IMAGINÁRIA PROCESSIONAL NA CATALUNHA: DO BARROCO AO “NEOBARROCO”

Especificidades autóctonas e influências externas

  • Maria Garganté Llanes
Palavras-chave: Barroco, Neobarroco, Património religioso, Património festivo

Resumo

A nossa comunicação visa estudar dois tipos de imagens que têm em comum o facto de ser apresentadas ritualmente no espaço exterior, onde adquirem significado e a sua “activação” e eficácia têm lugar. Estas são, por um lado, imagens festivas e, por outro, imagens da Semana Santa. Ambos partilham também o facto de ser imagens processionais na origem. As imagens da águia como símbolo municipal, bestas imaginárias como o dragão ou os gigantes formaram uma parte essencial da procissão do Corpus Christi, embora tenham sido progressivamente relegadas pela igreja para um cenário mais laico e lúdico. Por outro lado, a parte mais importante do texto será dedicada às esculturas processionais - fundamentalmente os chamados “pasos de Semana Santa” - na Catalunha, num contexto que podemos considerar “periférico” em relação aos grandes centros da Semana Santa hispânica, como Castela e, sobretudo, a Andaluzia.

Biografia do Autor

Maria Garganté Llanes

Investigadora postdoctoral contractad a.Universitat Autònoma de Barcelona (UAB) Facultat de Filosofia i Lletres.
Departament d’Art i de Musicologia. Art modern (Renaixement i Barroc), arquitectura i academicisme.Arquitectura popular del
XVII-XVIII

Publicado
2021-01-09
Seção
ASPECTOS SOCIAIS