{"id":2310,"date":"2019-07-03T10:14:13","date_gmt":"2019-07-03T13:14:13","guid":{"rendered":"http:\/\/eba.ufmg.br\/nossa-escola\/?p=2310"},"modified":"2019-07-02T18:14:35","modified_gmt":"2019-07-02T21:14:35","slug":"festival-de-inverno-da-ufmg-esta-com-inscricoes-abertas-para-oficinas-e-residencias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.eba.ufmg.br\/index.php\/festival-de-inverno-da-ufmg-esta-com-inscricoes-abertas-para-oficinas-e-residencias\/2019\/07\/","title":{"rendered":"Festival de Inverno da UFMG est\u00e1 com inscri\u00e7\u00f5es abertas para oficinas e resid\u00eancias"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"color: #ff0000; font-size: xx-small;\">Texto: Assessoria de Imprensa do 51\u00ba Festival de Inverno UFMG<\/span><\/p>\n<p>Permanecem abertas, at\u00e9 11 de julho, as inscri\u00e7\u00f5es para cinco resid\u00eancias art\u00edsticas e dez oficinas do 51\u00ba Festival de Inverno UFMG. A edi\u00e7\u00e3o de 2019 busca dar visibilidade \u00e0s pol\u00edticas da Universidade para a \u00e1rea da cultura, sob o tema Mem\u00f3ria: arte e patrim\u00f4nio. As oficinas acontecem no Centro Cultural UFMG (Pra\u00e7a na Esta\u00e7\u00e3o), Conservat\u00f3rio UFMG (Avenida Afonso Pena) e Espa\u00e7o do Conhecimento UFMG (Pra\u00e7a da Liberdade). As inscri\u00e7\u00f5es s\u00e3o a pre\u00e7os populares, de 10 a 20 reais, e podem ser realizadas pelo site www.ufmg.br\/festivaldeinverno, onde \u00e9 poss\u00edvel conferir tamb\u00e9m a programa\u00e7\u00e3o. Inscri\u00e7\u00f5es para as oficinas gratuitas dever\u00e3o ser feitas no pr\u00f3prio evento.<\/p>\n<p>Realizado pela Diretoria de A\u00e7\u00e3o Cultural da UFMG, o Festival de Inverno acontece entre os dias 11 e 21 de julho, com uma programa\u00e7\u00e3o extensa que, al\u00e9m das oficinas e resid\u00eancias, inclui espet\u00e1culos teatrais, concertos musicais, shows, palestras e a 1\u00aa Jornada de Estudos sobre Patrim\u00f4nio Cultural Imaterial. As atra\u00e7\u00f5es culturais s\u00e3o gratuitas, exceto algumas sess\u00f5es de Planet\u00e1rio.<\/p>\n<p>A programa\u00e7\u00e3o do Festival tem in\u00edcio em Tiradentes no dia 11 de julho e a abertura oficial ser\u00e1 no domingo, 14 de julho, no Conservat\u00f3rio da UFMG, com show do Trio Corrente, grupo vencedor do Grammy e uma das principais forma\u00e7\u00f5es instrumentais do pa\u00eds. O evento encerra as atividades integrando a programa\u00e7\u00e3o da Virada Cultural de BH, nos dias 20 e 21 de julho.<\/p>\n<p><strong>Mem\u00f3ria: arte e patrim\u00f4nio<\/strong><br \/>\nO tema do 51\u00ba Festival de Inverno UFMG foi inspirado nos debates recentes sobre patrim\u00f4nio hist\u00f3rico, art\u00edstico, cultural e universit\u00e1rio, motivados tanto por cat\u00e1strofes como os inc\u00eandios do Museu Nacional e do Museu da L\u00edngua Portuguesa quanto pelo questionamento de pol\u00edticas p\u00fablicas para o setor. \u201cNestes tempos em que a hist\u00f3ria parece ter entrado em transe, o Festival convida para que nos detenhamos a tratar de um tema urgente: a Mem\u00f3ria. A abordamos por um vi\u00e9s duplo: arte a patrim\u00f4nio, uma vez que queremos participar dessa discuss\u00e3o de forma mais propositiva e positiva, trazendo visibilidade a projetos e a todo um trabalho que a UFMG vem desenvolvendo nessas \u00e1reas\u201d, explica o professor Fernando Antonio Mencarelli, diretor de A\u00e7\u00e3o Cultural da UFMG.<\/p>\n<p>A inser\u00e7\u00e3o do Festival no debate sobre a mem\u00f3ria na arte e no patrim\u00f4nio ocorre de maneira direta, j\u00e1 que o evento acontece em um conjunto de bens tombados da Universidade, como o Centro Cultural UFMG na Pra\u00e7a da Esta\u00e7\u00e3o, o Conservat\u00f3rio UFMG na Avenida Afonso Pena, o Espa\u00e7o do Conhecimento UFMG na Pra\u00e7a da Liberdade e o Campus Cultural UFMG em Tiradentes. \u201cNossos espa\u00e7os culturais potencializam a intera\u00e7\u00e3o entre cidade e universidade, oferecendo-se como lugar de encontro, forma\u00e7\u00e3o, aprendizagem pelas artes e culturas, compartilhamento da excel\u00eancia art\u00edstica\u201d, completa Mencarelli.<\/p>\n<p><strong>Oficinas e resid\u00eancias<\/strong><br \/>\nA programa\u00e7\u00e3o do Festival de Inverno se articulou ao conjunto de a\u00e7\u00f5es culturais que j\u00e1 s\u00e3o realizadas pela UFMG para apresentar atividades que abordam a import\u00e2ncia da preserva\u00e7\u00e3o dos diferentes tipos de mem\u00f3ria. As resid\u00eancias e oficinas englobam v\u00e1rias manifesta\u00e7\u00f5es art\u00edsticas, como dan\u00e7as urbanas, m\u00fasica, artes pl\u00e1sticas, audiovisual e teatro.<\/p>\n<p>As oficinas s\u00e3o variadas, abordando desde o circuito de arte urbana do hipercentro de BH at\u00e9 a rela\u00e7\u00e3o das pessoas com os patrim\u00f4nios da capital mineira, passando por assuntos como impress\u00e3o tipogr\u00e1fica e expografias em espa\u00e7os alternativos. No Conservat\u00f3rio UFMG, algumas atividades ser\u00e3o ministradas por nomes de peso do cen\u00e1rio cultural nacional, como Mamour Ba, Trio Corrente e o Quinteto Villa-Lobos.<\/p>\n<p><strong>Resid\u00eancia em dan\u00e7as urbanas:<\/strong> a resid\u00eancia prop\u00f5e apresentar alguns dos estilos de dan\u00e7a oriundos da cultura hip hop por meio da contextualiza\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica, do conhecimento t\u00e9cnico e da experimenta\u00e7\u00e3o coreogr\u00e1fica.<\/p>\n<p><strong>Resid\u00eancia em artes c\u00eanicas &#8211; reinventa \u2013 narrativas de si:<\/strong> o aluno ir\u00e1 desenvolver a arte de ouvir e relatar hist\u00f3rias, a partir da mem\u00f3ria individual e social. Para isso, algumas t\u00e9cnicas de interpreta\u00e7\u00e3o, improvisa\u00e7\u00e3o, express\u00e3o vocal e corporal ser\u00e3o aplicadas, aliadas a din\u00e2micas narrativas e de integra\u00e7\u00e3o com o grupo, por meio de jogos c\u00eanicos.<\/p>\n<p><strong>Resid\u00eancia em literatura &#8211; fragmentos de mem\u00f3ria: arte e patrim\u00f4nio:<\/strong> os alunos ir\u00e3o criar microcontos em torno do tema mem\u00f3ria, arte e patrim\u00f4nio, tendo como objeto os 30 anos de hist\u00f3ria do Centro Cultural UFMG e o edif\u00edcio tombado em que ele funciona. Ao final, ser\u00e1 realizada a edi\u00e7\u00e3o, em tipografia, de uma sele\u00e7\u00e3o de microcontos produzidos na resid\u00eancia, com a participa\u00e7\u00e3o do Coletivo 62 pontos, de pesquisa e produ\u00e7\u00e3o gr\u00e1fica.<\/p>\n<p><strong>Resid\u00eancia em m\u00fasica e teatro &#8211; som e gesto no palco:<\/strong> o objetivo da resid\u00eancia \u00e9 desenvolver uma pe\u00e7a perform\u00e1tica usando gestos e sons em condi\u00e7\u00f5es iguais. O ritmo dos sons e das a\u00e7\u00f5es dar\u00e3o forma a uma cria\u00e7\u00e3o coletiva e reflexiva, aproveitando o humor como ferramenta expressiva. M\u00fasica e teatro ser\u00e3o misturados em uma \u00fanica linguagem, trabalhando a teoria e pr\u00e1tica ao mesmo tempo.<\/p>\n<p><strong>Resid\u00eancia em artes pl\u00e1sticas &#8211; mem\u00f3ria, desenho e escrita:<\/strong> o desenho ser\u00e1 ponto de partida para a cria\u00e7\u00e3o de uma po\u00e9tica visual individual, na qual se prop\u00f5e estimular e sensibilizar uma reflex\u00e3o sobre os processos de afinidade e intimidade da mem\u00f3ria das coisas. Durante os encontros, ser\u00e3o realizadas pr\u00e1ticas de experimenta\u00e7\u00f5es com o desenhar enquanto escrita e conversas sobre quest\u00f5es pl\u00e1stico-visual.<\/p>\n<p><strong>Brincadeiras, m\u00fasica e cena:<\/strong> nesta oficina ser\u00e3o propostas brincadeiras e can\u00e7\u00f5es tradicionais a partir do repert\u00f3rio do grupo Serelepe e dos pr\u00f3prios participantes. Al\u00e9m disso, ser\u00e3o constru\u00eddos alguns instrumentos musicais com materiais reaproveit\u00e1veis para serem utilizados em cenas musicais. Experimenta\u00e7\u00f5es c\u00eanico-musicais ser\u00e3o conduzidas com os participantes, explorando modos e ferramentas de cria\u00e7\u00e3o do grupo Serelepe.<\/p>\n<p><strong>Expografia em espa\u00e7os n\u00e3o-convencionais:<\/strong> oficina intensiva dirigida a profissionais, estudantes e acad\u00eamicos que se dedicam a quest\u00f5es de curadoria, arquitetura e museologia em espa\u00e7os diferentes daqueles dos museus e das galerias de exposi\u00e7\u00e3o ditas convencionais. Ser\u00e3o realizados um conjunto de sess\u00f5es te\u00f3ricas em que se apresentam estrat\u00e9gias, ideias e conceitos para abordar e intervir em locais usualmente n\u00e3o explorados enquanto locais expositivos.<\/p>\n<p><strong>Introdu\u00e7\u00e3o \u00e0 impress\u00e3o tipogr\u00e1fica:<\/strong> a oficina introduz a tipografia e seus processos, aproveitando o conhecimento que o coletivo 62 pontos possui e os materiais tipogr\u00e1ficos existentes no Centro Cultural UFMG. Ser\u00e3o apresentados aos participantes, a linguagem e a t\u00e9cnica dos tipos m\u00f3veis, a partir de uma abordagem contempor\u00e2nea.<\/p>\n<p><strong>Na linguagem dos ritmos:<\/strong> o objetivo da oficina \u00e9 ampliar o conhecimento b\u00e1sico da m\u00fasica org\u00e2nica, facilitando a aprendizagem instrumental e proporcionando a busca de sua pr\u00f3pria identidade musical.<\/p>\n<p><strong>Pr\u00e1tica instrumental e performance de m\u00fasica de c\u00e2mara para sopros:<\/strong> direcionada a instrumentistas de sopro, a oficina ser\u00e1 dividida em duas partes. Na primeira, cada m\u00fasico do Quinteto Villa-Lobos ir\u00e1 ministrar um workshop sobre a estudos e pr\u00e1ticas relativas a seu instrumento. Ser\u00e3o cinco workshops: flauta, obo\u00e9, fagote, clarineta e trompa. Na segunda parte, o quinteto ir\u00e1 abordar quest\u00f5es relativas a performance de m\u00fasica de c\u00e2mara para quinteto de sopros, sobretudo m\u00fasica brasileira.<\/p>\n<p><strong>Produ\u00e7\u00e3o fulldome:<\/strong> os participantes ter\u00e3o uma introdu\u00e7\u00e3o sobre como produzir conte\u00fado audiovisual para fulldome &#8211; formato de v\u00eddeo arredondado que \u00e9 projetado dentro de c\u00fapula em planet\u00e1rios. Ser\u00e3o apresentadas as principais t\u00e9cnicas de produ\u00e7\u00e3o para este formato ao grupo em um projeto pr\u00e1tico e coletivo, com os temas sobre mem\u00f3ria e patrim\u00f4nio.<\/p>\n<p><strong>Um passeio pelo circuito de arte urbana e oficina de stencil:<\/strong> Priscila Amoni, uma das idealizadoras do Festival CURA \u2013 Circuito Urbano de Artes, guiar\u00e1 a turma pelas ruas do hipercentro da cidade, contando um pouco dos bastidores e do conceito dos dez murais (pinturas gigantes) nas fachadas dos edif\u00edcios do centro de BH, que foram pintados durante o festival. O passeio se encerra com uma oficina de stencil, ministrada pelo artista Andr\u00e9, conhecido como Comum.<\/p>\n<p><strong>Visita mediada ao circuito cultural pra\u00e7a da esta\u00e7\u00e3o:<\/strong> a oficina conduzir\u00e1 os participantes a conhecerem detalhes importantes da hist\u00f3ria de Belo Horizonte, a partir dos monumentos arquitet\u00f4nicos da Pra\u00e7a da Esta\u00e7\u00e3o. Os pr\u00e9dios a serem visitados externamente s\u00e3o: Centro Cultural UFMG, CentoeQuatro, Centro de Mem\u00f3ria da Engenharia, Monumento \u00e0 Terra Mineira, Esta\u00e7\u00f5es do CBTU, Vale \u2013 Vit\u00f3ria Minas, Central do Brasil, Oeste de Minas, Casa do Conde de Santa Marinha, Centro de Refer\u00eancia da Juventude, Serraria Souza Pinto, Edif\u00edcio Chagas D\u00f3ria e o Centro de Mem\u00f3ria Ferrovi\u00e1ria. A visita passa pelas ruas Caet\u00e9s, Guaicurus e Sapuca\u00ed, pelos jardins da Pra\u00e7a Rui Barbosa, e pelos viadutos da Floresta e Santa Tereza.<\/p>\n<p><strong>Viv\u00eancia de m\u00fasica instrumental brasileira:<\/strong> voltada para instrumentistas com interesse no repert\u00f3rio da m\u00fasica instrumental brasileira. Ser\u00e1 dividida em duas partes: na primeira, cada m\u00fasico do Trio Corrente ir\u00e1 ministrar um workshop sobre estudos e pr\u00e1ticas relativas a seu pr\u00f3prio instrumento. Ser\u00e3o tr\u00eas workshops: piano, contrabaixo e bateria. Na segunda parte, o quinteto ir\u00e1 abordar quest\u00f5es relativas \u00e0 pr\u00e1tica em conjunto da m\u00fasica instrumental brasileira, passando por quest\u00f5es como estilo, arranjo, ritmo e improvisa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Voco invoca dad\u00e1 no tempo da avacalha\u00e7\u00e3o:<\/strong> oficina intensiva organizada em torno do legado textual, sonoro e pl\u00e1stico-visual do movimento dada\u00edsta, lan\u00e7ado internacionalmente no Cabaret Voltaire (Zurique), h\u00e1 103 anos. Por meio de exerc\u00edcios vocais e corporais, explana\u00e7\u00f5es te\u00f3ricas e conversas informais, os\/as participantes preparar\u00e3o um conjunto de performances que ser\u00e3o apresentadas ao p\u00fablico do Festival de Inverno da UFMG no mesmo dia, \u00e0s 20h.<\/p>\n<p><strong>Servi\u00e7o:<\/strong><br \/>\n<strong>Oficinas e resid\u00eancias do 51\u00ba Festival de Inverno UFMG<\/strong><br \/>\n<strong>Data: 11 e 21 de julho<\/strong><br \/>\n<strong>Inscri\u00e7\u00f5es: 28 de junho a 11 de julho no site: www.ufmg.br\/festivaldeinverno<\/strong><br \/>\n<strong>Local: Centro Cultural UFMG (Av. Santos Dumont, 174 \u2013 Centro), Conservat\u00f3rio UFMG (Av. Afonso Pena, 1534 \u2013 Centro), Espa\u00e7o do Conhecimento UFMG (Pra\u00e7a da Liberdade, 700 \u2013 Funcion\u00e1rios)<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Texto: Assessoria de Imprensa do 51\u00ba Festival de Inverno UFMG Permanecem abertas, at\u00e9 11 de julho, as inscri\u00e7\u00f5es para cinco resid\u00eancias art\u00edsticas e dez oficinas do 51\u00ba Festival de Inverno UFMG. 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