Espetáculo teatral Gold no auditório da Reitoria

Texto: Diretoria de Ação Cultural da UFMG

Foto: Vitor Macedo

Nesta quinta-feira (26) às 17:30 o público terá nova oportunidade de assistir à peça Gold, est reada em março deste ano e produzida pela turma de formandos do Teatro Universitário UFMG (TU). O espetáculo terá exibição pelo projeto Ao Cair da Tarde, pertencente ao Circuito Cultural UFMG, da Diretoria de Ação Cultural da Universidade. A entrada é gratuita e aberta ao público externo no auditório da Reitoria da UFMG (Av. Antônio Carlos, 6.627).

Com elenco formado por formandos do Teatro Universitário da UFMG (Ana Luisa Cosse, Fernando Dornas, Bianca Freire e Victor Velloso), e direção de Tarcísio Ramos, Gold busca instigar no público reflexões importantes sobre o meio ambiente, a humanidade e o futuro do planeta, principalmente após uma crise de grandes proporções como a pandemia de covid-19. Ao questionar se há um futuro possível para a Terra e seus viventes, Gold confronta a beleza, o silêncio, a vida sem hierarquias e a sacralidade da terra com sua exploração, violação e destruição.

Foto: Vitor Macedo


Realização: Diretoria de Ação Cultural da UFMG
www.ufmg.br/cultura

 

 

 

 

Circuito Cultural UFMG apresenta o espetáculo Gold :

26/5 (quinta), às 17h30 | Projeto Ao Cair da Tarde 

Local: Auditório da Reitoria da UFMG (Av. Antônio Carlos, 6627 – Pampulha)
Classificação etária: 16 anos
ENTRADA FRANCA

Professor e ex-alunos da Escola de Belas Artes da UFMG apresentam o espetáculo Death Lay – “Na vida tem jeito pra tudo”

Death Lay – na vida tem jeito pra tudo

Um mastro para pole dance, um leito, duas mulheres. Enquanto uma busca por um death lay perfeito – movimento de nível avançado do pole dance –, a outra é uma presença ausente. Duas mulheres em suspensão entre a consciência e a inconsciência, entre a realidade e a ficção. A vida e a morte. Mãe e filha unidas e separadas pelo estado vegetativo de uma delas e que através de sonhos e delírios voltam a se comunicar. Em cena, a atriz Anna Campos reflete, a partir de relato autobiográfico, sobre o direito de viver e de morrer com dignidade no Brasil.

Com direção do dramaturgo, diretor e professor titular do Departamento de Artes Cênicas da EBA-UFMG, Antonio Hildebrando, o espetáculo é ancorado em princípios do Teatro Documentário Autobiográfico, com a presença cênica de “documentos-memórias” – áudios, fotos, vídeos e objetos pessoais – além de recursos metateatrais que fundem tempos e espaços em uma mesma sala de ensaio.

“Tudo foi feito com muito cuidado. A questão é complexa e envolve pontos que a sociedade brasileira parece não querer discutir. Além disso, é muito delicada a situação da Anna de querer muito abordar as questões em um espetáculo solo, mas para isso ter que se confrontar e compartilhar com a equipe, e posteriormente com o público, lembranças e dores muito profundas”, explica o diretor Antonio Hildebrando.

De 21 a 24 de abril, quinta a domingo, às 20h ( tradução de libras com bate papo no sábado 23.04)

Classificação indicativa: 16 anos.

Gênero: drama.

Espaço Teatro II do Centro Cultural Banco do Brasil – BH.

Os ingressos custam R$30 e R$15 (meia).

Vendas na bilheteria do teatro ou online pelo site www.bb.com.br/cultura.

Ficha Técnica
DEATH LAY
“Na vida tem jeito pra tudo”
Atuação e Concepção: Anna Campos
Dramaturgia e Direção: Antonio Hildebrando
Assistência de Direção: Isabela Arvelos
Confecção de Boneca e Figurinos: Eduardo Felix
Trilha Sonora: Luís Rocha
Música Lágrimas de Rio: Isabela Arvelos
Música do Cabaré Vagabundo e do projeto Artes Cênicas mês a mês: Tatá Santana
Desenho de Luz: Enedson Gomes
Cenotécnica: Ivanil Fernandes
Preparação Vocal: Isabela Arvelos
Vídeo-arte e Designer gráfico: Fabiano Lana
Manipulação: Isabela Arvelos
Consultoria de Manipulação: Liz Schrickte
Assessoria de Imprensa: Rizoma Comunicação e Arte
Comunicação: Uma Assessorias
Coordenação de Produção: Enedson Gomes
Produção Executiva: Enedson Gomes e Isabela Arvelos
Produção: OLÁ
Realização: Grupo Oriundo de Teatro

RESTOS – solos pandêmicos para dias chuvosos – Temporada de 10 a 18 de fevereiro

Dias: 10, 11, 12, 17 e 18 de Fevereiro
Horário: Sempre às 19:30h
Local: EBA – UFMG – Em frente a rotatória próxima à entrada do prédio do teatro – Atrás da Escola de Belas Artes (EBA) da UFMG.
Gratuito. A reserva de lugar deverá ser feita pelo e-mail reservarestos@gmail.com

OBS1: É obrigatório o uso de máscara durante todo o evento e seguiremos todos os protocolos de prevenção contra a COVID-19

OBS2: Teremos apenas 40 lugares disponíveis por apresentação. Caso você não consiga comparecer, gentileza nos informar com antecedência através do mesmo e-mail para que sua reserva seja cedida a alguém da fila de espera.

OBS3: Se próximo ao evento você apresentar sintomas gripais como febre, tosse, coriza ou dores no copo, gentileza cancelar sua reserva através do e-mail reservarestos@gmail.com

 

Programação Da Semana – Festival De Teatro Negro On Line Ufmg

O evento conta com 24 atividades gratuitas, sendo que nesta semana (16/11 à 22/11/2020) serão veiculadas:
 
~ 16/11/2020 (segunda-feira) – Espetáculo ‘Pai contra Mãe’ da Cia. Fusion de Danças Urbanas às 20h00 no canal de YouTube do T.U. 
 
~ 17/11/2020 (terça-feira) – Texto de pesquisa ‘Teatralidades negras ou a politicidade sensível’ por Soraya Martins. 
 
~ 18/11/2020 (quarta-feira) – Cena curta de teatro/performance ‘Baixa Visão’ de Raniele Barbosa às 20h00 no canal do YouTube do T.U. 
 
~ 19/11/2020 (quinta-feira) – Cena curta de teatro/performance ‘Cordel Ruim’ de Thalis Vilas Dama às 20h00 no canal do YouTube do T.U. Para assistir, é só clicar no link: https://www.youtube.com/watch?v=fQ7mVXYIF_Q
 
~ 20/11/2020 (sexta-feira) – Dramaturgia ‘Uma Boneca no Lixo’ por Cristiane Sobral. 
+  
Cena curta de teatro/performance ‘Decesso’ de Jéssica Pierina às 20h00 no canal do YouTube do T.U.
 
~ 21/11/2020 (sábado) – Peça de teatro/performance ‘E Se Todas se Chamassem Carmem?’ de Anair Patrícia às 20h00 no canal do YouTube do T.U. 
 
~ 22/11/2020 (domingo) – Cena curta de teatro/performance ‘Ebó’ de Anderson Ferreira às 20h00 no canal do YouTube do T.U.
 
Festival de Teatro Negro On Line da UFMG
 
Entre os dias 09 a 29 de novembro de 2020, o Teatro Universitário da UFMG por meio do Projeto de Extensão T.U. Convida vinculado ao Programa T.U: Arte e Sociedade, promove o primeiro Festival de Teatro Negro On Line da UFMG em caráter completamente digital nas redes sociais.
 
A idealização e coordenação do evento é assinada pelos professores do Teatro Universitário da UFMG, Denise Pedron e Rogério Lopes, assim como pelo professor da Faculdade de Letras da UFMG, Marcos Alexandre, que juntos pensaram e elaboraram o evento e suas respectivas ações. “O Festival de Teatro Negro On Line UFMG é um evento que tem um caráter pedagógico importante, pois as artes negras e seus estudos no campo das práticas e teorias teatrais ainda são poucos estudadas e divulgadas nas academias e, dentro da UFMG, não deixa de ser diferente. Ainda existem poucas disciplinas que apresentam em seus conteúdos discussões acerca da arte e do teatro negro. Por outro lado, a cada ano, há mais interesse por parte dos estudantes sobre a temática, uma vez que muitos alunos não se veem representados, como sujeitos negros, nas discussões do teatro tradicional”, argumenta a coordenação do festival.
 
A programação do Festival de Teatro Negro UFMG on line contará com a exibição dos trabalhos selecionados e ainda com obras performativas de artistas convidados, textos resultantes de pesquisas acadêmicas, divulgação de obras dramáticas e um mini curso. Todas as atividades serão difundidas em formato digital, uma vez que a pandemia ainda nos impede de encontros presenciais.

Acompanhem nossa programação!!!

Att

Festival de Teatro Negro On Line UFMG

Espetáculo de Ouro Preto vem a Belo Horizonte pela primeira vez em apresentação no Centro Cultural UFMG

Nos dias 18, 19 e 20 de março de 2020, às 19 horas, o Centro Cultural UFMG recebe o ator Frederico Contarini, da Ajayô – Teatro Em Pé, para a apresentação do solo narrativo “A.B.R.A.Ç.O.”. Ode à imaginação, a peça é embebida de risos, reflexões e emoções sobre a nossa condição humana no mundo. O espetáculo é, antes de tudo, uma experiência íntima vivida dentro de cada um de nós. A direção e dramaturgia são de Dhu Rocha. Ingressos pelo Sympla: http://bit.ly/2vKA3P6. Classificação: livre.

O espetáculo apresenta a saga de um boneco que deseja encontrar seu dono desaparecido, pois anseia lhe contar que seu filho precisa de cuidados. Apoiada na simplicidade, durante a jornada das cenas, a peça encarna uma divertida e curiosa diversidade de personagens que estão amalgamados na vida desse boneco. Ao tornar-se herói de uma mensagem para um desaparecido, o boneco inicia sua jornada em direção a um passado e um futuro que o surpreendem.

Os artistas da Ajayô – Teatro Em Pé brincam com a imaginação do público através de uma linguagem realista-fantástica. A peça entrelaça humor e emoção temperados de mineiridades e fantasias, que mergulha o público nessa rica experiência narrativa não só de um boneco, mas de sujeitos comuns de nosso dia-a-dia e seus pequenos dramas fantasmáticos.

Ficha Técnica

Dramaturgia: Dhu Rocha e Frederico Contarini
Interpretação: Frederico Contarini
Direção/ Iluminação: Dhu Rocha
Caracterização: Ajayô – Teatro Em Pé

Frederico Contarini é ator, dramaturgo e mestrando em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Ouro Preto. Desde 2016 atua na Ajayô – Teatro em Pé com o monólogo A.B.R.A.Ç.O., espetáculo que já se apresentou em diversos locais como os teatros SESI Mariana, Casa da Ópera, Teatro Reynúncio Lima (SP), presídios (APACs), escolas, ocupações, saraus e Festivais de Teatro e de Inverno. Na graduação, o artista desenvolveu projetos de pesquisa em Performance, Expressão Corporal e Atuação, estimulada pelo surrealismo. No mestrado, realiza investigação teórica sobre a especificidade do conceito de trágico na dramaturgia latino-americana (CAPES), através da análise do drama moderno Los Pájaros se Van Con La Muerte. Atua n’A Incrível Mulher do Calcanhar Pra Trás. Participou da Entremez O Grande governador da Ilha dos Lagartos (Orquestra Ouro Preto). Recentemente foi dramaturgo em Daquele Naipe e Correnteza, em Ouro Preto. Ministra oficinas teatrais, principalmente na área da iniciação, expressão, interpretação e dramaturgia.

Dhu Rocha (Geraldo Magela Silva Rocha) é licenciado em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Ouro Preto e bacharel em Direção Teatral pela mesma instituição. Possui mestrado em Artes Cênicas, com pesquisa na área de Pedagogia da Direção Teatral, também pela Universidade Federal de Ouro Preto. É Diretor- Fundador do Grupo de Artes Cênicas Omkara, do Grupo Ajayô – Teatro Em Pé e da Companhia de Circo Teatro “Que Tal Hoje?”. Trabalha como professor de Teatro no Atelier de Artes Integradas, órgão da Prefeitura Municipal de Itabirito, Minas Gerais. Entre seus trabalhos e pesquisas encontram-se experiências nos campos da arte-educação, direção teatral, dramaturgia, atuação e palhaçaria.

Espetáculo-manifesto sobre o feminismo terá apresentação no Centro Cultural UFMG

Texto: Assessoria de Imprensa da UFMG

Na próxima quarta-feira, 14 de agosto, às 19h30, o Centro Cultural UFMG recebe as artistas Fernanda Botelho, Ivana Andrés e Kátia Assis para a apresentação do espetáculo teatral Somos todas Simone de Beauvoir. O texto é de Ivana Andrés e Luciano Luppi, que também dirige a peça. A entrada é gratuita e integra a programação do projeto Recitais. Classificação: 14 anos.

Manifestações de mulheres em países e épocas distintas homenageiam Simone de Beauvoir, a grande pensadora e romancista que serviu como referência para a luta pelos direitos das mulheres. Várias mulheres, algumas conhecidas e outras anônimas, aparecem, uma a uma, vindas detrás de um tapume com grafites alusivos à luta feminista e fazem uma contundente confissão, um depoimento franco ou um protesto radical.

As personagens contracenam com a plateia de acordo com o seu contexto e o público será provocado pelas falas da burguesa arrependida, Käthe Kollwitz, trans, Malala Yousafzai, Monica Lewinsky, Rosa de Luxemburgo, Rosa Parks, Lisístrata, Frida Kahlo, Maria de Penha e Simone de Beauvoir. No final, acontece uma celebração através de um bloco de carnaval com samba enredo alusivo à escritora francesa.

Um espetáculo direto, político, brechtiano, que propõe provocar a reflexão através de confissões contundentes e abertas. Algumas músicas fazem o comentário lúdico do tema exposto. Iluminação e trilha sonora fazem a ligação entre as cenas.

Ficha técnica

Texto: Luciano Luppi e Ivana Andrés
Direção: Luciano Luppi
Elenco: Fernanda Botelho, Kátia Assis e Ivana Andrés
Cenografia: Ivana Andrés e Luciano Luppi
Figurino: Ivana Andrés, Kátia Assis e Fernanda Botelho
Iluminação e operação de luz: Luciano Luppi
Trilha sonora original: Evaldo Nogueira
Assistente de direção e operação de som: Marluce Cerqueira
Assistente de produção: Cecília Fernandes
Programação visual: Bodonni Design
Divulgação: Fernanda Botelho
Produção: Luciano Luppi e Ivana Andrés

Projeto Recitais

O projeto Recitais, aberto a toda comunidade, oferece ao público momentos diferenciados de lazer e fruição. Voltado para apresentações artísticas, literárias e cênicas musicais, este é um espaço vasto às experimentações das artes verbais e performáticas.  Localizado no hall superior do Centro Cultural UFMG, o projeto acontece todas as quartas-feiras, às 19h30. As apresentações têm por objetivo divulgar trabalhos inéditos ou ainda pouco conhecidos de poetas, músicos, atores ou daqueles que transitam por linguagens híbridas e inovadoras nos campos sonoros e expressões corporais.