Ações Emergenciais na EBA – Coronavírus

Portaria nº 013/2020/DIR/EBA-UFMG que institui a adoção de medidas gerais e implementa as ações emergenciais específicas para a EBA, diante da pandemia do COVID-19 e suspensão das atividades administrativas da UFMG de forma presencial, bem como o planejamento e execução de trabalho remoto por tempo indeterminado.

013_2020_Portaria_DIR_EBA_Covid

 

Espetáculo de Ouro Preto vem a Belo Horizonte pela primeira vez em apresentação no Centro Cultural UFMG

Nos dias 18, 19 e 20 de março de 2020, às 19 horas, o Centro Cultural UFMG recebe o ator Frederico Contarini, da Ajayô – Teatro Em Pé, para a apresentação do solo narrativo “A.B.R.A.Ç.O.”. Ode à imaginação, a peça é embebida de risos, reflexões e emoções sobre a nossa condição humana no mundo. O espetáculo é, antes de tudo, uma experiência íntima vivida dentro de cada um de nós. A direção e dramaturgia são de Dhu Rocha. Ingressos pelo Sympla: http://bit.ly/2vKA3P6. Classificação: livre.

O espetáculo apresenta a saga de um boneco que deseja encontrar seu dono desaparecido, pois anseia lhe contar que seu filho precisa de cuidados. Apoiada na simplicidade, durante a jornada das cenas, a peça encarna uma divertida e curiosa diversidade de personagens que estão amalgamados na vida desse boneco. Ao tornar-se herói de uma mensagem para um desaparecido, o boneco inicia sua jornada em direção a um passado e um futuro que o surpreendem.

Os artistas da Ajayô – Teatro Em Pé brincam com a imaginação do público através de uma linguagem realista-fantástica. A peça entrelaça humor e emoção temperados de mineiridades e fantasias, que mergulha o público nessa rica experiência narrativa não só de um boneco, mas de sujeitos comuns de nosso dia-a-dia e seus pequenos dramas fantasmáticos.

Ficha Técnica

Dramaturgia: Dhu Rocha e Frederico Contarini
Interpretação: Frederico Contarini
Direção/ Iluminação: Dhu Rocha
Caracterização: Ajayô – Teatro Em Pé

Frederico Contarini é ator, dramaturgo e mestrando em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Ouro Preto. Desde 2016 atua na Ajayô – Teatro em Pé com o monólogo A.B.R.A.Ç.O., espetáculo que já se apresentou em diversos locais como os teatros SESI Mariana, Casa da Ópera, Teatro Reynúncio Lima (SP), presídios (APACs), escolas, ocupações, saraus e Festivais de Teatro e de Inverno. Na graduação, o artista desenvolveu projetos de pesquisa em Performance, Expressão Corporal e Atuação, estimulada pelo surrealismo. No mestrado, realiza investigação teórica sobre a especificidade do conceito de trágico na dramaturgia latino-americana (CAPES), através da análise do drama moderno Los Pájaros se Van Con La Muerte. Atua n’A Incrível Mulher do Calcanhar Pra Trás. Participou da Entremez O Grande governador da Ilha dos Lagartos (Orquestra Ouro Preto). Recentemente foi dramaturgo em Daquele Naipe e Correnteza, em Ouro Preto. Ministra oficinas teatrais, principalmente na área da iniciação, expressão, interpretação e dramaturgia.

Dhu Rocha (Geraldo Magela Silva Rocha) é licenciado em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Ouro Preto e bacharel em Direção Teatral pela mesma instituição. Possui mestrado em Artes Cênicas, com pesquisa na área de Pedagogia da Direção Teatral, também pela Universidade Federal de Ouro Preto. É Diretor- Fundador do Grupo de Artes Cênicas Omkara, do Grupo Ajayô – Teatro Em Pé e da Companhia de Circo Teatro “Que Tal Hoje?”. Trabalha como professor de Teatro no Atelier de Artes Integradas, órgão da Prefeitura Municipal de Itabirito, Minas Gerais. Entre seus trabalhos e pesquisas encontram-se experiências nos campos da arte-educação, direção teatral, dramaturgia, atuação e palhaçaria.

Exposição no Centro Cultural UFMG aproxima conceitos de máquina e corpo

O Centro Cultural UFMG convida para a abertura da exposição Quando a noite chegar desliguem as máquinas, do artista Lucas Ero, na sexta-feira, dia 13 de março, às 19h. A mostra reúne máquinas eróticas imaginárias e poderá ser vista até o dia 12 de abril. O evento é aberto ao público e a entrada é gratuita.

Nascido no Vale do Aço, Lucas Ero cresceu sob a fuligem de uma grande siderúrgica. A presença panóptica da usina, centro da vida da cidade de Ipatinga, sempre foi um símbolo de poder ameaçador para ele. Seu avô materno, ex-operário da siderúrgica Usiminas, trabalhou em sua construção em 1958 e sobreviveu ao Massacre de Ipatinga, de 7 de outubro de 1963, quando militares utilizaram metralhadoras contra uma manifestação grevista de funcionários da empresa. O episódio levou à emancipação da cidade, em 29 de abril de 1964, um útero industrial banhado em sangue humano que serviu de laboratório para o Golpe Militar de 64.

Em 2009, Lucas Erro abandonou o cargo de operador de máquinas na sinterização da usina para seguir como um artista visual inventor de máquinas eróticas imaginárias. Suas máquinas são humanas, sexuais, sociais, penais, solitárias, excitadas ou desinteressadas: objetos mecânicos ficcionais — de algum modo antropomórficos — que nascem da liberdade criativa do suporte bidimensional, experimentações pictóricas e conotações simbólicas. Como sondas lançadas ao abismo, fazem prospecções imagéticas de um vocabulário voltado ao lócus maquínico da contemporaneidade: dos dejetos tecnológicos ao dispêndio das carnificinas mecânicas, pulsões eróticas ou destrutivas que movem tanto as engrenagens famintas da indústria, quanto os motores de combustão do desejo humano na criação artística.

Sobre o artista
Lucas Ero é bacharel em Artes Visuais com habilitação em Desenho pela Escola de Belas Artes da UFMG (2015). Participou das residências artísticas Obras em Construção, na Casa das Caldeiras, em São Paulo (2017); Residência Camelo, na Casa Camelo, em Belo Horizonte (2016); Residência do Museu do Sexo Hilda Furacão, que ocorreu simultaneamente no circuito composto pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Fundação Nacional de Artes (Funarte), Casa do Conde e hotéis da Rua Guaicurus, zona boêmia de Belo Horizonte (2016) e Quimeras, ministrada pelos artistas franceses François Andes e Pascal Marquilly, no Festival Artes Vertentes, em Tiradentes/MG (2015). Participou de exposições coletivas e individuais durante sua trajetória artística, com destaque para Ainda que Eu Ande Pelo Vale do Aço da Morte, Solitária e Seres Maquinais. Recebeu o Prêmio Residência Camelo (2016) e foi indicado ao Dente de Ouro (2019).

Quando a noite chegar desliguem as máquinas
Abertura: 13 de março | às 19h
Visitação: até 12 de abril
Terças a sextas, das 10h às 21h / sábados e domingos , das 10h às 18h
Local: Centro Cultural UFMG (Av. Santos Dumont, 174, Centro
Belo Horizonte, Grande Galeria (salas 1, 2, 3 e 4)
Entrada gratuita

Patrimônio histórico e arquitetônico de São João del-Rei é foco de exposição fotográfica no Centro Cultural UFMG

Texto: Assessoria do Centro Cultural UFMG

O Centro Cultural UFMG realiza, no dia 6 de março, às 19h, a abertura da exposição Cidade Refletida, da fotógrafa Thais Andressa. A mostra reúne registros do cotidiano de São João del-Rei. As fotografias poderão ser vistas até 12 de abril, de terças a sextas-feiras, das 10h às 21h, e aos finais de semana, das 10h às 18h. Entrada gratuita.

Registros do cotidiano de São João del-Rei ganham espaço na exposição, que chama a atenção para o patrimônio histórico e para a preservação da memória da cidade tricentenária. Nesse trabalho, Thais buscou um olhar mais contemplativo e poético sobre a paisagem urbana. “Sempre tive interesse por arquitetura e história. Fotografar a cidade me permite narrar visualmente um pouco dos aspectos históricos da localidade e as transformações que acontecem no espaço”, ressalta a fotógrafa. Situada a aproximadamente 200 km da capital mineira, São João del-Rei (MG) é atrativa para turistas de diversas regiões do Brasil e do mundo.

A série Cidade Refletida tem como destaque registros feitos através de reflexos formados em poças d’água e em outras superfícies espelhadas. “As imagens que se formam, lembram-me aquarelas e, mostram um cenário que mexe com a imaginação”, declara Thais. Para o professor e historiador Augusto Leonel Ribeiro, em suas imagens, a fotógrafa consegue captar a alma, a essência, dessa cidade riquíssima em cultura, arte e religiosidade. “Seus reflexos revelam o cotidiano de uma cidade que preserva tradições e o estilo interiorano de vida, ao mesmo tempo em que avança e se dinamiza”, afirma o historiador. Serão exibidas cerca de 40 fotografias realizadas entre 2016 e 2020.

Sobre a fotógrafa
Thais Andressa é formada em Jornalismo pela Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ). A fotógrafa realizou exposições individuais no Centro Cultural UFSJ, no Museu Regional de São João del-Rei e no Centro Cultural Sesi Minas Ouro Preto. Entre suas principais referências na área da fotografia estão: Henri Cartier-Bresson, Vivian Maier e Francesca Woodman.

Além da fotografia, Thais atua na área de produção cultural, na cobertura de eventos artísticos e culturais, na região do Campo das Vertentes. Também se dedica à pesquisa sobre fotografia com foco no protagonismo feminino. Tem trabalhos fotográficos publicados nas revistas Mais Saúde & Bem-Estar e Mais Vertentes.

 

 

Exposição Cidade Refletida

Abertura: 6 de março | 19h

Visitação: até 12 de abril

Terças a sextas das 10h às 21h

Sábados e domingos das 10h às 18h

Local: Espaço Experimentação da Imagem do Centro Cultural UFMG  (Av. Santos Dumont, 174 – Centro, Belo Horizonte)

Entrada gratuita

Espaço do Conhecimento UFMG oferece atividades gratuitas no final de semana

Texto: Comunicação Institucional do Espaço do Conhecimento UFMG

No próximo final de semana, dias 7 e 8 de setembro, o Espaço do Conhecimento UFMG oferece diversas opções aos visitantes. No sábado, 7 de setembro, uma oficina promove conhecimentos de desenho através da Língua de Sinais, às 10h. De tarde, às 14h, uma atividade revela a influência da Astronomia na criação da bandeira do Brasil. Em seguida, às 18h15, ocorre um percurso pela exposição Energia em Movimento para abordar a relação entre saberes tradicional e científico. No domingo, 8 de setembro, as crianças dão vida a super-heróis em um divertido jogo, às 15h. As atividades são gratuitas e possuem classificações etárias diversas.

Oficina de Iniciação ao Desenho em Libras
O Espaço do Conhecimento UFMG promove, no sábado, às 10h, a Oficina de Iniciação ao Desenho em Libras, voltada para quem se comunica através da Língua de Sinais. A proposta trará conceitos básicos como luz e sombra, observação e perspectiva. A atividade contará com a presença da atriz e intérprete Dinalva Andrade e será ministrada pelo artista surdo Jessé Barbosa.

A oficina integra a programação do Setembro Azul, promovida pelo Espaço do Conhecimento UFMG. Ao longo de todo o mês, atividades sobre arte e cultura voltadas para todas as idades serão ofertadas gratuitamente no museu.

Astronomia da Bandeira
Há 196 anos, Dom Pedro I proclamava seu famoso grito do Ipiranga, tornando o Brasil um império independente de Portugal. Na passagem para a República, em 1889, o novo regime de governo adotou a bandeira oficial do país, que teve forte influência da Astronomia. Para mostrar como o céu inspirou os criadores do lábaro estrelado, o Espaço do Conhecimento UFMG realiza a atividade Astronomia da Bandeira, que mostrará sua relação com os elementos celestes.

As estrelas da bandeira nacional refletem o céu visto do Rio de Janeiro em 15 de novembro de 1889, dia da proclamação da República. Cada uma delas representa as unidades federativas: os 26 estados e o Distrito Federal. Na atividade, essa história será retomada, trazendo curiosidades sobre a concepção da bandeira. Astronomia da Bandeira acontece no feriado, 7 de setembro, às 14h. A classificação indicativa é livre. É necessário retirar uma senha na recepção.

Caminhos do movimento: ditos populares
Os ditos populares povoam nosso imaginário. “Uma andorinha só não faz verão”, “a curiosidade matou o gato”, “águas passadas não movem moinhos”. Essas e tantas outras expressões estão no nosso vocabulário do dia a dia, mas o que está por trás delas? O Espaço do Conhecimento mostrará a relação entre os saberes populares e a ciência em uma atividade no sábado, às 18h15.

O percurso acontece na exposição Energia em Movimento, uma parceria com a Petrobras. Na atividade Caminhos do movimento: ditos populares, os visitantes vão explorar provérbios em cada seção da mostra. Podem participar pessoas que tenham a partir de 7 anos. Os interessados em participar devem retirar uma senha na recepção do museu.

Fábrica de Superpoderes
Quem nunca se perguntou qual poder gostaria de ter? As crianças adoram fantasiar sobre isso, e o Espaço do Conhecimento UFMG preparou um jogo muito divertido para o domingo. Os super-heróis vão invadir o museu, às 15h, na atividade Fábrica de Superpoderes, que convida as crianças a darem asas à imaginação e criarem personagens com dons especiais.

A garotada usará papéis coloridos, canetinhas, lápis e giz de cera para criar um jogo de cartas sobre os heróis e seus poderes. A atividade é voltada para maiores de 6 anos. Para participar, é necessário retirar uma senha na recepção do museu. A atividade tem duração de uma hora.

A programação do Espaço ainda conta com outras diversas atrações para todas as idades. Oficinas, contações de histórias e percursos pelas exposições prometem agitar o mês de setembro. Para mais informações, acesse o site e confira as redes sociais.

O Espaço do Conhecimento UFMG estimula a construção de um olhar crítico acerca da produção de saberes. Sua programação diversificada inclui exposições, cursos, oficinas e debates. Integrante do Circuito Liberdade, o museu é fruto da parceria entre a UFMG e o Governo de Minas. O Espaço está subordinado à Diretoria de Ação Cultural (DAC) da Universidade, é amparado pela Lei Federal de Incentivo à Cultura e conta com patrocínio da Unimed-BH, do Instituto Unimed-BH e da Petrobras.

Fim de semana no Espaço do Conhecimento UFMG
Endereço: Praça da Liberdade, 700, Funcionários, BH

Sábado, 7 de setembro
Oficina de Iniciação ao Desenho em Libras
Quando: 10h
Classificação: livre
Em caso de dúvidas, enviar e-mail para libras.conhecimento@gmail.com

Astronomia da Bandeira
Quando: 14h
Classificação: livre

Caminhos do movimento: ditos populares
Quando: 18h15
Classificação: a partir de 7 anos

Domingo, 8 de setembro
Fábrica de Superpoderes
Quando: 15h
Classificação: a partir de 6 anos