“Encontro com butoh da família Ohno” – 21/08 – 19h – Sala de Dança 4º andar Anexo F

Dia 21 de agosto, acontece, dentro da programação da 3ª mostra CRDançaBH, acontece o “Encontro com butoh da família Ohno”.

Uma conversa com membros da família Ohno com o público, compartilhando suas percepções sobre a concepção do espetáculo “Dezoito Estações de Outono”.

Encontro com butoh da família Ohno
Com Etsuko Ohno, Mikako Ono e Yuki Oukawa (Japão). Mediação: Profª Carla Andreia – Organização Institucional Dança EBA/UFMG Profº. Arnaldo Alvarenga
21/8, às 19h na UFMG – Sala de Dança (4º andar, anexo F – Escola de Belas Artes)
Av. Pres. Antônio Carlos, 6627 – Pampulha
Classificação: 12 anos

VARIAÇÕES SOBRE O KHÁOS OU PARA MATAR A SAUDADE. – 24 de agosto – 18h – Escola de Belas Artes da UFMG – Campus Pampulha.

Para entrar na UFMG no sábado, o ingresso gratuito pode ser retirado em https://www.sympla.com.br/evento/variacoes-sobre-o-khaos-ou-para-matar-a-saudade/2602754

“É preciso ter o caos dentro de si para gerar uma estrela dançante”. Assim falou Nietzsche em Assim falou Zaratustra e foi com a afirmação do filósofo alemão e com três modos possíveis de entender o caos que construímos a primeira versão do espetáculo apresentada em 2023:

 

1º – O do dicionário e do senso comum: caos é a mistura de coisas ou ideias em total desarmonia; confusão;

2° – O da mitologia: caos, em diversas tradições mitológicas, é o vazio primordial de caráter informe, ilimitado e indefinido, que precedeu e propiciou o nascimento de todos os seres e realidades do universo;

3º – O da ciência: a Teoria do Caos, grosso modo, pode ser pensada como o estudo da desordem organizada, traz explicações de fenômenos não previsíveis. Portanto, a teoria do caos é um padrão de organização dentro de um fenômeno desorganizado, ou seja, dentro de uma aparente casualidade.

 

Nesta nova versão de KHÁOS, a fórmula de Nietzsche e as três possíveis abordagens do caos mantiveram-se como base, mas com muitas VARIAÇÕES. A principal delas deriva do fato de comemorarmos neste ano os 25 cinco anos da chegada, em 1999, dos primeiros alunos ao então Curso de Graduação em Artes Cênicas, aprovado em 1988 pelo Conselho Universitário da UFMG e hoje denominado Graduação em Teatro. Como membro do corpo docente desde 2000 fico feliz em criar com esta apresentação uma oportunidade para reencontros. Um momento PARA MATAR A SAUDADE.

 

Este espetáculo é dedicado a todas as pessoas responsáveis pela criação e pelo fortalecimento do Curso de Graduação em Teatro da Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais e à memória de Cândido Dantas, Cecília Bizzotto, Geraldo Roberto (Peninha), Helvécio Leandro, Luiz Fazito e Marcos Vogel.

Com:

Ana Luísa Alves Ferreira; Bárbara Lima; Camila Furtunato; Camila Raposo; Christina Ferreira; Eliezer Sampaio; Eric Pedroso; Giulia Pontes; Glauco Pulvirenti; Greicielle Souza; Guilherme Oliveira; Jardel Elói; Júnia Flor; Laura Duarte, Lucas de Cassia – Lillia Azul; Ludy Lins; Mandú; Matheus Gepeto; Matheus Soriedem; Oliver Martins; Rafa Calú; Sinara Teles; Taísa Emanuely Alves Costa; Thalis Vilas Dama; Thaylline Souza; Thiago Queiroz; Vando Euripes; Victor Souza; Wendell Guilherme.

 

Estrutura Dramatúrgica e Direção Geral: Antonio Hildebrando.

Assistência Dramatúrgica e de direção: Greicielle Souza

Projeções: Aya Oliveira,Guilherme Oliveira, Matheus Soriedem

Operador de projeções: Jardel Elói

Figurinos: O coletivo.

Supervisão de Figurinos: Carlos Selim

Iluminação: Eliezer Sampaio, LIC – Laboratório de Iluminação e Cenografia

Produção: Antonio Hildebrando, Greicielle Souza

Assistência de produção: André Givisiez , Tereza Castro

Arte Gráfica: Dê Jota

Fotografia: Cláudio Nadalin, Júnia Flor, Matheus Soriedem

Centro Cultural UFMG recebe exposição dos formandos em Artes Visuais da Escola de Belas Artes da UFMG

Texto: Assessoria do Centro Cultural UFMG

O Centro Cultural UFMG convida para a abertura da exposição coletiva ‘Entreato’, dos formandos em Artes Visuais da Escola de Belas Artes da UFMG, com curadoria de Hugo Houayek e Projeto Piscinão. A mostra destaca os trabalhos desenvolvidos pelos alunos durante a trajetória do curso, explorando uma ampla variedade de materiais e suportes, como a pintura, a gravura, a instalação, a escultura e a performance, apresentando a poética individual de cada artista. O evento acontece no dia 23 de agosto de 2024, sexta-feira, às 19 horas. As obras poderão ser vistas até 29 de setembro de 2024. A entrada é gratuita e tem classificação livre.

‘Entreato’ reúne produções dos formandos Analu Rocha, Beatriz Pessoa, Bianca Nithack, Edinara Melo, Isa Lambári, Juliana Sarti, Mara Sifuentes, Pauline Aimê, Pedro Biagini, Pedro Leal, Thalita Amorim e Yan Nicolas.

Entreato – por Laura Dias

Em uma peça teatral, o entreato consiste no lapso de tempo entre os atos. A exposição dos formandos no curso de Artes Visuais não é apenas um momento de pausa, é o momento de celebrar a experiência do primeiro ato, a graduação. É também um momento de reflexão e recuperação de fôlego até a próxima cena. Nesse momento de acolher o passado e de abertura de novos caminhos, os artistas unem suas memórias e investigações em uma exposição coletiva, convidando o público a se envolver com cada uma delas.

Beatriz Pessoa, Edinara Melo e Juliana Sarti mergulham nas águas do luto, do silêncio e da violência. Seja acolhendo a si mesma em uma coleção de autorretratos, criando uma pilha de memórias acumuladas ou trançando a vida junto ao corpo, elas abrigam suas cicatrizes e dão voz aos seus sentimentos. Em contraste, as obras de Bianca Nithack e Pauline Aimê fluem suavemente como a leveza das correntes que buscam seu curso. Numa tentativa de desenhar seu próprio destino, aguadas mancham o suporte enquanto o percorrem e traços riscam caminhos orgânicos, porém bem delimitados.

Analu Gomes e Isa Lambári exploram a relação entre o ser humano, o corpo e a natureza. Utilizando a pintura para enraizar suas inquietações, elas tecem discursos que entrelaçam questões socioambientais e de gênero, evocando uma reflexão sobre a nossa desconexão com a natureza.

Pedro Biagini emprega a ironia para criar uma ação fictícia contra as árvores, estabelecendo um paralelo com as fake news e os movimentos radicais online. Paralelamente, Mara Sifuentes e Pedro Leal questionam a permanência e a utilidade da matéria, reconfigurando situações comuns através da prática artística ao fundir materiais do cotidiano com elementos plásticos, resultando em obras que desafiam a funcionalidade e subvertem a ordem usual das coisas.

Por sua vez, Thalita Amorim e Yan Nicolas dedicam-se a explorar questões políticas que desafiam o espaço que ocupam. Thalita questiona as estruturas institucionais em “Escola de Quais Artes?”, no qual utiliza a identidade visual da Escola de Belas Artes da UFMG para provocar uma reflexão crítica sobre o modelo acadêmico da instituição. Yan, apropriando-se da densidade da cor preta para recriar experiências de pessoas negras, questiona a inserção desses corpos no sistema. Assim, ambos criam maneiras de tensionar e reconfigurar o que está socialmente estabelecido.

Ao unir suas investigações os artistas não apenas compartilham suas jornadas, mas também convidam o público a se engajar nesse diálogo, percorrendo a exposição e interagindo com as obras. Dessa forma, a exposição ‘Entreato’ transforma-se em um momento de celebração e reflexão sobre o percurso da graduação. É um espaço para reconhecer e valorizar o progresso alcançado, apreciar as experiências vividas e, simultaneamente, renovar as energias para o próximo ato.

Coordenação:
Projeto Piscinão – Orientadoras: Prof.ª Brígida Campbell e Prof.ª Rachel Cecília.
Monitoras: Isabella Rosendo e Laura Dias.

Ficha Técnica:
Realização: Colegiado do curso de Artes Visuais.
Apoio: Centro Cultural UFMG.
Curadoria: Hugo Houayek e Projeto Piscinão.
Texto Curatorial: Laura Dias.

Exposição ‘Entreato’
Formandos em Artes Visuais da Escola de Belas Artes da UFMG – 2024/1
Abertura: 23 de agosto de 2024 | às 19h
Visitação: até o dia 29/09/2024
Terças a sextas: 9h às 20h
Sábados, domingos e feriados: 9h às 17h
Grande Galeria
Classificação indicativa: livre
Entrada gratuita

Escola de Belas Artes recebe o lançamento de livro que compila sua memória

Uma pesquisa de pós-doutorado da jornalista e autora Mariana Ribeiro da Silva Tavares resultou no livro Escola de Belas Artes, UFMG: 65 anos de ensino-aprendizagem em Artes. A obra foi lançada no dia 13 de agosto, no Auditório Álvaro Apocalypse da Escola de Belas Artes, campus UFMG Pampulha.

A obra, publicada pela Editora Ramalhete, foi organizada pela própria Mariana Tavares em parceria com os professores eméritos Lucia Gouvêa Pimentel e Evandro José Lemos da Cunha, também vinculados à EBA.
A investigação tem como ponto de partida o projeto Memória da Escola de Belas Artes, idealizado pela professora aposentada Pompéa Péret Britto da Rocha, que foi homenageada, durante o evento, por sua contribuição como docente e artista. Outra presença de destaque foi a da professora Beatriz Ramos de Vasconcelos Coelho, idealizadora e membro fundadora do Centro de Conservação e Restauração de Bens Culturais – CECOR. Ocupou a mesa, representando a Diretoria da Escola de Belas Artes, o Professor Adolfo Cifuentes, atual vice-diretor da EBA.

Participaram do livro os professores: Ana Lúcia Menezes de Andrade, Adolfo Cifuentes, Arnaldo Leite Alvarenga, Eugênio Paccelli Horta, Evandro José Lemos da Cunha, Gabriela Córdova Christófaro, Geraldo Freire Loyola, Lucia Gouvêa Pimentel, Luiz A C Souza, Maria Beatriz Braga Mendonça (Bya Braga), Mariana de Lima e Muniz, Mariana Ribeiro da Silva Tavares, Maurício Silva Gino, Mônica Medeiros Ribeiro e Pompéa Péret Britto da Rocha.

Abaixo seguem imagens de cobertura do evento feitas por Patrícia Lindoso:

A Casa de Bernarda Alba – Espetáculo da Graduação em Teatro da UFMG – 30/08 a 01/09

O espetáculo “A Casa de Bernarda Alba”, com texto de García Lorca e direção de Mariana Lima Muniz, estreia dia 30 de agosto de 2024, às 19h, no Galpão 3 da Funarte MG e segue em cartaz até o dia 1° de setembro, sempre no mesmo horário. Os ingressos podem ser comprados pelo sympla.com.br.
O espetáculo, demarcado no espaço interno da casa da matriarca que vive com suas cinco filhas solteiras, a mãe e duas empregadas, aborda a opressão familiar retratada na obra de Lorca. A encenação mescla linguagens híbridas entre o audiovisual e o teatro a fim de destacar as tensões e os conflitos internos das cinco filhas sob a tirania de Bernarda. A montagem explora o desejo e a liberdade reprimidos em um ambiente onírico e imersivo, refletindo a luta pela liberdade e as discussões de gênero.
“A Casa de Bernarda Alba”  é a última obra do poeta e dramaturgo espanhol, sendo finalizada em junho de 1936. Quase cem anos depois, as discussões que a dramaturgia traz, ainda são atuais e promovem o debate. A montagem do espetáculo é resultado da disciplina optativa “Tópicos em Teatro E: A Casa de Bernarda Alba Processos criativos femininos” .
SOBRE A DIRETORA
Mariana Lima Muniz é atriz, diretora teatral e Professora Titular na Pós-graduação e Graduação em Teatro da UFMG. Fez o Pós-Doutorado na Universidad de Buenos Aires com Jorge Dubatti. É doutora em Teatro pela Universidad de Alcalá e graduada em Interpretação Gestual pela RESAD (Espanha). Trabalhou como diretora e/ou atriz com diversos coletivos, dentre eles: Grupo Galpão, Uma Companhia, Jogando no Quintal, Cia. Bárbara, Galpão Cine-Horto, Impromadrid e Toda Deseo.
SINOPSE
O espetáculo “A Casa de Bernarda Alba”, dirigido por Mariana Lima Muniz, aborda a opressão familiar retratada na obra de Lorca. A encenação mescla linguagens híbridas entre o audiovisual e o teatro a fim de destacar as tensões e os conflitos internos das cinco filhas sob a tirania de Bernarda. A montagem de “A Casa de Bernarda Alba”, explora o desejo e a liberdade reprimidos em um ambiente onírico e imersivo, refletindo a luta pela liberdade e as discussões de gênero.

SERVIÇO
Datas: Dias 30 e 31 de agosto e 01º de setembro de 2024 (Sexta-feira, sábado e domingo), às 19h.
Local: Funarte MG (Rua Januária, 68 – Centro, Belo Horizonte – MG, 30110-055)
Duração do espetáculo: 90 minutos
Classificação: Não recomendado para menores de 16 anos.
INGRESSOS
R$20,00 (Inteira)
R$10,00 (Meia-Entrada) (Estudantes*, Idosos, Pessoas com Deficiência e Jovens de Baixa Renda):
– A bilheteria presencial será aberta 1 hora antes de cada sessão.
*Mediante apresentação de documento de comprovação
Para mais informações sobre a venda de ingressos, acesse o evento pela plataforma do Sympla: https://www.sympla.com.br/evento/a-casa-de-bernarda-alba/2584815?share_id=copiarlink
FICHA TÉCNICA – A CASA DE BERNARDA ALBA
Direção e tradução: Mariana Lima Muniz
Elenco: Ana Clara Marques, Analu Diniz, Annabelle de Munick, Duda Carmona, Eric Pedroso, Fernanda Lara, Laura Duarte, Letícia Araújo, Lucy Ribeiro e Tereza Castro.
Participação: Matheus Carvalho
Monitoria: Eric Pedroso, Leidy Goes e Stéphanie Sal
Trilha Sonora: Mandú Jacob
Músicos: Mandú Jacob e Pedro Oliveira
Direção audiovisual: Ítallo Vieira
Assistência de audiovisual: José Vitor Resende
Edição de vídeo: Ítallo Vieira  e José Vitor Resende
Coordenação de produção: Jean Gorziza
Assistência de produção: Matheus Carvalho
Gestão de redes sociais: Duda Carmona, Fernanda Lara, Ítallo Vieira, Jean Gorziza e Lucy Ribeiro.
Fotos e vídeos de divulgação: Ítallo Vieira (Amanhã Filmes)

Assessoria de Imprensa: Fernanda Lara
Cenário e figurinos: Mariana Lima Muniz
Maquiagem: Lucy Ribeiro e Tereza Castro
Iluminação: André Givisiez
Operador de Luz: André Givisiez
Colaboração: LIC – Laboratório de Iluminação e Cenotecnia
Realização: Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG, Escola de Belas Artes – EBA, Colegiado da Graduação em Teatro da Escola de Belas Artes da UFMG – COLTEATRO
Apoio: Funarte M

Edital PMG 2024-12 – Estágio supervisionado em Teatro

A Chefe do Órgão Acadêmico Responsável do Departamento de Artes Cênicas , Maria Beatriz Braga Mendonça , faz saber que, no período de 31/07/2024 a 08/08/2024 , de 00:00:01 às 23:59:59 horas, o email  darc@eba.ufmg.br receberá as inscrições de candidatos para o exame de seleção do Programa para atuar nas disciplinas/atividades com carga horária de 20 horas semanais, das quais 8 horas deverão ser alocadas em estudos individuais e atividades de planejamento, realizados por meio de cronograma flexível.

Edital PMG 2024-12 – Estágio supervisionado em Teatro

Evento com Rafael Grohmann, da Universidade de Toronto, inaugura ciclo dedicado aos impactos da IA no campo das artes – 06 de Agosto – Auditório EBA

A Escola de Belas Artes da UFMG sedia, no dia 6 de agosto, às 14 horas, o evento inaugural do ciclo Inteligência Artificial e as artes: perspectivas críticas e controvérsias, que visa explorar o impacto das tecnologias de IA no campo das artes. A atividade de extensão recebe, neste primeiro evento, o professor Rafael Grohmann, da Universidade de Toronto, que irá abordar o tema com enfoque na dimensão do trabalho, com a palestra Trabalhadores da cultura e a governança da IA: a greve de Hollywood.

O professor brasileiro Rafael Grohmann é referência internacional em estudos críticos de plataformas, em especial na sua relação com o trabalho, abordando temas como o cooperativismo de plataforma, organização dos trabalhadores e as relações entre trabalho, plataformas e IA. Ele é editor do periódico Platforms & Society, líder da iniciativa DigiLabour e diretor do Observatório de Cooperativismo de Plataforma no Brasil. Sua abordagem aportará uma visão crítica sobre os desafios e oportunidades enfrentados pelos trabalhadores da cultura diante da inteligência artificial, a partir das disputas pela governança da IA durante as greves de atores e roteiristas de Hollywood de 2023.

A conversa será mediada pelo professor André Mintz, da Escola de Belas Artes, que também coordena o ciclo de eventos IA e as artes, com apoio do grupo de pesquisa R-EST, sediado na Fafich.

A atividade é gratuita e aberta ao público. A pré-inscrição é opcional e pode ser realizada pelo formulário disponível no link: http://bit.ly/Trab_Cult_IA.

– Palestra: “Trabalhadores da cultura e a governança da IA: a greve de Hollywood”
– Palestrante: Professor Rafael Grohmann, Universidade de Toronto
– Data: 06 de agosto, terça-feira
– Horário: 14h
– Local: Auditório Álvaro Apocalypse, Escola de Belas Artes UFMG
– Inscrição: opcional, pelo link http://bit.ly/Trab_Cult_IA
– Idioma: Português

BUMBA, EBA! Teatro de arraiá

Texto divulgação

Apresentação performativa com improvisações individuais e cenas a partir de estudos práticos da teatralidade de tradição popular Bumba-meu-boi. A realização é da disciplina Oficina de Improvisação I. A concepção geral do trabalho traz referências dos estudos de Bois realizados por Oswald Barroso (CE), do Boi de Janeiro em Minas Gerais, do Boi de Máscaras (PA), de estudos próprios e experimentações livres. A partir de um roteiro performativo, motiva-se a criação e a aparição improvisada de Figuras mascaradas, que brincam buscando reencantamentos artísticos cênicos e encontros afetivos-alegres entre a comunidade da EBA e comunidades universitárias vizinhas. O BUMBA, EBA! acontece, portanto, inspirado nas teatralidades de tradição popular, com a aparição de Figuras mascaradas e o jogo improvisacional entre elas e o público. Prevê, ainda, a realização de ações culturais específicas, em consonância com a arte e a cultura do Bumba-meu-boi, como a brincadeira do correio elegante e também da quadrilha inclusiva. O BUMBA, EBA! se apresenta, então, como um teatro de arraiá.
Concepção, coordenação geral e roteiro cênico: Profª Bya Braga
Realização: Disciplina Oficina de Improvisação I – Graduação em Teatro
Participação e criação de improvisações cênicas: Estudantes Abisague Medeiros Reiter Langbehn, Artur Gomes dos Santos, Bianca Keviny Freire Silva, Camila Rosaicela Huaynamarca Villegas, Cecilia Ribeiro de Oliveira Costa, Eduardo Denucci Nunes Miranda, Flavia Thais Aniceto Alves, Juliana Lima Dias, Jullian Fernandes, Kauan John Barreto Martins, Letícia Alves Araújo, Luisa Sofia Silva Melo, Maite Maldonado de Albuquerque, Mayra Machado da Silva, Nathaly Vitoria Bento Teixeira, Victor Manoel Vergilio, Victor Morais Hilbert, Victor Silva dos Santos, Vinícius Égas Magalhães Joos, Vitoria Lima Oliveira, Yasmim Vargas Paixão.
Apoio técnico e artístico: Grupo de pesquisa LAPA-UFMG, Laboratório de Cenotécnica-ARC, Daniel Ducato, Michel Morais Corsino (Produção Cultural-EBA), Ana Laura Lopes (PMG-PROGRAD), Letícia Alves Araújo, Laboratório de Vestimenta Cênica-ARC, Sávio Rocha, Carlos, Tamira Montovani, Júlia Camargos, Domenica Morvillo (IC-PIBIC/CNPq), Laboratório de Iluminação-ARC, Eliezer Sampaio, Ismael Soares, Annabelle Lithg e demais estudantes com as suas Figuras mascaradas presentes.
Classificação: Livre
Data: 24 de julho de 2024
Horário: entre 17:30 e 20h
Agradecimentos: Profª Rita Gusmão, Prof. Altemar Di Monteiro, Estudantes que apoiaram a colocação de bandeirinhas na rua do Anexo Teatro, Estudantes mascarados participantes da apresentação, Colegiado de Graduação em Teatro EBA UFMG, Prof. A. Hildebrando, Annabelle Lithg, Centro Acadêmico do Teatro-EBA-UFMG, Luan Elias, Lauren Karoline, Equipe do CA, Cecília Saruê, Cantina da EBA, ASSUFEMG, Colegas da Portaria do Anexo Teatro, Colegas do Serviço de Limpeza do Anexo Teatro e SLOP-EBA.