras e outras artes a partir delas oriundas de acervos variados.

No Curso de Graduação em Teatro, as máscaras chegaram no ato de sua criação, em 1998, por meio da proposta pedagógica da professora Bya Braga nas práticas de Improvisação, Atuação e criação de espetáculo teatral. Estas atividades incluíam (e incluem ainda) o jogo de máscaras, o teatro gestual, o teatro visual e o teatro popular, indicando um ensino-aprendizagem que valoriza a percepção artística interartes na
contemporaneidade, sem se esquecer das teatralidades de tradição popular. Valoriza, assim, outros modos de compor teatro, em maneiras que não necessariamente, ou principalmente, se apoiem na literatura teatral, indicando a invenção de outras dramaturgias como a da atuação e do espaço.

Em 1998, Tarcísio Ribeiro Jr., artista-escultor graduado no Curso de Artes Visuais da Escola de Belas Artes, confeccionou várias máscaras didáticas para a Graduação em Teatro inspiradas na técnica artística desenvolvida no ateliê italiano de máscaras teatrais de Donato Sartori (1939-2016), com quem aprendeu diretamente. Com o passar dos anos, outras vivências pedagógicas e de pesquisa cênica na EBA com as máscaras ganharam diferentes (corpos) territórios, fazendo-se presentes em processos criativos variados de confecção e atuação com elas, unidas ou não a outras estéticas teatrais e artes.

Importante dizer que na Escola de Belas Artes, com a pesquisa artística do professor Álvaro Apocalypse e o Grupo Giramundo, outra noção de arte teatral foi experimentada e difundida na UFMG, em maior diálogo com as artes visuais. E antes dele, no curso técnico do Teatro Universitário, da Escola de Educação Básica e Profissional da UFMG, o ensino da caracterização cênica e as experiências de desenho de figurino, relacionados a processos criativos de atuação e encenação, já estavam presentes. Isso foi, portanto,
base fundamental para os processos de ensino-aprendizagem posteriores, especialmente quanto às experiências do teatro de máscaras, de objetos e de bonecos, como o Mamulengo, boneco popular brasileiro.

Ou seja, o conhecimento em Teatro tem um longo percurso de existência na UFMG, com mais de sete décadas de histórias, experiências e trabalho de profissionais artistas- docentes que a ele se dedicaram (e se dedicam), mostrando grande riqueza e variedade de nossas teatralidades. A criação da Graduação em Teatro na EBA é, portanto, fruto direto disso. Sua existência fortalece perspectivas plurais para as artes da cena ao dialogar profundamente com estas memórias e arquivos do teatro na UFMG, destacando suas formas animadas, visualidades e gestualidades.

As máscaras aqui presentes transbordam, assim, histórias e intercorporeidades do teatro na UFMG. E mesmo que possam se apresentar de modo individual, fazendo aparecer uma Figura por meio de sua escultura e traje, elas não existem sozinhas. As máscaras são fruto de diálogos com todas as nossas ancestralidades e com os processos de transcriações que fazemos. Elas são modos artísticos para concretizar auto-descolonizações e afirmações de nossas singularidades, carregando com elas múltiplos
saberes. Como (corpos) territórios efêmeros que são, as máscaras cênicas indicam um espaço vivido, em uma noção de escala movente, onírica, poética, ao mesmo tempo em que também se fazem íntimas e transitórias.

Convidamos vocês, por fim, a se conectarem com as máscaras e os mascaramentos aqui presentes, em todas as suas formas manifestas, imaginando-se com elas para além do enquadramento de rosto que elas podem dar. E assim, perceber, imaginariamente, um despertar para uma escuta diferente por meio de (corpos) territórios efêmeros surgidos. Desejamos que vocês possam, em sonho e por meio de um olhar afetivo com as máscaras, criar outras existências, presentes e futuras. E viver outros lugares, (re)existindo com a arte teatral.


Bya Braga
Professora – Departamento de Artes Cênicas – Escola de Belas Artes da UFMG
Pesquisadora do CNPq – Grupo LAPA-UFMG/CNPq
Artista da cena

Ficha Técnica

Realização: Grupo LAPA-UFMG/CNPq (Laboratório de Pesquisa em Atuação Cênica, Escola de Belas Artes da UFMG)
Argumento: Bya Braga (ARC-EBA-UFMG, CNPq)
Curadoria: Bya Braga, Daniel Ducato
Expografia: Daniel Ducato (Laboratório de Cenotécnica-ARC-EBA-UFMG)
Montagem e Produção Executiva: Bya Braga, Daniel Ducato, Cecília Saruê (PMG-PROGRAD-UFMG), Domenica Morvillo (PIBIC-CNPq), Julia Oliveira Vasconcelos (PIBIC-CNPq), Bianca Freire (ICV-UFMG) e Michel Corsino (CENEX-UFMG)
Iluminação: Ismael Soares (Laboratório de Iluminação-ARC-EBA-UFMG)
Design gráfico: Domenica Morvillo e Sávio Rocha (Laboratório de Vestimenta Cênica-ARC-EBA-UFMG)
Edição de vídeos para a exposição: Julia Oliveira Vasconcelos
Divulgação: CENEX-EBA e Grupo LAPA-UFMG
Agradecimentos: Camila Rodrigues (Diretora da EBA-UFMG), Sandro Ka (Coordenação do CENEX-EBA-UFMG) e Equipe, Estudantes da Graduação em Teatro-EBA-UFMG que emprestaram suas máscaras para a exposição, Letícia Araújo, Mariana Teixeira, Barbara Matias, Tarcísio Ribeiro Jr., Marcel Diogo, Marcus Vinícius, Grupo Giramundo (MG), Bia Apocalypse, Maurício Gino, Eliezer Sampaio, Luan Castro, Colegiado de Teatro- EBA-UFMG, Núcleo Artístico Galatéia, SLOP-EBA e colegas terceirizados que trabalham nos setores de Portaria e Limpeza da EBA.