A METÁFORA DO DIABO EM WOLFGANG VON GOETHE E VILÉM FLUSSER: ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE ARTE E MODERNIDADE

Caroline Saut Schroeder

Resumo


Johann Wolfgang von Goethe, em Fausto, e Vilém Flusser, em A História do Diabo, serviram-se da mesma metáfora do mal para, cada um a seu modo, escrever seu tempo. O presente artigo estabelece uma reflexão sobre a modernidade considerando o pensamento político, ético e estético de cada um desses autores, tendo como mote a figura do diabo. Se em Goethe Mefistófeles age sobre o indivíduo moderno, incitando a busca incessante pela satisfação dos seus anseios, em Flusser o diabo ganha um sentido mais geral, é o próprio tempo como progresso e atua na humanidade como um todo, impulsionando também a arte para sua constante renovação.

Palavras-chave


Johann Wolfgang von Goethe, Vilém Flusser, modernidade

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