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Seleção para Bolsistas de Extensão – Comunicação e Produção Cultural – Conservatório UFMG
EAD Sesc Digital lança em 31 de agosto um novo curso gratuito em sua plataforma: Iluminação Cênica
Texto: Divulgação
Desenvolvido pela iluminadora Marisa Bentivegna, Iluminação Cênica, o novo curso do EAD Sesc Digital, dirige-se aos interessados pelo tema, em especial aqueles que pretendem ingressar na área ou que já atuam profissionalmente. Com formato livre, gratuito e autoguiado, é composto por uma série de seis videoaulas com 15 minutos cada e será oferecido, a partir de 31 de agosto, de forma permanente na plataforma ead.sesc.digital. Indicado para iniciantes (aqueles que nunca tiveram um contato prévio com o assunto) e para diretores, cenógrafos, figurinistas, produtores, músicos, bailarinos e intérpretes, também dirige-se aos que pretendem buscar novas informações e abordagens em seu ofício.
As aulas têm formato dinâmico e trazem entrevistas com renomados profissionais da cena artística, como Chico César, Nelson Baskerville, Marcelo Romagnoli e Cristiane Paoli Quito, falando sobre iluminação para as áreas de música, teatro, teatro para crianças e dança, mescladas com informações técnicas sobre refletores e equipamentos encontrados em palcos e estúdios do Brasil e do mundo, assim como acessórios indispensáveis à iluminação cênica, como gelatinas, difusores, gobos, facas, íris, barndoors e lentes.
Didaticamente, o curso se propõe a facilitar para os alunos a familiarização com o vocabulário comum a profissionais da área, como técnicos e iluminadores, por meio de material de leitura e apostila especialmente elaborados. Para contextualizar e ilustrar as aulas, está previsto um breve passeio pelas histórias do teatro e da iluminação. Os refletores serão apresentados pelas características que os aproximam; terão detalhamento específico todos os tipos de fresnéis, lâmpadas PAR, refletores eletrônicos (como LED e Moving Lights) e, em especial, o Elipsoidal, refletor com sistema óptico mais complexo.
Ao final da série de videoaulas, com as informações técnicas e artísticas apreendidas, será possível que os alunos criem um mapa de iluminação.
CONTEÚDO POR AULA
Uma breve apresentação do conteúdo de cada um dos encontros é a proposta da primeira videoaula, por meio de uma viagem no tempo na História da Iluminação, e que contextualiza o tema , desde os primórdios do teatro, na Grécia Antiga. Os participantes terão acesso a conceitos e termos técnicos, e o papel do iluminador cênico junto a uma equipe criativa começa a ser discutido.
Na aula seguinte, assim como nos episódios, 3, 4 e 5, conhecimento técnico e estudo de uma linguagem cênica específica ganham os holofotes com apresentação de equipamentos, a começar pelo PC (Plano Convexo) e o Fresnel, com todos os seus acessórios, evidenciando-se as peças que compõem cada um desses refletores, para que servem, seus resultados luminosos e as diferenças entre eles. Uma entrevista com o diretor cênico Nelson Baskerville aborda a Iluminação para espetáculos de teatro e como este aspecto se relaciona artisticamente com outros elementos de uma montagem teatral.
Já no terceiro encontro, um breve resumo sobre a iluminação no teatro para crianças e jovens no Brasil será conduzido por um especialista no assunto, o autor, ator e diretor Marcelo Romagnoli, que revelará peculiaridades da luz para este público específico. Na sequência, Marisa Bentivegna enfatiza o uso do Elipsoidal, um equipamento indispensável. Por ser um bloco ótico mais complexo, o equipamento assume o protagonismo dessa aula, bem como seus acessórios e especificidades, com conteúdo ilustrado por meio fotos e vídeos de seu uso na prática.
Convidada para a quarta aula, a diretora cênica Cristiane Paoli Quito acumula grande experiência em teatro (adulto e infantil) e desenvolve amplo trabalho na área de dança, que é o assunto a ser abordado por ela nesse encontro, que irá falar também do pioneirismo da iluminadora de dança, Jean Rosenthal. No quesito equipamentos, será apresentada a família de lâmpadas PAR em sua versão original (lâmpadas e acessórios) e nas versões mais modernas, como a Source Four e a PARNEL.
A quinta videoaula é considerada a mais técnica do curso e reúne termos tecnológicos, siglas e sistemas de trabalho que são fundamentais para que os participantes se habituem com os equipamentos encontrados nas salas de espetáculo, entre eles os que funcionam num protocolo chamado DMX 512. Demonstração do uso de Pares LED, Moving Lights, Ribaltas LED, Fog Machines e mesas digitais complementa esse episódio que também contará com a participação do músico Chico César. Ele irá compartilhar sua visão sobre o trabalho do Iluminador (a) na sua área de atuação, os concertos musicais e shows.
Com uma proposta prática, a sexta aula é um convite a pensar na utilização profissional das informações recebidas nos encontros anteriores, colocando no papel ideias para os projetos de luz e como torná-los parte de um espetáculo. Como organizar referências artísticas, cadernos de criação e exemplos de mapas de luz serão temas deste último encontro, assim como o trabalho do operador de mesa e de que forma registrar criações existentes.
Sobre Marisa Bentivegna – Iluminadora Cênica desde 1992, quando cursou as aulas de Iluminação do CPT (Centro de Pesquisa Teatral do SESC). No mesmo ano assinou seu primeiro desenho de luz teatral para o espetáculo O Paraíso Perdido, do Teatro da Vertigem, em parceria com Guilherme Bonfanti, ganhando com este projeto seu primeiro Prêmio Shell. Formada na Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP) em Publicidade e Propaganda e na Escola de Belas Artes de São Paulo no curso de Desenho Industrial, ela iniciou sua carreira artística como bailarina e atualmente é cenógrafa, além de iluminadora. Integrante da Companhia Hiato, dirigida por Leonardo Moreira, em 2015 teve um cenário criado para esta companhia, para o espetáculo O Jardim, selecionado para representar o Brasil na Quadrienal de Praga, na República Tcheca. Em 2019, foi novamente uma das dez artistas a representar o Brasil no mesmo evento, desta vez com o cenário do espetáculo Enquanto Ela Dormia. Marisa também é integrante da Banda Mirim como diretora técnica, cenógrafa e iluminadora desde 2004, coletivo premiado em 2015 com o Prêmio Governador do Estado na categoria Arte para Crianças. Atua em teatro, dança, ópera, exposições e shows musicais, tendo trabalhado em mais de 20 países nas últimas décadas. Como artista convidada e docente, deu aulas na SP Escola de Teatro.
Sobre o Sesc Digital – Lançada em 2020, a plataforma de conteúdo Sesc Digital visa transpor as ações do Sesc São Paulo ao ambiente e à linguagem digitais, expandindo o alcance das suas práticas de ação e difusão cultural de forma substancial e diferenciada, fortalecendo seu compromisso com um processo educativo participativo, continuado e inclusivo. O Sesc São Paulo trata com muita seriedade a privacidade de seus usuários e tem o compromisso de mantê-los informados em relação ao uso que é feito com os dados que são fornecidos.
EAD Iluminação Cênica
Conteúdo: 6 videoaulas de 15 minutos
Local: Plataforma EAD Sesc Digital (https://ead.sesc.digital)
Teaser: https://drive.google.com/drive/folders/103ZS-2YsXIHWJPHBiWQY3zJrSh9GZlGI
2º Festival de Teatro Negro da UFMG – 24 a 31 de Agosto
Reunião do grupo Experiências Descoloniais – 09 de setembro – 14h
Artista utiliza suportes não convencionais para a pintura em nova exposição no Centro Cultural UFMG
Texto: Assessoria do Centro Cultural UFMG
O Centro Cultural UFMG convida para a abertura da exposição ‘Intermédio da cor’, do artista Iago Marques, na sexta-feira, dia 19 de agosto de 2022, às 19 horas. A mostra reúne pinturas sobre recortes de notícias e fotografias de revistas e poderá ser vista até o dia 25 de setembro de 2022. A entrada é gratuita e tem classificação livre.
A intervenção com cores, linhas e formas nas imagens em preto e branco produz obras instigantes e de grande impacto visual. Traços coloridos vigorosos e formas abstratas contrastam com a rigidez da diagramação das publicações impressas, revitalizando-as. Iago utiliza o gesto e a cor para criar uma expressividade em diálogo com as imagens, dando prosseguimento à sua pesquisa sobre suportes não convencionais para a pintura.
Os recortes de revistas apresentam matérias jornalísticas, mapas, gráficos, fotos e outros conteúdos, dando uma natureza multitemática às obras. Alguns textos, manchetes e fotografias são identificáveis; já em outros suportes as intervenções são mais intensas, gerando uma interessante mistura de letras, fotos, traços, cores e formas que se fundem, se complementam e se embatem, simultaneamente.
Segundo Paula Costa, curadora da mostra, “Iago Marques explora com liberdade a pintura, se desvinculando do suporte tradicional da tela para utilizar o suporte midiático dos papéis impressos, usando da colagem de livros e revistas como base contaminante da obra. O suporte vira processo para uma brincadeira de mostra e esconde com a pintura e o papel. O surgimento das palavras é inevitável, texto e pintura tornam-se uma experiência única. Utilizando-se de técnicas mistas e gestos espontâneos, o artista consegue transmitir com o seu trabalho o lúdico que parte do caos e da saturação das cores como lugar inspiração”.
Iago Marques é bacharel em Artes Visuais com habilitação em Pintura pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais (2016). É técnico em Artes Visuais pela Oi Kabum! (2013). Participou de exposições e mostras em Belo Horizonte, no Rio de Janeiro e na Turquia.
Exposição ‘Intermédio da Cor’ – Iago Marques
Abertura: 19 de agosto de 2022 | às 19 horas
Visitação: até o dia 25/09/2022
Terças a sextas: 9h às 20h
Sábados, domingos e feriados: 9h às 17h
Espaço Experimentação da Imagem
Classificação indicativa: livre
Entrada gratuita
Editora UFMG e Ieat lançam e-book gratuito sobre “figuras da experiência”
Texto: Assessoria de Comunicação do Instituto de Estudos Avançados Transdisciplinares (IEAT) da UFMG
A Editora UFMG e o Instituto de Estudos Avançados Transdisciplinares (Ieat) acabam de publicar o e-book Figuras da experiência, que reúne artigos sobre a experiência artística de pesquisadores que participaram dos dois colóquios organizados em 2015 e 2016 pelo Bureau de Estudos sobre a Imagem e o Tempo (BE-IT), grupo de pesquisa da Escola de Belas Artes (EBA). O livro, que reúne a contribuição acadêmica de 21 artistas pesquisadores da própria UFMG e de outras instituições brasileiras e estrangeiras, pode ser baixado gratuitamente no site da Editora.
Os textos do livro apresentam um panorama diverso do que a arte abraça: a teoria da arte e os processos artísticos e suas narrativas, as relações com a psicanálise, os movimentos artísticos históricos, a análise dos comportamentos e ações dos artistas, as intrincadas relações da história com a imagem, a situação dos artistas diante da política e do ativismo, o olhar de um historiador sobre um artista e o olhar de um artista sobre outro, a crítica e a teoria da arte. “Naqueles dias de intensa comunhão, estudantes, pesquisadores e ouvintes se dedicaram a uma atenta escuta e a uma franca interrogação sobre o lugar da arte nos dias de hoje”, diz a sinopse do livro no site da Editora UFMG.
Responsável pela organização do volume, a professora Patricia Franca-Huchet, da Escola de Belas-Artes, responde a duas perguntas sobre a obra.
Em que sentido o conceito de experiência é discutido no livro, no que diz respeito à sua relação com a arte?
A experiência envolve vários conceitos correlatos: a memória, o esquecimento, a história, o tempo, a liberdade, a obediência, a tradição, a autoridade, a exemplaridade, a transgressão, a hipótese, a conservação, a invenção, a reprodução e a criação. Ela envolve as duas polaridades, a do ter e a do fazer, é um vaivém entre a autoridade e a descoberta. Ela é uma espécie de imagem crítica e dialética, no sentido de que as descrições e as análises dos processos experimentais são maneiras de firmar as experiências. Um processo artístico ou experimental bem descrito e analisado é capaz de se tornar uma referência, mesmo que provisória. Quando somos tocados e convencidos por um trabalho artístico, é porque ele soube explorar e contemplar as duas faces da experiência, promovendo um encontro entre produção laboratorial e método consistente.
De que forma a experiência do artista pesquisador, como um processo de investigação, se situa no tempo e na história?
Hoje podemos afirmar que a pesquisa em arte, em suas diversas manifestações, apresenta formas e ações suscetíveis de mostrar às ciências humanas interrogações e proposições ainda inexploradas. Assim, deixa transparecer um rico saber que pode consolidar investigações sobre outras ordens da natureza humana em geral. A história da arte é constituída por amplo conjunto de artistas que não teriam sido o que foram, não teriam deixado o marco que deixaram no tempo se não tivessem sido pesquisadores. O artista pesquisador é uma peça-chave na formação e na transmissão do conhecimento histórico, mas também – e sobretudo – de um conhecimento experimental que vivencia em sua prática. Hoje podemos afirmar que a pesquisa em arte, em suas diversas manifestações, apresenta formas e ações suscetíveis de mostrar às ciências humanas interrogações e proposições ainda inexploradas.
Livro: Figuras da experiência (e-book)
Editora UFMG
Organização: Patrícia Franca-Huchet
Gratuito / 360 páginas
Edital PMG 008/2022 – Fotografia Básica
O Chefe do Órgão Acadêmico Responsável do Departamento de Fotografia e Cinema, Professor Luiz Roberto Pinto Nazário, faz saber que, no período de 08/08/2022 a 24/08/2022, de 13:00:00 às 23:59:00 horas, a Secretaria do FTC no email dftc@eba.ufmg.br receberá as inscrições de candidatos para o exame de seleção do Programa para atuar nas disciplinas/atividades com carga horária de 12 horas semanais.
Processo Seletivo Classificatório para Concessão de Afastamento para participação em Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu Mestrado/Doutorado, de interesse dos Servidores Técnico-Administrativos em Educação da Escola De Belas Artes da UFMG
O Diretor da Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), no uso de suas atribuições, torna público, no âmbito desta Unidade Acadêmica, o Edital do Processo Seletivo Classificatório para a Concessão de Afastamento Inicial para Participação em Programas de Pós-Graduação stricto sensu (mestrado/doutorado), para realização de estudo no exterior e dentro do país,de interesse dos servidores Técnico-Administrativos em Educação (TAE) com inicio de afastamento de servidor previsto para o ano de 2022 até o 1º semestre de 2023.
Documentos:
EDITAL Nº 1284/2022/EBA-SUP-UFMG
Anexos do Edital 1284-2022 – Concessão Afastamento TAE
PORTARIA Nº 6151, DE 01 DE AGOSTO DE 2022
Despacho 1693224 – Processo nº 23072.241524/2022-24


