Prática de Montagem Cênica A; Técnica Vocal e Estudos Vocais e Musicais A
Prática de Montagem Cênica A; Improvisação II e Atuação Cênica A
FTC044 – Teatro Performativo; FTC137 – Oficina de Improvisação; FTC824 – Prática de Criação


O Chefe do Órgão Acadêmico Responsável Departamento de Fotografia e Cinema, Prof. Antônio César Fialho de Sousa, no uso de suas atribuições, torna público o presente Edital para seleção de estudantes de graduação da UFMG para atuação no Programa , na modalidade bolsista e/ou voluntário(a), conforme normas institucionais e orientações do Sistema de Fomento/PROGRAD, incluindo o gerenciamento de vagas por Ampla Concorrência (AC) e Ações Afirmativas (AA).
ERRATA – No item 4.1 foi acrescentado o currículo como documento obrigatório.

Edital 01 – Litografia – Marina Betônico e Cacau
Edital 02 – Artes da Fibra I e Escultura em Madeira e Pedra – Hélio Passos
Edital 03 – Pintura Bidimensionalidade 2 – Leonora Weissmann
Edital 04 – Exposição I e II e concepção de projetos de exposição – Verona Segantini
Edital 05 – Encadernação, restauração de documentos
Edital 06 – Concervação e restauração – Camilla Camargos
Edital 07 – Serigrafia – Tânia Araujo
Edital 08 – Tridimensionalidade, Cerâmica – Juliana Gouthier
Edital 09 – Escultura – Fabrício Fernandino
Edital 10 – Xilogravura, gravura em metal – Eliana Ambrisio e George Gutlich

O Chefe do Órgão Acadêmico Responsável Departamento de Fotografia e Cinema, Prof. Antônio César Fialho de Sousa, no uso de suas atribuições, torna público o presente Edital para seleção de estudantes de graduação da UFMG para atuação no Programa , na modalidade bolsista e/ou voluntário(a), conforme normas institucionais e orientações do Sistema de Fomento/PROGRAD, incluindo o gerenciamento de vagas por Ampla Concorrência (AC) e Ações Afirmativas (AA).


A Diretora da Escola de Belas Artes da UFMG, no uso de suas atribuições estatutárias e regimentais, torna público para conhecimento dos Colegiados dos Cursos de Graduação da EBA, dos estudantes regularmente matriculados na EBA e da comunidade da Escola de Belas Artes, as condições para a concessão de Auxílio Financeiro a o Estudante para apoio à realização de projetos acadêmicos, no 1º e 2° semestre letivo de 2026.

Texto: Assessoria do Centro Cultural UFMG
O Centro Cultural UFMG convida para a abertura da exposição individual Cartografia do Acaso, do artista e pesquisador Gui Orzil. A mostra reúne trabalhos fotográficos desenvolvidos a partir de derivas pela cidade de Santa Luzia (MG). A série investiga a fotografia como construção narrativa atravessada pelo acaso, pelo deslocamento e pelo tempo. A abertura será realizada no dia 6 de março, sexta-feira, às 19h. As obras poderão ser visitadas até 12 de abril. A entrada é gratuita e a classificação é livre.
A exposição reúne um conjunto de trabalhos fotográficos desenvolvidos a partir de derivas pela cidade de Santa Luzia (MG), investigando a fotografia como construção narrativa simultânea, atravessada pelo acaso, pelo deslocamento e pela experiência do tempo. As imagens emergem do acúmulo de registros de lugares de afeto e de memória histórica do artista. Por meio da fotomontagem digital, baseada na sobreposição de camadas, essas paisagens são reelaboradas e apresentadas em tonalidade sépia, evocando um percurso urbano marcado pela nostalgia.
Sobre o artista
Gui Orzil é artista e pesquisador, graduado em Artes Visuais pela UFMG, com habilitação em Escultura. Em 2020 aprofundou seu interesse pela fotografia, linguagem que passou a ocupar o centro de sua pesquisa e produção artística. A partir do domínio técnico da câmera e de experiências prévias com manipulação digital — utilizando Photoshop e outros softwares — desenvolveu, durante a pandemia, uma técnica própria de sobreposição de imagens. Essa investigação tornou-se o eixo conceitual e prático de seu Trabalho de Conclusão de Curso. Sua pesquisa articula fotografia, sobreposição de imagens e deslocamentos geográficos como dispositivos de construção poética, investigando memória, território e imaginação como camadas visuais e simbólicas.
Entre 2022 e 2023, atuou como fotógrafo em um navio de cruzeiro, experiência que ampliou seu repertório visual ao percorrer diferentes continentes, países e culturas, registrando e comercializando imagens a bordo. Em 2024 realizou a exposição individual Por Una Cabeza e participou da coletiva Desenvolvimento 2024, ambas no Centro Cultural UFMG. Em 2025 apresentou De um chão se imagina no Centro Cultural UFMG, Trabalho de Conclusão de Curso e De Minas para o Mundo: Olhares Sobre o Patrimônio Cultural e Natural’ na Escola de Belas Artes da UFMG (esta premiada e incorporada ao acervo institucional da universidade), além da mostra Um Olhar Que Educa, na Escola Estadual Professor Domingos Ornelas, em Santa Luzia/MG.
Exposição Cartografia do Acaso – Gui Orzil
Abertura: 6 de março de 2026 | às 19h
Visitação: até o dia 12 de abril de 2026 | Terças a sextas: 9h às 20h | Sábados, domingos e feriados: 9h às 17h
Local: Espaço Experimentação da Imagem do Centro Cultural UFMG (Av. Santos Dumont, 174 – Centro, Belo Horizonte / MG)
Classificação indicativa: livre
Entrada gratuita

A UNIDADE/ÓRGÃO Escola de Belas Artes torna público este Edital de Seleção de discentes de graduação da UFMG para atuarem na qualidade de ESTAGIÁRIOS(AS), nos termos do disposto na Lei Nº 11.788/2008 de 25 de setembro de 2008 e na Instrução Normativa Nº 213 de 17 de dezembro de 2019, via contratação pelo Sistema de Gestão de Pessoas do Governo Federal – SIGEPE.

Texto: Assessoria do Centro Cultural UFMG
O Centro Cultural UFMG convida para a abertura da exposição individual ‘Monturo e outros tantos’, do artista visual Gustavo Torrezan, com curadoria de Ana Paula Lopes. A mostra apresenta trabalhos que investigam as relações sociais na contemporaneidade, com ênfase nos processos de acúmulos – de poder, de dinheiro, de saber, de força, de produtividade, de livro, entre outros – e como estes acabam por incentivar uma mudança na compreensão e na relação que temos entre os campos da cultura e da natureza. A abertura será realizada no dia 6 de março de 2026, sexta-feira, às 19 horas. As obras poderão ser visitadas até 12 de abril de 2026. A entrada é gratuita e a classificação é livre.
‘Monturo e outros tantos’ é uma exposição que busca discutir sobre o acúmulo e relações sociais no mundo contemporâneo
A exposição ‘Monturo e outros tantos’ propõe uma reflexão contundente sobre os modos de produção, acúmulo e exploração da natureza que caracterizam a sociedade contemporânea. O termo que dá nome à mostra refere-se a um amontoado de coisas — plantas, animais, máquinas, ferramentas e engrenagens — associadas à produção agrícola industrial e à lógica das commodities.
A partir desse conceito, a exposição questiona: por que e para que acumulamos tanto? Em vez de solucionar problemas, esse processo tem gerado crises globais como mudanças climáticas, pandemias e desigualdades extremas. Vivemos um paradoxo: nunca tivemos tecnologias tão avançadas e, ao mesmo tempo, nunca estivemos tão próximos de um total colapso ambiental e social.
Reunindo pinturas, desenhos, gravuras, objetos e instalações, as obras dialogam com o conceito de Antropoceno, termo usado para definir a era em que a ação humana se tornou uma força capaz de alterar profundamente o planeta. A exposição evidencia como o desequilíbrio entre a vida humana e os demais sistemas naturais está diretamente ligado à lógica do acúmulo e da exploração.
Entre os destaques está a série ‘Modernização conservadora’ (2023–2025), na qual paisagens aparentemente preservadas recebem gravações a laser que revelam monoculturas, gado e maquinário agrícola, apontando para as transformações violentas promovidas pela agroindústria. Já na série ‘Quando a natureza passa a ser cultura’ (2024), a sobreposição de imagens de plantas e marcas de agrotóxicos cria um embate visual entre diferentes políticas de vida e morte.
A mostra também apresenta a escultura ‘Antropoceno (BBBP)’ (2025), feita com materiais como papel de Bíblia, bosta de boi, chumbo e petróleo, além de obras como ‘Futuro’ (2024), uma gravura criada a partir da escrita invertida e espelhada da palavra ‘futuro’ por crianças não alfabetizadas, e a instalação ‘Mesh (superfície e imagem)’ (2025), que explora a relação entre o real e o virtual por meio de reflexos e luz, em alusão às dinâmicas de acumulação, exploração e expropriação realizadas na internet.
Por fim, a obra ‘Monturo’, uma instalação que convida o público a refletir sobre as relações de poder, tecnologia e natureza, propondo um olhar crítico sobre os caminhos que estamos construindo enquanto sociedade.
Sobre o artista
Gustavo Torrezan (1984, Piracicaba-SP) é artista, pesquisador e educador que vive e trabalha entre Belo Horizonte (MG) e Piracicaba (SP). É professor do curso de Artes Visuais da UFMG. Seus trabalhos integram importantes coleções públicas e museus brasileiros, como o MASP, MAM-SP, MAR-RJ, MAB-DF, Pinacoteca do Amazonas e de São Paulo, entre outros, além de acervos universitários como UNB, UERJ e UFPA. Participou de diversas exposições coletivas recentes, entre elas: ‘Histórias das Ecologias’ (MASP, 2025); ‘As Vidas da Natureza Morta’ (Museu Afro Brasil, 2024); ‘Refundação’ (Museu da Inconfidência, 2024); ‘Escola de Quilombismo’ (HKW Berlim, 2023); ‘Histórias Brasileiras’ (MASP, 2022); 34º Panorama da Arte Brasileira – ‘Sob as cinzas, brasa’ (MAM-SP, 2022); e a 13ª Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo (Centro Cultural São Paulo, 2022). Realizou as exposições individuais recentes ‘As coisas que não estão escritas também movem o mundo’ (Casa do Olhar Luiz Sacilotto, Santo André, SP, 2024); ‘Incendiar a plantação, fertilizar imaginários’ (Museu de Arte de Ribeirão Preto, SP, 2023); ‘Exercícios cosmopolíticos’ (Paço das Artes, SP, 2023).
Sobre a curadora
Ana Paula Lopes (1983, São Caetano do Sul-SP) é curadora, pesquisadora e educadora, atuando entre São Caetano do Sul e São Paulo. Mestre em História da Arte pela Unifesp (2022) e graduada em Arte: História, Crítica e Curadoria pela PUC-SP (2014), é curadora na Pinacoteca do Estado de São Paulo e docente no curso de Artes Visuais da Faculdade Santa Marcelina. Sua pesquisa investiga a dimensão geopolítica na construção da curadoria, com base no pensamento de Milton Santos e na história das exposições na América Latina nas décadas de 1970 e 1980. Trabalhou nas galerias White Cube, Mendes Wood DM e Jaqueline Martins, publicou textos na Revista Terremoto (México) e Experiências Negras (Instituto Tomie Ohtake), e curou exposições como ‘Marga Ledora: A linha da casa’, na Pinacoteca de São Paulo.
Exposição individual ‘Monturo e outros tantos’ – Gustavo Torrezan
Abertura: 6 de março de 2026 | às 19h
Visitação: até o dia 12/04/2026
Terças a sextas: 9h às 20h
Sábados, domingos e feriados: 9h às 17h
Grande Galeria
Classificação indicativa: livre
Entrada gratuita

O Chefe do Órgão Acadêmico Responsável Departamento de Fotografia e Cinema, Prof. Antônio César Fialho de Sousa, no uso de suas atribuições, torna público o presente Edital para seleção de estudantes de graduação da UFMG para atuação no Programa , na modalidade bolsista e/ou voluntário(a), conforme normas institucionais e orientações do Sistema de Fomento/PROGRAD, incluindo o gerenciamento de vagas por Ampla Concorrência (AC) e Ações Afirmativas (AA).