Circuito Cultural UFMG lança nova série de shows virtuais gratuitos

Texto: Assessoria de Comunicação da Diretoria de Ação Cultural (DAC) da UFMG

A Diretoria de Ação Cultural (DAC) da UFMG inaugura na próxima quarta, 1° de julho, a nova temporada do Circuito Cultural UFMG #emcasa. Marquim D’Morais, Laura Sette, Sara Não Tem Nome, Roger Deff e Roda de versos das mulheres do Jequitinhonha são as atrações deste mês. Os shows participam da campanha de financiamento coletivo Colabore Hospitais UFMG e estreiam toda quarta-feira, às 19h, no www.youtube.com/culturaufmg.

Quem abre o projeto é Marquim D’Morais, com a apresentação virtual Beleza no Caos. Além de músicas do seu primeiro disco, Do Alto do Morro, o artista apresenta canções inéditas, que farão parte do seu próximo álbum. O trabalho do jovem músico, nascido e criado no Aglomerado da Serra, é marcado pela pluralidade cultural presente na favela. Suas composições abordam narrativas de cunho social, fazendo uma junção de ritmos, como rap, soul, reggae, baião, maracatu e capoeira.

A fusão de ritmos continua no dia 8, com o pocket show de Laura Sette. Original, a artista vai do funk ao rap, passando pelo R’n’B e trap. No dia 15, é a vez de Sara Não Tem Nome, que recém lançou a música Agora, inspirada no período de isolamento durante a pandemia. Já a periferia, o centro urbano e o hip hop são as inspirações do jornalista e rapper Roger Deff, que se apresenta no dia 22. Encerrando a programação de julho, mulheres de sete comunidades do Vale do Jequitinhonha jogam versos de poemas, mesclando autoria e domínio público, na Roda de versos das mulheres do Jequitinhonha.

O projeto

“Para nós, é muito importante manter o Circuito Cultural durante a pandemia, pois ele é mais um canal a dar voz aos artistas e uma boa maneira de contribuirmos para manter viva a cultura como um dos pilares de nossa Universidade”, explica o produtor cultural, Sérgio Diniz. Desde março, quando a Diretoria de Ação Cultural adaptou o projeto para o ambiente virtual, já foram disponibilizados mais de dez pocket shows gratuitos no YouTube.

Um dos objetivos do projeto é promover o intercâmbio das expressões culturais locais e regionais com a comunidade artística e acadêmica. Além de jovens cantautores representativos da cena belo-horizontina, neste mês foram convidadas as mulheres jogadoras de versos, preservando uma tradição oral do Vale do Jequitinhonha. “Neste momento, a curadoria está pensando outras formas de atuar neste contexto virtual e esperamos ter boas surpresas em breve, contemplando também outras linguagens para além da música”, pontua Sérgio.

Colabore Hospitais UFMG

Desenvolvida pela Universidade em parceria com a Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa (Fundep) e o Instituto dos Advogados de Minas Gerais (IAMG), a campanha visa arrecadar verba para o enfrentamento à pandemia nos hospitais gerenciados pela UFMG. O volume arrecadado é destinado à aquisição de medicamentos, insumos, equipamentos de proteção individual e a contratação de serviços necessários ao atendimento de pessoas diagnosticadas com Covid-19, demais síndromes respiratórias agudas e outras emergências.

Os interessados em contribuir podem transferir qualquer valor para o Banco do Brasil (001), agência 1615-2, conta corrente 960.419-7 (CNPJ da Fundep: 18.720.938/0001-41). Também podem ser doados bens ou equipamentos; nesse caso, basta entrar em contato com a Diretoria de Cooperação Institucional da UFMG por meio dos telefones (31) 3409-4555 e (31) 99306-0348 ou do e-mail gab@copi.ufmg.br. Saiba mais sobre a campanha em www.colaborehospitaisufmg.com.

 

Circuito Cultural UFMG #emcasa – Programação de julho

Data: Todas as quartas-ferias

Horário: 19h

Onde: www.youtube.com/culturaufmg

1º de julho – Beleza no Caos, de Marquim D’Morais

8 de julho – Corpo, Alma e Consequência, de Laura Sette

15 de julho – Sobrevivência dos vagalumes, de Sara Não Tem Nome

22 de julho – Etnografia Suburbana, de Roger Deff

29 de julho – Roda de versos das mulheres do Jequitinhonha

UFMG define diretrizes para retomada das atividades em regime remoto emergencial

Texto: Assessoria de Imprensa da UFMG

O Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Cepe) definiu, em sessão nesta quinta-feira, dia 25, diretrizes para o retorno das atividades acadêmicas na UFMG de forma remota emergencial em meio à pandemia de Covid-19. O órgão aprovou resolução que estabelece que os programas de pós-graduação stricto sensu e lato sensu terão suas atividades reiniciadas a partir da próxima quarta-feira, 1º de julho, respeitando as necessidades e contingências de cada curso e do corpo discente

Os cursos de graduação, por sua vez, retornam em um prazo mínimo de seis semanas. A decisão veio após reunião realizada com coordenadores, conforme recomendação da Câmara de Graduação. Ficou estabelecido que o reinício do primeiro período letivo ocorrerá a partir de 3 de agosto.

Em relação aos cursos de mestrado, doutorado e de especialização, a reitora Sandra Regina Goulart Almeida, que presidiu a reunião on-line do Cepe, informa que a Câmara de Pós-graduação deverá designar uma comissão para acompanhar a implantação e execução de atividades remotas emergenciais.

No caso da graduação, explica a reitora, a Câmara de Graduação deverá, nesse prazo de seis semanas, fornecer, com base em propostas elaboradas por Grupos de Trabalho (GTs), diretrizes para regulamentar a oferta de atividades acadêmicas curriculares na modalidade remota emergencial. Os GTs, compostos de docentes e discentes, estão trabalhando no estabelecimento de diretrizes de estratégias de ensino-aprendizagem, atividades avaliativas e regime acadêmico. “Caberá aos colegiados, com base nessas diretrizes, programar as atividades que poderão ser ofertadas remotamente. Para isso, haverá um período para ajustes das matrículas. Também serão definidas ações para avaliação e monitoramento das estratégias adotadas nas três fases previstas para o processo de retomada das aulas, conforme descrito no documento Síntese das reflexões e recomendações“, explica Sandra Goulart.

A primeira etapa da retomada consiste no diagnóstico, planejamento, regulamentação da oferta e integralização de atividades acadêmicas complementares e de atividades voltadas para os concluintes, além de ações de formação docente. Em sua segunda etapa, o processo prevê a adoção do ensino remoto emergencial propriamente dito. Na terceira etapa, o ensino remoto emergencial coexistirá com a ampliação gradual das atividades presenciais.

Também ficou decidido que um novo calendário escolar será elaborado. “Isso será feito pelo próprio Cepe, com base nas reflexões das câmaras de Graduação, Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão”, informa Sandra Goulart.

Ampla consulta

A reunião desta quinta-feira foi convocada para que os conselheiros analisassem as propostas concebidas com base nas consultas às unidades, aos colegiados de Graduação e de Pós-graduação, aos centros de extensão e aos núcleos de pesquisa. O resultado das consultas foi, primeiramente, sistematizado pelas câmaras de graduação e de pós-graduação, apresentado e debatido em reuniões do Cepe, em 10 de junho, e do Conselho Universitário, em 15 de junho.

Em seguida, os documentos foram encaminhados às unidades acadêmicas para que fosse dado conhecimento à comunidade universitária e colhidas reflexões e sugestões adicionais com objetivo de subsidiar o Cepe nas decisões sobre início da retomada das atividades acadêmicas de graduação e de pós-graduação.

Formação docente

Diante da necessidade de consolidação de plano de ação emergencial para apoio à comunidade acadêmica na preparação para o ensino no contexto de crise pandêmica, foi criado o Programa Integração Docente – ações formativas para as práticas pedagógicasO Programa é resultado de articulação entre a Diretoria de Inovação e Metodologias de Ensino (GIZ/Prograd), Centro de Apoio à Educação a Distância (Caed) e Diretoria de Tecnologia da Informação (DTI), em integração com o Núcleo de Acessibilidade e Inclusão (NAI), Cedecom e Coordenadoria de Assuntos Comunitários (CAC). 

Desde maio, têm sido disponibilizados, para a comunidade acadêmica, fóruns, oficinas, cursos, webinars e outras ações virtuais de apoio ao uso de tecnologias digitais no ensino. Até o momento, foram oferecidas, por meio de oficinas e minicursos, aproximadamente 1 mil vagas para formação de docentes e 450 vagas para estudantes.

Inclusão digital

Uma das principais preocupações da UFMG em seu processo de retomada das atividades acadêmicas em regime remoto emergencial é garantir a qualidade de acesso à internet e a equipamentos para estudantes de graduação e de pós-graduação. O vice-reitor Alessandro Fernandes Moreira explica que uma série de ações foi elaborada e será posta em prática imediatamente. As propostas, que se basearam nos resultados preliminares da consulta aos estudantes de graduação e de pós-graduação, foram formuladas em conjunto pelas pró-reitorias de Assuntos Estudantis, Graduação e de Pós-graduação, pela Fundação Universitária Mendes Pimentel (Fump) e pelo Comitê de Acompanhamento de Estudantes.

Os estudantes de pós-graduação, por exemplo, já podem participar da chamada de acesso à internet –para a compra de pacote de dados –, lançada nesta semana. Os interessados devem preencher formulário socioeconômico. Já os estudantes de graduação serão beneficiados com chamadas de acesso à internet, aquisição de notebook, de equipamentos para alunos com deficiência e de apadrinhamento coordenadas pela Fump. Esses processos serão deflagrados já na próxima semana.

Outra frente de ação é o empréstimo de notebook a estudantes de graduação e de pós-graduação, cuja chamada também será aberta na próxima semana. Estudantes indígenas e quilombolas também receberão apoio específico. “É um projeto que será lançado no próximo mês”, informa o vice-reitor Alessandro Moreira.

Além disso, a rede de internet sem fio nas moradias universitárias será reestruturada, com previsão de entrega na segunda semana de agosto.

 

 

Lançamento do livro Rééditer Don Quichotte, da Professora Ana Utsch

Ana Utsch, Rééditer Don Quichotte. Matérialité du livre dans la France du XIXsiècle

Prefácio de Roger Chartier

Paris, Classiques Garnier

Lançamento: 24 de junho de 2020

Quarta capa:

Ao deslocar as abordagens tradicionais da história da encadernação em direção a uma história das formas e das funções desenvolvidas pela materialidade do livro, esta obra mobiliza três campos de estudo: a história da edição, a história literária e a bibliografia material. Sustentada por esta tripla dimensão, a análise de catálogos de editores franceses e de reedições sucessivas de Dom Quixote revela as competências técnicas e simbólicas da encadernação, objeto que estabelece diálogo direto com os gêneros textuais, com as práticas editoriais, com os usos do livro e, finalmente, com as diferentes comunidades de leitores, sejam eles ilustres ou anônimos.

Para mais informações:

https://classiques-garnier.com/reediter-don-quichotte-materialite-du-livre-dans-la-france-du-xixe-siecle.html

Em sua estreia na poesia, Jacyntho Brandão investiga o ‘nada’

Texto: Ewerton Martins Ribeiro

Perto de completar 70 anos, Jacyntho Lins Brandão, professor emérito da Faculdade de Letras da UFMG e um dos mais destacados especialistas em antiguidade grega do Brasil, acaba de lançar seu primeiro livro de poesias, Mais (um) nada, pela editora Quixote+Do, de Belo Horizonte.

O livro traz 32 poemas em que o poeta, alternando-se entre o erudito e o zombeteiro, o desbocado e o sentimental, evoca a própria biografia – assim como saberes referentes aos campos de conhecimento em que é versado, como a filosofia, o teatro, a noção de cidade e a própria literatura – para estabelecer uma obra de forte caráter metapoético, atravessada pela noção de “nada” e as suas implicações.

Para a poeta Ana Martins Marques, que assina a orelha da obra, trata-se de um livro que parece ter a dicotomia “ganhar (perder)” como a sua força-mestra, por meio da qual Jacyntho termina fazendo uma espécie de “contabilidade de perdas, vazios e ausências” para os quais a literatura, em si mesma, não parece oferecer salvação. (“Se algo ajuda não é literatura”, registra o professor em um verso.)

Ela prossegue: “O cômico, o ceticismo, a ironia, os jogos de palavras, mas também a disciplina e o rigor das formas, são aqui as armas com que o poeta se bate contra a falta de sentido, o vazio, o absurdo, ‘a imensidão do nada’, o luto, a perda. A métrica, e também a rima, criam alguma ordem, ausente no mundo, que é sem rima e sem razão”.

‘Só vencidos’

Com a noção de ‘nada’ como eixo, a obra de Jacyntho termina por trazer a morte como a sua imagem mais recorrente: “A correnteza contra a qual se nada / Não deixa vencedores: só vencidos”. Contudo, diante da “indesejada das gentes”, será a experiência da vida, no tempo presente, e não da morte, no tempo inominado, o que será cantado pelo poeta como a sina à qual todos devem se resignar, como descrito no desfecho do penúltimo poema do livro: “O que tens de saber que te anuncio / É coisa só: tua simples condição / De perecível: mais além não mires / Porque no fim partir é o que te é dado // Viver o teu instante é o teu fado”. O último, Soneto part’ido, é dedicado ao filho Pedro, falecido há dois anos.

Sobre o autor

Professor emérito da UFMG, Jacyntho Lins Brandão leciona língua e literatura grega na Faculdade de Letras desde 1977, da qual foi diretor nas gestões 1990-1994 e 2006-2010. Foi vice-reitor da Universidade na gestão 1994-1998. E membro da Academia Mineira de Letras desde 2018.

Com Mais (um) nada, Jacintho mantém o ritmo de publicação de uma obra literária a cada década, em paralelo à sua vasta produção teórica e de tradução – da qual o lançamento mais recente é O romance de Tristão, de Béroul, que chegou às livrarias também neste ano.

Em 1982, Jacyntho publicou Relicário (José Olympio), romance que reflete algo do caráter tradicionalista da mentalidade mineira. Em 1997, lançou O fosso de Babel (Nova Fronteira), no qual estabelece um bem-humorado jogo com as noções de escritor, autor, narrador e personagem, desdobrando-as em relações de duplicidade e espelhamento. Em 2007, Jacyntho publicou Que venha a Senhora Dona (Tessitura), uma peça de teatro.

Mais (um) nada pode ser adquirido na Livraria Quixote, em Belo Horizonte, que fica na rua Fernandes Tourinho, 274, Savassi, ou pelo serviço de entregas que a livraria inaugurou durante a pandemia, pelo telefone (31) 98676-1007 ou em seu perfil no Instagram.

LivroMais (um) nada

Editora: Quixote+Do

Autor: Jacyntho Lins Brandão

88 páginas / R$ 40

Live com Renato Motha e Patricia Lobato arrecada recursos para a campanha de hospitais da UFMG

Texto: Assessoria de Imprensa da UFMG

Os músicos e professores de Kundali Yoga Renato Motha e Patricia Lobato serão os responsáveis por animar mais uma live solidária do Colabore Hospitais UFMG (#ColaboreHospitaisUFMG). Realizada amanhã, 22 de maio, às 20h, a apresentação arrecadará recursos para a campanha de financiamento coletivo promovida pela UFMG, destinada à aquisição de medicamentos, insumos, equipamentos e contratação de serviços destinados a hospitais. A live será transmitida no canal dos artistas e retransmitida em https://youtube.com/ufmg.

Com 16 álbuns (três duplos) e dois DVDs lançados em palcos do Brasil e do exterior, o duo de Minas Gerais transita da canção brasileira aos cantos de mantras indianos, os kirtans, valorizando e universalizando os sons de Minas e do Brasil. Em 2020, Renato e Patricia lançaram o álbum Orquestra de Mantras, gravado ao vivo no Inhotim, o quinto disco da dupla no gênero. Em 2019, lançaram Amrit. Em 2017, lançaram o álbum duplo Dois em Pessoa – vol. II, sobre a obra de Fernando Pessoa, que figurou entre os melhores da música brasileira no Japão.

Em sua trajetória, Motha foi premiado nacionalmente nas categorias revelação, compositor e cantor (Prêmio VISA 2000 e 2002, Festival TV Cultura 2005) e teve seu último álbum solo, Menino de barro, abrindo a lista dos melhores do ano de 2014 do G1 Música, tendo se apresentado ao lado de Ivan Lins, João Bosco, Guinga, César Camargo Mariano e outros. Dentre suas canções, destaca-se Menina da lua, gravada por Maria Rita em seu álbum de estreia. Renato e Patricia também receberam, em 2010, da revista japonesa Latina, o prêmio de melhor álbum brasileiro, pelo CD In Mantra, gravado ao vivo no Komyoji Temple, em Kamakura, Japão.

Conheça mais sobre o trabalho da dupla no site www.renatomothaepatricialobato.com, em seu canal do YouTube e nas redes sociais Instagram e Facebook (renatomothaepatricialobato).

A campanha

Lançada em 24 de março, a campanha de financiamento coletivo Colabore Hospitais UFMG foi desenvolvida pela Universidade em parceria com o Instituto dos Advogados de Minas Gerais (IAMG) e a Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa (Fundep). A proposta foi idealizada em virtude do aumento de atendimentos a pessoas diagnosticadas com Covid-19, demais síndromes respiratórias agudas e outras emergências, o que resulta em crescimento diário na taxa de pacientes.

Diante do quadro atual, as unidades de saúde vinculadas à UFMG – de atendimento básico e de alta complexidade – verificam queda expressiva em seus estoques e na capacidade de assistência à saúde. Por isso a campanha destina todos os materiais e recursos arrecadados ao Hospital das Clínicas (HC), ao Hospital Risoleta Tolentino Neves (HRTN) e à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Centro-Sul, os dois últimos gerenciados pela Universidade e pela Fundep.

O volume arrecadado na campanha de financiamento coletivo é gerenciado pela Fundep. Os interessados em contribuir podem transferir qualquer valor para o Banco do Brasil (001), agência 1615-2, conta corrente 960.419-7 (CNPJ da Fundep: 18.720.938/0001-41). Também podem ser doados bens ou equipamentos; nesse caso, basta entrar em contato com a Diretoria de Cooperação Institucional da UFMG por meio dos telefones (31) 3409-4555 e (31) 99306-0348 ou do e-mail gab@copi.ufmg.br. Saiba mais sobre a campanha em https://www.colaborehospitaisufmg.com/.

Favelinha dance ensina uma coreografia em próximo vídeo do Circuito Cultural UFMG

 Texto: Assessoria da Comunicação da Diretoria de Ação Cultural da UFMG

Na próxima semana, estreia pelo Circuito Cultural UFMG uma performance-aula de passinho conduzida pelas dançarinas Tiphany e Negona, do Favelinha Dance. Danças do funk é o título da apresentação que estará disponível na quarta-feira, dia 27, às 19h, no canal da Diretoria de Ação Cultural da UFMG (DAC) no YouTube (www.youtube.com/culturaufmg).

No vídeo, as dançarinas demonstram o passo-a-passo de uma coreografia de funk, tendo como cenário a vista do Aglomerado da Serra, onde moram. A proposta é compartilhar um pouco da cultura do passinho, que tem revelado diversos talentos na periferia, como as próprias Negona e Tiphany.

Elas são expoentes de um dos projetos de maior visibilidade para o estilo de dança na capital: o Favelinha Dance. A iniciativa, por sua vez, é um dos braços do Centro Cultural Lá da Favelinha, instituição independente e sem fins lucrativos que surgiu em 2015 na vila Novo São Lucas, no Aglomerado da Serra. O espaço comunitário e de formação profissional atende, principalmente, crianças e jovens da comunidade, com oficinas gratuitas nas áreas de teatro, capoeira, dança, comunicação, espanhol, entre outras. Dessa forma, o Centro Cultural assume a missão de promover a educação, a cultura e o desenvolvimento humano dos moradores da terceira maior favela do Brasil.

Veja mais sobre as artistas no mini-documentário: https://vimeo.com/334961673

 

Circuito Cultural UFMG

O projeto da Diretoria de Ação Cultural da UFMG tem por objetivo potencializar a integração das ações artístico-culturais da universidade. Em função da pandemia, uma programação gratuita, diversificada e de qualidade está sendo exibida no ambiente digital, promovendo o intercâmbio das expressões culturais locais e regionais com a comunidade artística e acadêmica. Os vídeos estão sendo produzidos pelos próprios artistas, em suas casas, respeitando-se as regras de distanciamento social recomendadas pelos órgãos de saúde.

 

Circuito Cultural UFMG #emcasa

Danças do funk – Apresentação virtual de Favelinha Dance

27/5, às 19h

www.youtube.com/culturaufmg