
BUMBA EBA!





FICHA TÉCNICA/ EQUIPE
ATUAÇÃO: Olivia Ilyod, Tati Ane Ted, Thalis Vilas Dama e Thiago Queiroz
DIREÇÃO: Dê Jota
ASS. DE DIREÇÃO: Thiago Queiroz
DIREÇÃO MUSICAL: Thiago Queiroz
ADAPTAÇÃO DRAMATÚRGICA DO TEXTO “ENTRE QUATRO PAREDES” (de Jean-Paul Sartre) : Glauco Pulvirenti
MAQUIAGEM: Ana Laura (à confirmar) Rita Naj
FIGURINO: Amaranta Tobar Nilo
ILUMINAÇÃO: Veec Santos, Minhoca e Will
CONCEPÇÃO CENOGRÁFICA: Coletiva com orientação do Técnico Daniel Ducato (ARC-EBA)
CENÁRIO: Paulo Victor
COMUNICAÇÃO: Soriedem, Olivia Llyod e Guilherme Victor
ORIENTADORA: Profª Bya Braga
PRODUÇÃO EXECUTIVA: Thalis Vilas Dama; Guilherme Luz
PRODUÇÃO: Guilherme Luz
ASS. DE PRODUÇÃO: Vinicius Sbampato
AGRADECIMENTOS:
Manoel Bispo da Silva Filho (Pai)
Daniela Carmen Martins Bispo da Silva (Mãe)
Bya Braga (Orientadora)
Triz Tristão
Daniel Ducato (Técnico em Cenotécnica, Depto. de Artes Cênicas-EBA-UFMG)
Ismael Soares (Técnico em Iluminação, Depto. de Artes Cênicas-EBA-UFMG)
Eliezer Sampaio (Área de Iluminação, SLOP-EBA-UFMG)
Wal (SLOP)
Todo corpo docente do Curso de Graduação em Teatro da EBA-UFMG
Todas as pessoas que contribuíram na rifa
RESUMO DA OBRA: A história se passa inteiramente em um único ambiente, uma sala que simboliza o inferno. Três personagens são condenados a viver eternamente juntos, confrontando suas falhas, segredos e arrependimentos. A frase icônica “O inferno são os outros” sintetiza a temática, que aborda a dificuldade dos seres humanos em lidar com as suas consciências e com os julgamentos alheios.
CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: Não recomendado para menores de 12 (doze) anos
DATAS E HORÁRIOS:
03, 04 e 05 de julho de 2025
Horário: 19h
Local: Sala Preta – Anexo do Teatro da EBA-UFMG
DISTRIBUIÇÃO DE INGRESSO E COMO OBTER: Os ingressos serão disponibilizados gratuitamente pela plataforma Sympla. Para garantir o acesso, o público deverá acessar o link do evento, selecionar a data desejada e realizar a inscrição. A entrada é gratuita, mas os lugares são limitados.

Em um reino na Polônia, Segismundo vive desde pequeno acorrentado em uma torre, por ordens de seu pai, o rei Basílio, para tentar impedir que uma profecia se cumprisse: este seria o monarca mais cruel e terrível já nascido. Após vinte anos, o rei, arrependido, ordena que seu filho seja trazido de volta ao palácio, para que ocupe, a partir de então, sua posição de príncipe e sucessor do trono. Já habituado à sua condição de prisioneiro, agora, conhecendo pela primeira vez o que há além dos muros da torre, Segismundo tenta diferenciar o que é sonho e realidade.
Espetáculo: A Vida é Sonho
Datas: 25 a 29 de junho de 2025
Horários: Quarta a sábado às 20h; domingo às 19h
Local: Galpão 1 da Funarte MG – Rua Januária, 68, Centro – Belo Horizonte/MG
Ingressos: R$ 20 (inteira) | R$ 10 (meia-entrada)
Duração: 90 minutos
Classificação indicativa: 12 anos
Ingressos disponíveis pelo Sympla no link: https://www.sympla.com.br/evento/a-vida-e-sonho/2979758


Equipe: Banda Deamantes
Orientador: Prof. Eduardo Andrade (Departamento de Artes Cênicas, EBA, UFMG)
O mundo está à beira do colapso e um show de rock ecoa como grito de resistência. Com músicas da banda Pink Floyd, “A Sétima Trombeta” narra a luta de corpos que não aceitam o silêncio imposto. Entre ruínas e distorções, emerge a urgência de questionar sistemas e estruturas opressivas. A cada acorde, uma ferida se abre, e uma possibilidade de revolta também. Um ritual sonoro contra o fim.
Classificação Etária: 12 anos
Datas: Dias 24, 25 e 26,
Horários: 19:30 Apresentação de Clarissa Nadú e 20:00 A Sétima Trombeta
Local: Auditório do Belas Artes
Distribuição de ingresso: 30 min antes do espetáculo. 160 lugares
Agradecimentos:
Paula Sharon e Geraldo Magela (Mãe e Pai)
Webster Yuh (Tio)
Diogo Gonçalves (Irmão)
Eduardo dos Santos Andrade (Orientador)
Sávio Rocha (Técnico do Figurino)
Eliezer Sampaio e Ismael Soares (Técnico do LIC)
Daniel Ducato (Técnico do Cenotécnico)
Bya Braga (Coordenadora do TCC)
Lucas Souza (Professor)
Wal e todos da SLOP
Todo o corpo docente do Teatro
Todos que apoiaram o projeto comprando as rifas
FICHA TÉCNICA
DIREÇÃO:
Athos Ferreira
ELENCO:
Bambis
Leonardo Heytor
Mayk Will
Pedro Oliveira
Samuel Siqueira (TCC Bacharelado Teatro)
Thales Barbosa
Vinícius Joos
PARTICIPAÇÃO ESPECIAL: Clarissa Nadú
CONCEPÇÃO GERAL:
Samuel Siqueira
DRAMATURGIA:
Athos Ferreira e elenco
CENOGRAFIA:
Samuel Siqueira
ASSISTENTE DE CENOGRAFIA: Ana Pio
Pedro Oliveira
Vinícius Sbampato
Aretha
FIGURINO E MAQUIAGEM: Ana Laura Lopes
ILUMINAÇÃO:
André Givisiez
OPERAÇÃO DE LUZ:
André Givisiez
SONOPLASTIA:
Leonardo Heytor
OPERAÇÃO DE SOM:
Yuri Vilaça
PREPARAÇÃO CORPORAL: Athos Ferreira e Vinícius Sbampato
PREPARAÇÃO VOCAL:
Athos Ferreira e Stephan Bryan
FOTÓGRAFA:
Jebs Lima
DIVULGAÇÃO/REDES SOCIAIS: Wellison Silva
PRODUÇÃO:
Ana Pio
Vinícius Sbampato
ASSISTENTE DE PRODUÇÃO: Pedro Oliveira

Texto: Assessoria do Centro Cultural UFMG
Nos dias 20, 21 e 22 de maio de 2025, às 18h30, o Centro Cultural UFMG sedia a primeira edição do ‘Festival do Oblíquo’, um festival de cenas curtas e cômicas realizado pelo Coletivo Ordinários, que procura proporcionar um momento de experimentação e encontro de artistas interessados no humor como ferramenta de reflexão e diversão, bem como uma provocação para o pensamento crítico por meio do riso. A entrada é gratuita, com classificação indicativa de 16 anos.
O festival
O ‘Festival do Oblíquo’ consiste em uma mostra de cenas curtas cuja linguagem central é a comédia. Através da curadoria de Joyce Malta, Marcus Carvalho, Carmen Marçal e Michelle Sá, o ‘Coletivo Ordinários’ reúne sete trabalhos cômicos, juntamente com dois de seus próprios trabalhos, que contemplam diversas linguagens: palhaçaria, bufonaria, farsas, sátiras e demais subgêneros. Com seus olhares atentos, sensíveis e provocadores, eles foram responsáveis por selecionar as cenas que vão dar vida (e gargalhada) à primeira edição do festival.
Confira a programação completa do festival:
20/05/2025 – Primeiro dia
Um dia normal no busão
O que você já passou num busão? Tomou janelão, teve motorista grosso, ônibus lata de sardinha, pregador, gente ouvindo rádio e celular com volume no talo, morador de rua pedindo dinheiro, vendedor de bala, assalto dentro do ônibus, gente armando barraco? Em ‘Um dia normal no busão’ você poderá entrar em um ônibus e viver, ou reviver, um pouquinho de várias situações. Alerta: possíveis gatilhos para situações da sua vida!
Elenco: Wagner Café, Débora Guimarães, Bia Lazzarini, Lorraine Smith, Leonardo Cardoso, Alana Schambackler, Ana Caracol.
Direção: Thales Barbosa
Operação de luz: Léo Campos
Final Feliz
A ‘Final Feliz’ é uma firma de matadores de aluguel clandestina que trabalha há anos no mercado sem deixar rastros. Numa sexta-feira caótica e chuvosa, quatro pessoas aleatórias vão até a empresa para eliminar pessoas indesejadas de suas vidas.
Direção e dramaturgia: Tião Mansur
Elenco: Jefferson Alexandre, Dora Campos, Stephanie Lorrane e Lincoln Siqueira.
Técnica: Tião Mansur e Erick D. Rodrigues
Iluminação: Vanessa Ambrozio
G.A.M.A
Após passar muito tempo enquanto ouvinte de um grupo de apoio à perda gestacional, uma palhaça finalmente toma coragem de contar a sua história. A perda precoce de seu filho David, que não chegou a nascer para o mundo, mas nasceu, viveu e marcou seu coração.
Direção, dramaturgia e atuação: Kaline Barboza
Direção de arte e sonoplastia: Thaddeus
Iluminação: Rafaela Silva Rezende
Produção: PoliAmor
21/05/2025 – Segundo dia
Marte
Três astronautas são enviadas pela BRASA para uma missão em Marte. Lá elas passam por diversas situações conflituosas, divertidas e inesperadas.
Dramaturgia e direção coletiva
Atuação: Fernanda Bumi, Nina Mozar, Júlia Oliveira, Anna Brito, Víctor Hilbert
Técnica: Kauan John, Karine Amai
ACENA
Pierrot, um clássico personagem da commedia dell’arte, está prestes a realizar ‘A CENA’. Enquanto isso, ele brinca e satiriza com a criação teatral contemporânea. Entre desabafos e criações de roteiros, o palhaço divide seus pensamentos sobre o amor, o teatro e ‘A CENA’.
Baseado em textos de Pedro Rabelo e Gabriela Araújo
Dramaturgia: Pedro Rabelo
Direção Coletiva: Sheila Oliveira Pedro Rabelo
Preparação corporal, iluminação e sonoplastia: Sheila Oliveira
Figurino e Cenografia: Heros Pereira
Maquiagem: Pedro Rabelo
Contrarregra: Heros Pereira e Amadeu Campos
Eu & o cu
Universal, democrático e polêmico: ele, o esfincter anal, cu para os íntimos. Apaixonado por cus e dono de experiências íntimas intensas com ele, como levar uma facada no dito cujo, Fávero divide com a plateia suas histórias e pirações filosóficas sobre o cu.
Direção, dramaturgia e atuação: Fávero
Operação de luz: Sheila Oliveira
22/05/2025 – Terceiro dia
Mamãe Bate, Mamãe Ama
‘Mamãe Bate, Mamãe Ama’ é mais que um programa, ele é o meu, o seu, o nosso guia de como prejud… CRIAR nossos filhos de forma manipuladora, controladora e chantagista! No ar de segunda a sexta, no horário nobre da TV Precária.
Direção: Júlia Camargos
Dramaturgia e atuação: Sam Abranches
Orientação: Anderson Ferreira, Danilo Mata
Figurino: Anderson Ferreira
Costureira: Agnes Léia
Operação de Luz e Som: Carlos Nogueira
Sonoplastia: Júlia Camargos
Tânatos
Em um ambiente carregado de tensões, uma mulher vestida de preto abre a cena, que se rompe com a entrada abrupta de uma noiva. O branco do vestido contrasta com a escuridão ao redor e a sua inquietação denuncia algo sombrio por trás do véu. Em meio a uma festa, a busca de refúgio nos braços dos convidados e de outro homem que, atormentado pelo desejo e o medo, cede. Com elementos do teatro épico, o breve encontro entre as personagens e o público é um convite ao confronto pessoal de nossas perdas e medos, dilemas existenciais nas convenções sociais.
Ficha técnica
Texto: Lucélia Benvinda e Luiza Boari
Dramaturgia: Luiza Boari
Co-dramaturgia: Lucélia Benvinda
Direção: Lucélia Benvinda
Produção: Inara Lima
Elenco: Deyvi Dias, Luiza Boari, Vanessa Cerqueira
Iluminação: Léo Campos
Cenografia: Mover Coletivo
Figurino: Mover coletivo e Vanessa Cerqueira
Trilha sonora: Mover Coletivo
Memórias de Dentro
‘Memórias de Dentro’ te convida a entrar na casa de uma família de quatro gerações de mulheres negras e compartilhar momentos de afeto, risada e dois dedinhos de prosa. Mais uma vez, Vó Rosa, Dona Bete, Ariana e Kaká vão passar o Natal do jeito que elas mais gostam, de casa cheia. No meio de muita correria, transformações e revelações, essa família passa por situações cotidianas, com um toque de sensibilidade, que deixa tudo mais leve e acolhedor. E você, já sabe onde vai comer um peru nessa ceia?
Direção: coletiva
Dramaturgia: coletiva
Atuação: Ariana Custódio, Eliza Nunes, Karine Amai e Lizlayne
Operador de Luz e som: Kauan John
Oficina de iniciação à palhaçaria
Como forma de fomentar as linguagens cômicas, o festival oferecerá, em seu último dia de evento, a oficina de ‘Iniciação à palhaçaria’, ministrada pela atriz e palhaça Juliene Lellis. Essa atividade trabalhará a comicidade, o tempo cômico e a composição da figura. Será aprofundado o trabalho de construção de cada palhaço (a) como figura a partir de exercícios teatrais e de improvisação. Inscrições em: https://bit.ly/4j8zO1B
Festival do Oblíquo
Data: 20, 21 e 22 de maio de 2025
Horário: 18h30
Local: auditório do Centro Cultural UFMG
Entrada gratuita
Classificação indicativa: 16 anos

Texto: Divulgação
O Complexo Cultural Funarte MG recebe novamente o espetáculo O Som do Mundo Desmoronando, com dramaturgia coletiva, orientada e dirigida pelo Prof. Dr. Altemar Di Monteiro e livremente inspirado nos escritos de Paul B. Preciado e Achille Mbembe. Dessa vez, a peça tem entrada franca e integra a Programação do 19º Festival de Verão da UFMG e fica em cartaz de 21 a 23 de março (sexta a domingo), sempre às 19h30.
Com 21 atuantes em cena, a obra propõe uma experiência sensorial intensa, na qual corpos em movimento dialogam com o silêncio e um design sonoro envolvente. A proposta bilíngue (português/libras) transcende a acessibilidade, buscando acolher tanto corpos ouvintes quanto surdos, criando uma dramaturgia que se debruça sobre o ruir e o reconstruir, ouvir e não ouvir.
Em diálogo com o conceito de disphoria, cunhado por Preciado, a peça explora a noção de inadequação para refletir sobre uma dimensão existencial que define nosso tempo e reafirmar que corpo e mundo nunca estiveram separados.
No palco, narrativas de resistência (e sua cooptação neoliberal) se entrelaçam com reflexões sobre a devastação ecológica e humana, compondo um mosaico de utopias e descrenças que ressoam no agora. A criação toma como inspiração o cortejo zapatista realizado nas ruas México em dezembro de 2012, explorando as perguntas que ele ecoa: o que é necessário desmoronar para que outro mundo possa emergir? A pergunta não é se as estátuas devem ou não cair. A questão é decidir o que fazer com os escombros.
A montagem conta com a parceria da BH Em Libras através de projeto de pesquisa em orientação com o Professor Altemar Di Monteiro. Nas ruínas de um tempo em transição, baratas, pássaros, ativistas, bombeiros, cientistas, fotógrafos, eletricistas, intérpretes, produtoras culturais, atores, atrizes e outros seres insólitos constroem territórios de insurgência e criação. Questionando o imaginário brutalista e inspirades na luta zapatista, “O Som do Mundo Desmoronando” é mais que um espetáculo: é um manifesto poético. Convoca o público a escutar o caos, perceber os escombros e imaginar novos voos. Entre o desmoronamento e a reconstrução, esta obra performativa é um convite para sonhar: mesmo com asas quebradas.
Segundo o professor Altemar Di Monteiro, diretor da primeira montagem no curso após sua recente chegada na Graduação em Teatro da UFMG, a peça possui uma importância singular ao reafirmar a relação intrínseca entre poética e pedagogia teatral. “O processo criativo dessa peça ofereceu ao elenco uma imersão em diversas camadas do fazer teatral: da criação de uma dramaturgia colaborativa ao aprofundamento no trabalho de ator e atriz, passando pela concepção de visualidades e, principalmente, pelos debates sobre teatro performativo e segurança cênica. Discutimos, além de teorias do processo criativo em teatro, normas técnicas dos equipamentos e a relação com a produção cultural de forma integrada”, destaca Di Monteiro.
Para o professor, dramaturgo e encenador, “uma graduação em teatro forma, acima de tudo, trabalhadores da cultura. Estamos preparando pessoas que poderão decidir os rumos das artes e da cultura no país. Para isso, é indispensável um processo continuado que articule teoria e prática, permitindo uma formação sólida para futuros artistas e professores de teatro”.
FICHA TÉCNICA
Direção e Orientação de Dramaturgia: Altemar Di Monteiro | Assistência de Direção: Eliezer Sampaio Lili | Texto: Coletivo, livremente inspirado nos escritos de Paul B. Preciado e Achille Mbembe
Elenco: Ana Di Ângelo, Deávila Marques, Dinalva Andrade, Eliezer Sampaio Lili, Gabrielle Vasques, Kemills Dunda, Larissa Ferreira, Luan Castro, Luisa de Paula, Marcos Andrade, Maria Moreira, Marina Batista, Matyane Andrade, Paloma Mackeldy, Paulo Vitor Aguero, Sereia Dias, Sofia de Paula, Tatiane Evellyn, Tereza Castro e Victor Amaral
Direção Musical: Luisa de Paula |Preparação Vocal e Orientação Musical: Tatá Santana |Engenharia de Som: Ivo Ivo Ivo | Mixagem de Som: Wellyn | Trilha de Estúdio: Pauleiramad Home Studio e Wellyn | Operação de Som: Sereia Dias | Iluminação: Ismael Soares | Operação de Iluminação: Ismael Soares | Vídeos: Gabrielle Vasques, Gabriel Guimarães e Guilherme Victor | Operação de vídeos: Tereza Castro | Orientação de Figurinos e Adereços: Sávio Rocha e Daniel Ducato | Preparação Corporal: Paloma Mackeldy, Maria Moreira e Eliezer Sampaio Lili | Orientação de Animação de Bonecos: Daniel Ducato | Fotografia: Kêmilly Soares, Gabriel Guimarães e Guilherme Victor | Apoio técnico: Ana Cristina Alcântara, Lucy Ribeiro e Ellen Caroline | Libras: Marcos Andrade e Dinalva Andrade | Projeto Gráfico: Duda Carmona | Realização: Graduação em Teatro / Escola de Belas Artes / UFMG
Espetáculo “O Som do Mundo Desmoronando”
Data: 21 a 23 de março, 19h30.
Local: Funarte – Galpão 04 (Rua Januária, 68 – Centro | Belo Horizonte/MG)
Gratuito
Duração: 100min
Classificação: 12 anos

O espetáculo O Som do Mundo Desmoronando, com dramaturgia coletiva, orientada e dirigida pelo Prof. Dr. Altemar Di Monteiro, é livremente inspirado nos escritos de Paul B. Preciado e Achille Mbembe, possui 23 atuantes em cena e propõe uma experiência sensorial intensa, onde corpos em movimento dialogam com o silêncio e um design sonoro envolvente. A proposta bilíngue transcende a acessibilidade, buscando acolher tanto corpos ouvintes quanto surdos, criando uma dramaturgia que se debruça sobre o ruir e o reconstruir, o ouvir e o não ouvir. A obra estreia nos palcos de Belo Horizonte, no Galpão 4 da Funarte MG, e ficará em cartaz de 5 a 8 de fevereiro (quarta a sábado), sempre às 20h30. Em diálogo com o conceito de disphoria, cunhado por Preciado, a peça explora a noção de inadequação para refletir sobre uma dimensão existencial que define nosso tempo e reafirmar que corpo e mundo nunca estiveram separados.
Sinopse:
Em um mundo em colapso, onde as certezas caem como monumentos antigos, “O Som do Mundo Desmoronando” descortina um tempo de transição. Livremente inspirada nos escritos de Paul B. Preciado e Achille Mbembe, a peça entrelaça narrativas de resistência com as marcas de uma destruição ecológica e humana que pulsa em nosso tempo. Nos escombros, histórias emergem: baratas, ativistas, cientistas e seres insólitos dançam, insurgem e fazem algo, enquanto o silêncio ecoa tão alto quanto o som. Mais que uma peça, este é um convite para escutar o inaudível, enxergar o invisível e, mesmo com asas quebradas, imaginar algum voo (im)possível.
Quanto maiores são as estátuas, mais generosos os escombros.
No palco, narrativas de resistência (e sua cooptação neoliberal) se entrelaçam com reflexões sobre a devastação ecológica e humana, compondo um mosaico de utopias e descrenças que ressoam no agora. A criação toma como inspiração o cortejo zapatista realizado nas ruas México em dezembro de 2012, explorando as perguntas que ele ecoa: o que é necessário desmoronar para que outro mundo possa emergir? A pergunta não é se as estátuas devem ou não cair. A questão é decidir o que fazer com os escombros.
A montagem conta com a parceria da BH Em Libras através de projeto de pesquisa em orientação com o Professor Altemar Di Monteiro. Nas ruínas de um tempo em transição, baratas, pássaros, ativistas, bombeiros, cientistas, fotógrafos, eletricistas, intérpretes, produtoras culturais, atores, atrizes e outros seres insólitos constroem territórios de insurgência e criação. Questionando o imaginário brutalista e inspirades na luta zapatista, “O Som do Mundo Desmoronando” é mais que um espetáculo: é um manifesto poético. Convoca o público a escutar o caos, perceber os escombros e imaginar novos voos. Entre o desmoronamento e a reconstrução, esta obra performativa é um convite para sonhar: mesmo com asas quebradas.
Segundo o professor Altemar Di Monteiro, diretor da primeira montagem no curso após sua recente chegada na Graduação em Teatro da UFMG, a peça possui uma importância singular ao reafirmar a relação intrínseca entre poética e pedagogia teatral. “O processo criativo dessa peça ofereceu ao elenco uma imersão em diversas camadas do fazer teatral: da criação de uma dramaturgia colaborativa ao aprofundamento no trabalho de ator e atriz, passando pela concepção de visualidades e, principalmente, pelos debates sobre teatro performativo e segurança cênica. Discutimos, além de teorias do processo criativo em teatro, normas técnicas dos equipamentos e a relação com a produção cultural de forma integrada”, destaca Di Monteiro. Para o professor, dramaturgo e encenador, “uma graduação em teatro forma, acima de tudo, trabalhadores da cultura. Estamos preparando pessoas que poderão decidir os rumos das artes e da cultura no país. Para isso, é indispensável um processo continuado que articule teoria e prática, permitindo uma formação sólida para futuros artistas e professores de teatro”.
SERVIÇO:
05 a 08 de fevereiro, 20h30.
Sessão extra no dia 08, às 16h (com debate após a cena)
Local: Funarte – Galpão 04 (Rua Januária, 68 – Centro | Belo Horizonte/MG)
Valor: R$ 10,00 / R$ 5,00 Ingressos : Sympla (https://www.sympla.com.br/evento/espetaculo-o-som-do-mundo-desmorona ndo/2804748) ou bilheteria da Funarte.
Duração: 100min
Classificação: 12 anos
Entrada Franca: Estudantes da Graduação em Teatro, Graduação em Dança, Teatro Universitário, Cicalt ou Cefart (limitado a 50 ingressos por sessão, até 40min antes do espetáculo).
FICHA TÉCNICA
Direção e Orientação de Dramaturgia: Altemar Di Monteiro | Assistência de Direção: Eliezer Sampaio Lili | Texto: Coletivo, livremente inspirado nos escritos de Paul B. Preciado e Achille Mbembe
Elenco: Ana Di Ângelo, Alexandre de Oliveira Santos, Cecília Saruê, Deávila Marques, Dinalva Andrade, Eliezer Sampaio Lili, Gabrielle Vasques, Kemills Dunda, Larissa Ferreira, Luan Castro, Luisa de Paula, Marcos Andrade, Maria Moreira, Marina Batista, Matyane Andrade, Paloma Mackeldy, Paulo Vitor Aguero, Sereia Dias, Sofia de Paula, Tatiane Evellyn, Tereza Castro, Victor Amaral e Wellyn
Direção Musical: Luisa de Paula |Preparação Vocal e Orientação Musical: Tatá Santana |Engenharia de Som: Ivo Ivo Ivo | Mixagem de Som: Wellyn | Trilha de Estúdio: Pauleiramad Home Studio e Wellyn | Operação de Som: Sereia Dias | Iluminação: Ismael Soares | Operação de Iluminação: Ismael Soares | Vídeos: Gabriel Guimarães e Guilherme Victor | Operação de vídeos: Tereza Castro | Orientação de Figurinos e Adereços: Sávio Rocha e Daniel Ducato | Preparação Corporal: Paloma Mackeldy, Maria Moreira e Eliezer Sampaio Lili | Orientação de Animação de Bonecos: Daniel Ducato | Fotografia: Kêmilly Soares, Gabriel Guimarães e Guilherme Victor | Apoio técnico: Ana Cristina Alcântara, Lucy Ribeiro e Ellen Caroline | Libras: Alexandre de Oliveira Santos, Marcos Andrade e Dinalva Andrade | Projeto Gráfico: Duda Carmona | Realização: Graduação em Teatro / Escola de Belas Artes / UFMG

Texto: Divulgação


Sinopse: “Felícia é uma jovem, recém formada na graduação em Teatro. Ela precisa escrever uma peça original para se inscrever em um Edital de fomento à cultura, junto com seu amigo, Félix, assim, provando para sua Mãe, e para si mesma, que é possível trabalhar com Arte.”
Data: 23, 24 e 25* de Janeiro
Horário: 19h30
Local: Espaço Preto – Anexo do Teatro – Escola de Belas Artes (UFMG – Pampulha)
Entrada: Franca*
*Sendo necessário retirar o ingresso gratuito para assistir no sábado pelo Sympla.
Caso venha na quinta ou na sexta é só chegar.
Link do ingresso pra sábado: https://www.sympla.com.br/evento/felicidade-peca-teatral/2796183?fbclid=PAZXh0bgNhZW0CMTEAAab9cC_OjrUtGpt97HxD1HMZ1e8kBUdbLksKcuxWcRdXrUW_cYIrCxc5i_w_aem_aEcF3CPHcKxdT9iUsYgnhw&referrer=l.instagram.com
Classificação: Livre
Tempo de duração: 1h
Instagram: @felicidadeespetaculo
Texto divulgação
Apresentação performativa com improvisações individuais e cenas a partir de estudos práticos da teatralidade de tradição popular Bumba-meu-boi. A realização é da disciplina Oficina de Improvisação I. A concepção geral do trabalho traz referências dos estudos de Bois realizados por Oswald Barroso (CE), do Boi de Janeiro em Minas Gerais, do Boi de Máscaras (PA), de estudos próprios e experimentações livres. A partir de um roteiro performativo, motiva-se a criação e a aparição improvisada de Figuras mascaradas, que brincam buscando reencantamentos artísticos cênicos e encontros afetivos-alegres entre a comunidade da EBA e comunidades universitárias vizinhas. O BUMBA, EBA! acontece, portanto, inspirado nas teatralidades de tradição popular, com a aparição de Figuras mascaradas e o jogo improvisacional entre elas e o público. Prevê, ainda, a realização de ações culturais específicas, em consonância com a arte e a cultura do Bumba-meu-boi, como a brincadeira do correio elegante e também da quadrilha inclusiva. O BUMBA, EBA! se apresenta, então, como um teatro de arraiá.
Concepção, coordenação geral e roteiro cênico: Profª Bya Braga
Realização: Disciplina Oficina de Improvisação I – Graduação em Teatro
Participação e criação de improvisações cênicas: Estudantes Abisague Medeiros Reiter Langbehn, Artur Gomes dos Santos, Bianca Keviny Freire Silva, Camila Rosaicela Huaynamarca Villegas, Cecilia Ribeiro de Oliveira Costa, Eduardo Denucci Nunes Miranda, Flavia Thais Aniceto Alves, Juliana Lima Dias, Jullian Fernandes, Kauan John Barreto Martins, Letícia Alves Araújo, Luisa Sofia Silva Melo, Maite Maldonado de Albuquerque, Mayra Machado da Silva, Nathaly Vitoria Bento Teixeira, Victor Manoel Vergilio, Victor Morais Hilbert, Victor Silva dos Santos, Vinícius Égas Magalhães Joos, Vitoria Lima Oliveira, Yasmim Vargas Paixão.
Apoio técnico e artístico: Grupo de pesquisa LAPA-UFMG, Laboratório de Cenotécnica-ARC, Daniel Ducato, Michel Morais Corsino (Produção Cultural-EBA), Ana Laura Lopes (PMG-PROGRAD), Letícia Alves Araújo, Laboratório de Vestimenta Cênica-ARC, Sávio Rocha, Carlos, Tamira Montovani, Júlia Camargos, Domenica Morvillo (IC-PIBIC/CNPq), Laboratório de Iluminação-ARC, Eliezer Sampaio, Ismael Soares, Annabelle Lithg e demais estudantes com as suas Figuras mascaradas presentes.
Classificação: Livre
Data: 24 de julho de 2024
Horário: entre 17:30 e 20h
Agradecimentos: Profª Rita Gusmão, Prof. Altemar Di Monteiro, Estudantes que apoiaram a colocação de bandeirinhas na rua do Anexo Teatro, Estudantes mascarados participantes da apresentação, Colegiado de Graduação em Teatro EBA UFMG, Prof. A. Hildebrando, Annabelle Lithg, Centro Acadêmico do Teatro-EBA-UFMG, Luan Elias, Lauren Karoline, Equipe do CA, Cecília Saruê, Cantina da EBA, ASSUFEMG, Colegas da Portaria do Anexo Teatro, Colegas do Serviço de Limpeza do Anexo Teatro e SLOP-EBA.
Um grupo de doze artistas da cena, começando a viver da arte do teatro, precisa vender seu espetáculo. O grupo apresenta, então, suas cenas como “amostras grátis”. Se o público gostar delas, poderá, ao final da apresentação, fazer contato com a trupe no @teatroavenda e comprar cenas e performances. Afinal, povo bão, tá na hora de fazer a despedida… E se gostou, não se acanhe, deixe algum para a comida…
Contexto da criação
A encenação é resultado das atividades de ensino e de pesquisa teatral realizadas no Curso de Graduação em Teatro, Disciplina Prática de Criação A e no Departamento de Artes Cênicas, Grupo de pesquisa cênica LAPA-UFMG, da Escola de Belas Artes da UFMG.
Inspirado na ideia do teatro de feira, do teatro cômico popular, o espetáculo Teatro à venda. Comédias populares é composto por cenas inspiradas em duas comédias do brasileiro Martins Pena (século XIX), Judas em sábado de Aleluia e A família e a festa na roça. Com elas, ressaltamos questões culturais e sociais brasileiras que são importantes de se apresentar, e também combater, como o patriarcado, o machismo, o racismo, a aporofobia, o autoritarismo e outros preconceitos ainda existentes, inclusive aqueles ainda existentes na relação com cultura e a arte da cena cômica popular. Queremos sair do século XIX!
A encenação traz uma barraca de feira cenográfica, de aparência modesta, na qual são apresentadas as cenas como “amostra grátis”. Valoriza-se o jogo da atuação nas composições cênicas criadas, buscando a maior inventividade junto a elementos grotescos, farsescos, o uso de máscaras, buscando fortalecer a arte da cena popular.
Ficha artística e técnica cênica
Concepção e Direção geral: Bya Braga (Departamento de Artes Cênicas da EBA-UFMG; Professora da Graduação em Teatro da UFMG; artista da cena)
Atuação:
Amanda Fuchs
Athos Ferreira
Isabella Saibert
Jake Macedo
Laura Lopes
Leticia Araujo
Luisa de Paula
Mandú Jacob
Maria Marta Cordeiro
Ramon Frank
Thalis Vilas Dama
Vinicius Sbampato
(Estudantes da Graduação em Teatro da UFMG, sendo alguns já profissionais ator/atriz)
Orientação e coordenação de cenografia, adereços cênicos e mascaramentos:
Daniel Ducato (Departamento de Artes Cênicas da EBA-UFMG/ LIC – Laboratório de Iluminação e Cenografia; artista da cena)
Meias-máscaras expressivas de velhos: Tarcísio de Campos Ribeiro
Máscaras inteiras expressivas de reisado: Gabriel Coupe (Estudante da Graduação em Teatro da UFMG; artista da cena)
Assessoria de figurino:
Sávio Rocha (Departamento de Artes Cênicas da EBA-UFMG – Laboratório de Vestimenta Cênica)
Gabriela Souza (Estudante da Graduação em Moda da UFMG)
Adelita Siqueira (Estudante da Graduação em Teatro da UFMG) Daniel Ducato
Assessoria cenotécnica:
Cristiano L.B. Kyria Araujo Milá Ott Pierre Renata Lanier Ramon Frank Tereza Castro Elenco (Estudantes da Graduação em Teatro da UFMG)
Iluminação (criação e operação):
Eliezer Sampaio (SLOP EBA; Departamento de Artes Cênicas EBA UFMG – LIC – Laboratório de Iluminação e Cenografia; artista da cena)
Ismael Soares (Departamento de Artes Cênicas EBA UFMG – LIC – Laboratório de Iluminação e Cenografia; artista da cena)
Comédias de Martins Pena utilizadas nas composições de cenas:
Judas em sábado de Aleluia; A família e a festa na roça.
Dramaturgização e trovas: Bya Braga
Produção Executiva: Isabella Saibert
Assessoria de Produção: Luan Castro (Estudante da Graduação em Teatro da UFMG)
Músicas utilizadas: Domínio público
Composições de Maurício Tizumba (Camelô de farol; Povo bom)
Assessoria cênico-musical:
Gabriel Coupe (Bolsista de pesquisa do Grupo LAPA-UFMG, projeto de pesquisa FAPEMIG/APQ-01825-21-Cena e Bem-Estar)
Saulo Moraes (Estudante da graduação em Música/percussão da UFMG)
Sonoplastia (ao vivo): Elenco Saulo Moraes
Monitoria acadêmica em teatro (durante o processo de criação):
Guilherme da Luz Santos (Estudante da Disciplina Prática em Ensino-Graduação em Teatro da UFMG)
Letícia Alves Araujo (Bolsista PMG-PROGRAD-UFMG)
Ramon Frank de Araujo Sousa (Voluntário PMG-PROGRAD-UFMG)
Fotografia: Ismael Soares, Luan Castro
Maquiagem: Laura Lopes
Artes gráficas: Thalis Vilas Dama
Apoio logístico: SLOP-EBA-UFMG (TAE Rosângela Sales Félix Bissiate e Waldislene Zinatelli)
Apoio de pesquisa cênica: Grupo de Pesquisa LAPA-UFMG/CNPq (Laboratório de Pesquisa em Atuação FAPEMIG-Projeto de pesquisa APQ-01825-21 – Cena e Bem-estar)
Realização: Curso de Graduação em Teatro da Escola de Belas Artes da UFMG – Disciplina Prática de Criação A (2022.2) – Estudantes do período. – Departamento de Artes Cênicas da Escola de Belas Artes da UFMG
Contato: @teatroavenda
Observações e agradecimentos:
O espetáculo se inicia alguns minutos antes do horário agendado, na rua ou na área em frente ao espaço cênico, com a trupe de artistas da cena convidando o público para a apresentação.
As atividades de criação e confecção dos materiais e objetos cênicos, bem como de produção executiva, logística e de comunicação, tiveram direta participação do grupo de estudantes e atores/atrizes profissionais que atua no espetáculo. Estudantes da Graduação em Teatro da UFMG de outras turmas/períodos, também colaboraram na criação e confecção de materiais cênicos, a quem agradecemos imensamente. Agradecemos, ainda, o trabalho realizado pelos Técnicos e Administrativos da Escola de Belas Artes para que o espetáculo se concretizasse e ao Teatro Universitário da EBAP-UFMG. Agradecemos, em especial, à PROCULT-UFMG e ao Produtor Cultural Sérgio Diniz.
Para a segurança de todos, pedimos encarecidamente que o público siga as recomendações estabelecidas pelos órgãos públicos de saúde para a prevenção contra a Covid19. Evitemos a contaminação e propagação do vírus SARS-CoV-2.