Edital PMG 011/2022 – Estudo de Casos: Processing/Tópicos em Artes Digitais: Processing 2/Jogos 1

A Chefe do Órgão Acadêmico Responsável do Departamento de Fotografia e Cinema, Professora Patrícia Gomes de Azevedo , faz saber que, no período de 11/10/2022 a 19/10/2022 , de
23:00:00 às 23:59:00 horas, a Secretaria do Departamento de Fotografia e Cine (dftc@eba.ufmg.br) receberá as inscrições de candidatos para o exame de seleção do Programa para atuar nas disciplinas/atividades com carga horária de 12 horas semanais.

Edital PMG 011/2022 – Estudo de Casos: Processing/Tópicos em Artes Digitais: Processing 2/Jogos 1

Professora da UFMG lança livro sobre projeto de sinalização dos córregos canalizados de Belo Horizonte

Texto: Assessoria de Imprensa da UFMG

Neste sábado, 8 de outubro, a partir das 10h, na Academia Mineira de Letras, a professora Isabela Prado, da Escola de Belas Artes (EBA) da UFMG, lança o livro Sobre o rio. A obra amplia a discussão sobre a intervenção urbana que sinalizou com placas os córregos invisibilizados no perímetro central de Belo Horizonte. Além de registrar o histórico da obra de Isabela, a publicação reúne textos inéditos de autores especializados.

No lançamento, a autora participará de uma conversa com o público, mediada por Janaína Melo e acompanhada por Michele Arroyo e Roberto Monte-Mór (Face-UFMG), que contribuem com textos para o livro.

O evento ocorre simultaneamente à abertura da exposição Cartografia Imaginária: Rua da Bahia, com curadoria de Marconi Drummond e Mauricio Meirelles, que tem Isabela Prado entre as artistas participantes.

Lançamento: Sobre o rio, de Isabela Prado
Quando: 8 de outubro, sábado, das 10h às 14h
Onde: Academia Mineira de Letras (Rua da Bahia, 1466, Lourdes, BH-MG)

Resultado do Sorteio de renovação da distribuição de escaninhos para uso dos estudantes da Escola de Belas Artes – OFÍCIO Nº 70/2022/EBA-DIR-UFMG

Informamos à Comunidade da Escola de Belas Artes, o resultado do sorteio para distribuição dos escaninhos disponíveis para uso dos estudantes. Os sorteados devem procurar a SLOP, no dia 13 de outubro em diante, a partir das 14h, para assinatura do Termo de Permissão de Uso.

Pedimos aos responsáveis pelo uso que ainda não desocuparam os escaninhos distribuídos previamente, que desocupem o mesmo até o dia 10 de outubro, às 12h. Caso a desocupação não aconteça, o escaninho será aberto e os pertences encontrados lá dentro serão encaminhados a SLOP e estarão disponíveis para retirada até o dia 14 de outubro.

Aos alunos que estejam usando escaninhos com cadeado, solicita-se que a chave do mesmo seja entregue na SLOP devidamente identificada.

Os critérios de ocupação dos escaninhos ainda não distribuídos serão divulgados em momento posterior.

TABELA ESCANINHOS – 1º ANDAR_SORTEIO

TABELA ESCANINHOS – 2º ANDAR_SORTEIO

TABELA ESCANINHOS – ANEXO DA GRAVURA_SORTEIO

TABELA ESCANINHOS – ANEXO DA MODA_SORTEIO

TABELA ESCANINHOS – CORREDOR CECOR – 2º ANDAR_SORTEIO

TABELA ESCANINHOS – CORREDOR LATERAL DIREITO – 3º ANDAR_SORTEIO

TABELA ESCANINHOS – CORREDOR LATERAL ESQUERDO – 3º ANDAR

TABELA ESCANINHOS -PORTARIA DO PRÉDIO TEATRO_SORTEIO

Artista transforma tronco de videira em objeto tridimensional, que poderá ser visto no Centro Cultural UFMG

Texto: Comunicação do Centro Cultural UFMG

O Centro Cultural UFMG convida para a abertura da exposição do objeto ‘Luz’, da artista Conceição Perrout, na sexta-feira, dia 07 de outubro de 2022, às 19 horas. A mostra tem a curadoria do professor Fabrício Fernandino e poderá ser vista até o dia 15 de novembro de 2022. A entrada é gratuita e integra o projeto Escultura no Centro, que destaca os trabalhos tridimensionais desenvolvidos por alunos do curso de Artes Visuais com habilitação em Escultura da Escola de Belas Artes da UFMG. A classificação é livre.

Luz

A obra representa a memória de uma videira, que fez parte da história pessoal da artista por mais de 20 anos, reforçando a potência da vida em todo o seu significado: a uva, o tronco, os ramos que a cobrem, acolhem, protegem e iluminam.

Conceição descreve que “a luz da obra pulsa, como um coração vivo, ao sentir a presença do espectador, que tem a oportunidade de admirar e descobrir a vida na memória da planta. A vida, a força, a luz. Luz”.

Memórias afetivas

Perrout pesquisa as maneiras e os modos de expressar opiniões referentes às memórias afetivas que habitam as pessoas. Sua trajetória pessoal se desenvolveu sempre ligada aos contatos pessoais com adultos e crianças, assim como a curiosidade pela natureza, seus elementos, desenvolvimento e preservação.

Para a artista arte é expressão do que há dentro, são as manifestações emocionais ocorridas em quaisquer campos de vivência. Sua caminhada se pauta na busca incessante de transformar revelando vida.

A artista

Conceição Aparecida Perrout Cerqueira iniciou sua trajetória profissional nos campos da educação e da psicologia. Em ambas pôde aplicar a arte como recurso nos processos vivenciados. Aluna de Artes Visuais na Escola de Belas Artes da UFMG, a artista define seu processo criativo a partir da tríade emoção, sensibilidade e arte.

Escultura no Centro
O projeto busca valorizar e expor os trabalhos tridimensionais desenvolvidos pelos graduandos e pós-graduandos do curso de Artes Visuais com habilitação em Escultura da Escola de Belas Artes da UFMG.

Luz – Conceição Perrout
Período expositivo: 07/10 a 15/11/2022
Terças a sextas: 9h às 20h
Sábados, domingos e feriados: 9h às 17h
Espaço Expositivo Vão da Escada
Classificação: livre
Entrada gratuita

Exposição ‘Cacos e ruínas’ reflete relações entre coleção e memória

Texto: Comunicação do Centro Cultural UFMG

O Centro Cultural UFMG convida para a abertura da exposição ‘Cacos e ruínas’, da artista, pesquisadora e professora da Escola de Belas Artes da UFMG Maria do Carmo Freitas, Cacau, na sexta-feira, dia 07 de outubro de 2022, às 19 horas. A mostra reúne obras que exploram relações entre coleção e memória e poderá ser vista até o dia 15 de novembro de 2022. A entrada é gratuita com classificação livre.

Os cacos possuem uma estranha qualidade que os tornam únicos, uma vez que não têm a mesma forma e configuração. Pode-se pensar no caco como algo que foi uno, completo e se tornou fragmentado. Quando colados, continuam sendo cacos e não é possível esconder essa evidência. Na maioria das vezes, à medida que os cacos de uma peça são fixados, nota-se a falta de alguma parte. Ainda que se tente disfarçar e retornar sua condição original, isso não será possível. Os cacos remetem à memória de objetos que já foram inteiros e não são mais, e é essa ideia de incompletude que permeia todo o trabalho da artista.

Ao lidar com cacos, móveis e objetos, Maria do Carmo dedica-se a ressignificá-los, retirando-os de seu contexto original e recontextualizando-os, como explora nas mesas de jantar e nas relações tecidas em torno delas, concebidas em Cacos e ruínas. Partindo de heranças familiares, a artista se debruça sobre a temática da memória e traz a reflexão sobre esse tema que continua presente, no entanto, através de uma abordagem complementar, que explora também a tridimensionalidade.  

Sua produção artística abrange várias linguagens gráficas envolvendo processos de impressão analógicos e digitais, como a litografia, a gravura em metal, a gravura digital, vários tipos de colagens e livros de artista, pesquisando um campo ampliado da gravura. Tem investigado os diálogos entre diferentes linguagens, como as relações entre arte e literatura, analisando interseções entre palavra e imagem, tanto na sua produção teórica quanto plástica. Lida com arquivos da memória, principalmente fotografias do álbum de família, textos e livros que aprecia colecionar, criando um arquivo onde busca material para sua arte. Recentemente tem trabalhado também com instalações que envolvem objetos, móveis e uma coleção de cacos de porcelanas e cristais, explorando as relações entre arte e história.

Maria do Carmo Freitas é artista, pesquisadora e Professora Titular da Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais, onde atua no Programa de Pós-Graduação em Artes. Desenvolve pesquisas em arte moderna e contemporânea, abordando experiências interartes com foco nas relações palavra/imagem; gravura e arte impressa; coleção, arquivo e memória. Publica livros e artigos sobre suas pesquisas em revistas acadêmicas nacionais e internacionais. Tem exposto seu trabalho no Brasil e exterior.

Exposição ‘Cacos e ruínas’ – Maria do Carmo Freitas
Abertura: 07 de outubro de 2022 | às 19 horas
Visitação: até o dia 15/11/2022
Terças a sextas: 9h às 20h
Sábados, domingos e feriados: 9h às 17h
Espaço Experimentação da Imagem
Classificação indicativa: livre
Entrada gratuita

Centro Cultural UFMG seleciona propostas para exposição em suas galerias

Texto: Assessoria do Centro Cultural UFMG

O Centro Cultural UFMG recebe, até 6 de novembro, propostas de artes visuais para uso de seus espaços expositivos: Grande Galeria, Sala Celso Renato de Lima, Sala Ana Horta e Experimentação da Imagem. As atividades serão selecionadas segundo normas estabelecidas na Chamada pública 006/2022 e vão compor a programação do órgão entre março de 2023 a janeiro de 2024.

Os interessados devem enviar suas propostas pelo e-mail: projetos@centrocultural.ufmg.br. Não serão aceitas propostas enviadas por correio ou outro meio similar.

A ficha de inscrição, lista de documentos e demais referências podem ser acessadas no arquivo da Chamada.

Galerias

Os espaços expositivos Grande Galeria, Sala Celso Renato de Lima e Sala Ana Horta são destinados para propostas na área de artes visuais, como pintura, fotografia, objeto, escultura, desenho, gravura, cerâmica, tapeçaria, arte digital, vídeo arte, artes gráficas e demais modalidades.

Já o espaço expositivo Experimentação da Imagem é destinado especificamente para trabalhos experimentais nas áreas de fotografia, arte digital, arte gráfica e gravura.

As plantas e vídeos de todos eles estão disponíveis na Chamada e no site do Centro Cultural.

Elegíveis

As propostas poderão ser para exposição individual, coletiva (reunião de artistas com o fim de apresentar proposta para a Chamada pública), coletivo artístico (grupo consolidado e que já se apresenta neste formato) e curatorial (elaboração conceitual da exposição, corte curadorial, temática, quantas e quais obras a serem expostas).

De acordo com a Chamada, os principais critérios para a seleção serão a análise de documentos, qualidade técnica e viabilidade das propostas para os espaços.

A divulgação das propostas selecionadas será feita no site e mídias sociais do Centro Cultural UFMG, no dia 30 de novembro de 2022.

Datas

Inscrição: 19 de setembro a 6 de novembro de 2022

Seleção das propostas: 7 a 18 de novembro de 2022

Divulgação dos resultados: 30 de novembro de 2022

Arquivo da Chamada

Artistas sobrepõem suas produções em exposição coletiva no Centro Cultural UFMG

Texto: Assessoria do Centro Cultural UFMG

O Centro Cultural UFMG convida para a abertura da exposição coletiva como se fosse agora, das artistas Júlia Abdalla, Lara Mortimer e Victória Sofia, nesta sexta-feira, 23 de setembro, às 19h. A mostra reúne desenhos, fotografias, colagens, gravuras e instalações e poderá ser vista até o dia 30 de outubro. A entrada é gratuita. Classificação: livre.

A passagem do tempo

Este momento, agora, é mais passado ou mais presente? O acúmulo dos anos transforma, altera a matéria e o rastro do que fica pode ser somente sinalizado pela memória. Memória daquilo que foi, daquilo que seria, daquilo que virá a ser.

Profundamente atravessadas pelos últimos anos, em que a presença precisou ser interrompida, Júlia, Lara e Victória apresentam neste instante de vida a exposição coletiva ‘como se fosse agora’, com trabalhos reconfigurados e inéditos, sobreposições entre a produção das três artistas e obras efêmeras.

Assumindo a inevitável metamorfose, também, da forma como o pensamento se constrói, a mostra deixa em aberto um processo criativo contínuo que tem momentos de hiato e de fazer intenso, como mortes e renascimentos.

Sobre as artistas

Júlia Abdalla é graduanda em Licenciatura em Artes Visuais pela UFMG. Nasceu em Franca, São Paulo e vive em Belo Horizonte. Explora os meios da gravura e do desenho na tentativa de registrar experiências internas e pensamentos ininterruptos que nascem do cotidiano “banal”. Participou de diversas exposições coletivas, é artista residente no Centro Cultural UFMG, como membro do grupo de estudos Rebento, e tem experiências em Arte Educação.

Lara Mortimer é natural de Belo Horizonte, formada em desenho pelo curso de Artes Visuais da UFMG. Pelo interesse em criar e refletir as interseções entre as linguagens, seus trabalhos partem de técnicas variadas como o desenho, monotipia, fotografia e vídeo. Atualmente desenvolve sua pesquisa imagética acerca da ideia de paisagem (re)construída em consonância com o corpo em seus movimentos de olhar, reconhecer, pensar e lembrar. Participou de exposições coletivas em Belo Horizonte, é artista residente no Centro Cultural UFMG, como membro do grupo de estudos Rebento, e já ministrou, individual e coletivamente, oficinas de arte e comunicação.

Victória Sofia é artista visual natural de Belo Horizonte, graduada em Artes Visuais pela UFMG – habilitação em Desenho. Interessada pela manifestação visual da passagem do tempo, utiliza técnicas como texto, imagem gráfica, desenho, fotografia e degradação orgânica para construir e destruir imagens. Participou de diversas exposições coletivas e residências em Belo Horizonte, além de possuir experiência profissional com educação em instituições culturais.

 

Exposição coletiva como se fosse agora

Abertura: 23 de setembro de 2022 | às 19h

Visitação: até o dia 30 de outubro de 2022

Terças a sextas: 9h às 20h

Sábados, domingos e feriados: 9h às 17h

Sala Ana Horta, Centro Cultural UFMG

Classificação indicativa: livre

Entrada gratuita