Edital do Programa de Monitoria da Graduação – PMG – APL014 – Pintura A

Edital do Programa de Monitoria da Graduação – PMG – APL014 – Pintura A

A Chefe do Órgão Acadêmico Responsável do Departamento de Artes Plásticas, Marcia Almada, faz saber que, no período de 11/03/2025 a 20/03/2025 , de 08:00:00 às 23:59:00 horas, o e-mail pinturaaselecao@gmail.com receberá as inscrições de candidatos para o exame de seleção do Programa para atuar nas disciplinas/atividades com carga horária de 20 horas semanais, das quais 8 horas deverão ser alocadas em estudos individuais e atividades de planejamento, realizados por meio de cronograma flexível.

Edital Completo

FESTA DO LIVRO UFMG 2025 – 24 a 27 de março

FESTA DO LIVRO UFMG 2025 – 24 a 27 de março

Prezados membros da comunidade acadêmica,

É com grande satisfação que convidamos todos a participarem da Festa do Livro UFMG 2025, que acontecerá de 24 a 27 de março, das 9h às 19h, na Praça de Serviços do Campus Pampulha.

O evento, já tradicional na universidade, reúne editoras, autores e leitores em um ambiente de celebração do conhecimento e da cultura. Convidamos vocês a explorarem a programação completa, disponível em www.ufmg.br/festadolivro e nas redes sociais da Editora UFMG.

Esperamos por vocês!

Cordialmente,

Danielle Menezes
Jornalista – Editora UFMG

COZINHANDO FOTO/GRAFIAS (Al-Químicas) – Exposição Fotográfica – 16/03 a 23/04

COZINHANDO FOTO/GRAFIAS (Al-Químicas) – Exposição Fotográfica – 16/03 a 23/04

A mostra constitui uma visão transversal da produção do Grupo Al-Químicos de Criação Experimentação e Pesquisa em Fotografias de Base Química. O titulo faz alusão à relação entre fotografia de base química e cozinha: nos dois casos é a receita que manda: ingredientes, proporções, procedimentos, temperaturas… betume da Judéia, mercúrio, sais de ferro e prata foram alguns dos ingredientes utilizados nos caldeirões dessa fase química das Grafias de Luz, ou Foto/grafias, cuja pesquisa se prolongou por quase dois séculos. Os sais de prata (que aprimoravam a velocidade da reação fotossensível e as gradações dos cinzas entre o preto e o branco) acabaram se instaurando como ingrediente Rei dessa fotografia na qual, como na culinária, a receita é a base.

Adolfo Cifuentes
Adriana Ferreira
Coordenadores do Grupo Al-Químicos de Criação Experimentação e Pesquisa em Fotografias de Base Química.
Espaço f, EBA UFMG e LabSG PUC Minas.

Artistas participantes:

  • Adriana Ferreira
  • Adolfo Cifuentes
  • ⁠Beatriz Moreira
  • Dirceu Maués
  • Lo Lisboa
  • Luís Siqueira
  • ⁠Marcelo Roncalli
  • ⁠Yasmin Medeiros.

COZINHANDO FOTO/GRAFIAS (Al-Químicas)
Museu Regional do Norte de Minas, MRNM, Unimontes, Universidade Estadual de Montes Claros
16 de Março a 3 de abril de 2025.

Seleção de bolsistas – Arquivo digital epistemologias comunitárias – Inscrições até 28 de fevereiro

Seleção de bolsistas – Arquivo digital epistemologias comunitárias – Inscrições até 28 de fevereiro

O projeto de extensão Arquivo Digital Epistemologias Comunitárias, com registro 404460, coordenado pelos professores Janaina Barros Silva Viana (coordenação) e Wagner Leite Viana (co-coordenação) do Departamento de Artes Plásticas pela Escola de Belas Artes abre inscrição para (1) bolsista com valor de bolsa de R$ 700,00, financiada pela Pró-Reitoria de Extensão (Proex/Pbext). A candidatura dar-se-á para estudantes de graduação de qualquer curso da UFMG a partir do 5º período com conhecimento e experiência em edição de vídeo e atualização, expansão e divulgação de plataforma digital com disponibilidade de atuação no projeto durante o período de 20 horas semanais na Escola de Belas Artes. O período de vigência da bolsa será de março de 2025 a fevereiro de 2026. Previsão de início de atividades será no mês de março de 2025.

Centro Cultural UFMG recebe mostra de formandos em Artes Visuais da Escola de Belas Artes da UFMG

Centro Cultural UFMG recebe mostra de formandos em Artes Visuais da Escola de Belas Artes da UFMG

O Centro Cultural UFMG convida para a abertura da exposição coletiva ‘Tudo que é rastro um dia foi desejo’, dos formandos em Artes Visuais da Escola de Belas Artes da UFMG, com curadoria do Projeto Piscinão. A mostra destaca os trabalhos desenvolvidos pelos alunos durante a trajetória do curso, apresentando uma ampla variedade de materiais e suportes, como pintura, desenho, escultura, gravura, cianotipia, instalação e fotoperformance, explorando os espaços e dimensões variadas de cada projeto. O evento acontece no dia 07 de fevereiro de 2025, sexta-feira, às 19 horas. As obras poderão ser vistas até 23 de março de 2025. A entrada é gratuita e tem classificação livre.

‘Tudo que é rastro um dia foi desejo’ reúne produções dos formandos Bárbara Ferreira, Carolina Sanz, Cássia Giovanna, Eduarda Pereira, Elena Ventura, Imoraes, Isabela Tunes, Ítalo Carajá, Malu Souza, Manu Mati, Marcella Marzano, Maria Luisa Almeida, Paula Costa, Rosana Oliveira, Victor Borém, YOR.

Tudo que é rastro um dia foi desejo – por Caio Marques

Todo desejo surge no campo do inconsciente e o tempo trata de concretizá-lo junto ao corpo. Percorrer esse desejo deixa rastro, um rastro que fica no espaço e no tempo, reflexo de atos corporais perceptíveis, tais como memórias, registros e experiências. São parte das características e, consequentemente, das poéticas que formaram estes artistas durante seu percurso no curso de Artes Visuais.

O olhar de Bárbara Ferreira contempla um encontro com o urbano, um recorte do cotidiano que muitas vezes passa despercebido na correria do dia a dia. Os detalhes de suas pinturas convidam o espectador a prestar atenção na arquitetura da cidade em um contexto solitário, fora do caos urbano. Também utilizando a estética urbana, a série de obras em grafite e estêncil de Yor retrata animais da fauna silvestre sobrevivendo em contraste nos espaços urbanos, de onde seu habitat fora removido.

O processo lúdico de Ítalo Carajá e Rosana Oliveira ativa as memórias da infância, a nostalgia de quem vê, por meio do uso de brinquedos comparando com a realidade que nos cerca.  Marcella Marzano apresenta lugares que existem na realidade e, ao mesmo tempo, carregam características de um mundo onírico, compondo paisagens que transitam entre o tangível e o imaginário, refletidas em suas pinturas e cianotipias.

O corpo aparece pelo caminho figurativo e abstrato. Carolina Sanz retrata seu próprio corpo internamente, fazendo referência à decomposição e à repartição, dando visibilidade ao que está oculto. Manu Mati investiga o corpo figurativo, ampliando sua presença no espaço e revelando a identidade singular que ele carrega, desdobrando suas vivências e conflitos pessoais em um diálogo direto com as dinâmicas e pressões da sociedade contemporânea.  Maria Luisa Almeida molda seu corpo com argila em uma fotoperformance, o qual se expande em uma série de lascas de argilas finas, frágeis e delicadas.

Eduarda Pereira retrata experiências de uma vida neurodivergente, utilizando pássaros esteticamente modificados para representá-la, retrata situações desconfortáveis com cores vibrantes que contrastam fortemente com um fundo preto, dando destaque para as cenas. As obras de Elena Ventura trazem elementos carregados pelo contraste criando uma composição orgânica de corpos, bichos, esqueletos e seres fantasmagóricos. Já Imoraes explora a edição da memória ao modificar retratos de sua família, mascarando seus rostos e criando novos personagens para estes registros.

Em suas gravuras, Cassia Giovanna questiona o patriarcado ao expor o corpo feminino não como indivíduo, mas em busca de um coletivo que resgata tradições, heranças e ancestralidades. Já Paula Costa mostra um corpo que pede liberdade, criticando como a sociedade regula e impõe julgamentos sobre os comportamentos íntimos e as escolhas pessoais das mulheres.

As instalações de Isabela Tunes criam e recriam composições ao explorarem o espaço em que são instaladas. São desenhos de texturas de troncos de árvores com uma montagem orgânica criando uma nova identidade a cada exposição. Malu Souza associa o corpo humano com o casulo.  Utilizando fibras de bananeira ela cria uma urdidura em macramê, que produz tramas como os tecidos da pele, fazendo surgir, a cada ponto, um ser vivo. Já Victor Borém explora materiais como a cerâmica, a madeira, o algodão, o metal e as linhas, promovendo ligação entre eles. O metal encontra-se com a linha, e a madeira com o algodão, são materiais rígidos que esteticamente compõem com materiais orgânicos e maleáveis.

Em consequência deste rastro, o artista em formação, possui um olhar que captura e ressignifica o mundo, imprimindo sentido e desejo em suas obras. Essas características se revelam nas poéticas presentes na Exposição de Formandos da Escola de Belas Artes da UFMG (2024/2). Suas criações refletem tanto a realidade quanto os sonhos, transformando-se em experiências, onde pensamento e produção contribuem no rastro de um desejo.

Coordenação:
Projeto Piscinão: Orientadoras: Profª Brígida Campbell e Profª Rachel Cecília.
Monitores: Isabella Rosendo e Caio Marques.

Ficha Técnica:
Realização: Colegiado do curso de Artes Visuais.
Apoio: Centro Cultural UFMG.
Curadoria: Projeto Piscinão.
Texto Curatorial: Caio Marques

Exposição ‘Tudo que é rastro um dia foi desejo’
Formandos em Artes Visuais da Escola de Belas Artes da UFMG – 2024/2
Abertura: 07 de fevereiro de 2025 | às 19h
Visitação: até o dia 23/03/2025
Terças a sextas: 9h às 20h
Sábados, domingos e feriados: 9h às 17h
Salas Ana Horta e Celso Renato de Lima
Classificação indicativa: livre
Entrada gratuita

Peça de professor da EBA explora a complexa relação entre uma filha e sua mãe em estado vegetativo

Peça de professor da EBA explora a complexa relação entre uma filha e sua mãe em estado vegetativo

O professor Antonio Hildebrando, do Departamento de Artes Cênicas da UFMG, em colaboração com ex-alunos das graduações em Teatro e em Artes Visuais da Escola de Belas Artes da UFMG, apresenta o espetáculo Death Lay. Na vida tem jeito pra tudo. A montagem será exibida no Teatro Francisco Nunes (Parque Municipal – Av. Afonso Pena, 1321 – Belo Horizonte / MG), dentro da Campanha de Popularização do Teatro e da Dança de Belo Horizonte, de 31 de janeiro a 2 de fevereiro (sexta e sábado às 21h e domingo às 19h).

Death Lay explora a complexa relação entre duas mulheres, mãe e filha, em um cenário que mescla a busca por um “death lay” perfeito – um movimento avançado de pole dance -, e a presença ausente da mãe, que se encontra em estado vegetativo. A trama revela a luta da filha para se comunicar com a mãe através de sonhos e delírios, navegando entre a consciência e a inconsciência, realidade e ficção, vida e quase-morte.

“Tudo foi feito com muito cuidado. A questão é complexa e envolve pontos que a sociedade brasileira parece não querer discutir”, avalia Hildebrando. “A situação da Anna, ao querer abordar o Estado Vegetativo Permanente em um espetáculo solo, exige um confronto e compartilhamento de lembranças e dores profundas com a equipe e o público”.

A atriz Anna Campos utiliza um relato autobiográfico para refletir sobre o direito de viver e morrer com dignidade no Brasil. Sob a direção de Antonio Hildebrando, o espetáculo é fundamentado nos princípios do Teatro Documentário Autobiográfico, incorporando “documentos-memórias” como áudios, fotos, vídeos e objetos pessoais, além de recursos metateatrais que entrelaçam tempos e espaços.

Ficha técnica:

Concepção e atuação: Anna Campos

Dramaturgia e direção: Antonio Hildebrando

Assistência de direção: Isabela Arvelos

Confecção de boneca e figurinos: Eduardo Felix

Trilha sonora: Luís Rocha

Música: Isabela Arvelos e Tatá Santana

Desenho de luz: Enedson Gomes

Cenotécnica: Ivanil Fernandes

Preparação vocal: Isabela Arvelos

Vídeo-arte e designer gráfico: Fabiano Lana

Manipulação: Isabela Arvelos

Consultoria de manipulação: Liz Schrickte

Assessoria de imprensa: Rizoma Comunicação e Arte

Coordenação de produção: Enedson Gomes

Produção executiva: Enedson Gomes e Isabela Arvelos

Produção: OLÁ

Realização: Grupo Oriundo de Teatro

Death Lay. Na vida tem jeito pra tudo

Campanha de Popularização do Teatro e da Dança de Belo Horizonte

Data: 31 de janeiro a 2 de fevereiro (sexta e sábado às 21h e domingo às 19h).

Local: Teatro Francisco Nunes (Parque Municipal – Av. Afonso Pena, 1321 – Belo Horizonte / MG)

Filme Terra de heróis, produzido pelo Campus Cultural UFMG, será exibido na 28ª Mostra de Cinema de Tiradentes

Filme Terra de heróis, produzido pelo Campus Cultural UFMG, será exibido na 28ª Mostra de Cinema de Tiradentes

O filme Terra de heróis, do projeto Con(fiar), produzido pelo Campus Cultural UFMG em Tiradentes, foi selecionado para compor a Mostra Valores, que integra a programação da 28ª Mostra de Cinema de Tiradentes, um dos eventos mais importantes no cenário nacional. O curta-metragem será exibido na quinta-feira, 30 de janeiro, às 20h, no Cine-Praça, localizado no Largo das Forras. O filme é acessível em Língua Brasileira de Sinais (Libras) e classificação etária livre.

Com direção de Jardel Santos e Luísa Meinberg, Terra de heróis põe sobre imagens dos bairros falas de moradores que vivem em locais distantes do centro histórico, reunindo memórias e experiências muitas vezes indescritíveis em palavras. Revelando a profunda conexão e intimidade do tiradentino com sua terra e sua história, os depoimentos relatam as mudanças no espaço e foram coletados como parte do projeto Lugares imaginários de memória. “É uma oportunidade para os moradores da cidade celebrarem sua própria história, identidade e o papel fundamental que a cultura exerce na construção de um futuro mais inclusivo e plural”, informa o texto de divulgação.

Destaque ao cinema nacional

Ao longo de seus quase 30 anos de existência, a Mostra de Cinema de Tiradentes é reconhecida por sua relevância e pela capacidade de revelar novas vozes e talentos brasileiros. Anualmente, o evento reúne cineastas, críticos e profissionais da área, gerando visibilidade para produções independentes e inovadoras.

A mostra também tem se tornado espaço para obras que valorizam a riqueza da vida interiorana da região – as relações cotidianas, a beleza das paisagens e as manifestações culturais. Trata-se de uma oportunidade para os moradores de Tiradentes se conectarem à arte cinematográfica e dar visibilidade nacional à cultura local.

Inscrições para bolsa de extensão no projeto Bordas da Imagem – EBA/UFMG

Inscrições para bolsa de extensão no projeto Bordas da Imagem – EBA/UFMG

O Bordas da Imagem é um projeto de extensão vinculado à Escola de Belas Artes da UFMG focado em processos criativos e autoria na fotografia. Atualmente promove um Grupo de Estudos com encontros online, além de Rodas de Diálogos com artistas convidados e o Poéticas do Bordas, consistindo em apresentações e conversas sobre as produções dos participantes do grupo.

As inscrições vão até 10 de fevereiro de 2025 e estão abertas a estudantes de graduação da UFMG.

Mais informações e inscrições no formulário: https://forms.gle/9DkwwTF3H4qmXssk9