Edital do Programa de Monitoria da Graduação – Tecnologia Têxtil, Materiais Têxteis e Criação Têxtil

A Chefe do Órgão Acadêmico Responsável do Departamento de Desenho , Camila Rodrigues Moreira Cruz , faz saber que, no período de 10/05/2022 a 23/05/2022 , de 09:00:00 às 16:00:00 horas, o(a) ddes@eba.ufmg.br receberá as inscrições de candidatos para o exame de seleção do Programa para atuar nas disciplinas/atividades com carga horária de 12 horas semanais.

Edital PMG 011/2022 – Tecnologia Têxtil, Materiais Têxteis e Criação Têxtil

Edital do Programa de Monitoria da Graduação – Desenho da Figura Humana

A Chefe do Órgão Acadêmico Responsável do Departamento de Desenho , Camila Rodrigues Moreira Cruz , faz saber que, no período de 09/05/2022 a 17/05/2022 , de 09:00:00 às 16:00:00 horas, o ddes@eba.ufmg.br receberá as inscrições de candidatos para o exame de seleção do Programa para atuar nas disciplinas/atividades com carga horária de 12 horas semanais.

Edital PMG 010/2022 – Desenho da Figura Humana

Festival de Teatro Negro lança chamada pública para fortalecer a difusão de criações artísticas de estudantes negros da UFMG

Texto: Assessoria de Imprensa da UFMG

Até o dia 5 de junho, estarão abertas as inscrições para o segundo Festival de Teatro Negro da UFMG, promovido pelo Teatro Universitário (TU), com o apoio da Diretoria de Ação Cultural (DAC) da Universidade. O festival acontecerá de 24 a 31 de agosto de 2022, de forma presencial. As propostas que atenderem aos critérios da chamada pública podem ser inscritas por meio do formulário. Esse evento faz parte das comemorações dos 70 anos do TU.

A chamada pública visa selecionar trabalhos desenvolvidos nas linguagens do teatro, da dança e da performance que tenham a temática negra como principal elemento e que tenham sido criados por estudantes negros de cursos de nível técnico, superior ou de pós-graduação da UFMG, para apresentação no campus Pampulha e/ou nos demais espaços culturais da Universidade, em Belo Horizonte.

Para se inscrever, os estudantes devem enviar vídeos com a gravação dos trabalhos que podem ter o formato de cenas ou performances curtas, de até 20 minutos, que concorrem a bolsas de R$ 600 ou espetáculos acima de 40 minutos e no máximo 90 minutos de duração, que concorrem a bolsas de R$1.200.

A primeira edição do Festival de Teatro Negro da UFMG aconteceu em 2020, de forma totalmente virtual, por meio das redes sociais, e, além da exibição dos trabalhos desenvolvidos por estudantes, contou também com obras performativas de artistas convidados, publicação de textos resultantes de pesquisas acadêmicas e obras dramáticas, além de um minicurso.

Agora em 2022, as apresentações acontecerão principalmente nos espaços do TU, contando também com cenas desenvolvidas para apresentação na rua e/ou espaço aberto.

A seleção dos trabalhos de estudantes da UFMG a serem apresentados no festival será feita por uma Comissão de Seleção composta por artistas e curadores convidados, que selecionarão 12 propostas artísticas. Os estudantes da UFMG que tiverem suas cenas curtas e espetáculos selecionados receberão bolsas viabilizadas pelo Projeto de Extensão TU Convida e Teatro&Cidade.

A idealização e coordenação do evento é assinada pelos professores do Teatro Universitário da UFMG, Denise Pedron e Rogério Lopes e pelo professor da Faculdade de Letras da UFMG, Marcos Alexandre. “O Festival de Teatro Negro UFMG é um evento que tem um caráter pedagógico importante, pois as artes negras e seus estudos no campo das práticas e teorias teatrais ainda são poucos estudadas e divulgadas nas academias e, dentro da UFMG, não deixa de ser diferente. Ainda existem poucas disciplinas que apresentam em seus conteúdos discussões acerca da arte e do teatro negro. Por outro lado, a cada ano, há mais interesse por parte dos estudantes sobre a temática, uma vez que muitos alunos não se veem representados, como sujeitos negros, nas discussões do teatro tradicional”, argumenta a coordenação do festival.

Outras informações no Instagram do Teatro Universitário da UFMG ou pelo e-mail: fetne.tu@gmail.com.

Festival de Teatro Negro On-Line UFMG
Inscrições: até 5 de junho
Data de realização: 24 a 31 de agosto
Link do formulário: encr.pw/z4Kal
Link da chamada pública: encr.pw/WabEC

Arquiteto João Diniz expõe na Grande Galeria do Centro Cultural UFMG

O Centro Cultural UFMG convida para a abertura da exposição “Poematéria: Arquitetura da Palavra”, do arquiteto João Diniz, na próxima quinta-feira, dia 19 de maio de 2022, às 19 horas. O artista explora as possibilidades da união entre as artes visuais e o texto poético, buscando superar e propor novas possibilidades para o suporte preferencial da escrita: a folha de papel. A mostra poderá ser vista até o dia 26 de junho de 2022. A entrada é gratuita.

Exemplos de séries, ou blocos temáticos, definem a interdisciplinaridade que permeia o trabalho de João Diniz, que traz o texto escrito materializado em objetos experienciáveis como um eixo conceitual permanente.

Obras como os ‘prismas líricos’ em aço unem escultura, texto e design; os desenhos e pinturas da série ‘manusgritos’ exploram as possibilidades da caligrafia; as pinturas com spray da série ‘typos extraños’ trabalham tipologias gráficas existentes e inventadas; a série ‘decifráveis’ propõe uma espécie de hieróglifo contemporâneo e convida a uma leitura quase arqueológica, instigando o público à sua decifração.

Instalações
As duas grandes salas da galeria são dedicadas aos desdobramentos de trabalhos anteriores, realizados em parceria com a também arquiteta Bel Diniz. A sala ‘tipogramas’ reúne composições textuais e pinturas a partir das grandes letras em aço presentes na instalação ‘cuboesia e jardim de aço’, montada nos jardins do Palácio das Mangabeiras, em Belo Horizonte, no ano de 2019. A outra sala reinterpreta a instalação ‘poéticas leituras’, ação de arte urbana apresentada na Festa da Luz de BH, em 2021.

No centro da galeria, em uma espécie de local de convívio, peças de design e mobiliário concebidas pelo arquiteto incorporam a presença das tipologias e do texto, possibilitando uma área de permanência para visualização de vídeos de sua autoria, incluindo manipulação de poema-objetos, performances e ‘cineclipes’. Junto a esse setor da mostra, mesas expositoras exibem ‘poemobjetos’, ‘livros de artistas’, edições únicas, cds, dvds, ‘poemas tácteis’ e edições, todos assinados por João Diniz.

Curadoria
A exposição conta com uma curadoria compartilhada entre a historiadora, crítica de arte (ABCA), escritora e professora (UFMG) Marília Andrés e a artista transdisciplinar e professora da Escola Guignard e do PPGArtes (UEMG) Celina Lage. A expografia e montagem são assinadas por Bel Diniz. Durante o período da mostra serão agendadas atividades coletivas com a participação de convidados e do público presente.

O artista
João Diniz é arquiteto e possui escritório em Belo Horizonte, onde realiza projetos e obras nas áreas de urbanismo, arquitetura, design, cenografia e artes visuais. É professor na Universidade Fumec e palestrante em instituições acadêmicas e profissionais do Brasil e exterior. É mestre em Construção Metálica pela Ufop e doutorando pela UFMG. Recentemente apresentou as exposições individuais ‘Trama e Typos Extraños’, na Asa de Papel Café & Arte (2019 e 2020); ‘Híbrido’, na Dominox Arte e Design (2019); ‘Teia’, no Espaço Corda, no Mercado Novo de BH (2019) e ‘Vetor Vivo’ no MM Guerdau – Museu das Minas e do Metal, no Circuito Cultural Praça da Liberdade, em BH. Publicou os livros ‘João Diniz Arquiteturas’ (2002), ‘Depoimento: Circuito Atelier’ (2007), ‘Steel Life: arquiteturas em aço’ (2010), ‘Ábaco’ (2011), ‘Aforismos Experimentais’ (2014), ‘O Livro das Linhas’ (2020) e ‘Futurografia’ (2021); além de outras edições experimentais ou livros únicos sob demanda. Paralelamente, participa de edições físicas e digitais de CDs e DVDs, exposições e apresentações individuais e coletivas voltadas à arquitetura, fotografia, poesia, vídeo, artes visuais, design e música. Alguns desses trabalhos são executados com o projeto colaborativo Pterodata, de sua criação, dedicado às ações interdisciplinares em diferentes áreas da cultura.

Exposição “Poematéria: Arquitetura da Palavra” – João Diniz
Abertura: 19 de maio de 2022 | às 19 horas
Visitação: até o dia 26/06/2022
Terças a sextas: 9h às 20h
Sábados, domingos e feriados: 9h às 17h
Grande Galeria
Classificação: livre
Entrada gratuita

Centro Cultural UFMG lança “Corredor Cultural 174”, nova série de podcast

Texto: Comunicação do Centro Cultural UFMG

No primeiro episódio do Corredor Cultural 174 Podcast tivemos um bate-papo com a pintora muralista e diretora de arte no cinema Priscila Amoni, importante nome do muralismo de Minas Gerais. Ela é co-criadora e co-curadora do Circuito Urbano de Arte – CURA, um dos maiores festivais de arte pública do Brasil, que reúne os murais mais altos pintados por mulheres na América Latina e a maior obra de arte pública realizada por uma artista indígena.

Priscila começou a pintar telas em 2008, mas foi em 2013 que seu trabalho ganhou novos sentidos e grandes formatos. Na época, recém-chegada de Lisboa, local onde realizou seu mestrado, presenciou o Brasil em fervor com as manifestações, momento em que acompanhou os movimentos sociais e olhou para as ruas de outra forma.

Para Amoni, a ideia de pintar na rua, de forma gratuita, era o contrário do que acontecia dentro das galerias, dos espaços do “cubo branco”, instituídos como ambientes da arte, extremamente elitizados. Foi a partir daí que decidiu virar muralista e estudar a pintura nas paredes dos espaços públicos, mudando completamente sua trajetória. Hoje em dia as produções da artista ocupam grandes empenas desses espaços, algumas delas em fachadas de prédios que colorem cidades do Brasil e da França.

Priscila é uma das idealizadoras do CURA e autora da pintura “Dralamaale”, de 850 m², que ocupa a lateral do Hotel Rio Jordão, na Rua Rio de Janeiro, 147, Centro de Belo Horizonte. Realizada em agosto de 2017, sua primeira empena a integrar o festival resiste até os dias atuais e representa uma mulher afro-brasileira carregando duas plantas de proteção nas mãos, cada uma com seu significado, abençoando a cidade.

As obras de Amoni expressam essa sua relação com o poder feminino e as plantas, o estudo de sua força e seu sentido de cura, sempre privilegiando a perspectiva do conhecimento popular das minorias, principalmente as de cultura oral, como o xamanismo indígena, a cultura popular e a cultura negra.

Sua pesquisa artística está estampada em sua arte, então nada mais natural que apareça de diversas formas como protagonista, representando os costumes femininos de magia e as conhecedoras dos segredos da natureza, como as benzedeiras, as curandeiras, as rezadeiras, as raizeiras e as mulheres de terreiro.

Muito comum nas áreas centrais das grandes cidades, as empenas dos prédios trazem bastante visibilidade para os trabalhos dos artistas e o CURA veio para unir essas produções e inserir Belo Horizonte no mapa mundial de arte urbana. Tomando proporções cada vez maiores e ganhando camadas jamais imaginadas, o projeto se destaca entre os principais festivais de arte pública do Brasil, talvez o de maior relevância artística, pois aponta novos caminhos, traz artistas fora do mainstream, como os artistas indígenas, e outras formas de pensar a arte nesse contexto.

O CURA foi o primeiro a criar um Mirante de Arte Urbana no mundo e, segundo a artista, não existe registro de outro festival em que o público possa contemplar de um ponto único todas as obras. Atualmente BH possui dois mirantes, um na Rua Sapucaí, no bairro Floresta e outro na Rua Diamantina, no bairro Lagoinha.

A edição de 2022 está acontecendo na Praça Raul Soares, espaço de imersão dos artistas no momento, onde uma pintura-ritual deu vida a uma Anaconda no chão que contorna a praça, sendo a maior obra shipibo (povos da Amazônia peruana) do mundo, com seus quase três mil m².

Ouça o podcast na íntegra e saiba um pouco mais sobre as pinturas muralistas e o trabalho desenvolvido pela artista: https://spoti.fi/39aOA9M

Conheça o trabalho de Priscila Amoni em: https://www.amoni.com.br/ e Instagram

Corredor Cultural 174 Podcast é um projeto que pretende disponibilizar mensalmente no Spotify conversas com artistas, músicos, escritores, cineastas, agentes culturais e demais pessoas que pensam, respiram e produzem cultura. “Corredor”, pelo fato do Centro Cultural UFMG estar situado no corredor cultural Praça da Estação e também no sentido de espaço de passagem, onde transitam ideias, movimentos e expressões artísticas em Belo Horizonte. “Cultural”, pois a temática será sempre cultura e “174” é o número de localização da instituição na Avenida Santos Dumont.

Com curadoria de Fábio Belo, mostra de cinema traz indicações de filmes sobre saúde mental

Texto: Comunicação do Centro Cultural UFMG

O Centro Cultural UFMG realiza a terceira edição do CineCentro Convida, projeto voltado para a realização de mostras idealizadas por curadores convidados. O objetivo é dar acesso a uma seleção de filmes que vão além do óbvio, permitindo novos olhares e proporcionando ao público uma programação mais diversa e plural.

A curadoria de maio foi idealizada por Fábio Roberto Rodrigues Belo, professor do Departamento de Psicologia da Universidade Federal de Minas Gerais, que escolheu seis filmes representativos que abordam a saúde mental, disponíveis em plataformas de streaming no Brasil. O objetivo da mostra é múltiplo, como apresentar alguns aspectos da saúde mental, retratar a história dos manicômios no Brasil e demonstrar algumas representações do sofrimento psíquico – aqueles que sofrem e também aqueles que tratam – no cinema.

A programação tem início no dia 12 de maio, mês em que se reforça a necessidade de conscientização e reflexão sobre os problemas de saúde mental, explorando possibilidades de acolhimento e entendimento sobre o assunto. A atividade integra a “10ª Semana de Saúde Mental e Inclusão Social da UFMG”, que ocorre entre 16 e 20 de maio de 2022 e traz como temática “O cuidado em saúde mental como direito à cidadania”.

O documentário “O Golpista do Tinder” dá início a mostra e apresenta um exemplo notável do que a psicanálise denomina de perversão. Ao longo da história da psiquiatria e da psicologia nomes como sociopatia e psicopatia vão se modificando, mas o fenômeno diz respeito, em geral, ao sujeito que age sem culpa aparente para maltratar, usar e enganar o outro. A película destaca a luta das vítimas do golpista, que tornaram possível um “retrato fílmico” do agressor e seu modo de ação.

“Toc Toc” é uma ótima comédia argentina que descreve vários casos de neurose obsessiva. Essa condição psiquiátrica tem inspirado a produção de filmes sob o viés da comicidade, como o longa-metragem americano “Melhor Impossível”, de 1997. Esse tipo de representação no cinema, no entanto, desconsidera o sofrimento desses pacientes, que pode ser agudo e profundamente trágico. “Toc Toc” consegue apresentar uma abordagem mais profunda do Transtorno obsessivo-compulsivo, pois leva o espectador a refletir como o tratamento é possível e qual o papel do humor e da clínica grupal para se pensar essa forma de ser no mundo.

“Por que você não chora?” é uma produção brasileira muito importante nessa seleção, pois além de apresentar de forma muito didática o que é o sofrimento borderline, reafirma a importância do Acompanhamento Terapêutico na formação em psicologia. Vale destacar a atuação da estagiária em psicologia, que tem que lidar com o seu próprio sofrimento psíquico. Na história, fica evidente o que é exigido de todos os profissionais que tratam da saúde psíquica do outro, como se cuidar e fazer psicoterapia, para que possam tratar os demais. As consequências da negligência dessas regras são trágicas e o filme comprova isso.

“Estamira” é um documentário premiado, considerado uma obra-prima do cinema brasileiro. O relato muito próximo de uma paciente psicótica que vive em um lixão mostra como a loucura no Brasil deve, necessariamente, ser pensada de forma interseccional, pois raça, classe e gênero participam fortemente na produção do sofrimento mental. Apesar do sofrimento extremo, Estamira traz um ensinamento sobre resistência, liberdade e loucura.

Tal como o livro homônimo, “Holocausto Brasileiro” trata de aspectos históricos do poder psiquiátrico no Brasil. É impossível compreender a saúde mental sem uma reflexão crítica, aberta e democrática sobre a história da loucura, os saberes e as relações de autoridade que criam e controlam a loucura. O filme é uma aula do terror vivido por milhares de pacientes e um alerta sobre o caráter político de qualquer psicopatologia.

Finalizamos a mostra com “Amour”, obra que expõe o sofrimento psíquico trazido pela terceira idade e que certamente acometerá muitos nos próximos anos. Os mais velhos são vítimas da falência do corpo e muito sofrimento decorre daí. Para além das doenças degenerativas, como Parkinson ou Alzheimer, a decrepitude somática produz dor psíquica no próprio sujeito e também naqueles que o acompanham.

Fábio Roberto Rodrigues Belo é professor associado do Departamento de Psicologia, Diretor do Serviço de Psicologia Aplicada da UFMG e autor de diversos livros e artigos sobre psicanálise. Coordena o Projeto de Extensão “Conversas virtuais sobre psicanálise”, por meio do qual divulga as pesquisas realizadas na UFMG no seu canal do YouTube, Spotify e Site.

Onde assistir:

12.05 – O Golpista do Tinder – 2022 | 12 anos | 114’ | Documentário, Policial | Direção: Felicity Morris | Disponível: Netflix.

Simon Leviev finge ser um bilionário do ramo de diamantes para as mulheres que conhece no Tinder. Depois de conquistar a confiança das vítimas, aplica golpes para extorquir dinheiro.

17.05 – Toc Toc – 2017 | 12 anos | 90’ | Comédia | Direção: Vicente Villanueva | Disponível: Netflix.

Seis desconhecidos com Transtorno obsessivo-compulsivo aguardam uma consulta com um renomado psiquiatra. Com o atraso do médico, os pacientes começam uma divertidíssima sessão de terapia em grupo.

19.05 – Por que você não chora? – 2020 | 16 anos | 98’ | Drama | Direção: Cibele Amaral | Disponível: Amazon Prime Vídeo.

Jéssica (Carolina Monte Rosa) é uma menina de origem humilde que veio do interior para estudar na capital. Ela se depara com um novo mundo durante o estágio na faculdade de psicologia, quando passa a atender Bárbara (Bárbara Paz), diagnosticada com Transtorno de Personalidade Borderline.

24.05 – Estamira – 2004 | 10 anos | 121’ | Documentário | Direção: Marcos Prado | Disponível: YouTube e Globoplay.

O premiado documentário brasileiro conta a história de Estamira, mulher de 63 anos que sofre de distúrbios mentais e trabalha há mais de 20 anos no Jardim Gramacho, no Rio de Janeiro, um dos maiores aterros sanitários do mundo.

26.05 – Holocausto Brasileiro – 2016 | 16 anos | 90’ | Documentário | Direção: Daniela Arbex e Armando Mendz | Disponível: YouTube.

Relatos de sobreviventes, ex-funcionários, pesquisadores e familiares contam as condições sub-humanas vividas no Hospital Colônia de Barbacena e escancaram o destino dos pacientes e a verdade escondida por mais de cinco décadas de descaso.

31.05 – Amour – 2012 | 14 anos | 127’ | Drama | Direção: Michael Haneke| Disponível: Apple TV, Globoplay e YouTube.

Georges e Anne formam um casal octogenário. Eles são professores de música aposentados e apaixonados por arte. A filha, também musicista, vive na Grã-Bretanha com a família. Um dia, Anne sofre um derrame e o amor que une o casal é posto à prova.

CineCentro Convida Fábio Roberto Rodrigues Belo | Mostra de cinema sobre saúde mental
As indicações dos filmes são feitas nas terças e quintas-feiras nas Redes Sociais e Site do Centro Cultural UFMG

“Alunos da Escola de Belas Artes Expõem Desenhos Abandonados”

Texto: Thalita Amorim

Os alunos do Ateliê I de Desenho, ao organizar o espaço para a primeira aula pós pandemia, decidem expor desenhos esquecidos ao longo do tempo por colegas que já realizaram o curso.
A mostra foi inaugurada no dia 27 de abril de 2022 no corredor expositivo do Ateliê 06 no terceiro andar da Escola de Belas Artes da UFMG e segue até o dia 27 de junho.
Segundo a aluna Tatiana Assis a experiência foi muito interessante ao sentir-se descobridora de uma espécie de acervo precioso de imagens carregadas de memória que nos remetem a pensar nos autores anônimos dos desenhos. Além da possibilidade de criar novo sentido aos trabalhos de acordo com a escolha dos desenhos a serem expostos. Para Tatiana as obras merecem ser divulgadas para que uma parcela maior da comunidade acadêmica possa conhecê-la.
O professor orientador da ação, Eugênio Paccelli, explica a motivação para a montagem da exposição, a partir do desejo de que os alunos tenham um primeiro contato com o processo de organização de uma mostra, incluindo uma curadoria, a montagem dos trabalhos e a expografia. Além disso, a ação visa preparar os alunos para a montagem da exposição dos próprios trabalhos a serem realizados ao longo da disciplina, ainda no final deste semestre. A exposição conta com a curadoria dos alunos: Ana Maia; André Mesquita; Isabela Lara; Lucca Falieri; Maria Souza; Murilo Caixeta; Tatiana Assis e Vanessa Santos, sob a orientação do Prof. Eugênio Paccelli Horta.

Rede de Museus da UFMG lança projeto para avaliar riscos do patrimônio científico-cultural

Texto: Assessoria de Imprensa da UFMG

Rede de Museus lançará, nesta segunda-feira, dia 9 de maio, às 14h, o projeto Diagnóstico e Planejamento Estratégico para o Aprimoramento da Gestão de Riscos em Espaços da Rede de Museus e Espaços de Ciências e Cultura da UFMG. O encontro virtual, que marcará o início das atividades, reunirá a equipe do projeto e representantes dos espaços e da coordenadoria da rede.

O objetivo da iniciativa, que será desenvolvida nos próximos 12 meses, é identificar, mitigar e eliminar riscos referentes à integridade física do patrimônio científico-cultural de 16 espaços que integram a rede.

A proposta é elaborar um planejamento com medidas preventivas, de controle e de respostas a eventos emergenciais, potencializando a definição estratégica de ações, prioridades e alocação de recursos com relação ao conjunto de acervos, equipamentos e edificações desses espaços.

Mobilização pela preservação
As atividades técnicas estarão sob a responsabilidade de profissionais de museologia, conservação e restauração e engenheira civil, que terão apoio do Centro de Conservação e Restauração de Bens Culturais Móveis (Cecor) da Escola de Belas Artes (EBA). As ações contam ainda com a participação de bolsistas de extensão e de iniciação científica da UFMG.

Os espaços participantes são o Acervo Curt Lange, Centro da Memória da Engenharia, Centro de Coleções Taxonômicas, Centro de Estudos Literários e Culturais (Acervo de Escritores Mineiros), Centro de Memória da Educação Física, do Esporte e do Lazer, Centro de Memória da Enfermagem e Centro de Memória da Faculdade de Letras.

Também aderiram à iniciativa o Centro de Memória da Farmácia, Centro de Memória da Medicina, Centro de Memória da Odontologia, Centro de Memória da Veterinária, Centro de Pesquisa, Memória e Documentação da Faculdade de Educação, além do Museu Casa Padre Toledo, Museu da Escola de Arquitetura, Museu da Matemática UFMG e Museu de Ciências Morfológicas.

O projeto Gestão de Riscos tem financiamento da Pró-reitoria de Extensão (Proex) e de verba parlamentar do deputado federal Pratus Ananias, captada com o apoio da Diretoria de Cooperação Institucional (Copi/UFMG).