https://www.eba.ufmg.br/revistapos/index.php/pos/issue/feed PÓS: Revista do Programa de Pós-graduação em Artes da EBA/UFMG 2019-06-17T15:34:47-03:00 Ricardo Carvalho de Figueiredo revistapos.ppga@gmail.com Open Journal Systems <p>A Revista PÓS é um periódico eletrônico editado pelo Programa de Pós-graduação em Artes da Universidade Federal de Minas Gerais. Criada em 2011, aceita artigos, ensaios, traduções, ensaios visuais e entrevistas nas seguintes áreas da Arte: Artes Plásticas, Visuais e Interartes; Arte e Experiência Interartes na Educação; Artes da Cena; Cinema; Poéticas Digitais e Preservação do Patrimônio Cultural. São aceitos materiais originais de doutores ou doutorandos. A avaliação e é feita pelo sistema duplo cego. A Revista é de livre acesso para autores e leitores e contém um conselho editorial com grande maioria de membros externos à UFMG, incluindo conselheiros internacionais.</p> https://www.eba.ufmg.br/revistapos/index.php/pos/article/view/849 Editorial 2019-06-17T15:24:12-03:00 Ricardo Carvalho de Figueiredo ricaredo@yahoo.com.br Magali Melleu Sehn ricaredo@yahoo.com.br Ana Cristina Carvalho Pereira ricaredo@yahoo.com.br <p>Editorial.</p> 2019-05-17T16:57:57-03:00 ##submission.copyrightStatement## https://www.eba.ufmg.br/revistapos/index.php/pos/article/view/825 Arte e cultura: como acervos de museus contribuem na promoção da identidade sociocultural e formação cidadã da população da Baixada Fluminense? 2019-06-17T15:24:12-03:00 Gabriela Sousa Ribeiro gabrielasousaribeiro@gmail.com Bárbara Boaventura Friaça boaventura.barbara@gmail.com A partir da realização de três edições de um projeto de extensão para fomentar o contato de alunos da Baixada Fluminense com museus da cidade do Rio de Janeiro, exercitando a reflexão crítica sobre manifestações artísticas, culturais e sociais ao longo do tempo e suas reverberações na contemporaneidade, é objetivo deste trabalho analisar o projeto, sua pertinência, alcance e contribuições. Para tal, foram realizadas observações assistemáticas e participantes. As discussões geradas possibilitaram aos alunos gerarem repertório artístico e cultural, além de questionarem as imposições realizadas pela sociedade no que tange a construção e manutenção de sua identidade sociocultural. 2019-05-17T16:57:57-03:00 ##submission.copyrightStatement## https://www.eba.ufmg.br/revistapos/index.php/pos/article/view/794 O “NÓS” INSURGENTE DO “ATAQUE” NA ARTE 2019-06-17T15:24:12-03:00 Bruno Gomes de Almeida brugomes7@yahoo.com.br A tentativa de parte da produção artística contemporânea de promover diferentes tipos de agenciamentos coletivos pode ser pensada como indício de um desejo genuíno de estar junto. Desta forma, o presente texto, como parte de um estudo mais amplo acerca das formas de estar-junto da arte contemporânea, se debruça sobre uma forma específica evidenciada em vários trabalhos artísticos. O estar-junto do “ataque”. O propósito é aprofundar um olhar a respeito dessa estratégia relacional, identificando toda a potência por trás de trabalhos que lançam mão do choque e do enfrentamento enquanto verdadeiros dispositivos instauradores de formas de estar-junto. Como exemplos desta tendência, foram analisados trabalhos específicos de Marina Abramovic, grupo 3nós3 e Grupo de Arte Callejero. 2019-05-17T16:57:57-03:00 ##submission.copyrightStatement## https://www.eba.ufmg.br/revistapos/index.php/pos/article/view/741 A paisagem na perspectiva tempo-espaço-máquina 2019-06-17T15:24:12-03:00 Beatriz Basile da Silva Rauscher beatriz.rauscher@gmail.com <p>A abordagem da representação da natureza operada pela série de fotografias <em>paisagens do asfalto,</em> é observada na perspectiva da experiência da paisagem mediada pela técnica e por meio da relação tempo-espaço-máquina. As questões teóricas se concentram nas ideias da <em>fotodinâmica futurista</em> (Bragaglia) e na crítica do <em>declínio da experiência do espaço</em> gerada pela <em>telepresença</em> (Virilio).</p> 2019-05-17T16:57:57-03:00 ##submission.copyrightStatement## https://www.eba.ufmg.br/revistapos/index.php/pos/article/view/747 A encenação de um instante – Sobre Haruo Ohara 2019-06-17T15:24:56-03:00 Rodrigo Fontanari rodrigo-fontanari@hotmail.com <span>Este artigo tem um duplo objetivo, pretende apresentar em grandes linhas a poética do fotógrafo nipo-londrinense, Haruo Ohara, e também refletir sobre o caráter teatral de suas imagens que são, a um só tempo, encenação e representação, tornando visível um universo do provável e do possível sem necessariamente fazer referência uma realidade. </span> 2019-05-17T16:57:57-03:00 ##submission.copyrightStatement## https://www.eba.ufmg.br/revistapos/index.php/pos/article/view/808 DAS LÁGRIMAS À INDIFERENÇA: O “OCASO DA VANGUARDA” EM DOIS FILMES BRASILEIROS 2019-06-17T15:26:27-03:00 Luís Alberto Rocha Melo luisrochamelo@gmail.com <p>Este artigo apresenta dois estudos de caso inseridos na pesquisa “Historiografia audiovisual do cinema no Brasil”: os longas-metragens <em>Cinema de lágrimas</em> (Nelson Pereira dos Santos, 1995) e <em>Avanti Popolo</em> (Michael Wahrmann, 2014). Ambos tematizam o ocaso de determinadas concepções de vanguarda que marcaram a história recente do cinema brasileiro. <em>Cinema de lágrimas</em> estabelece um contraponto à “tradição moderna” instituída pelo Cinema Novo, deslocando o <em>marco zero</em> para o melodrama latino-americano dos anos 1930-50. Em <em>Avanti Popolo</em>, o alvo é a geração que ficou conhecida sob o signo da contracultura e do experimentalismo dos anos 1970.</p> 2019-05-17T16:57:57-03:00 ##submission.copyrightStatement## https://www.eba.ufmg.br/revistapos/index.php/pos/article/view/773 COLORIZAÇÃO DIGITAL, CORREÇÃO DE COR E O LOOK 2019-06-17T15:28:08-03:00 Pedro Felipe Pinho Souza pedropinho88@gmail.com <p class="Corpo">Este artigo analisará a utilização da cor na produção e pós-produção cinematográfica. Primeiro, é importante investigar a nomeação e classificação dos termos utilizados na área para os processos de manipulação da cor na imagem. Correção de cor, color grading, colorização digital, <em>look</em>, correções primárias, correções secundárias são termos que serão analisados. Os profissionais envolvidos com aspectos cromáticos também serão investigados.</p><p class="Corpo">Posteriormente, o artigo irá focar exclusivamente no <em>look</em>. Através de um apanhado histórico da modificação da imagem cinematográfica, o artigo busca mostrar o desenvolvimento dos significados que a cor na imagem carregou ao longo da história da sétima arte.</p> 2019-05-17T16:57:57-03:00 ##submission.copyrightStatement## https://www.eba.ufmg.br/revistapos/index.php/pos/article/view/738 “PLANETA TERRA” Onde estava toda essa diversidade? 2019-06-17T15:29:25-03:00 Simon Brethé sibrethe@gmail.com <p class="western" style="line-height: 100%;" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">O presente texto faz uma análise da produção coletiva do curta-metragem de animação brasileiro “Planeta Terra” (1986) com objetivo de mostrar indicadores sobre as condições de atuação e aprendizagem do artista animador brasileiro no contexto do cinema de animação brasileiro da época. Nesta perspectiva, pretende-se analisar as qualidades gráficas e de domínio técnico de concepção do movimento animado propostos por alguns artistas animadores autores do curta-metragem no intuito de relacioná-las às habilidades adquiridas através da prática da animação nos respectivos contextos de atuação profissional.</span></span></span></p> 2019-05-17T16:57:57-03:00 ##submission.copyrightStatement## https://www.eba.ufmg.br/revistapos/index.php/pos/article/view/816 ARQUIVOS DIGITAIS EM DANÇA: INTERROGANDO E CONSTRUINDO MEMÓRIAS COREOGRÁFICAS 2019-06-17T15:30:54-03:00 Mônica Fagundes Dantas modantas67@gmail.com O artigo tem por objetivo refletir sobre a criação e manutenção de arquivos digitais em dança no Brasil, buscando compreender os procedimentos de documentação e arquivagem, bem como interrogando sobre os usos e finalidades de tais arquivos. São examinados projetos desenvolvidos na Europa, na América do Norte e no Brasil. Por dar visibilidade à dança em suportes tecnológicos e midiáticos facilmente acessíveis, os arquivos digitais podem favorecer a formação de novos públicos e contribuir para a construção de memórias da cena brasileira, expandindo a compreensão do papel cultural desempenhado pelas dança no Brasil 2019-05-17T16:57:57-03:00 ##submission.copyrightStatement## https://www.eba.ufmg.br/revistapos/index.php/pos/article/view/775 TRADIÇÃO E RUPTURA EM CARLOS LEITE E KLAUSS VIANNA OU DUAS FACES DE UMA MESMA MOEDA – IMBRICAÇÕES ARTÍSTICO-FORMATIVAS EM DANÇA NA CAPITAL MINEIRA 2019-06-17T15:31:35-03:00 Tânia Mara Silva Meireles taniamarasm@hotmail.com <p>Este texto propõe uma sintética discussão a respeito da íntima relação entre tradição e ruptura ao enfocar a imbricação artístico-formativa de dois mestres norteadores da dança profissional da cidade de Belo Horizonte: Carlos Leite e Klauss Vianna. Para tanto, analisam-se aspectos distintos desses mestres que, mesmo sendo detentores de personalidade forte e tendo distintas aspirações estético-ideológicas, desenvolvem caminhos que se convergem e se distanciam na promoção da formação artística de dança do estado de Minas Gerais. O gênero artístico “dança”, constituído e compartilhado por intensa atividade, ora de tradição, ora de ruptura, encontra-se, desde a sua criação, em processo de transformação e em constante movimentação – característica inerente a essa atividade artística.  Ruptura e Tradição são duas damas com faces cunhadas em uma mesma moeda. Uma não subsiste sem a outra. Assim também é a formação em dança, atividade artística com várias facetas que se complementam.</p> 2019-05-17T16:57:57-03:00 ##submission.copyrightStatement## https://www.eba.ufmg.br/revistapos/index.php/pos/article/view/827 JACQUES LECOQ E A ANTROPOLOGIA DO GESTO DE MARCEL JOUSSE 2019-06-17T15:32:49-03:00 Ismael Scheffler ismaelcuritiba2@gmail.com <p>Este artigo trata sobre a pedagogia teatral do francês Jacques Lecoq estabelecendo relações com os estudos da <em>Antropologia do gesto</em> de Marcel Jousse. O estudo tem caráter histórico e também conceitual. Ele demonstrando como Lecoq tomou conhecimento das pesquisas de Jousse e indica influências sobre seu ensino, notadamente no que tange ao mimo e no oferecimento de um vocabulário mais apropriado a sua pesquisa. São utilizadas diferentes fontes documentais, como artigos raros de periódicos, pesquisas acadêmicas, bibliografias, entrevistas e documentários, a maior parte em língua francesa inéditos no Brasil. Jousse, pouco conhecido no Brasil, é apresentado bem como alguns conceitos-chave de suas pesquisas.</p> 2019-05-17T16:57:57-03:00 ##submission.copyrightStatement## https://www.eba.ufmg.br/revistapos/index.php/pos/article/view/840 Paisagens: panoramas pintados e videoinstalações digitais interativas 2019-06-17T15:34:47-03:00 Maria Amélia Bulhões mariameliabu@gmail.com Análise da tradição da paisagem nos panoramas pintados e seus desdobramentos nas videoinstalações digitais interativas, apontando aspectos que permanecem nesse tipo de dispositivo visual, de sua origem aos dias atuais, tais como: ilusão, imersão e interação. Questionamento de possíveis causas da ausência de estudos sobre esses dispositivos na história da arte e na crítica de arte, apesar de sua monumentalidade, do imenso público atraído por essas obras e das complexas tecnologias envolvidas na sua produção 2019-05-17T16:57:57-03:00 ##submission.copyrightStatement##