Edital de Seleção para Estudantes – Programa de Monitoria da Graduação – Disciplina Litografia

O Chefe do Órgão Acadêmico Responsável do Departamento de Artes Plasticas , Prof. João Augusto Cristeli de Oliveira , faz saber que, no período de 17/05/2021 a 26/05/2021 , de 14:00:00 às 17:00:00 horas, o dapl@eba.ufmg.br receberá as inscrições de candidatos para o exame de seleção do Programa para atuar nas disciplinas/atividades com carga horária de 12 horas semanais.

Edital PMG 2021 – Litografia

Do Dispositivo Como Experiência – 13 de maio a 14 de junho

A exposição Do Dispositivo Como Experiência é uma mostra dos alunos da disciplina Tópicos em Fotografia III: Oficina de Câmeras Artesanais, Pinhole e Processos de Fotografia em PB, da Escola de Belas Artes da UFMG, ministrada no contexto do Estágio Docência (e das atividades de pesquisa e criação desenvolvidas no marco da Tese do doutorado do PPG-Artes EBA Dirceu Maués em parceria com o orientador do projeto, o Prof Adolfo Cifuentes em 2019. A mostra retoma algumas das experiências desenvolvidas durante a disciplina, partindo do ponto central de ancoragem da pesquisa do doutorando: uma abordagem do dispositivo fotográfico como poética, no contexto da arte contemporânea.

Planejada inicialmente para acontecer fisicamente no Espaço F, no segundo andar da EBA, a mostra acontece somente agora, de modo virtual, devido ao contexto da pandemia. Nesse sentido, o Espaço f tem o prazer de dar as boas vindas à comunidade universitária através desta exposição que comemora a escrita da luz, como base da fotografia, e seus diversos dispositivos. Dispositivos que nós, seres humanos e artistas, inventamos e idealizamos não apenas para captar e inventar imagens, mas também para explorar uma poética a partir da sua inscrição em diversos tipos de suportes e práticas artísticas.

Dirceu Maués, doutorando PPG-Artes/EBA/UFMG.
Curador da mostra
Adolfo Cifuentes, Departamento de Fotografia e Cinema.
Coordenador Espaço f, Espaço de Exposições na Área da Fotografia EBA/UFMG

Estudantes de Design de Moda da UFMG participam de programa internacional de mentoria

Texto: Ewerton Martins Ribeiro

O curso de Design de Moda da Escola de Belas Artes (EBA) da UFMG firmou, no início deste ano, parceria com o Women @ Dior, programa internacional de mentoria de mulheres da empresa francesa de vestuário Christian Dior, uma das mais famosas da moda mundial, com foco na formação de “liderança feminina para um futuro sustentável”, como informa o site da iniciativa.

Com a parceria, 18 alunas do curso foram selecionadas para a edição deste ano do programa. Durante um ano, elas receberão mentoria para o desenvolvimento da carreira e terão aulas com professores de várias universidades do mundo.

A comissão responsável pela seleção das alunas da UFMG foi composta pela professora Angélica Adverse e pelo professor Tarcísio de Almeida, da Escola de Belas Artes (EBA), e pelas profissionais Juliana Wink e Rachel Sherrer. Depois da banca doméstica, as candidatas passaram por uma seleção conduzida pela Dior e pela Unesco, para enfim integrarem o programa, do qual participam desde o início de abril, por meio de atividades junto às suas mentoras.

A formação terá a duração de um ano, com foco na “formação de liderança feminina em inovação social”, como explica Angélica Adverse. Ao fim do processo, caso a pandemia esteja controlada, as estudantes deverão participar de um encontro presencial em Paris, na sede da Dior.

“O processo de mentoria iniciou-se com a participação das estudantes em uma conferência internacional, em que puderam ter como interlocutoras nomes como Audrey Azoulay, diretora da Unesco, Chantal Gaemperle, CEO da LVMH [holding francesa especializada em artigos de luxo], Emmanuelle Favre, CEO da Dior, e a escritora e jornalista franco-marroquina Leïla Slimani”, detalha Angélica.

“O projeto Women @ Dior é uma iniciativa para a formação de liderança feminina, destinada, naturalmente, a estudantes com desempenho acadêmico de excelência. Criado por Emmanuelle Favre, CEO da Dior, o programa visava, inicialmente, à formação exclusiva de jovens francesas, mas depois foi ampliado. O propósito é dar-lhes suporte para pensar a carreira profissional e a atuação social com foco em três aspectos: ambição, sororidade e generosidade”, explica a professora.

Desde a sua criação, em 2017, o programa já formou mais de 1,5 mil mulheres de mais de 20 países, sempre com foco na emancipação feminina. Em 2018, passou a integrar a Coalizão Global de Educação da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), que, desde 2020, tem voltado suas atenções para a proteção e o fomento do direito à educação em face das dificuldades impostas pela atual pandemia.

“Acredito muito na potência desse projeto. Sua força, ao meu ver, está na partilha de referências e na instância relacional propiciada pelo seu cosmopolitismo. Com a participação no programa, nossas alunas estão integradas em uma rede internacional, mantendo contato com professores de diversas instituições e com profissionais de diversos campos, da gestão à literatura. O programa ganha ainda mais relevância se considerarmos que ele atua em países onde a condição da mulher é mais vulnerável e tem foco na ideia da autonomização das mulheres e de sua inserção efetiva em espaços de liderança”, contextualiza a professora da EBA.

Ana Paola Reis, coordenadora do curso de Design de Moda da Escola de Belas Artes, também destaca o valor dessa oportunidade de as alunas da UFMG estabelecerem contato com estudantes e professores de instituições de diferentes partes do mundo com tradição no ensino de moda. “Esse contato possibilita a formação de parcerias e o intercâmbio de experiências socioculturais. A experiência no programa pode alargar as fronteiras e ampliar as perspectivas de atuação local das futuras profissionais, ampliando as suas capacidades de transformar as realidades onde estão inseridas de forma colaborativa e sustentável”, afirma.

“Realização de um sonho”

Gabriela dos Santos Souza, de 22 anos, aluna do 9º período do curso de Design de Moda da Escola de Belas Artes da UFMG, é uma das participantes do programa Women @ Dior. Abaixo, ela faz um relato dessas primeiras semanas de participação no programa.

O curso começou há cerca de um mês e tem um programa que envolve os cinco pilares da marca: autonomia, autocuidado e consciência, inclusão, criatividade e sustentabilidade. No início do curso, participamos da conferência global [confira vídeo com trecho]. Nesse mesmo dia, tivemos um workshop com a Diana Dolph [diretora de desenvolvimento de talentos da Dior] sobre como desenvolver nossos talentos pessoais em forças.

Em abril, passamos a ter acesso aos conteúdos da plataforma, com aulas liberadas todo mês, e, a partir de junho, teremos conferências com professores e personalidades convidadas. A primeira será com a jornalista Paris Lees. Ao fim dessas aulas e conferências, seremos encaminhadas para mentores, que vão nos auxiliar a desenvolver um projeto final que envolva o que aprendemos no decorrer do curso.

Pelo que pude perceber até o momento, o intuito deles é promover nosso desenvolvimento como profissionais que conheçam primeiramente a si mesmos, para depois entendermos como podemos ser fundamentais em mudanças no ciclo e no papel da moda mundial. É uma responsabilidade muito grande, mas estamos nos dedicando bastante para cumprir as expectativas, de forma que futuramente haja mais vagas para brasileiras em cursos como esse.

Quando comento com as pessoas que estou fazendo um curso da Dior, a primeira coisa que me falam é sobre o quão bom isso será para o meu currículo. Mas elas não têm ideia de como o programa também está contribuindo para o meu desenvolvimento pessoal e profissional. Estamos vivendo uma experiência incrível.

Participar do programa é a realização de um sonho. Eu estudo moda desde 2014, quando iniciei um curso técnico no Cefet-MG. Desde então, eu brincava com amigos que um dia eu iria trabalhar e/ou estudar numa casa de alta costura. Então a ficha vai caindo aos poucos.

Roda de conversa com George Rembrandt Gütlich – 05/06 – 11h

Texto: Divulgação

Conversa sobre a elaboração de ex libris e as possíveis implicações dessa tipologia da imagem na construção de um ideário poético em gravura. O ex libris, na condição de uma arte indissociável do livro, destina-se a ser uma marca de propriedade, mas também à iluminar o desenho de uma identidade. Como tal, constitui um desafio estimulante para o artista, interprete aqui de uma relação afetiva entre livros e seus guardiães.

Mais informações neste link.

 

Professor da Universidad Nacional del Litoral, da Argentina, participa do projeto Aulas Abertas

Texto: Comunicação Centro Cultural UFMG

O convidado do projeto Aulas Abertas desta semana, o músico e professor argentino Damián Rodrígues Kees, fala sobre “Música: som, gesto e celular no teatro musical contemporâneo”. Entusiasta da arte contemporânea, ele compartilha sua experiência como um “artista de fronteira” neste contexto de isolamento social.
 
Para Damián, a arte contemporânea se caracteriza por ampliar os campos das disciplinas artísticas. Nesse cenário, os artistas contemporâneos utilizam-se de elementos e ferramentas de outras áreas para expandir seus horizontes criativos. O músico destaca que gradualmente foi se transformando de um pianista com composições clássicas, em pentagrama, para uma espécie de performer, um artista híbrido, utilizando recursos do teatro e do circo.
 
Segundo o artista, posicionar-se numa “zona limítrofe” de uma disciplina também o motiva a investigar, desde o primeiro momento, as possibilidades de uso de elementos múltiplos, que não se referem necessariamente a uma única disciplina artística tradicional. Ele explica que um gesto ou um som pode ser a matéria-prima para uma composição musical, teatral ou talvez uma dança. Quando associamos um gesto a um som temos um acontecimento múltiplo, de um lado está o gesto e de outro lado está o som, mas os percebemos juntos, graças ao nosso mecanismo de memória e repetição.
 
Para terminar a reflexão, o músico fala dos desafios de trabalhar em casa, tendo que aproveitar de cada recurso, mesmo que mínimo, para obter o máximo de expressão. Como, por exemplo, utilizar o celular para filmar, criando composições com seus  gestos e seus sons, em plena pandemia.
 
No vídeo são reproduzidas as performances cênico-musicais: Traficante de bananas, Musicarieta, Hay que pulir, pulir, pulir, A boca de jarro e La pergunta.

Link do vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=Mn2SctwgFzU 
 
Conheça o trabalho de Damián Rodrígues Kees em seu canal no YouTube: https://www.youtube.com/channel/UClaJrVUqUrShFsNtiqNEZiw/videos
 
Damián Rodrígues Kees é músico, compositor, performer e gestor cultural. Mestre em Arte Latinoamericana, é professor da Universidad Nacional del Litoral, em Santa Fé, na Argentina.

O projeto Aulas Abertas foi elaborado para oferecer um espaço de compartilhamento de ideias, conceitos e experiências, buscando a construção do conhecimento reflexivo e crítico pelo público, que terá acesso à fala de professores, pesquisadores e artistas convidados, não sendo assim aulas propriamente ditas, mas discussões contextualizadas pelo olhar científico e humano, essenciais neste momento de crise.

A cada semana será publicada uma nova aula através do Facebook, Instagram, YouTube e Site da Instituição.

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Centro Cultural UFMG realiza roda de diálogo ao vivo sobre solargrafia

Na próxima quarta-feira, dia 12 de maio de 2021, às 19h30, o Centro Cultural UFMG transmite em seu canal do YouTube uma roda de diálogo ao vivo com o tema “Solargrafias, tempo e permanência”. A live é aberta ao público e reúne a artista visual e precursora da solargrafia no Brasil Lulu Ferreira e o professor e pesquisador Adolfo Cifuentes, com mediação do professor e fotógrafo Eduardo Queiroga.

A prática conhecida por “solargrafia” mescla fotografia de base química ou artesanal, processamento digital, articulação em redes e astronomia. Se coloca entre fenômenos naturais e tecnologia. Envolve a espera das longuíssimas exposições e o imediatismo das redes globais digitais. Essa interseção e seus desdobramentos estéticos abrem um horizonte instigante de debates no campo da imagem. Na conversa, referências e noções extraídas dos trabalhos apresentados vão se juntar com questões colocadas pelo público.

Lulu Ferreira destaca a riqueza do processo que conta “com o capricho de quem confecciona a câmera e observa o local” ao comentar que a “solargrafia é um tipo de produção de imagem diferente e gratificante, que conta com o registro movimento de nosso planeta”. O encontro faz parte do projeto Bordas de Imagem, uma série de rodas de diálogo que busca abordar questões contemporâneas da fotografia, partindo de articulações entre a prática artística e a pesquisa acadêmica, atravessando fronteiras, contrabandeando ideias, abrindo fissuras entre a prática e a teoria.

Local de realização do evento:
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Solargrafias, tempo e permanência
Roda de diálogo ao vivo com Lulu Ferreira, Adolfo Cifuentes e Eduardo Queiroga.
Data: 12/05/2021
Horário: 19h30
Local: https://www.youtube.com/c/CentroCulturalUFMG
Aberta ao público

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Eugênio Tadeu inaugura novo ciclo do projeto Aulas Abertas que tem como temática música e performance musical

Texto: Comunicação Centro Cultural UFMG

Os próximos vídeos do projeto Aulas Abertas trazem falas de especialistas sobre “Música e performance musical”. Os convidados deste ciclo apresentam seus universos criativos da composição, apresentação musical e performance cênico-musical, campos distintos da arte que interagem para que o espetáculo aconteça. Essa abordagem ímpar nos traz a oportunidade de vivenciar propostas diferenciadas na área da Música.

O professor Eugênio Tadeu inaugura o assunto e fala sobre “Brincadeira, música e cena”, temas que se intercalam e que ele vem trabalhando há muito tempo.

A arte, de forma geral, tem uma semelhança muito grande com o brincar, afirma Eugênio. Ele vê muito isso nas canções, no modo de fazer música e no próprio brincar, pois existem regras, estruturas, formas, questões que são relativas ao espaço e tempo, a participação das pessoas e a inter-relação entre essa materialidade que se refere ao jogo como processo artístico. Nesse contexto, o professor cita o holandês Johan Huizinga, um dos grandes pensadores da questão lúdica.

Para o professor, as questões musicais estão presentes na brincadeira, no movimento, no ritmo, na pulsação e leva a crer, não só pela crença, mas pela experiência, que as relações musicais são muito próximas das possibilidades internas que uma brincadeira nos mostra. A relação sonora que a gente faz entre um som e outro é fruto das nossas experiências culturais, desde quando nascemos, com as escutas das cantigas de ninar, do que ouvimos em nossas famílias, nas escolas e em outros lugares das nossas relações sociais.

Tadeu diz que essa relação entre a música e o movimento, que tem na brincadeira, eles trazem para a cena musical e titulam de cênico-musical.  Ele explica que não é a mesma coisa que um teatro musical, um musical, uma música do teatro, ou um teatro musicado, e sim uma cena na qual música e movimento estão relacionados. Quando se faz um trabalho cênico-musical a estrutura do movimento é pensada a partir dos estímulos e das referências sonoras que carregamos e uma característica bem interessante é que não se repete aquilo que uma canção está dizendo ou o que um som está reproduzindo.

Link do vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=45ZncFafUTg 

Eugênio Tadeu é Professor da Graduação em Teatro e do Prof-Artes da Escola de Belas Artes da UFMG. Integrante do Grupo Serelepe, membro da Associação Brasileira de Pesquisa e Pós-Graduação em Artes Cênicas (ABRACE), do Movimento da Canção Infantil Latino-americana e Caribenha (MOCILYC) e do Movimento Música e Infância (MOVMI). Coordenou o Pandalelê – Laboratório de Brincadeiras e integrou o Duo Rodapião. Doutor em Artes – Teatro e Mestre em Educação.

O projeto Aulas Abertas foi elaborado para oferecer um espaço de compartilhamento de ideias, conceitos e experiências, buscando a construção do conhecimento reflexivo e crítico pelo público, que terá acesso à fala de professores, pesquisadores e artistas convidados, não sendo assim aulas propriamente ditas, mas discussões contextualizadas pelo olhar científico e humano, essenciais neste momento de crise.

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ENCONTROS NOTÁVEIS E CONEXÕES CRIATIVAS apresenta Teatro entre Culturas FERNANDO MENCARELLI E GIANLUCA BARBADORI – 08/05/2021, sábado, às 16h

Texto: Divulgação

Os diretores, professores e pesquisadores teatrais Gianluca Barbadori e Fernando Mencarelli são os convidados do projeto “ENCONTROS NOTÁVEIS E CONEXÕES CRIATIVAS”, no terceiro bate-papo do ciclo, que acontecerá no dia 08 de maio, sábado, às 16h.

 

Barbadori e Mencarelli se conheceram em 2005 quando assumiram respectivamente a direção e a coordenação artística da 1ª edição brasileira do Festival Ponte entre Culturas. O evento aconteceu em Belo Horizonte, durante 15 dias, com um intenso calendário de espetáculos, demonstrações de trabalho, oficinas, mesas redondas, palestras e debates, em parceria com a UFMG, a PUC-MG, a Fundação Clóvis Salgado e o Galpão Cine Horto, envolvendo artistas e pesquisadores italianos e latino-americanos, incluindo brasileiros.

 

Barbadori, profissional com trabalhos desenvolvidos em mais de 25 países distribuídos por cinco continentes, é fundador e diretor artístico da Associação Ponte Tra Culture, fundada em 1999, na Itália. Sua formação teatral ocorreu na Toscana, de 1988 a 1996, entre Florença e Pontedera. Em 1992 trabalhou por um breve período no “Workcenter of Jerzy Grotowsky and Thomas Richards”. Participou de numerosos festivais internacionais na Itália, Argentina, Brasil, Colômbia, México, Portugal, Estados Unidos e Suíça. Como diretor – carreira iniciada em 1994 – estreou 125 peças em vinte países (Argentina, Brasil, Colômbia, Equador, Guatemala, México, Panamá, Peru, El Salvador, Uruguai, Itália, Estados Unidos, Angola, Egito, Irã, Portugal, Reino Unido, Sérvia, Suíça, Hungria) apresentadas em oito idiomas, dirigindo atores profissionais, jovens atores em formação, estudantes universitários de Teatro, comunidades, jovens e adolescentes em situação de risco, imigrantes, emigrantes italianos e alunos de Ensino Médio. Enquanto pedagogo, atuou ainda na Grécia, Montenegro, Turquia e Curdistão Iraquiano.

 

Mencarelli é professor titular de Teatro e Artes na UFMG. Pesquisador CNPq e diretor teatral. Doutor e mestre pela Unicamp na área de História Social da Cultura com trabalhos sobre a história do teatro brasileiro. Pós-Doutoramento em Teatro na Universidade Sorbonne Nouvelle/Paris III. Diretor de Ação Cultural da UFMG (desde 2019). È membro da equipe de pesquisadores da Maison des Sciences de L´Homme Paris Nord (Paris/França) e pesquisador associado do Groupe de Recherche Théâtralité, Performativité et Effets de Presénce, da Université du Québec à Montréal (Canadá). Diretor artístico associado do Centro Internacional de Teatro Ecum (SP).

 

  

FICHA TÉCNICA

 

Coordenação Geral

Giusi Zamana

 

Assessoria de Comunicação

Flavia Frota

 

Direção Técnica

Bruno Cerezoli

 

Design gráfico e Gestão de redes sociais

Duplo Estúdio de Criação

Thaiana Fernandes, Rafael Moreira, Paola Frizero

 

Transmissão ao vivo

Meneio Soluções Cênicas

 

 

CRÉDITOS

 

Realização

Ponte entre Culturas – MG

 

Apoio

Lei Aldir Blanc, Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, Governo de Minas Gerais

Secretaria Especial da Cultura – Ministério do Turismo, Governo Federal.

Revisitando a obra do artista George Gütlich

Texto: Divulgação

“Revisitando a obra do Artista” é um projeto de retomada das exposições na Graphias Casa da Gravura, em 2021. Para a primeira, convidamos o artista George Gütlich.

Compartilhamos um pouco da nossa história, nesta casa centenária de 1921, em São Paulo, com a história do artista e sua vivência na região de São José dos Campos, SP.

A relação com a obra de George Gütlich, o primeiro trabalho conjunto, aconteceu em 2000, com o projeto Cartografias Poéticas, 500 anos do Brasil. Um livro de artista, coletivo, aqui representado pela gravura Mapa.

Na mostra Revisitando a obra do Artista, através do conjunto de gravuras apresentadas, contextualiza-se a temática do lugar. A arquitetura e a paisagem, a relação do tempo e a ocupação do espaço.

Veja a exposição neste link.

Antonio Barreto Hildebrando fala sobre ‘o teatro de muita gente’ em novo vídeo do projeto Aulas Abertas

Texto: Comunicação Do Centro Cultural UFMG

O convidado do projeto Aulas Abertas desta semana, professor Antonio Barreto Hildebrando, apresenta um tipo de teatro que ele carinhosamente chama de O teatro de muita gente.

Segundo o dramaturgo, o teatro de muita gente se dá em um terreno de demarcações fluidas e movimenta-se entre a criação coletiva com o seu potencial anárquico, que às vezes beira o caos e em termos formativos busca a polivalência, ou seja, todos fazem tudo.

De acordo com as linhas mais definidas propostas por Antônio Araújo (Teatro da Vertigem), a criação colaborativa é uma metodologia de criação em que todos os integrantes, a partir de suas funções artísticas específicas, têm igual espaço propositivo, sem qualquer espécie de hierarquias, produzindo uma obra cuja autoria é compartilhada por todos.

Hildebrando diz que na prática nem todos se engajam da mesma forma, mas quem o faz certamente tem uma experiência marcante. Para ser um teatro de muita gente o processo criativo precisa incorporar alegremente flutuações e ruídos, precisa ser um teatro no qual o acaso, as mudanças de rumo e incompletudes são muito bem-vindas.

Para finalizar sua fala, o professor ressalta que o teatro de muita gente, mais do que um gerador de produtos, é um catalisador de processos, um espaço de atrito produtivo entre técnicas, estéticas, conceitos teorias, procedimentos, experiências e visões de mundo, enfim, um espaço de diálogo, de conflitos, de compartilhamentos e de descobertas. Energia pura e insubstituível.

Link do vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=xhaEeLfkQvM 

Antonio Barreto Hildebrando é ator, dramaturgo e diretor de teatro. Doutor em Literatura comparada. Professor titular do Departamento de Artes Cênicas da Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais.

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