Professor Clébio Maduro faz uma leitura sobre o Hospital Colônia de Barbacena em novo vídeo do projeto Aulas Abertas

O convidado do projeto Aulas Abertas de dezembro é o desenhista, gravador e professor Clébio Maduro, que nos apresenta uma “Leitura bidimensional sobre o Hospital Colônia de Barbacena” através de suas gravuras, encerrando o ano de 2021 com uma reflexão sobre o hospital psiquiátrico que estigmatizou o município mineiro como ‘Cidade dos Loucos’.

▶️ Assista à aula aberta e conheça essa série de gravuras e seu processo de criação: https://youtu.be/-KFLpTZO6DA

Projeto Aulas Abertas
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Centro Cultural UFMG realiza podcast com residentes de experimentação colaborativa sobre as culturas afrodiaspóricas

No nono episódio do Podcast Residência Artística tivemos um bate-papo com a artista visual e educadora Gabi Guerra, o artista, músico, arte-educador e preparador corporal Gil Amâncio e a artista da dança Marise Dinis, integrantes do Coletivo Black Horizonte e residentes do Centro Cultural UFMG em 2019 para o desenvolvimento do projeto de experimentação colaborativa Ciberterreiro, que tem como foco a reflexão sobre as culturas afrodiaspóricas a partir da capital mineira.

O coletivo foi formado em 2010, em Belo Horizonte e é composto por artistas das áreas da música, da dança, das artes visuais, da tecnologia e da educação. O nome Black Horizonte faz uma referência à dita cidade, numa proposta de enegrecer o horizonte da capital, resgatando a cultura e a arte negra não registrada e apagada.

A necessidade de mergulhar nas artes e culturas negras produzidas na afrodiáspora levou o coletivo a propor a instalação do Ciberterreiro, um ‘conceito-ação’ aberto, em expansão, que busca outras formas de criar e habitar o mundo. Sobre o nome da instalação, Gil Amâncio conta que, além de ritual, toda cultura vinda da travessia do Atlântico negro tem como base o barracão, o terreiro, local onde o grupo também ensaiava. O termo está ligado à mistura da linguagem tecnológica com a inspiração de criar um terreiro próprio.

Para os integrantes, pensar a conexão entre arte negra e tecnologia rompe o pensamento de que a arte negra está ligada ao primitivo, ao passado, sendo que há um sofisticado conhecimento produzido pela cultura afro-brasileira e africana. A tecnologia utilizada cria um banco de imagens e sons para materialização das reflexões do coletivo a partir de exercícios de improvisação com som, movimento, vocalização de textos, interação com softwares de áudio e vídeo e construções plásticas e visuais.

Os participantes relembram que, durante a residência, o tempo de ocupação permitiu que chegassem aos “exercícios de vadiagem”, importante ferramenta no processo de construção de conhecimento e criação. Na vadiagem o coletivo se encontrava sem ter um planejamento do que iria ser feito, permitindo-se criar a partir do fazer nada. Segundo eles, vadiar é um ato político, pois leva a uma reflexão sobre si e sobre o mundo.

Ouça o podcast na íntegra e conheça esse universo denominado de Ciberterreiro: https://spoti.fi/3yJCpcL

Conheça o Coletivo Black Horizonte em: https://coletivoblack.wixsite.com/blackhorizonte/performances

O Podcast Residência Artística é um projeto que pretende disponibilizar mensalmente no Spotify conteúdos em áudio relacionados ao desenvolvimento da pesquisa e experimentação das artes visuais, dança, performance, teatro, música e literatura. A proposta surgiu para ampliar a programação online do espaço, oferecer ao público da internet uma discussão sobre o estudo das artes, além de dar visibilidade aos residentes da casa, que foram lançados em novas rotinas de pesquisa. Os convidados terão espaço para dialogarem sobre essa imersão, seus processos criativos, suas experiências, trajetórias, produções artísticas e resultados.

Podcast Residência Artística
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Autora de livros sobre questões raciais participa do podcast de literatura do Centro Cultural UFMG em mês marcado pela consciência negra

No oitavo episódio do Podcast Leituras tivemos um bate-papo com Nilma Lino Gomes, autora de vários livros sobre questões raciais, dentre eles “A mulher negra que vi de perto”, *”Sem perder a raiz: corpo e cabelo como símbolos da identidade negra”, “Para entender o negro no Brasil de hoje”, em parceria com o Prof. Dr. Kabengele Munanga e “O movimento negro educador”. Natural de Belo Horizonte, a escritora compartilha sua trajetória como mulher negra, professora e educadora, que luta incansavelmente contra o racismo.

▶️ Ouça o podcast na íntegra e conheça um pouco mais sobre a luta da escritora por equidade racial: https://spoti.fi/3D9lxhe

Podcast Leituras
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Centro Cultural UFMG discute imagens do período colonial e o imaginário contemporâneo em live do inQUESTÕES

Na próxima quarta-feira, dia 17 de novembro de 2021, às 15 horas, o Centro Cultural UFMG transmite em seu canal do YouTube a segunda edição do Projeto inQUESTÕES: “Imagens do período colonial e o imaginário contemporâneo”. A live tem como convidada a Prof.ª Rachel Cecília de Oliveira, professora da Escola de Belas Artes da UFMG, que pesquisa a pluralidade da arte contemporânea nas interseções entre filosofia, teoria, história e crítica das artes.

O evento tem como objetivo trazer discussões referentes aos símbolos e imagens que a sociedade brasileira traz em seu imaginário desde os tempos coloniais e suas influências na cultura da atualidade. Interessados podem se inscrever gratuitamente pelo formulário virtual: https://bit.ly/3EYhhl8. Haverá certificação para quem estiver presente na live e preencher a lista de presença, que será disponibilizada durante a transmissão.

Rachel Cecília de Oliveira é professora da Escola de Belas Artes e do Programa de Pós-Graduação em Artes da UFMG e colaboradora do PPGArtes da UEMG. Foi editora da revista ArteFilosofia da UFOP, participou da diretoria da Associação Brasileira de Estética e foi professora visitante na Université Paris I – Pantheon-Sorbonne.

O inQUESTÕES é um projeto do Educativo do Centro Cultural UFMG que tem como objetivo trazer questões que permeiam a arte e a educação através de lives no canal do YouTube da instituição com a participação de convidados. Público alvo: educadores de espaços formais e não formais, estudantes e demais interessados no tema abordado.

Local de realização do evento:
https://www.youtube.com/c/CentroCulturalUFMG

2º inQUESTÕES
“Imagens do período Colonial e o imaginário contemporâneo”
Convidada: Profa. Rachel Cecília de Oliveira
Data: 17/11/2021
Horário: 15 horas
Local: https://www.youtube.com/c/CentroCulturalUFMG
Inscrições gratuitas em: https://bit.ly/3EYhhl8

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Rapper Roger Deff participa do podcast de música do Centro Cultural UFMG em mês da consciência negra

FOTO @NereuJr

No oitavo episódio do Podcast Recitais tivemos um bate-papo com o rapper belo-horizontino Roger Deff, um dos artistas mais atuantes no movimento hip hop e uma das principais referências em seu estilo musical. O início da sua trajetória no universo das rimas e batidas foi nos anos 90, através da banda de rap mais longeva de Minas Gerais, a Julgamento, na qual gravou três discos. Desde 2019 o artista segue carreira solo, já com dois álbuns lançados, com inspiração na periferia, no centro urbano, na vida cotidiana da cidade e no hip hop.

Roger nos conta que o seu primeiro contato com o rap e o movimento hip hop foi quando ainda era garoto, na porta da escola, onde presenciou alguns homens ouvindo um clássico rádio Boombox toca fitas, semelhante ao do filme “Faça a coisa certa”, do Spike Lee. A música prendeu a sua atenção de imediato e o ritmo ficou em sua cabeça, mesmo sem saber do que se tratava. Foi então que ele conheceu algumas pessoas do seu bairro, com conhecimento sobre o assunto, que lhe apresentou Racionais, Thaíde, GOG, Gabriel, o Pensador e toda essa turma do rap brasileiro dos anos 90. Ele passou a frequentar um baile que acontecia aos sábados no centro comunitário do bairro e se apaixonou por essa cultura, aproximando das pessoas que também se interessavam por esse universo.

Naquela época não era comum ter MC solo em Belo Horizonte, portanto ele se uniu a outras pessoas e formou o grupo Julgamento, que foi o início de tudo. O nome foi inspirado na música Júri racional, dos Racionais, e nas MCs que formavam a dupla Justiça Rap, que propagava uma mensagem de embate e combate ao racismo. O Julgamento também tinha esse viés da contestação e foi a sua escola e o lugar de muito aprendizado, onde aprendeu a fazer rap, apresentou o primeiro show, gravou o primeiro disco e teve a oportunidade de dividir o palco com artistas já consagrados e que admirava, como Negra Li, BNegão e o saudoso Marku Ribas.

O rap é uma ferramenta de expressão na luta contra a invisibilidade da comunidade negra e retrata a realidade e a vivência dessa população. Roger Deff contextualiza que esse movimento do rap político e da contestação começou com o rapper Chuck D, vocalista do grupo de hip hop norte-americano Public Enemy, que não via espaço de fala fora das comunidades. Quando um jovem entende que a periferia é território e local de produção cultural, um espaço de potência e transformação, mesmo com todos os problemas, você dá a ele ferramentas para que não se sinta excluído, diz Deff.

Em 2019 o MC lançou o seu primeiro álbum solo, “Etnografia Suburbana”, que aborda a contribuição da diáspora negra no Brasil e no mundo, retratando as mazelas vivenciadas pelos afrodescendentes e enfatizando a potência da cultura de matriz africana. O seu álbum lançado recentemente, “Pra Romper Fronteiras”, faz uma homenagem ao hip hop e as bases dessa cultura, temática de estudo do artista, que também é jornalista, pesquisador e mestrando em artes na UEMG, com foco na pesquisa do hip hop em Belo Horizonte.

Ouça o podcast na íntegra e conheça um pouco mais sobre a trajetória do MC Roger Deff: https://spoti.fi/3BRZTfQ

Conheça o trabalho de Roger Deff em: https://www.instagram.com/rogerdeffmc/.

O Podcast Recitais é um projeto que pretende disponibilizar mensalmente no Spotify conteúdos em áudio relacionados à música. A proposta surgiu para ampliar a programação online do espaço, oferecer ao público da internet uma discussão sobre o universo musical, além de dar visibilidade aos artistas, que estão tendo que encontrar formas de se reinventar neste momento de distanciamento social. Os convidados terão espaço para apresentarem seus trabalhos autorais, sejam os que estão começando sua trajetória nos palcos e até mesmo os já consagrados.

Podcast Recitais
O podcast de música do Centro Cultural UFMG.
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Programa de Monitoria da Graduação 2020-2021 – Edital 005/2021 – Estudo de Casos: Processing/Tópicos em Artes Digitais: Processing 2/Jogos 1

A Chefe do Órgão Acadêmico Responsável do Departamento de Fotografia e Cinema, Patrícia Gomes de Azevedo , faz saber que, no período de 27/10/2021 a 08/11/2021 , de 00:00:01 às 23:59:00 horas, a Secretaria do Departamento de Fotografia e Cinema (através do email dftc@eba.ufmg.br) receberá as inscrições de candidatos para o exame de seleção do Programa para atuar nas disciplinas/atividades com carga horária de 12 horas semanais.

Edital PMG 005/2021 – Estudo de Casos: Processing/Tópicos em Artes Digitais: Processing 2/Jogos 1

Em mês do dia das crianças o Centro Cultural UFMG realiza podcast com residentes de projeto voltado à infância

No sétimo episódio do Podcast Residência Artística tivemos um bate-papo com o ator e pesquisador Gabriel Castro Cavalcante e com o professor, escritor, dramaturgo e diretor de teatro Juarez Guimarães Dias, parceiros no projeto Mutanti – Laboratório de pesquisa e criação e residentes do Centro Cultural UFMG em 2017 para criação e desenvolvimento da Peça-jogo-festa #Criança . O trabalho tem como tema principal as relações entre gênero, identidade e brincadeiras na infância, destinados a crianças a partir de seis anos, seus pais e familiares.

Ouça o podcast na íntegra e conheça o potencial desse projeto: https://open.spotify.com/episode/34a3RhNHNwOAXVNRDxILZz?si=fAHAyh8yRPC6V4qIvVZ-fQ

Podcast Residência Artística
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