Resultado Final Edital Arte Aqui 3º Edição – Após recursos

Resultado Final Edital Arte Aqui 3º Edição – Após recursos
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PROJETOS SELECIONADOS

Confira a LISTA FINAL dos projetos selecionados na edição 2025/02 do Projeto Arte Aqui.
A Comissão de Seleção foi composta por: Sandro Ka, Michel Corsino, Carol Gualberto, Thalita Amorim, Marina RB e Camila Moreira.

GALERIA

selecionados:

a lua é também um sol
Yan Nicolas

Ao Avesso, a Torto e a Direitos
Centros de Convivência PBH

Comum Lugar
Mônica Coster e artistas convidados

suplentes:

In Memoriam
Mayzon Tayrone

conatus
Ian Nogueira e Guilzeppe Francesco


OUTDOOR

selecionados:

Entre Raízes: o que não queremos ver
Coletivo “Traça”

Nem menino, nem menina
Tobo Eduarda

Quem não tem sua loucura?
Vit Leão

suplentes:

Batalha
Roberto Machado

Origrafias
Fernando Costaa


CUBO GRÁFICO

selecionados:

Microhabitats
Ana Bicho

Vegetal digital
Isa Rosendo

WATU – da água a água
Mariana Jorge

suplente:

Segura a cabeça
Marília Lima


CORREDOR

selecionados:

Regras de Convivência – Na Universidade
Carolina Brandhuber

Quadrinhos Enquadrados
Quadrinhos com Queijo – EBA UFMG

Duo corpo
Elaine Stankiwich e Cássia Perocco

suplentes:

Floresta escura
Débora Mota

Noite Americana
Eduarda Lucas


AUDITÓRIO


selecionados:

Mostra da Dança: Dançando na Belas
coletivo DBA

Corpos que Rompem
Gabrielly Dornelas


PISCINÃO

selecionados:

“Vendo Gestos” – Programa performativo em dança sobre corpo, trabalho e valor
Iago Vinicius

QUEBRA!
Yurika Renan Morais

A Comissão de Seleção foi composta por: Sandro Ka, Michel Corsino, Carol Gualberto, Thalita Amorim, Marina RB e Camila Moreira.

Resultado Arte Aqui 2025/02

Resultado Arte Aqui 2025/02
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Projetos Selecionados

Confira a lista dos projetos selecionados na edição 2025/02 do Projeto Arte Aqui. A lista com o resultado final será publicada no dia 08/09/2025.

Galeria

selecionados:

a lua é também um sol
Yan Nicolas

Ao Avesso, a Torto e a Direitos
Centros de Convivência PBH

Comum Lugar
Mônica Coster e artistas convidados

suplentes:

In Memoriam
Mayzon Tayrone

conatus
Ian Nogueira e Guilzeppe Francesco


Outdoor

selecionados:

Entre Raízes: o que não queremos ver
Coletivo “Traça”

Nem menino, nem menina
Tobo Eduarda

Quem não tem sua loucura?
Vit Leão

suplentes:

Batalha
Roberto Machado

Origrafias
Fernando Costaa


Cubo Gráfico

selecionados:
Microhabitats
Ana Bicho

Vegetal digital
Isa Rosendo

WATU – da água a água
Mariana Jorge

suplente:
Segura a cabeça
Marília Lima


Corredor

selecionados:
Regras de Convivência – Na Universidade
Carolina Brandhuber

Quadrinhos Enquadrados
Quadrinhos com Queijo – EBA UFMG

Duo corpo
Elaine Stankiwich e Cássia Perocco

suplentes:

Floresta escura
Débora Mota

Noite Americana
Eduarda Lucas


Auditório

selecionados:
Mostra da Dança: Dançando na Belas
coletivo DBA

Corpos que Rompem
Gabrielly Dornelas


Piscinão

selecionados:
“Vendo Gestos” – Programa performativo em dança sobre corpo, trabalho e valor
Iago Vinicius

QUEBRA!
Yurika Renan Morais

Exposição: dados entrópicos

Exposição: dados entrópicos

De 11 a 29 de junho de 2025, realiza-se na Galeria da Escola de Belas Artes da UFMG a exposição dados entrópicos, composta por desenhos produzidos ao longo dos últimos quatro anos por Liel Gabino, durante a graduação em Artes Visuais. A mostra é acompanhada por um ensaio homônimo que constitui seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). Abaixo, o texto da exposição:

O desenho não se comporta como uma imagem a ser contemplada passivamente; ele impõe uma nova modalidade de relação interpretativa. Mais do que apresentar uma figura completa, ele se mostra como um texto fragmentado que pede ser lido. Em outras palavras, o desenho é legível, mas não se deixa conter na quietude da contemplação estética. Sua expressão exige do observador uma atitude ativa: é preciso decifrar e reconstruir o interior privado que ele esboça, em vez de somente admirar sua forma. Nesse campo de leitura ativa, a percepção adquire o ritmo de uma tradução. O espectador torna-se coautor do sentido, deslocando-se mentalmente pelos registros sobrepostos do suporte. Não há repouso visual garantido: cada elemento do desenho tensiona o próximo, convidando saltos de associação. Desliza-se entre eras temporais internas à folha, trabalhando para recompor o evento inteiro a partir das fragmentações. O desenho cria pontos de indeterminação: espaços em branco, manchas inacabadas ou trechos de força desigual que desafiam a interpretação imediata. Ele não oferece um conteúdo fechado; ao contrário, instiga perguntas e caminhos abertos, forçando o leitor a reagir em vez de repousar. E a amplitude de tempos e forças representa-se fragmentariamente, cabendo ao intérprete sobrepor mentalmente essas camadas para alcançar totalidade. Nessa leitura, o olho não desliza inerte pelo papel, mas salta e retorna, traçando trajetórias não-lineares para desenhar o sentido por si próprio. Nesse regime, o ato de ler coincide com o de desenhar. O leitor, ao percorrer o campo gráfico, inscreve trajetórias invisíveis: projeta relações, reconstrói tensões, sustenta lacunas. Desenha no vazio. Cada salto do olho é uma linha mental e cada associação é um traço. O desenho, assim, não está completo: solicita complementação. Exige um observador disposto a não consumir, mas a agir. A folha é, além de imagem, um aparato: algo que só se realiza plenamente na relação com quem se deixa arrastar por seu regime de indeterminação. É neste ponto que o desenho se apropria do tema entrópico. Ao invés de oferecer ordem, age no limiar da desordem controlada. A instabilidade de seus elementos, a sobreposição de tempos, a oscilação entre presença e ausência — tudo aponta para um sistema que não fecha e se reconfigura constantemente. E essa reconfiguração depende do outro. O traço não significa, mas exige: leitura como coabitação do risco.

Fabrício Fernandino convida para exposição individual na Escola de Belas Artes – ‘Espaços topológicos – Poética da forma’

Fabrício Fernandino convida para exposição individual na Escola de Belas Artes – ‘Espaços topológicos – Poética da forma’

A Escola de Belas Artes da UFMG convida para a abertura da exposição individual ‘Espaços topológicos – Poética da forma’, do escultor e professor Fabrício Fernandino. A mostra apresenta um fragmento de um amplo conjunto de obras executadas pelo artista nos últimos anos, com destaque para a pintura, o desenho e, sobretudo, as esculturas em madeira reciclada, produções que também envolvem metal, pedra e vidro, resultando em um trabalho sensível e elaborado. O evento acontece no dia 03 de abril de 2025, quinta-feira, às 19 horas. As obras poderão ser vistas até 25 de abril de 2025. A entrada é gratuita e tem classificação livre.

Sobre a exposição

‘Espaços topológicos’ é o título dado a uma série que Fabrício Fernandino iniciou no ano de 2005, através de inúmeros esboços e anotações em cadernos de registros, associados a um forte e crescente desejo de trabalhar a madeira, matéria que sempre apreciou. A partir de 2010 alguns desses projetos saíram do papel e se tornaram esculturas, criadas intensamente nos últimos quatro anos, entre 2020 e 2024, momento em que o escultor se isolou e obteve o silêncio e o distanciamento necessário para se envolver com esse material que considera magnífico.

Segundo o artista, a madeira requer muito mais que habilidades técnicas para ser trabalhada, é um material que ainda está em processo de transformação, uma vez que foi um ser vivo e ainda abriga a vida em seu interior numa escala microscópica. Ele descreve que cada propriedade da madeira responde de uma forma diferenciada ao trabalho do escultor. “Suas fibras, seus veios, sua textura e cor, até seu cheiro, devem ser respeitados e valorizados. Cada madeira é um universo. Trabalhar a madeira exige mais que habilidades técnicas, exige afeto”, expressa.

Por uma questão de ética ambiental, Fabrício optou por trabalhar com madeira reciclada, colada e montada ‒ reaproveitamento de restos de obras civis, de materiais de demolição, refugos de madeireiras e, até mesmo, restos em decomposição encontrados na natureza. “O que era descartável assume uma beleza inesperada e nos apresenta como resultado final a elegância e dignidade característica deste material”, declara.

O escultor relata que foi estimulante o desafio da prática, a qual o levou a buscar soluções e desenvolver tecnologias para este novo processo construtivo. Ele explica que cada produção exigia uma engenharia diferenciada, dispositivos para colagens, adesivos específicos, máquinas operatrizes precisas e acabamentos que eram definidos conforme a qualidade da madeira, em respeito às características e delicadezas do material.

O artista afirma que esta tem sido uma série mais intimista, afeita ao carinho do tato e ao sentimento do olhar. “As formas, sempre geométricas, têm como ponto de partida o quadrado, que avoluma, e o círculo, em desdobramentos esféricos. O quadrado é algo demasiadamente humano e o círculo algo infinitamente universal. Com as inúmeras e crescentes possibilidades a obra persevera. Ela está em franco processo do fazer, segue. É como um rio, vai cada vez mais profundo”, manifesta.

Nesta exposição realizada na Galeria da Escola de Belas Artes da UFMG, Fabrício Fernandino apresenta apenas um fragmento de um amplo conjunto de obras já executadas. Suas produções revelam um duplo sentido conceitual: um formal, matemático e estético, e o outro filosófico e político, potencializado pela montagem, onde o espectador é convidado a desvelar as questões apresentadas. “Às vezes somente a palavra não é suficiente para traduzir sentimentos. O olhar e a imersão são grandes aliados neste sentido”, instiga o artista.

Sobre o artista

Fabrício Fernandino é escultor e professor de Escultura da Escola de Belas Artes da UFMG, desde 1992. É Mestre e Doutor em Artes Visuais. Atua intensamente nas áreas artística, acadêmica e de extensão, na UFMG, bem como em atividades ligadas ao ensino, à pesquisa e orientações. Coordena inúmeros projetos nacionais e internacionais, tendo participado de representações dentro e fora da universidade. Como artista, tem atuado e desenvolvido trabalhos com ênfase em arte ambiental, escultura, videoinstalação, fotografia, curadorias, ação cultural e residências artísticas. Foi Coordenador-Geral (2000 a 2011) e Curador do Festival de Inverno UFMG (2019 a 2021). Diretor de Ação Cultural da UFMG, na gestão 2002-2006. Diretor do MHNJB-UFMG, de 2006 a 2011. Atualmente é Diretor do Centro Cultural UFMG, na gestão 2018-2026.

Exposição individual ‘Espaços topológicos – Poética da forma’ – Fabrício Fernandino

Abertura: 03 de abril de 2025| às 19h


Visitação: até o dia 25/04/2025

Segunda a sexta: das 8h às 22h

Galeria da Escola de Belas Artes da UFMG

Classificação indicativa: livre

Entrada gratuita

catalogo-Virtual

O Vestir do Signo

O Vestir do Signo


Enquanto proposta em Antropologia Visual, O Vestir do Signo: Agência da Indumentária no Celebrar do Reinado de Cláudio-MG, recorta e investiga a materialidade vestual das guardas reinadeiras da Irmandade de Nossa Senhora do Rosário, abordando a indumentária como um elo entre signo e o significado, e também um mediador social das relações construídas e reconstruídas no ato de celebrar. Além do ornamento, a vestimenta no Reinado carrega narrativas de fé, pertencimento e resistência, expressando, em seus tecidos, cores e símbolos, a memória de uma tradição afro-brasileira que se reinventa a cada geração.

A pesquisa, assim, busca compreender a função social desta materialidade religiosa e identitária, destacando a potência cultural das comunidades envolvidas e a continuidade dessa manifestação como um espaço de reafirmação da negritude e de luta contra o apagamento histórico. Lançando destaque a identidade afro-brasileira no contexto de Cláudio-MG, o projeto atua como uma ferramenta de documentação e pesquisa, ampliando o reconhecimento e o valor dessa tradição, incentivando o pertencimento das novas gerações como uma herança viva, que pulsa no cotidiano de seus participantes e resiste no corpo, na dança e na indumentária que veste a fé e a história.

O Vestir do Signo

25/03 a 10/04

Espaço f Escola de Belas Artes – UFMG


Bate-papo na Galeria da EBA com o artista Rodrigo Mogiz

Bate-papo na Galeria da EBA com o artista Rodrigo Mogiz

No dia 26/03, o Grupo de Pesquisa NEDEC – Núcleo de Estudos e Ensino em Desenho Contemporâneo (EBA/UFMG) convida o artista Rodrigo Mogiz (@atelie_mogiz) para uma conversa sobre sua produção artística e sobre sua atual exposição A Linha é Meu Trajeto, panorâmica de sua trajetória. Com mediação do Prof. Dr. Sandro Ka (EBA/UFMG) (@sandro.ka.arte), a atividade acontecerá na Galeria Principal da Escola de Belas Artes da UFMG, das 10h às 12h, com entrada franca, aberta à comunidade acadêmica e público interessado.

Egresso da EBA, Rodrigo Mogiz (Belo Horizonte/MG, 1978) trabalha no limiar entre a pintura e o desenho, que são as suas formações. Com uma investigação marcante com o bordado, a poética do artista é atravessada por elementos do campo pessoal e afetivo, se interessando por figuras de modelos em páginas de revistas de moda, sites na internet e anúncios publicitários. A produção de desenhos desses modelos é produzida por meio do uso de agulha e linha, provocando estranhamentos, onde o ideal de beleza vendido como perfeito é reconstruído através de um bordado “sem técnica”, considerado pela tradição como imperfeito, “mal-feito”. Para o artista, no contexto das sexualidades dissidentes como temática recorrente em seu trabalho, o fator da perfuração e da construção das imagens, da agulha que fere o papel ou tecido ao passar a linha, pelo bordado, também representa uma alegoria da dor. Atuante no cenário artístico há muitos anos, tem em seu currículo importantes exposições, realizadas em galerias institucionais e comerciais, em várias cidades, dentre as quais destacam-se as coletivas 28º Arte Pará (Belém, 2009), Com quem você tem Bordado? (Galeria de Arte Ibeu, Rio de Janeiro na, 2011) e Sobre o que se desenha (Museu de Arte da Pampulha, Belo Horizonte, 2015), entre outras. Com o coletivo Almofadinhas, ao lado dos artistas Fábio Carvalho e Rick Rodrigues, expõe no Sesc Palladium (Belo Horizonte, 2017) e no Museu Bispo do Rosário Arte Contemporânea (2018). Entre as exposições individuais, destacam-se Aqueles (In)visíveis (Picolla Galeria / Casa Fiat de Cultura, Belo Horizonte, 2021) e atualmente, está em cartaz com a exposição A Linha é Meu Trajeto (Galeria Principal da EBA, Belo Horizonte, 2024).

Sandro Ka (Porto Alegre/RS, 1981) é artista visual, professor e pesquisador na Escola de Belas Artes da UFMG. Doutor e mestre em Artes Visuais (PPGAV/UFRGS). Desde 2003, realiza exposições individuais e coletivas em diversas cidades, desenvolvendo produções em desenho, escultura, instalação e intervenção urbana. Em âmbito de pesquisa e extensão, possui interesse na área de Poéticas Visuais e nas articulações entre Arte Contemporânea e Profissionalização em Arte, bem como nas relações entre Arte, Política e Sexualidade.

A atividade é uma ação da linha de pesquisa Desenho e Hibridismos de Linguagens (NEDEC).

CENEX EBA abre inscrições para cursos de dança e artes visuais no primeiro semestre de 2025

CENEX EBA abre inscrições para cursos de dança e artes visuais no primeiro semestre de 2025

A Escola de Belas Artes da UFMG, por meio do Centro de Extensão (CENEX EBA), está com inscrições abertas para seus cursos de extensão do primeiro semestre de 2025. Com opções voltadas para dança e artes visuais, os cursos são destinados a estudantes e comunidade externa que desejam aprimorar ou descobrir novas habilidades artísticas. Os cursos oferecidos incluem ballet, jazz, hip hop, dança do ventre e dança contemporânea, além de pintura, preparatório de desenho, cerâmica e modelagem.

As inscrições já estão abertas, as vagas são limitadas e os cursos possuem valores acessíveis além de opções de parcelamento. As aulas começam a partir de março de 2025 e os interessados podem obter mais informações e garantir sua vaga através do site da Fundep 🔗https://www.cursoseeventos.ufmg.br/CAE/Default.aspx .

Para mais detalhes sobre valores, dia de aula, periodo de realização e horários, acesse o site oficial da Escola de Belas Artes da UFMG 🔗https://www.eba.ufmg.br/index.php/extensao/cursos-de-extensao-3/ ou entre em contato com a secretaria do CENEX via e-mail: cenex@eba.ufmg.br.

CENEX EBA | Escola de Belas Artes – UFMG
Início das aulas: Março de 2025
Inscrições abertas!

Inscrições para bolsa de extensão no projeto Bordas da Imagem – EBA/UFMG

Inscrições para bolsa de extensão no projeto Bordas da Imagem – EBA/UFMG

O Bordas da Imagem é um projeto de extensão vinculado à Escola de Belas Artes da UFMG focado em processos criativos e autoria na fotografia. Atualmente promove um Grupo de Estudos com encontros online, além de Rodas de Diálogos com artistas convidados e o Poéticas do Bordas, consistindo em apresentações e conversas sobre as produções dos participantes do grupo.

As inscrições vão até 10 de fevereiro de 2025 e estão abertas a estudantes de graduação da UFMG.

Mais informações e inscrições no formulário: https://forms.gle/9DkwwTF3H4qmXssk9

DEFESAS DE TCC ARTES VISUAIS EBA 2024/02

DEFESAS DE TCC ARTES VISUAIS EBA 2024/02

De 27/01 a 07/02 a Galeria Principal da EBA recebe as defesas públicas dos Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC) de Artes Visuais, acompanhadas por exposições que refletem as produções realizadas ao longo das pesquisas.

Data:
7 de fevereiro

Horário: 10h
Título: “Imagético: o Objeto, o Símbolo, o Signo”
Autor: Ítalo Albert Miranda Carajá
Orientador: Prof. Dr. Sandro Ouriques Cardoso
Banca Avaliadora:
Prof. Dra. Marina Romagnoli Bethônico
Prof. Dra. Mônica Vaz da Costa

Horário: 14h
Título: “Entre Fios e Memórias: Poéticas têxteis na contemporaneidade”
Autora: Maria Luísa de Souza
Orientador: Prof. Dr. Sandro Ouriques Cardoso
Coorientadora: Prof. Dra. Joice Saturnino
Banca Avaliadora:
Prof. Dra. Camila Moreira
Prof. Dra. Natália Rezende