
Exposição “Portinari Raízes do Brasil, Sementes do Amanhã” – 11 a 16 de Agosto – Galeria da Escola de Belas Artes








Texto: Divulgação
No próximo dia 31 de julho, às 19h, o Museu Mineiro inaugura a exposição “O Estado das Coisas”, de Sandro Ka, artista visual e professor da Escola de Belas Artes da UFMG. Com curadoria de Janaina Melo e assistência curatorial de Thalita Amorim, a mostra reúne lambes, fotografias, objetos e instalações produzidas em diferentes momentos da pesquisa do artista e estabelece um vibrante diálogo com a exposição de longa duração do Museu Mineiro.
Esta é a primeira exposição individual de Sandro Ka em Belo Horizonte. O artista apresenta um panorama de sua produção iniciada nos anos 2000, em Porto Alegre, em conjunto com trabalhos inéditos produzidos em diálogo com o acervo do Museu Mineiro e com diferentes locais da cidade, em especial, o Mercado Central. A exposição é, portanto, não só um convite para conhecer suas pesquisas, mas também para perceber como o artista olha para a produção cultural da cidade. “Sandro Ka, nesta exposição, demonstra seu envolvimento direto com este território-lugar”, aponta a curadoria.
Artista percorre o universo do lúdico com brinquedos, bibelôs e artigos populares, ao mesmo tempo em que dialoga com ícones da arte ocidental, como David, de Michelangelo.
Para as curadoras, a obra de Sandro não para nos gestos de apropriação, como pontuam no texto de apresentação da exposição: “os objetos selecionados adquirem novas camadas de sentido, quando justapostos em composições que suscitam impasses, tensões e ruídos. Seja pela materialidade ou pelo uso ordinário, o artista se apropria dos objetos para promover deslocamentos que parecem borrar os limites e produzir outros significados. Aciona, portanto, o território do interdito, isto é, aquele que vai do lúdico ao erotismo, do movimento aparentemente dócil a uma crítica aguçada. Assim, o que antes era reconhecível se torna ambíguo e desconcertante, abrindo espaço para experiências estéticas que operam entre o estranhamento e a familiaridade.”
Interações com o acervo: o museu como campo de criação
Para a exposição, Sandro Ka também fez um mergulho na reserva técnica do Museu Mineiro. Entre as propostas, além de observações junto à coleção de arte sacra, o artista propõe uma discussão sobre o acervo de pinturas de paisagem, esse estilo tão marcante e canônico nas artes visuais, sob novas estratégias de montagem. Vale a pena acessar a exposição de longa duração e ver como o artista opera diálogos e relações que revisitam e aguçam o nosso olhar sobre as coleções.
A mostra pode ser visitada até 14 de setembro na Sala de Exposições Temporárias do museu e nas salas de exposição de longa duração. Durante o período expositivo, serão realizadas atividades de ativação, como visitas mediadas e bate-papo com artista e curadoria. A entrada é gratuita.
SANDRO KA (Porto Alegre/RS, 1981)
Artista visual e pesquisador, professor de Artes Visuais (EBA/UFMG). Doutor e mestre em Artes Visuais (PPGAV/UFRGS). Desde 2003, realiza exposições individuais e participa de mostras coletivas no Brasil e no exterior, desenvolvendo produções nos campos da escultura, desenho, instalação e intervenção urbana, entre as quais destacam-se o projeto de intervenção urbana Piscina (Praça da Alfândega, Poa, 2015), as exposições individuais Antes que a Noite Acabe (Casa de Cultura Mario Quintana, Poa, 2022), Paisaje Común (EAC, Montevideu, 2018), Paisagem Comum (Museu do Trabalho, Poa, 2018), Tanto Barulho por Nada (MARGS, Poa, 2017) e Deixa Estar (MACRS, Poa, 2013); e as coletivas A Coisa dRag (Belo Horizonte, 2025), Eloquência e Eficácia (Fundação Vera Chaves Barcellos, Viamão, 2023), Salão Nacional de Arte Contemporânea de Goiás (MAC-GO, Goiânia, 2022), Arte Contemporânea.RS (MACRS, Poa, 2021), Queermuseu: Cartografias da Diferença na Arte Brasileira (Santander Cultural, Poa, 2017 e Parque Lage, Rio de Janeiro, 2018), Mostra SESC Cariri de Culturas (Juazeiro do Norte, 2014, 2015 e 2017), O Triunfo do Contemporâneo (Santander Cultural, Poa, RS, 2012) e VIII Bienal do Recôncavo Baiano (Centro Cultural Dannemann, São Félix, BA, 2006), entre outras. Vencedor do Prêmio Aliança Francesa de Arte Contemporânea (2017) e do Prêmio Açorianos de Artes Plásticas (2009). Possui obras em coleções particulares e públicas, como MARGS (POA/RS), MACRS (POA/RS), Pinacoteca Aldo Locatelli (POA/RS), UFCSPA (POA/RS), AMARP (Caxias do Sul), MAVRS (Passo Fundo/RS), FVCB (Viamão/RS) e Sesc Juazeiro (Juazeiro do Norte/CE). Atua em Belo Horizonte/MG.
JANAINA MELO | CURADORA
Mestre e doutoranda em museologia pelo PPG-PMUS UNIRIO / MAST. Com mais de 20 anos de experiência na implantação de programas públicos e de educação em instituições culturais brasileiras, foi Diretora de Museus da Fundação Municipal de Cultura da Prefeitura de Belo Horizonte e Gerente de Educação responsável pela implantação e condução de programas educativos do Inhotim (2008-2012) e da Escola do Olhar do Museu de Arte do Rio – MAR (2012-2018). Foi coordenadora de artes visuais no Museu de Arte da Pampulha (BH), diretora do Museu do Ingá (Niterói) e coordenadora pedagógica na EAV Parque Lage. Atualmente é consultora pedagógica e de museologia na restauração e reestruturação do Museu da Fortaleza de São José do Macapá (AP). Dentre as exposições que fez curadoria destacam-se: Clara Nunes eu sou a tal mineira (atualmente em exibição no Museu da Moda, BH), Múltiplos olhares – mulheres artistas na coleção Funarj, Museu do Ingá (2021), Faca Cega – Paulo Nazareth (Museu de Arte da Pampulha, BH, 2018-19) e Meu Mundo Teu – mostra individual de Alexandre Serqueira, em co-curadoria com Clarissa Diniz (Museu de Arte do Rio – MAR, RJ, 2016).
MUSEU MINEIRO
Inaugurado em 1982, o Museu Mineiro reúne em seu acervo um conjunto bastante diversificado de objetos referentes à história e à produção cultural e artística mineiras. Nas salas de exposição são exibidas obras de artistas consagrados, tais como: Manoel da Costa Ataíde, Yara Tupynambá, Amílcar de Castro, Jeanne Milde, Inimá de Paula, Lótus Lobo, Celso Renato, Sara Ávila, Guignard, Maria Helena Andrés, Di Cavalcanti etc.
Atualmente, o Museu exibe a exposição de longa duração “Minas das Artes, Histórias Gerais”, onde o visitante tem a oportunidade de conhecer uma vasta coleção de arte sacra, datada dos séculos XVIII e XIX, além de preciosidades do acervo, como a bandeira da Inconfidência Mineira, os manuscritos originais da obra “Tutaméia” de Guimarães Rosa, o retrato de Aleijadinho e a coleção de santos de devoção popular.
EXPOSIÇÃO “O ESTADO DAS COISAS – SANDRO KA”
Curadoria: Janaina Melo
Abertura: 31 de julho de 2025
Horário: 19h
Período de visitação: 31 de julho a 14 de setembro de 2025
Horário de visitação:
Terça a Sexta: das 12h às 19h
Sábados, domingos e feriados: das 11h às 17h
Local: Museu Mineiro
Endereço: Av. João Pinheiro, 342, Funcionários – Belo Horizonte/MG
Entrada: Gratuita
![CHAMADA ARTE AQUI – 3ª EDIÇÃO [2025/02]: – SELEÇÃO DE PROPOSTAS PARA ESPAÇOS ARTÍSTICOS DA EBA CHAMADA ARTE AQUI – 3ª EDIÇÃO [2025/02]: – SELEÇÃO DE PROPOSTAS PARA ESPAÇOS ARTÍSTICOS DA EBA](https://www.eba.ufmg.br/wp-content/uploads/2025/03/EBA-Destaque.png)
A Diretoria da Escola de Belas Artes e o Centro de Extensão Cenex-EBA tornam pública a abertura do processo de seleção de propostas para ações artísticas a serem realizadas em espaços da Escola de Belas Artes da UFMG, durante o 2º semestre de 2025. Esta chamada seleciona propostas artísticas elaboradas pelas categorias de Estudantes, Professores, Técnico-administrativos e Externos. Os espaços artísticos disponibilizados nesta chamada pública são: Galeria Principal, Galeria Corredor, Cubo Gráfico, Outdoor, Auditório Álvaro Apocalypse e Piscinão.
Para mais informações, basta acessar o edital pelo link abaixo.

Texto: Assessoria de Comunicação da Pró-Reitoria de Cultura da UFMG
Na próxima sexta-feira, 18 de julho, às 15h, o Museu Casa Padre Toledo, espaço integrante do Campus Cultural UFMG em Tiradentes, reabre suas portas ao público com a exposição Tiradentes Passado Presente. A mostra convida visitantes a refletirem sobre as múltiplas camadas de memória, história e cultura da cidade. A cerimônia de abertura contará com a presença da reitora da UFMG, Sandra Regina Goulart Almeida, do pró-reitor de Cultura, Fernando Mencarelli, da diretora do Campus Cultural UFMG em Tiradentes, Patricia Franca-Huchet, do presidente da Fundação Rodrigo Mello Franco de Andrade, Pedro Vasconcelos Maia do Amaral, além de outras autoridades, representantes de instituições parceiras e convidados.
A nova expografia, em constante movimento ao longo dos últimos dois anos, propõe renovar o olhar sobre o passado colonial e reconectar o patrimônio histórico às questões contemporâneas, como diversidade, pluralidade, direitos culturais e democracia. O projeto busca estimular uma aproximação crítica e sensível entre o público e os bens culturais, contribuindo para o fortalecimento dos valores que sustentam a convivência em sociedade.
A exposição Tiradentes Passado Presente
A exposição apresenta um percurso imersivo que articula as diversas dimensões da história da cidade e da própria casa. Os eixos expográficos convidam à reflexão sobre o cotidiano da vida colonial, os modos de morar, produzir e conviver nas Minas do século XVIII, as expressões de religiosidade e sincretismo, e a presença marcante das populações afrodescendentes na construção da identidade local. A memória das irmandades religiosas, as festas do Rosário e os congados ganham destaque, assim como os registros das práticas agrícolas, dos ofícios tradicionais e dos saberes transmitidos ao longo das gerações. O próprio edifício — com seu torreão, porão e pinturas raras — constitui testemunho dos processos construtivos coloniais e das transformações pelas quais passou ao longo dos séculos: de residência senhorial a sede administrativa, de teatro a cinema, de seminário a espaço museológico.
Entre os destaques da exposição, o visitante encontrará peças da Coleção Rodrigo Mello Franco de Andrade, que reúne obras, documentos e objetos emblemáticos do diálogo entre o modernismo brasileiro e a preservação do patrimônio. Pinturas, esculturas, plantas arquitetônicas e registros históricos evocam nomes como Cândido Portinari, Lucio Costa, Roberto Burle Marx, Guignard, entre outros artistas e intelectuais cuja atuação ultrapassou o campo das artes, influenciando profundamente a formulação das políticas culturais e preservacionistas no Brasil.
O trabalho de curadoria da nova expografia, conduzido pelo diretor do Centro Cultural da UFMG, Fabrício Fernandino, contou com a participação de Diná Marques, coordenadora do Patrimônio Cultural da Procult, da diretora do Campus, Patricia Franca-Huchet, do pró-reitor de Cultura, Fernando Mencarelli, e da museóloga Lorena Mello. A definição da linha conceitual para a exposição Tiradentes Passado Presente considerou trilhar os caminhos da vocação do Museu Casa Padre Toledo, materializada em 2017 em seu Plano Museológico.
Em diálogo com o Centro de Estudos e Biblioteca e com o Quatro Cantos Espaço Cultural, o Museu reafirma o compromisso da UFMG com uma abordagem crítica, inclusiva e participativa da história e do patrimônio, valorizando as múltiplas vozes e memórias que compõem o passado da cidade. Ao propor novas formas de fruição, interpretação e apropriação simbólica do patrimônio, a exposição Tiradentes Passado Presente convida o público a redescobrir Tiradentes como um lugar vivo: onde o silêncio das pedras coloniais e a força das manifestações culturais seguem inspirando o encontro entre memória, presente e futuro.
Reabertura do Museu Casa Padre Toledo
Localizado em uma das mais expressivas e significativas construções civis do século XVIII em Minas Gerais, o solar que abriga o Museu Casa Padre Toledo é testemunha de momentos fundamentais da história nacional, como as primeiras articulações da Conjuração Mineira. A antiga residência, palco de reuniões dos inconfidentes durante o período da opressão fiscal imposta pela Coroa Portuguesa, foi também um dos marcos iniciais do movimento modernista de preservação do patrimônio cultural no Brasil, liderado pelo Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (SPHAN), sob a direção de Rodrigo Mello Franco de Andrade.
A reabertura do Museu Casa Padre Toledo contou com recursos do projeto Democracia cultural em Tiradentes: valorização do patrimônio, das artes e dos saberes da população afro-brasileira para requalificação do Museu Casa Padre Toledo, viabilizado por meio de emenda parlamentar da deputada estadual Andréia de Jesus.

O Chefe do Órgão Acadêmico Responsável do Departamento de Artes Plásticas, Hugo Maria de Mendonça Houayek , faz saber que, no período de 03/07/2025 a 11/07/2025 , de 14:00:00 às 14:00:00 horas, o(a) e-mail natalia.rzd@gmail.com receberá as inscrições de candidatos para o exame de seleção do Programa para atuar nas disciplinas/atividades com carga horária de 20 horas semanais, das quais 8 horas deverão ser alocadas em estudos individuais e atividades de planejamento, realizados por meio de cronograma flexível.

Nas noites dessa quarta e quinta-feira, dias 9 e 10 de julho do corrente ano, teremos as apresentações finais da disciplina “Conceitos, Materiais e Processos do Design de Moda”, do 1. período do Curso de Design de Moda da EBA-UFMG, no Hall de Entrada do CAD2, das 19:00 às 22:30. Essa disciplina já é tradicional no Curso pois logo no ingresso eu proponho aos estudantes o desafio para que pensem como uma inspiração pode se transformar em um ideia e ser interpretada e trabalhada conceitualmente em criações de looks de moda. No total serão 59 estudantes apresentando suas criações e que serão divididios nas duas noites. Cada aluno(a) apresentará 2 looks (um inspirado em qualquer linguagem artística (pintura, escultura, música, teatro etc.) e executado em com qualquer matéria-prima menos tecidos; e outro inspirado na arquitetura e realizado exclusivamente em papés brancos).


Texto: Divulgação
Ainda celebrando a inauguração dos novos prédios anexos à Escola de Belas Artes (EBA), o Curso de Graduação em Dança da UFMG receberá o 8º Congresso da ANDA – Associação Nacional de Pesquisadores em Dança.
O evento acontecerá entre os dias 8 e 12 de julho e espera reunir cerca de 500 artistas-pesquisadores de todo o Brasil, além dos convidados e convidadas internacionais que ocuparão mesas e palestras. A temática escolhida homenageia o recém falecido Mestre Nêgo Bispo, e dá ao congresso o título: Começo, meio e começo: ancestralidades e cosmotécnicas.
A programação prevê a apresentação de pesquisas em 11 Comitês Temáticos, Palestras Internacionais, Mesas Temáticas, Oficinas, Exposição de Pôsteres, Lançamento de Livros e Mostra Artística. A gestão atual da Associação entende que os formatos diversificados de inscrição ampliam as possibilidades de participação e encontro de pesquisadoras e pesquisadores, em diferentes etapas de suas carreiras – desde estudantes da graduação, incluindo quem não pode participar presencialmente, até pessoas com vasta experiência.
Além de professores e TAEs, cerca de 50 estudantes estão envolvidos na organização e produção do evento e têm a chance de experimentar também este lado dos bastidores, que artistas-pesquisadores precisam conhecer e praticar cada vez mais. A chefe do departamento de Artes Cênicas, professora Dra. Gabriela Christófaro, explica: “Receber o evento em nossa Unidade traz oportunidades de aprendizagem e trocas além do entendimento do que é preciso mover para a produção e o acontecimento de um evento desse porte. Para nós, este é um momento importante e que merece ser celebrado”.
Na Universidade, um cortejo receberá os participantes e convidados no auditório do prédio de engenharia para o cerimonial e conferência de abertura com a pesquisadora mexicana Dra. Margarita Tortajada Quiroz. Puxado pelos tambores dos professores parceiros Gil Amâncio e Jalver Bethônico, esse movimento de boas-vindas incluirá a comunidade da Dança da UFMG e contará com uma benção da Rainha Belinha da Tradição Congada mineira. Já a Mostra Artística terá o Teatro Francisco Nunes como palco de abertura com a apresentação dos artistas locais Maurício Tizumba e Júnia Bertolino. Ao longo do evento serão apresentados mais de 300 trabalhos de pesquisa entre apresentações orais, artísticas e pôsteres. A prof. Dra. Maria Aparecida Moura, que integra a comissão coordenadora da Formação Transversal em Saberes Tradicionais da UFMG é a convidada para a conferência de encerramento.
Este ano também haverá uma mesa especial, intitulada ‘SOS Dança e Teatro’, encabeçada por representantes da ANDA, que convoca toda a comunidade para o debate sobre a Prova Nacional Docente (PNC), a qual excluiu essas duas áreas — apesar de sua legitimidade como campos de conhecimento ser ampla e legalmente assegurada. Além disso, o Brasil conta atualmente com cerca de 50 cursos superiores em Dança, dos quais aproximadamente 70% são Licenciaturas, que anualmente formam profissionais preparados para ingressar na carreira docente.
Vários espaços da Escola de Belas Artes e da Universidade serão utilizados para acolher todas as atividades. A professora Dra. Graziela Andrade do curso de Dança da UFMG, e que integra a atual diretoria da ANDA, destaca os esforços da organização “A ANDA vem crescendo exponencialmente e para nós o evento começou há 8 meses atrás quando começamos a nos organizar. Tem sido um trabalho hercúleo de gente séria e dedicada que acredita muito no que faz e que deseja e trabalha para que o Campo da Dança seja conhecido e reconhecido em suas especificidades e potências dentro e fora da universidade. O saber do corpo em movimento é ancestral, e temos muito a contribuir com a sociedade e com outras áreas de pesquisa.”
A participação no 8º Congresso da ANDA, acontece mediante inscrições. Demais informações e a programação completa pode ser conferida através do site e das redes oficiais da Associação.
8º Congresso da ANDA (Associação Nacional de Pesquisadores em Dança)
Tema: Começo, meio e começo: ancestralidades e cosmotécnicas.
Mais informações sobre a ANDA: https://portalanda.org.br/
@portalanda

A mostra aberta dos trabalhos desenvolvidos nas disciplinas Ateliê de Escultura I, II, III e IV, Escultura em Metal, Fibras, Madeira e Pedra do primeiro semestre de 2025 acontece de 26/6 a 4/7 no Piscinão da EBA-UFMG. A mostra visa dar um panorama dos processos e trabalhos que os alunos e alunas dessas disciplinas desenvolveram durante o período. A proposta de misturar trabalhos ainda em processo de amadurecimento com trabalhos mais maduros, olha para a possibilidade da interação e discussão entre discentes e docentes sobre o desenvolvimento dos trabalhos bem como abrir os ateliês para a comunidade universitária e externa. A seleção dos trabalhos e a interface da mostra se deu de maneira coletiva e orgânica, sendo que a participação foi de livre vontade dos alunos com a intermediação dos professores João Cristelli, Hélio Passos e Mayana Redin.
