Exposição “Iluminar” – Visitação até 15 de janeiro de 2023

Grupos Al-Químicos (EBA/UFMG) e LabSG (FCA/PUC Minas) de pesquisa, criação e experimentação em Fotografias de base Química

ILUMINAR, World Wide Cyanotype Day 2022

O Dia Mundial da Cianotipia, World Wide Cyanotype Day, acontece desde 2015 no último final de semana de setembro. Os grupos de pesquisa e criação em fotografias de base química Al-Químicos (EBA/UFMG) e LabSG (FCA/PUC Minas) se uniram este ano para produzir imagens e participar desta oitava edição do evento, iniciado no Texas (EUA).

Usando a técnica histórica da Cianotipia (que data de 1842) os participantes ao redor do mundo foram convidados a produzir imagens a partir do tema ILUMINAR, central neste momento pós-pandemia, no qual o negacionismo, a fome, a crise energética, a degradação ambiental, a guerra, dentre outras mazelas, afligem a sociedade.

Dessa forma, professores, funcionários, monitores e alunos de ambas Instituições (UFMG e PUC/Minas) envolvidos com os dois grupos, produziram e compartilharam estas bandeiras simbólicas, em tecido, que amarradas juntas em locais públicos de todo o mundo constituem um convite para que estes trabalhos possam servir como estopins de esperança.

Adolfo Cifuentes, Adriana Ferreira e Camilla Fidelis. Grupos Al-Químicos EBA/UFMG de Criação, pesquisa e experimentação em Fotografias de Base Química. UFMG / PUC/Minas

Ficha Técnica

LabSG (FCA/PUC Minas): Luís Siqueira E Adriana Ferreira. Al-Químicos (EBA/UFMG) Cleber Falieri, Adaiany Rodrigues Adolfo Cifuentes e Camilla Fidelis

Local: Gramado de acesso à Escola de Belas / UFMG

Período: 29/11/2022 a 15/01/2023

 

Coletivo de Teatro apresenta Tempos de Errância no Centro Cultural UFMG

Texto: Assessoria do Centro Cultural UFMG

Na quarta-feira, dia 30 de novembro, às 19h30, o Núcleo 2 – Coletivo de Teatro apresenta o espetáculo Tempos de Errância no Centro Cultural UFMG (Av. Santos Dumont, 174, Centro, BH). Haverá reexibições nos dias 1º e 2 de dezembro, às 18h15 e 19h30, respectivamente. O evento integra o projeto Recitais e tem a classificação indicativa de 12 anos. Os ingressos podem ser adquiridos na plataforma Sympla

Tema contemporâneo

Tempos de Errância foi construído a partir de três fotogramas distintos, extraídos da paisagem latino-americana recente e contemporânea, buscando os rastros de devastação da violência armada. O espetáculo, embora trate de um tema ácido e sombrio, busca tratá-lo de forma poética, revelando a brandura do ser humano que tudo suporta sem ter amparo do Estado.

Abandono

A primeira cena abre com a paisagem de um vilarejo abandonado, onde todos foram embora. O único morador remanescente ‘recebe’ o espectador como se ele fosse um visitante, mostra a ele o que sobrou de seu povoado e relembra o período em que os corpos desciam pelo rio e se amontoavam na margem. “Ele era quem ajudava os familiares a encontrar os despojos de seus entes queridos e a juntá-los. Hoje, o rio virou lodo e ele bebe a água que cai das calhas em dia de chuva”, registram os autores.

O grupo

Núcleo 2 – Coletivo de Teatro é um agrupamento de artistas da cena a partir de projetos artísticos específicos, sob a coordenação artística de Narciso Telles, sediado em Uberlândia. Investigam as possibilidades poéticas da cena contemporânea nas relações entre representação e representatividade, em diversos modos e processos de criação, para estabelecer diálogos com as questões do mundo, tornando possível o trânsito de afetos e desejos. Suas práticas são modos de existência e resistência no teatro.

Ficha técnica

Dramaturgia: Rosyane Trotta

Atuação: Narciso Telles e Guilherme Conrado

Direção: Dirce Helena de Carvalho

Direção de teatro de animação: Mário Piragibe

Design e operação de luz: Camila Tiago

Figurinos: Létz Pinheiro e Núcleo 2

Performance-texto/vozes em off: Dirce Helena de Carvalho e Brenda Oliveira

Sonoplastia: Karina Silva

Produção: Camila Amuy e Karina Silva

Apoio Técnico: Yaslainy Silva e Victor Thomazette

Fotografia (divulgação): Polly Rosa

Patrocínio institucional: Capes, CNPq, Fapemig

Apoio institucional: UFU, Iarte, LIE, Lica, Lason, LAACênicas, GEAC-UFU

Realização: Núcleo 2 – Coletivo de Teatro

Projeto Recitais

O projeto foi desenvolvido para acolher as diversas manifestações artísticas e culturais de artistas que estão começando sua trajetória nos palcos e até mesmo os já consagrados, disponibilizando um espaço de estímulo e visibilidade para apresentarem seus trabalhos autorais, potencializando suas múltiplas vozes.

Tempos de Errância – Núcleo 2 – Coletivo de Teatro

Datas: 30 de novembro, 1º e 2 de dezembro (Av. Santos Dumont, 174, Centro, BH)

Horários: 19h30, 18h15 e 19h30, respectivamente

Local: auditório do Centro Cultural UFMG

Classificação indicativa: 12 anos

Duração: 40 minutos

Os ingressos podem ser adquiridos em:  https://bit.ly/3gvLjpQ 

 

A artista Efe Godoy participa de bate-papo na Escola de Belas Artes da UFMG

Imagem: Arquivo Efe Godoy

Texto: assessoria NEDEC

Na próxima quarta-feira, dia 30/11, o Grupo de Pesquisa NEDEC – Núcleo de Estudos e Ensino em Desenho Contemporâneo (EBA/UFMG), por meio da linha de pesquisa “Desenho e Hibridismos de Linguagens”, recebe a artista Efe Godoy (@efegodoy) para uma conversa sobre seu processo de investigação artística e formas de atuação no sistema da arte, com mediação do Prof. Dr. Sandro Ka. Com coordenação da Prof. Dra. Camila Moreira, a atividade acontecerá no Auditório da Escola de Belas Artes, das 10h às 12h, com entrada franca, aberta à comunidade acadêmica e público interessado.

Efe é artista visual míope, transvestigenere, com pesquisa sobre hibridismo em suas variadas linguagens (vídeo, desenho, performance) com ênfase em recortes de memórias da infância e fabulações espontâneas. Natural da cidade de Sete Lagoas/MG, a artista vive e trabalha em Belo Horizonte. Passeou pela Escola Guignard UEMG e continua sua formação através de vivências em residências no Brasil e exterior, como Bolsa Pampulha – Belo Horizonte (2015/2016), EAC – Montevideu (2018), Adelina – São Paulo (2018) e, mais recentemente: Hemiencuentro, no INSTITUTO Hemispheric NY University – Cidade do México (2019), mostra Verbo de performance Arte, na Galeria Vermelho – São Paulo e Prêmio Sarp – museu de Ribeirão Preto (2020) e Ruído Blanco – Argentina (2022). Neste ano, foi indicada ao Prêmio Pipa.

Para a atividade, a artista preparou uma apresentação intitulada “Para sonhar imagens de transformação”, que dá nome a sua recente exposição individual, realizada no Palácio das Artes. Segundo Efe, o título foi pensado para nosso encontro/conversa/aula aberta com a proposta de abordar o realismo fantástico e a magia das quimeras, convidando o público a criar seres híbridos e povoar sonhos lúcidos.

nedec convida Efe Godoy
Data: 30 de novembro
Horário: 10h às 12h
Local: Auditório da Escola de Belas Artes/UFMG

Edital PMG 012/2022 – Sistemas Musicais Interativos – Inscrições prorrogadas até 10/03/2023

A Chefe do Órgão Acadêmico Responsável do Departamento de Fotografia e Cinema, Professora Patrícia Gomes de Azevedo , faz saber que, no período de 22/11/2022 a 10/03/2023 , de 18:00:00 às 23:59:00 horas, o(a) Secretaria do Departamento de Fotografia e Cinema (dftc@eba.ufmg.br) receberá as inscrições de candidatos para o exame de seleção do Programa para atuar nas disciplinas/atividades com carga horária de 12 horas semanais.

Edital PMG 012/2022 – Sistemas Musicais Interativos

Alunos do Teatro Universitário promovem contação de histórias no Centro Cultural UFMG

Texto: Assessoria do Centro Cultural UFMG

Na sexta-feira, 25 de novembro, às 19h, o Centro Cultural UFMG recebe a turma do 2º ano do Teatro Universitário da UFMG para um momento de contação de histórias. Os estudantes vão apresentar histórias escritas por Caio Fernando Abreu, Clarice Lispector, Conceição Evaristo, Eduardo Galeano, Rubem Braga, dentre outros. O evento integra o projeto Baixo Centro En[cena], como parte da programação do Circuito Cultural UFMG. A entrada é gratuita, com classificação livre.

O Baixo Centro En[cena] faz parte do Circuito Cultural UFMG, um projeto da Pró-Reitoria de Cultura (Procult) da UFMG, por meio do qual artistas locais, regionais e de relevância nacional e internacional se apresentam para a comunidade. O objetivo principal é promover a articulação, interação e interlocução entre todos os espaços culturais vinculados à Procult, potencializando a integração das ações artístico-culturais da UFMG. Todas as atividades são gratuitas e abertas para a comunidade externa.

Serviço:

Contação de Histórias – Turma do 2º ano do Teatro Universitário da UFMG

Data: 25 de novembro

Horário: 19h

Local: Auditório do Centro Cultural UFMG (Av. Santos Dumont, 174 – Centro – BH | MG)

Entrada gratuita | Classificação livre 

 

Joana Peixoto expõe obra que simboliza o coletivo feminino

Texto: Assessoria Centro Cultural UFMG

O Centro Cultural UFMG convida para a abertura da exposição do objeto ‘Conexões’, da artista Joana Peixoto, na sexta-feira, dia 25 de novembro de 2022, às 19 horas. A mostra tem a curadoria do professor Fabrício Fernandino e poderá ser vista até o dia 8 de janeiro de 2023. A entrada é gratuita e integra o projeto Escultura no Centro, que destaca os trabalhos tridimensionais desenvolvidos por alunos do curso de Artes Visuais com habilitação em Escultura da Escola de Belas Artes da UFMG. A classificação é livre.

Representação das mulheres

A obra ‘Conexões’ é constituída por um conjunto de pequenas esculturas em arame que, segundo a artista, representa as mulheres que estão em busca de um espaço na sociedade. Simbolizada pelo coletivo feminino, enredada em tecido de filó, essas mulheres, através de sua força, lutam diariamente para conquistar seus direitos fundamentais. O ato de escalar, sugerido na obra, busca também retratar os numerosos obstáculos enfrentados por elas na vida profissional e pessoal para garantir seu lugar e sua voz.

A artista

Joana Peixoto é bacharel em Artes Plásticas pela Universidade Federal de Minas Gerais, com habilitação em Pintura (2018) e Escultura (2019). Trabalha com técnicas distintas, como pintura a óleo, têmpera, vinílica e acrílica, além de utilizar materiais diversos, como arame, chapa de aço, papel machê, sisal, barbante, argila, dentre outros. Atua em Belo Horizonte como professora de artes em ateliê próprio.

Escultura no Centro
O projeto busca valorizar e expor os trabalhos tridimensionais desenvolvidos pelos graduandos e pós-graduandos do curso de Artes Visuais com habilitação em Escultura da Escola de Belas Artes da UFMG.

Conexões – Joana Peixoto
Período expositivo: 25/11/2022 a 08/01/2023
Terças a sextas: 9h às 20h
Sábados, domingos e feriados: 9h às 17h
Espaço Expositivo Vão da Escada
Classificação: livre
Entrada gratuita

Artistas apresentam composição e improvisação em dança no Centro Cultural UFMG

Texto: Assessoria do Centro Cultural UFMG

Nesta sexta-feira, dia 18 de novembro, às 19h, o Centro Cultural UFMG receberá os artistas tttttuto (Artur Souza), Gabriela Luiza, Lívia Espírito Santo e Vanessa Aiseó para a apresentação da dança não – experimento I. A performance faz parte de uma série de experimentos em dança que dialoga com outras linguagens artísticas. O evento integra o projeto Baixo Centro En[cena], como parte da programação do Circuito Cultural UFMG. A entrada é gratuita, com classificação livre.

Esses experimentos são estudos em processo realizados e compartilhados com a presença do público. não não é um espetáculo, nem um ensaio. não é uma investigação ‘em’ e ‘de’ movimento de uma dança por vir. não é uma chave dramatúrgica para vivenciar processos de experimentação e criação em situações de improviso.

não – experimento I
 reúne artistas das áreas da dança, do teatro, do audiovisual, da música e da arquitetura, que, juntos, se propõem a atuar de forma colaborativa, transversal e indisciplinada no campo da improvisação e composição.

Nesse primeiro compartilhamento, a proposta é explorar composições visuais do instante a partir de imagens captadas ao vivo, em uma prática de improviso em dança. Essas imagens serão captadas e sintetizadas por equipamentos analógicos e obsoletos, e projetadas simultaneamente no local do experimento.

Como proposta de jogo, as provocações lançadas para conceber não – experimento I foram: quanto tempo dura uma ação/gesto? Como suportar e sustentar uma duração? Quando uma continuidade se esgota? Como se constrói uma dança? Mover sem dançar. Dançar sem mover. Elaborar uma não-dança. Dançar a memória de um gesto já dançado. Dançar um gesto esquecido.

Em diálogo com essas provocações, nesse primeiro experimento da série, a trilha foi composta previamente como uma espécie de colagem sonora texturizada e revirada a partir de fragmentos de músicas, de sons concretos e sintetizados.

Lívia Espírito Santo é artista da dança com ênfase em pesquisas e processos de criação interdisciplinares, indisciplinares e indisciplinantes nas artes da cena e do corpo. Professora na graduação em Teatro da UFMG. Doutoranda em Artes (PPGArtes/UFMG). Atualmente pesquisa Experiências de Finitude e Poéticas Autorais nas artes.

tttttuto (Artur Souza) é arquiteto, artista gráfico e vj. Trabalha com direção de arte e produção audiovisual experimental, buscando rastros e ruídos deixados entre o digital e o analógico. Vive e trabalha em Belo Horizonte, onde colabora com diversos artistas e coletivos, incluindo a @polvo.studio.

Gabriela Luiza é artista de cinema e teatro. Iluminadora, fotógrafa e montadora realiza seus trabalhos em direção à experimentação da linguagem. Entre a cabine técnica e a ilha de montagem, colore e distorce a imagem corroborando na fruição estética da peça, do vídeo, do filme ou do show.

Vanessa Aiseó é trombonista, educadora, artista da cena e sonoplasta. Sua pesquisa atravessa encontros interdisciplinares e tecnológicos. Seu trabalho percorre o uso de sons concretos, paisagens sonoras e sons sintetizados. Traça percurso a partir de contrastes e narrativas texturizadas, utilizando captações a partir de improvisos musicais. Seu processo de criação consiste em modificar e revirar o corpo sonoro até que alcance discurso.

Baixo Centro En[cena] faz parte do Circuito Cultural UFMG, um projeto da Pró-Reitoria de Cultura (Procult) da UFMG, por meio do qual artistas locais, regionais e de relevância nacional e internacional se apresentam para a comunidade. O objetivo principal é promover a articulação, interação e interlocução entre todos os espaços culturais vinculados à Procult, potencializando a integração das ações artístico-culturais da UFMG. Todas as atividades são gratuitas e abertas para a comunidade externa.

Serviço:
não – experimento I 
Data: 18 de novembro
Horário: 19h
Local: sala 2 do Centro Cultural UFMG
Entrada gratuita | Classificação livre

Ficha Técnica
Criação: Gabriela Luiza, Lívia Espírito Santo e tttttutu
Concepção de vídeo: ela.ltda e tttttutu
Concepção de dança: Lívia Espírito Santo
Trilha: Vanessa Aiseó
VJ: tttttutu

Projeto Baixo Centro En[cena]
Última sexta-feira do mês no Centro Cultural UFMG. Este mês, excepcionalmente, haverá duas apresentações distintas: 18 e 25 de novembro.

Projeto Bordas da Imagem convida Tatiana Altberg para roda de diálogo

Texto: Eduardo Queiroga

A conversa focará na criação de narrativas fotográficas em projetos colaborativos

O Projeto Bordas da Imagem promove, no próximo dia 22 de novembro, às 19h30, a roda de diálogo “Imagens expandidas: projetos colaborativos e a subjetividade do eu”. A conversa contará com a presença da convidada Tatiana Altberg, que falará sobre a criação narrativa em projetos coletivos e individuais, apresentando pontos importantes de seus trabalhos.

A participação é aberta ao público, sem necessidade de inscrição prévia. Acontecerá on-line e ao vivo, no canal do YouTube (youtube.com/@bordasdaimagem), com interação através de perguntas e comentários. A proposta é juntar a prática artística com a reflexão, através de um diálogo aberto e leve, partindo de aspectos observados na obra da artista, como o processo criativo, os variados suportes e suas temáticas.

O encontro faz parte do projeto de extensão Bordas de Imagem, vinculado à Escola de Belas Artes da UFMG, coordenado pelo fotógrafo e professor Eduardo Queiroga. O projeto é formado por um grupo de estudos sobre fotografia, com a integração de pesquisadores da imagem de diversas partes do Brasil, além de uma série de rodas de diálogo que buscam abordar questões contemporâneas da fotografia, partindo de articulações entre o fazer artístico e a pesquisa acadêmica, atravessando fronteiras, contrabandeando ideias, abrindo fissuras entre prática e teoria.

Sobre a convidada:

Tatiana Altberg é artista visual e mestre em Artes pela UERJ. Seu trabalho articula a fotografia com procedimentos de criação narrativa em projetos colaborativos, visando provocar uma reflexão crítica e sensível a respeito de si e do seu entorno, de forma a expandir seus territórios existenciais. Em 2003, junto a Redes da Maré, criou o Mão na Lata, um conjunto de ações coletivas com jovens da comunidade da Maré, que tem participado de exposições, seminários e publicações com os resultados de suas práticas fotográficas. Em 2021 foi editado pela coleção Arte Bra um livro sobre sua trajetória.

Roda de diálogo

Imagens expandidas: projetos colaborativos e a subjetividade do eu

Com Tatiana Altberg

22 de novembro de 2022

19h30

www.youtube.com/@bordasdaimagem

www. bordasdaimagem.wordpress.com