
Lançamento do Livro “Studio Anna Pavlova Uma escola de dança para a vida inteira” – 08 de novembro – 16h – Livraria do Belas




Texto: divulgação
. Livro inédito aborda a trajetória da Escola de Belas Artes/UFMG, referência no ensino das Artes no Brasil.
. Participam 15 autores que compartilham experiências de ensino-aprendizagem na graduação e pós-graduação.
. O livro inclui 66 fotografias; “Cronologia”; seção “Sobre os Pioneiros”, além da relação completa dos diretores, professores e técnicos-administrativos que atuaram na EBA/UFMG desde sua criação em 1957.

Será lançado no sábado, no dia 18 de maio, das 11h às 14h, na Livraria da Rua (Rua Antônio de Albuquerque, 913 na Savassi, em Belo Horizonte. O livro “Escola de Belas Artes, UFMG: 65 anos de ensino-aprendizagem em Artes”, organizado pelos professores e pesquisadores Mariana Ribeiro da Silva Tavares; Lucia Gouvêa Pimentel e Evandro José Lemos da Cunha, com edição da Editora Ramalhete de Belo Horizonte.
O livro é fruto de pesquisa de cinco anos de Pós-Doutorado da pesquisadora Mariana Ribeiro da Silva Tavares junto ao Programa de Pós-Graduação em Artes da Escola de Belas Artes (EBA/UFMG) com bolsa PNPD-CAPES. A investigação tem como ponto de partida, o projeto Memória da Escola de Belas Artes, idealizado pela professora aposentada Pompéa Péret Britto da Rocha, que levantou documentos e registrou entrevistas que cobriram os 15 anos iniciais da EBA, de 1957 a 1972. A essa documentação somaram-se novas entrevistas com professores e técnicos, bem como o levantamento de novos documentos, reportagens, textos e imagens que abarcam as décadas seguintes até 2024.
Essa documentação foi a base para a organização e escrita da história da Escola de Belas Artes da UFMG que está entre as instituições de ensino das artes mais significativas do país. Nas palavras da Professora Emérita da ECA/USP, Ana Mae Barbosa, que assina o prefácio: “A EBA/UFMG sempre foi uma escola contemporânea no tempo, com pioneirismo em várias áreas e grande influência na História do Ensino das Artes no Brasil.” O primeiro curso de Conservação e Restauração de Bens Culturais Móveis do país foi criado na Escola de Belas Artes, em 1978, pela professora Beatriz Coelho. A primeira habilitação de Cinema de Animação em universidade brasileira, em 1985, é também da EBA, assim como a primeira Especialização em Estilismo e Modelagem do Vestuário, em 1986, que posteriormente deu origem ao Bacharelado em Design de Moda, em 2009. Implementado em 2006, o Doutorado em Artes é o primeiro de Minas Gerais.
O Festival de Inverno da UFMG – uma das principais atividades de extensão em universidade brasileira – foi criado em 1967, pelo saudoso professor de pintura da EBA, Haroldo Mattos e pela professora e pianista Berenice Menegale, da Fundação de Educação Artística. O grupo Giramundo, referência em teatro de bonecos no país, foi igualmente criado como atividade de extensão na EBA, em 1970, pelos professores-artistas Álvaro Apocalypse, Terezinha Veloso e Maria do Carmo Vivacqua (Madu).
Essas são algumas das ações relatadas no livro que percorre a trajetória da Escola por décadas. Na primeira parte, “Da memória para a História”, conhecemos a luta inicial de estudantes mulheres para a criação da Escola; a conquista da sede própria no Campus/Pampulha (1972); a criação do mestrado (1995) e do doutorado em Artes (2006); a ampliação da Escola a partir do programa Reuni (Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais) em 2008, dentre outras atividades importantes para a compreensão do percurso histórico.
Na segunda parte, “65 Anos de Ensino-Aprendizagem em Artes: Compartilhando Experiências”, onze artigos de professores-artistas apresentam relatos históricos e metodologias de ensino-aprendizagem na graduação e na pós-graduação. São procedimentos que foram criados pelos professores em diversos cursos da Escola de Belas Artes e que podem ser referências para outras escolas de arte no país. Das práticas da improvisação no Curso de Teatro à pesquisa em Artes da Cena; da experimentação no cinema de animação à criação de um espaço expositivo para os alunos de fotografia, esses relatos constituem possibilidades de ações em sala de aula e outros espaços que podem impulsionar outras iniciativas de ensino-aprendizagem no Brasil.
Atualmente a Escola de Belas Artes da UFMG oferece seis cursos de graduação: Artes Visuais com bacharelados em Artes Gráficas, Desenho, Escultura, Gravura, Pintura e uma Licenciatura em Artes Visuais; Cinema de Animação e Artes Digitais (CAAD); Conservação-Restauração de Bens Culturais Móveis; Dança; Design de Moda e Teatro (Bacharelado e Licenciatura). Oferece também dois cursos de graduação interunidades (em parceria com outras unidades da UFMG): Design (junto com a Escola de Arquitetura) e Museologia (em parceria com a Escola de Ciência da Informação).
O livro “Escola de Belas Artes, UFMG: 65 Anos de Ensino-Aprendizagem em Artes” apresenta também Cronologia (de 1957 a 2024); seção “Sobre os pioneiros” (com biografias de 17 professores pioneiros), além da relação completa dos diretores e vice-diretores, professores e técnicos-administrativos que atuaram na EBA/UFMG a partir de 1957 (momento em que o Curso de Artes foi criado pelo professor-arquiteto Sylvio de Vasconcellos na Escola de Arquitetura). Sessenta e seis fotografias acrescentam camadas documentais à essa história referencial para o ensino das Artes no Brasil. O livro também será lançado na UFMG, após a greve dos servidores federais de educação.
Professores que participam do livro: Ana Lúcia Menezes de Andrade, Adolfo Cifuentes, Arnaldo Leite Alvarenga, Eugênio Paccelli Horta, Evandro José Lemos da Cunha, Gabriela Córdova Christófaro, Geraldo Freire Loyola, Lucia Gouvêa Pimentel, Luiz A C Souza, Maria Beatriz Braga Mendonça (Bya Braga), Mariana de Lima e Muniz, Mariana Ribeiro da Silva Tavares, Maurício Silva Gino, Mônica Medeiros Ribeiro, Pompéa Péret Britto da Rocha.
Lançamento do Livro “Escola de Belas Artes, UFMG: 65 Anos de Ensino-aprendizagem em Artes”.
Dia 18 de maio (sábado): das 11h às 14h: Livraria da Rua (R. Antônio de Albuquerque, 913, Savassi, Belo Horizonte.
Preço: 50,00 (cinquenta reais)
ISBN: 978-65-5034-052-0
1ª ed.,2024, Editora Ramalhete, Belo Horizonte, 288pgs.
Informações e contato para entrevistas com os organizadores do livro:
Mariana Tavares – marianatavares167@gmail.com (31) 996 11 4678
Lucia Gouvêa Pimentel – luciagpi@ufmg.br (31) 991 05 52 94
Evandro José Lemos da Cunha – jlemosdacunha@gmail.com (31) 72 66 19 50

Na companhia de quatro docentes ligados à Licenciatura em Teatro da UFMG e de modo informal e brincante, vamos conversar sobre a importância do brincar imaginativo, na infância e em todas as idades. Vamos tematizar os anos de pandemia e a grande dificuldade vivida no convívio entre adultos e crianças no confinamento, e discutir o que pode o fazer artístico nos dez primeiros anos de existência, em ciclos de alegria e luto.
Este livro dialoga diretamente com o Evento de Extensão “Arte, existência e infâncias plurais: Núcleo de pensamento e ações” sob coordenação da professora Marina Marcondes Machado, ação que acontecerá mensalmente na Escola de Belas Artes da UFMG e que em uma primeira etapa se constitui por rodas de conversa com adultos sobre diferentes temáticas acerca das crianças de agora.
Participantes:
Marina Marcondes Machado, autora do livro, pesquisadora das relações entre teatro e infância e professora na Licenciatura em Teatro da UFMG
Ricardo Figueiredo, professor pesquisador da Licenciatura em Teatro e da pós-graduação em Artes da UFMG
Eugênio Tadeu Pereira, artista cênico e pesquisador co-fundador do grupo Serelepe, professor aposentado do curso de Teatro da UFMG
Mediador:
Vinícius Lírio, professor pesquisador da Faculdade de Educação da UFMG, artista da cena e orientador dos estágios de Teatro da UFMG
ID da reunião: 880 0048 2767
Senha de acesso: 346460
Prezades colegas pesquisadores do campo das artes,
É com muita alegria que convido a todes para o lançamento do meu livro – O espaço encena: teatralidade e performatividade na cenografia contemporânea – que acontecerá na próxima quarta-feira, dia 28 de julho, às 19h, no canal Barracão UFMG no Youtube.
O livro é fruto da minha pesquisa de doutorado realizada na UNIRIO (Rio de Janeiro), com sanduíche na Universidade de Columbia (Nova York), laureada com Menção Honrosa no Prêmio Capes de Tese 2020.
O trabalho parte de uma questão, aparentemente simples, mas que demonstra a necessidade de uma ampla investigação teórica-conceitual: como o espaço cênico pode ser compreendido como um agente performativo? A pergunta reflete a percepção de diversos artistas e pesquisadores de que, no teatro contemporâneo, marcado por uma estética performativa, os elementos não estão no palco apenas para “significar” ou “representar” um mundo ficcional, mas, sobretudo, para “performar”. Nesse contexto, outras questões emergem: Qual seria então o papel da cenografia? O que seria um cenário performativo? Ou, ainda, como as coisas e objetos performam? Movido por essas reflexões, desenvolvo uma minuciosa investigação sobre os temas da teatralidade e da performatividade, cruzando conceitos e fundamentos teóricos dos estudos da performance, do teatro, das artes visuais, da antropologia e da filosofia, junto a exemplos de objetos emblemáticos da história da cenografia e de produções contemporâneas internacionais e nacionais, com especial recorte para a produção de Minas Gerais.
O livro pode ser comprado através do site da editora Synergia ou através do e-mail ednaotem@gmail.com.
Espero vocês lá.
Abraços!
Ed Andrade
Ana Utsch, Rééditer Don Quichotte. Matérialité du livre dans la France du XIXe siècle
Prefácio de Roger Chartier
Paris, Classiques Garnier
Lançamento: 24 de junho de 2020
Quarta capa:
Ao deslocar as abordagens tradicionais da história da encadernação em direção a uma história das formas e das funções desenvolvidas pela materialidade do livro, esta obra mobiliza três campos de estudo: a história da edição, a história literária e a bibliografia material. Sustentada por esta tripla dimensão, a análise de catálogos de editores franceses e de reedições sucessivas de Dom Quixote revela as competências técnicas e simbólicas da encadernação, objeto que estabelece diálogo direto com os gêneros textuais, com as práticas editoriais, com os usos do livro e, finalmente, com as diferentes comunidades de leitores, sejam eles ilustres ou anônimos.
Para mais informações: