Priscila Magella lança o show QuarenteNADAR pelo Circuito Cultural UFMG

Texto: Assessoria de Comunicação da Diretoria de Ação Cultural (DAC) da UFMG

O Circuito Cultural UFMG estreia nessa quarta-feira, 24 de junho, o pocket show solidário QuarenteNADAR, de Priscila Magella. Nele, a cantora, atriz, compositora e poeta de Pirapora canta as agruras e belezas do rio São Francisco. Gravado pela própria artista durante a quarentena, o show tem lançamento às 19h no canal no YouTube da Diretoria de Ação Cultural da UFMG (www.youtube.com/culturaufmg). A apresentação virtual ficará disponível por tempo indeterminado no canal, e integra a campanha de financiamento coletivo Colabore Hospitais UFMG.

Acompanhada do violonista Victor Motta, Priscila revela uma relação íntima com a cultura ribeirinha dos povos barranqueiros do São Francisco em QuarenteNADAR. As letras das canções transmitem a mensagem de que é preciso “cuidar, inclusive, dos rios existentes dentro de nós”. “Sou ativista do rio São Francisco, e também sou uma das fundadoras do projeto Velho Chico Vive (que questiona os impactos da construção da Usina Hidrelétrica Formoso na cidade de Pirapora)”, conta.

Priscila se encontrava em São Paulo, cursando a Escola de Arte Dramática na Universidade de São Paulo, quando foi surpreendida pela quarentena. “É muito importante para nós que somos músicos e artistas um projeto como o Circuito Cultural UFMG. É um experimento diferente, é lógico que a gente sente falta dos abraços, dos olhares, do calor, mas é importante que a gente fique em casa nesse momento. Também estou muito feliz de colaborar com meu canto para a campanha Colabore Hospitais UFMG”, comenta.

Colabore Hospitais UFMG

Desenvolvida pela Universidade em parceria com a Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa (Fundep) e o Instituto dos Advogados de Minas Gerais (IAMG), a campanha visa arrecadar verba para o enfrentamento à pandemia nos hospitais gerenciados pela UFMG. O volume arrecadado é destinado à aquisição de medicamentos, insumos, equipamentos de proteção individual e a contratação de serviços necessários ao atendimento de pessoas diagnosticadas com Covid-19, demais síndromes respiratórias agudas e outras emergências.

Os interessados em contribuir podem transferir qualquer valor para o Banco do Brasil (001), agência 1615-2, conta corrente 960.419-7 (CNPJ da Fundep: 18.720.938/0001-41). Também podem ser doados bens ou equipamentos; nesse caso, basta entrar em contato com a Diretoria de Cooperação Institucional da UFMG por meio dos telefones (31) 3409-4555 e (31) 99306-0348 ou do e-mail gab@copi.ufmg.br. Saiba mais sobre a campanha em www.colaborehospitaisufmg.com.

Em sua estreia na poesia, Jacyntho Brandão investiga o ‘nada’

Texto: Ewerton Martins Ribeiro

Perto de completar 70 anos, Jacyntho Lins Brandão, professor emérito da Faculdade de Letras da UFMG e um dos mais destacados especialistas em antiguidade grega do Brasil, acaba de lançar seu primeiro livro de poesias, Mais (um) nada, pela editora Quixote+Do, de Belo Horizonte.

O livro traz 32 poemas em que o poeta, alternando-se entre o erudito e o zombeteiro, o desbocado e o sentimental, evoca a própria biografia – assim como saberes referentes aos campos de conhecimento em que é versado, como a filosofia, o teatro, a noção de cidade e a própria literatura – para estabelecer uma obra de forte caráter metapoético, atravessada pela noção de “nada” e as suas implicações.

Para a poeta Ana Martins Marques, que assina a orelha da obra, trata-se de um livro que parece ter a dicotomia “ganhar (perder)” como a sua força-mestra, por meio da qual Jacyntho termina fazendo uma espécie de “contabilidade de perdas, vazios e ausências” para os quais a literatura, em si mesma, não parece oferecer salvação. (“Se algo ajuda não é literatura”, registra o professor em um verso.)

Ela prossegue: “O cômico, o ceticismo, a ironia, os jogos de palavras, mas também a disciplina e o rigor das formas, são aqui as armas com que o poeta se bate contra a falta de sentido, o vazio, o absurdo, ‘a imensidão do nada’, o luto, a perda. A métrica, e também a rima, criam alguma ordem, ausente no mundo, que é sem rima e sem razão”.

‘Só vencidos’

Com a noção de ‘nada’ como eixo, a obra de Jacyntho termina por trazer a morte como a sua imagem mais recorrente: “A correnteza contra a qual se nada / Não deixa vencedores: só vencidos”. Contudo, diante da “indesejada das gentes”, será a experiência da vida, no tempo presente, e não da morte, no tempo inominado, o que será cantado pelo poeta como a sina à qual todos devem se resignar, como descrito no desfecho do penúltimo poema do livro: “O que tens de saber que te anuncio / É coisa só: tua simples condição / De perecível: mais além não mires / Porque no fim partir é o que te é dado // Viver o teu instante é o teu fado”. O último, Soneto part’ido, é dedicado ao filho Pedro, falecido há dois anos.

Sobre o autor

Professor emérito da UFMG, Jacyntho Lins Brandão leciona língua e literatura grega na Faculdade de Letras desde 1977, da qual foi diretor nas gestões 1990-1994 e 2006-2010. Foi vice-reitor da Universidade na gestão 1994-1998. E membro da Academia Mineira de Letras desde 2018.

Com Mais (um) nada, Jacintho mantém o ritmo de publicação de uma obra literária a cada década, em paralelo à sua vasta produção teórica e de tradução – da qual o lançamento mais recente é O romance de Tristão, de Béroul, que chegou às livrarias também neste ano.

Em 1982, Jacyntho publicou Relicário (José Olympio), romance que reflete algo do caráter tradicionalista da mentalidade mineira. Em 1997, lançou O fosso de Babel (Nova Fronteira), no qual estabelece um bem-humorado jogo com as noções de escritor, autor, narrador e personagem, desdobrando-as em relações de duplicidade e espelhamento. Em 2007, Jacyntho publicou Que venha a Senhora Dona (Tessitura), uma peça de teatro.

Mais (um) nada pode ser adquirido na Livraria Quixote, em Belo Horizonte, que fica na rua Fernandes Tourinho, 274, Savassi, ou pelo serviço de entregas que a livraria inaugurou durante a pandemia, pelo telefone (31) 98676-1007 ou em seu perfil no Instagram.

Livro: Mais (um) nada

Editora: Quixote+Do

Autor: Jacyntho Lins Brandão

88 páginas / R$ 40

Obra de artista plástica formada pela UFMG integra exposição internacional de máscaras

Graduada pela Escola de Belas Artes da UFMG, a artista plástica Sandra Lima e Silva participa do projeto internacional Mask Art – Creativity under Lockdown.

A mostra, virtual, reúne 250 artistas de 120 países, que desenvolveram variadas estampas para as máscaras de proteção que vêm sendo usadas em todo o mundo contra a infecção pela Covid-19.

O objetivo da exposição é promover a conscientização global sobre a responsabilidade social no uso das máscaras. Ela foi aberta em 21 de maio, Dia Mundial da Diversidade Cultural para o Diálogo e Desenvolvimento.

“Foi um grande desafio e um alento poder, por meio da arte, alcançar milhões de pessoas no mundo inteiro. A arte, mais do que nunca, se faz presente na vida das pessoas. É ela que está nos confortando”, comenta a artista plástica.

A obra de Sandra Lima é intitulada Meu coração está com todos vocês. “Foi produzida neste período de quarentena e representa meu sentimento de solidariedade em relação a todos os que sobreviveram ou partiram vitimados pela pandemia”, afirma.

Centro Cultural UFMG traz para o mês de junho e julho quatro aulas abertas com o tema Cultura e Saúde

Texto: Assessoria do Centro Cultural UFMG

O Centro Cultural UFMG, em virtude da interrupção das atividades culturais em seu espaço físico devido à pandemia provocada pelo coronavírus, criou o projeto Aulas Abertas com o objetivo de trazer temas pertinentes ao contexto que estamos vivendo por meio de vídeos relacionados ao bem-estar, à arte e à cultura. A cada semana será publicada uma nova aula, sempre às quartas-feiras, através do Facebook, Instagram, YouTube e site da Instituição.

O projeto foi elaborado para oferecer um espaço de compartilhamento de ideias, conceitos e experiências, buscando a construção do conhecimento reflexivo e crítico pelo público, que terá acesso à fala de professores, pesquisadores e artistas convidados. Não serão, portanto, aulas propriamente ditas, mas discussões contextualizadas pelo olhar científico e humano, essenciais nesse momento de crise. Link sobre o projeto: https://www.youtube.com/watch?v=ZoEjcQ4DPqc

O tema escolhido para a edição de estreia do projeto em junho e julho será Cultura e Saúde. Foram convidados quatro professores da UFMG de diferentes áreas e trajetórias: o médico psicanalista João Baptista Magro Filho, a enfermeira e psicóloga Teresa Cristina da Silva Kurimoto, o músico e médico João Gabriel Marques Fonseca e a terapeuta ocupacional Cristiane Miryam Drumond de Brito.

17.06 – Cultura e Saúde – João Baptista Magro Filho 

Primeiro Diretor do Centro Cultural UFMG (1989-1990). Médico psicanalista. Professor do Departamento de Medicina Social da Faculdade de Medicina da UFMG. Coordenador de Projetos Especiais da PROEX/UFMG, Gestão Cid Velloso.
Link: https://www.youtube.com/watch?v=fIiikraXiV0

24.06 – Arte, cultura e subjetividade: diálogos sobre saúde mental – Teresa Cristina da Silva Kurimoto

Enfermeira, psicóloga, professora adjunta da Escola de Enfermagem da UFMG, pesquisadora e extensionista na área de saúde mental e saúde pública, integrante da Comissão Permanente de Saúde Mental da UFMG.

01.07 – O novo normal – João Gabriel Marques Fonseca

Músico e médico, professor da Escola de Música da UFMG. Professor aposentado da Faculdade de Medicina (Departamento de Clínica Médica) da UFMG.

08.07 – Culturas e Saúdes – Cristiane Miryam Drumond de Brito

Professora associada do Departamento de Terapia Ocupacional da UFMG e das Pós Graduações em Estudos Interdisciplinares do Lazer e Estudos da Ocupação.

Os vídeos incluem tradutores e intérpretes de Libras (Língua Brasileira de Sinais) do Núcleo de Acessibilidade e Inclusão (NAI) da UFMG.

Projeto Aulas Abertas

Quartas-feiras nas Redes Sociais e Site do Centro Cultural UFMG

Facebook: https://www.facebook.com/centroculturalufmg
Instagram: https://www.instagram.com/centroculturalufmg
YouTube: https://www.youtube.com/c/CentroCulturalUFMG
Site: https://www.ufmg.br/centrocultural/

Inscrições para curso on-line sobre teatro e sociedade terminam amanhã

Texto: Assessoria de Informação da Faculdade de Letras da UFMG

Terminam amanhã, 19 de junho, as inscrições para o curso de extensão da UFMG Conversas sobre teatro e sociedade, aberto a pesquisadores, estudantes e demais interessados, que poderão se cadastrar por meio de formulário eletrônico. A formação, gratuita e integralmente virtual, é oferecida pelo Núcleo de Estudos em Letras e Artes Performáticas (Nelap), da Faculdade de Letras (Fale).

Coordenado pela professora Elen de Medeiros e pelo professor Paulo Bio Toledo, ambos da Fale, o curso é dividido em duas partes: Momentos do teatro ocidental e O teatro na periferia do mundo. A tragédia e a pólis no mundo grego, o teatro político alemão e Bertolt Brecht, teatro negro no Brasil e os impasses do teatro contemporâneo no país serão alguns dos temas abordados.

Os encontros on-line ocorrerão de 2 a 30 de julho, sempre às terças e quintas-feiras, das 18h às 20h. Participantes receberão certificado ao fim da formação.

Outras informações no site do curso ou pelo e-mail c.teatroesociedade@gmail.com.

Pocket show solidário de Nino Aras estreia na quarta-feira, pelo Circuito Cultural UFMG

Texto: Assessoria de Comunicação da Diretoria de Ação Cultural (DAC) da UFMG

 

Na próxima quarta-feira, 17 de junho, às 19h, estreia o pocket show virtual Resistir musical: esperança e fé, do cantor e compositor Nino Aras. A nova atração do Circuito Cultural UFMG em parceria com a campanha Colabore Hospitais UFMG faz parte de uma série virtual que prestigia o trabalho de cantautores de Minas Gerais. O vídeo ficará disponível no canal da Diretoria de Ação Cultural da UFMG no YouTube.

Nino Aras é natural de Diamantina e traz em seu trabalho as raízes da música popular regional, misturadas com influências da bossa nova, jazz e MPB. Em Resistir musical, o artista revela nove músicas autorais que abordam a influência da pandemia em nossos comportamentos e mudança de hábitos.

Essa e outras apresentações virtuais do Circuito Cultural UFMG estão sendo realizadas em prol da campanha de financiamento coletivo que busca arrecadar recursos para o Hospital das Clínicas da UFMG, o Hospital Risoleta Tolentino Neves e a Unidade de Pronto Atendimento Centro Sul. Os shows virtuais são lançados toda quarta-feira à noite e ficam disponíveis por tempo indeterminado no YouTube. A atração do dia 24 de junho é a cantora do Norte de Minas, Priscila Magella, com o show QuarenteNADA.

Colabore Hospitais UFMG

Desenvolvida pela Universidade em parceria com a Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa (Fundep) e o Instituto dos Advogados de Minas Gerais (IAMG), a campanha visa arrecadar verba para o enfrentamento à pandemia nos hospitais gerenciados pela UFMG. O volume arrecadado é destinado à aquisição de medicamentos, insumos, equipamentos de proteção individual e a contratação de serviços necessários ao atendimento de pessoas diagnosticadas com Covid-19, demais síndromes respiratórias agudas e outras emergências.

Os interessados em contribuir podem transferir qualquer valor para o Banco do Brasil (001), agência 1615-2, conta corrente 960.419-7 (CNPJ da Fundep: 18.720.938/0001-41). Também podem ser doados bens ou equipamentos; nesse caso, basta entrar em contato com a Diretoria de Cooperação Institucional da UFMG por meio dos telefones (31) 3409-4555 e (31) 99306-0348 ou do e-mail gab@copi.ufmg.br. Saiba mais sobre a campanha em www.colaborehospitaisufmg.com.

 

Circuito Cultural UFMG #emcasa – Resistir musical: esperança e fé – Apresentação virtual de Nino Aras

Data: 17 de junho

Horário: 19h

Onde: www.youtube.com/culturaufmg

Exposição virtual da UFMG explora conceitos de travessias em 50 obras fotográficas

Texto: Assessoria de Imprensa da UFMG

A exposição fotográfica Travessias, vinculada ao projeto de extensão homônimo da UFMG, está sendo lançada virtualmente por meio das redes sociais do grupo (Instagram, Facebook e Blogspot) e com audiodescrição de todas as imagens nas plataforma de podcasts (ouça e divulgue: anchor.fm/travessias / Spotify – Travessia Fotográfica). Algumas fotografias já estão disponíveis, outras serão compartilhadas progressivamente. A cada semana um novo podcast com diálogos sobre travessias também será lançado.

Programada para ter inauguração no evento Domingo no Campus da UFMG em março e montagem em abril no Instituto de Geociências da UFMG e na Casa da Glória em Diamantina, a exposição teve que ser adaptada ao contexto virtual diante da pandemia de Covid-19 e do período de isolamento social.

A mostra se propõe a integrar diferentes formas de apropriação da linguagem fotográfica para compor o conceito de travessias, perpassando por diferentes áreas do conhecimento. Ela é composta por 50 fotos, selecionadas pela curadoria a partir da realização de um concurso de fotografia em 2019/2, no qual foram recebidas mais de 200 fotografias. Totalizou-se assim 28 participantes de diferentes cursos da UFMG, além de estudantes de pós-graduação e servidores da UFMG, contribuindo com a diversidade de perspectivas das travessias.

Vinculado à Casa da Glória, que pertence ao Instituto de Geociências (IGC) da UFMG, o projeto de extensão por trás da mostra surgiu durante uma travessia Itambe/Rio Preto, realizada na pós-graduação em Geografia da UFMG em 2017. Em 2019 o projeto ganhou força ao contar com a colaboração de estudantes, professores e demais servidores da UFMG, e se consolidou com a aprovação na terceira chamada do edital do Programa de Apoio Institucional a Eventos (PAIE) de 2019. Destaca-se também a colaboração da equipe do Núcleo de Acessibilidade e Inclusão (NAI) da UFMG.

Conservatório UFMG lança novos trechos de shows populares e eruditos no YouTube

Texto: Setor de Comunicação do Conservatório UFMG

O projeto do Conservatório UFMG Notas de Memória, que está disponibilizando no YouTube trechos de apresentações musicais que fazem parte do acervo do Centro de Memória do espaço, divulga nesta semana atrações de música popular e erudita. Serão lançadas partes dos shows de Boi Luzeiro, Susana Castro Gil, Matheus Ramos com participação de Ivan Corrêa e Samy Erick, e Duo Sofia Leandro e Bruno Santos. Os dois primeiros estreiam ainda hoje, 10 de junho, e os últimos serão lançados na sexta-feira, 12 de junho.

Do grupo Boi Luzeiro será exibida uma apresentação do show Ser-Tão, que mostrou composições autorais falando da terra, do rio, dos sentimentos, do sertão, do corpo e da natureza, misturadas a declamações e breves encenações. A banda reside em Belo Horizonte e tem influência da cultura popular de diversas regiões do país, como folia de reis, maracatu de baque virado, coco, congo, ciranda e lavadeiras do norte de Minas.

O trecho de Susana Castro Gil apresenta seu trabalho em música erudita em Performando conexões: a criatividade performativa na interlocução musical. O evento foi um recital-conversa, parte da pesquisa de mestrado na área da performance, com orientação de Ana Cláudia de Assis. O espetáculo apresentou repertório de piano solo em diferentes espaço-tempos.

A apresentação de Matheus Ramos, junto com os convidados Ivan Corrêa e Samy Erick, mostraram arranjos originais e releituras que entrelaçam o jazz, o samba, baião, congado, maracatu e outros gêneros musicais. Matheus Ramos já tocou com Chico Amaral, Toninho Horta, Enéias Xavier, Wilson Lopes, Marina Machado, Joarez Moreira, entre outros músicos.

O Duo Sofia Leandro (violino) e Bruno Santos (marimba) apresentaram no último ano um concerto de música erudita com repertório voltado para obras de música contemporânea. A dupla foi criada em 2016, com objetivo de explorar a música original e adaptada para a formação violino e percussão, e ainda divulgar obras de compositores da América Latina e da lusofonia. Sofia e Bruno são professores do Departamento de Música da Universidade Federal de São João del Rei.

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